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Produção embalagem – impressão offset

Postado em 18 fevereiro 2013 por Elisa Quartim

A impressão Offset é uma das formas mais comuns de impressão de embalagens.

Como qualquer processo industrial pode causar graves problemas ambientais se não for bem administrado, gera um grande volume de resíduos e consome bastante energia.

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O que é a impressão offset?

É um sistema de impressão indireto, onde a fôrma é uma chapa metálica gravada com uma imagem. Depois de entintada, essa imagem é transferida para um cilindro intermediário, conhecido como blanqueta e, através desta é transferida para o substrato.

offset
Para entender melhor, precisamos conhecer cada etapa do processo e os seus impactos, e no que se refere ao impacto ambiental, tudo o que entra e o que sai do processo de impressão. Vejam o fluxograma do sistema de impressão offset:

 

Fluxograma do sistema de impressão offset

 

Pré impressão

Na etapa de pré-impressão do sistema de impressão por offset são utilizados métodos fotomecânicos para passar a imagem do original para a forma, o que gera efluentes líquidos provenientes do processo de revelação, que podem conter ácidos, álcalis, solventes, metais de recobrimento e reveladores. Nas demais etapas do processo são gerados resíduos, como embalagens de tintas e solventes, panos e estopas sujos com solvente ou óleo, borras de tinta e emissões da evaporação de solventes e vernizes, chamados Compostos Orgânicos Voláteis (COV), ou em inglês Volatile Organic Compounds (VOC).

 

Impressão

A impressão offset pode ser plana ou rotativa, dependendo do substrato a ser impresso tratar-se de folhas ou bobinas. Métodos fotomecânicos são geralmente utilizados para transferir a imagem do original para a fôrma, o que gera efluentes líquidos que podem conter compostos como sulfatos e prata. Os resíduos gerados nas diversas etapas do processo incluem embalagens de tintas e solventes, panos ou estopas sujos com solvente e restos de tinta, aparas de papel, chapas metálicas obsoletas ou danificadas, solvente sujo, entre outros.

 

Matérias primas

O consumo de matérias-primas gera impactos ambientais não somente devido ao aspecto de utilização de recursos naturais que representa, mas também por causa dos impactos indiretos associados às atividades de produção e transporte destas matérias-primas até a gráfica. São considerados como matérias-primas os materiais que entram no processo e que, direta ou indiretamente, levando ao produto final. Na indústria gráfica, as principais matérias-primas são:

  • as fôrmas de impressão;
  • os substratos de impressão;
  • os insumos químicos de impressão;
  • outras matérias diversas necessárias ao processo.

 

Formas

As formas, também conhecidas como portadores de imagem, podem variar com o tipo de impressora. As formas do sistemas de impressão offset são os clichês de chapas metálicas. Os impactos ambientais associados a cada tipo de forma dependem de seus respectivos ciclos de vida, desde a extração da matéria-prima para sua fabricação até o descarte. Apesar da realização recente de alguns estudos a respeito, ainda não existem dados consolidados sobre os impactos do uso de chapas ao longo de todo o ciclo de vida. Para a indústria gráfica, as principais formas de reduzir os impactos associados ao uso de fôrmas dizem respeito à destinação das formas usadas, que deve sempre privilegiar a reutilização interna e a reciclagem.

 

Insumos químicos

Os principais insumos químicos de impressão são tintas, vernizes, adesivos e solventes. Os solventes são adicionados para alterar a viscosidade ou a volatilidade dos demais insumos.

 

Water_Based_Textile_Printing_Ink

As tintas utilizadas no processo gráfico são basicamente constituídas de resinas, pigmentos (corantes), veículo (verniz), solventes e produtos auxiliares (como ceras e secantes). Para o sistema de impressão offset, em média, as tintas são compostas por:

  • Resinas: ésteres (de colofônia, maleicos ou alquídicos);
  • Óleos: vegetais à base de hidrocarbonetos alifáticos e minerais refinados;
  • Pigmentos: orgânicos (amarelo e laranja benzidina, azul ftalocianina, vermelho rubi) e inorgânicos (negro de fumo, dióxido de titânio, sulfato de bário, cromato e molibdato de chumbo);
  • Secantes: naftenatos e octoanatos de zircônio, manganês e cobalto;
  • Ceras: à base de polietileno.

Para as tintas à base de água, são compostas por:

  • Resinas: colofônia saponificada, resinas acrílicas e fumáricas;
  • Pigmentos: orgânicos (amarelo e laranja benzidina, azul ftalocianina, vermelho naftol) e inorgânicos (negro de fumo, dióxido de titânio, sulfato de bário, cromato e molibdato de chumbo) e corantes básicos (rodamina, azul vitória, violeta metil e verde cristal);
  • Solventes: glicóis, solução de amônia e água;
  • Ceras: à base de polietileno

Já as tintas UV são compostas por:

  • Oligômeros: epóxi, poliéster e monômeros (solvente reativo);
  • Pigmentos: orgânicos e inorgânicos

O uso de tintas, vernizes ou adesivos à base de água pode trazer benefícios ambientais em relação aos insumos à base de solventes orgânicos. Os produtos à base de água eliminam a necessidade do emprego de solventes para diluição e limpeza dos equipamentos, bem como a geração de solventes residuais e de resíduos com restos de solventes, além de eliminar as emissões atmosféricas de Compostos Orgânicos Voláteis. No entanto, as vantagens comparativas devem ser avaliadas caso a caso, o emprego de insumos à base de água pode requerer, por exemplo, sistemas de tratamento de efluentes líquidos. A redução do consumo de tintas pode começar com o designer, minimizando a cobertura de cores na embalagem e reduzindo o número de cores.

A tinta existente hoje para substituir a de óleos minerais é a tinta a base de óleos vegetais como o milho ou o coco. Esse tipo de tinta atinge tanto as características técnicas necessárias para a impressão quanto as características de preservação do meio ambiente. Essa troca de tinta a base de óleo mineral pela tinta com base de óleo vegetal, pode reduzir o impacto de resíduos tóxicos, tanto sólidos como a emissão de gases que de 30% passa de 2 a 4%.

 

Além dos substratos de impressão e dos insumos químicos, o processo gráfico utiliza outros materiais, como:

  • Filmes, reveladores e fixadores para o processamento das imagens;
  • Solventes para a limpeza dos equipamentos;
  • Outros materiais diversos como, por exemplo, fita dupla face para colar a chapa flexográfica no cilindro porta-clichê.

Cada um destes materiais têm impactos associados à sua fabricação. Cabe à gráfica otimizar seu consumo e valorizar a destinação dos seus resíduos, tanto em termos ambientais como econômicos.

 

Certificações

A constante preocupação das gráficas com o meio ambiente e a grande quantidade de impressos industrializados, faz com que essas operações evoluam para uma tecnologia cada vez mais correta. Para conseguir uma boa imagem no mercado, as gráficas estão adequando os seus processos, afim de que eles se enquadrem em políticas ambientais corretas e com isso sejam concedidas as certificações de preservação ambiental, comprovando a existência da preocupação e responsabilidade com o meio ambiente. As principais certificações são:

 

FSC Brasil – Conselho Brasileiro de Manejo Florestal.
Organização não governamental, independente e sem fins lucrativos, cuja missão é difundir e facilitar o bom manejo das florestas conforme princípios e critérios que conciliam as salvaguardas ecológicas com os benefícios sociais e a viabilidade econômica.

fsc-logo

RoHS – Restriction of Certain Hazardous Substances
(Restrição de certas substâncias perigosas)
RoHS são diretivas europeias que estabelecem procedimentos para que tanto as matérias-primas utilizadas no processo produtivo quanto os produtos finais estejam isentas ou em percentuais toleráveis de substâncias tóxicas como o cádmio, mercúrio e chumbo.

 

ISO 14001 – Internacional Organization of Standardization
(Organização Internacional de Padronização)
Sistema de gerenciamento ambiental que inclui a estrutura organizacional, o planejamento de atividades, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para o desenvolvimento, implementação, alcance, revisão e manutenção da política ambiental

 

A principal maneira que a indústria gráfica tem para reduzir os impactos associados à utilização de um substrato para impressão é a de reduzir suas perdas no processo. Outra maneira de redução é o usuário procurar se informar a respeito da origem das matérias-primas que garantem que os produtos provêm de bom manejo florestal e seguem critérios socioambientais de produção.

 

Fontes:

Guia técnico ambiental da indústria gráfica.

http://www.ciesp.com.br/ciesp/conteudo/guia_ambiental_setorgrafico

http://www.cetesb.sp.gov.br/tecnologia/producao_limpa/documentos/guia_ambiental.pdf

 

The Australian Resource Forum for Environmentally Graphic Design.

http://www.designbynature.org

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LittleBug_5Flavor

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Little Bug, papinha de bebê orgânica

Postado em 15 fevereiro 2011 por Elisa Quartim

A linha de papinhas de bebê Little Bug é feito com ingredientes orgânicos e segue a filosofia “locavore”, que incentiva o consumo e produção de produtos locais.

O design foi focado para a comunicação de um produto premium, com sabor natural e os benefícios da sua forma de produção.



A embalagem foi impressa em papel cartão Kraft 100% reciclável. O rótulo simples e limpo usa uma janela para revelar a qualidade do produto.

O rótulo em formado tipo “manga” aumenta a proteção e o posicionamento sustentável. Ele é a única parte impressa da embalagem, reduzindo a utilização de tinta e reforçando os valores ambientais da marca.

O resultado do redesign dessa embalagem foi  o aumento nas vendas e distribuição nos grades revendedores de comida Natural como a Whole Foods. A nova estrutura aumentou a eficiência na produção do produto e reduziu a a sua pegada ambiental.

O design foi da Brand Engine.

Fonte: http://www.brandengine.com/

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Miho-Embalagem_catálogo

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MIHO – Embalagem de vestido feito com garrafa

Postado em 21 setembro 2010 por Elisa Quartim

A MIHO é um escritório de design que atua nas áreas de gráfico, produto e de moda. Trabalha conjugando estes serviços ao conceito de design consciente. Além de prestar serviços de design para outras empresas, eles também desenvolvem seus próprios produtos.
Todos os produtos e serviços da MIHO priorizam o uso de matérias primas sustentáveis.

O conceito das embalagens envolve  informar ao cliente sobre todas as etapas da produção e todo o material utilizado: da embalagem à malha:

As garrafas utilizadas na produção das embalagens são recolhidas diretamente após o uso pelos próprios fornecedores (buffets e adegas). Este vidro é recolhido e levado ao parceiro instituto Kairós, que faz a limpeza e o corte dos anéis.

A folha de fibra de bananeira e sua viscose são produzidas no instituto Kairós. Seu processo de produção é 100% artesanal, desde a colheita das folhas em cultura até o seu cozimento e secura ao sol.

Fabricado pela empresa Menegotti, a malha utilizada nas roupas (linha Ecologic) é 100% de algodão orgânico e seu tingimento é feito por pigmentos naturais, como a clorofila, imbuía, cebola, ipê roxo e cedro rosa dentre outros.

A tinta utilizada nas estampas é produzida industrialmente, constitui-se de pigmento orgânico e fixador químico.

O catálogo manteve o conceito. Produzido pela empresa Sulamericana com papel Silprint 120g/m 100% reciclado.

Fonte:

http://www.miho.com.br/

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Dica Sustentável – Tinta

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Dica Sustentável – Tinta

Postado em 25 agosto 2010 por Elisa Quartim

A maior parte das tintas utilizadas hoje nas embalagens, contém metais pesados.

Elas podem gerar problemas de saúde na hora da produção das embalagens quanto emite gases tóxicos que são inspirados pelos funcionários da gráfica.

Depois, no pós consumo, a tinta vai para o meio ambiente contaminando o solo. (isso se não for reciclada).

Por isso aqui vai algumas dicas de com reduzir esse impacto causado pelas tintas:

Usar o mínimo de tinta possível

Com um bom design, é possível limitar a quantidade de tinta usada, aproveitando a cor do papel na comunicação da embalagem. Vejam o exemplo do Matte Leão:

Usar tintas à base de vegetais

Hoje já existem muitas tintas que são à base de vegetais como a soja. Com esse tipo de tinta a embalagem pode ser mais facilmente ir para a compostagem, pois não corre o risco de contaminar o solo. E aumenta a quantidade de papel/papelão que pode ser reciclada porque as fibras são menos danificadas. Vejam o exemplo do Sansung Reclaim:

Usar tintas à base d’água
Não contém tantos metais pesados e não impactam tanto o meio ambiente.

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Dica_Reciclagem_3

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Ecologia é tema das novas embalagens de Panco

Postado em 17 agosto 2010 por Elisa Quartim

Com o objetivo de alertar os consumidores sobre as questões ambientais e demonstrar a preocupação da marca com a preservação da Natureza, a Panco está lançando embalagens com temas ecológicos para dois dos seus principais produtos: as Bisnaguinhas Originais e o tradicional Pão de Forma Premium.

Batizada de “Conheça as nossas árvores”, a série inédita de embalagens das Bisnaguinhas Originais homenageia as árvores brasileiras e é composta por quatro embalagens ilustradas cada uma com uma espécie de árvore: Pau-brasil, Araucária, Ipê-amarelo e Açaí. Para reforçar o conceito educativo da campanha, as embalagens trazem informações sobre cada espécie. Outras curiosidades sobre as árvores estarão no site www.bisnaguinhas.com.br.

Para as embalagens da linha de Pão de Forma Premium, que seguem a tendência mundial de redução de matéria prima e melhor utilização dos recursos naturais, a empresa criou a série “Reciclagem” com dicas e informações sustentáveis sobre o tema como: simbologia, descarte e coleta seletiva.

A Panco tem pesquisado novas técnicas para a reduzir a utilização de recursos naturais em suas embalagens. Como por exemplo no Pão de Forma Premium, onde foi feita uma redução na dimensão (corpo da embalagem) de quase 5% o que significa dizer que são dezenas de toneladas de filme plástico (PE) que são deixadas de ser utilizadas ao ano, preservando assim os recursos naturais. Além da redução na quantidade de cores impressas na embalagem, que seguindo o mesmo conceito, deixa de utilizar em torno de uma tonelada de tinta e milhares de litros de solventes todo ano.
Nas embalagens das Bisnaguinhas, os estudos mostraram que, não temos como fazer estes ajustes, pois já está tecnicamente ajustada a esta tendência.

Fonte:

Fatos & Notícias

http://www.bisnaguinhas.com.br

http://www.grupobimbo.com.br/

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mio1

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Mio com embalagem com tinta à base de soja

Postado em 19 julho 2010 por Elisa Quartim

A Mio, fabricante de navegadores GPS para carros, anunciou que a partir deste ano, toda a tinta que a empresa utiliza nas embalagens dos produtos será substituída por óleo à base de soja.

Além de ser ambientalmente favorável, a soja absorve CO2 da atmosfera e, durante a reciclagem, causa menos poluição do ar.

Além disso, com o material, aumenta-se a quantidade de papel/papelão que pode ser reciclada e é produzido papel reciclado de melhor qualidade, isso porque as fibras são menos danificadas.

Desde 2007, a empresa taiwanesa já reduziu 41% o tamanho das embalagens dos produtos. Com isso, a Mio economiza aproximadamente seis voos anuais de ida em remessas para a Europa.

Fonte:

http://www.mio.com/

http://atitudesustentavel.uol.com.br/

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produto_textil

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Ecolabel

Postado em 16 julho 2010 por Elisa Quartim

O ECOLABEL é basicamente uma filosofia, um conceito desenvolvido pelo Grupo Q. São soluções para decorar, embalar, identificar e embelezar os seus produtosde forma, levando em conta os impactos ambientais. Tudo com a mais alta tecnologia e ganhos significativos de qualidade.
Dentre os diferenciais do ECOLABEL, foram destacados os itens abaixo:

  1. Produto ecológico, com tinta base d´água e sem metais pesados, que possibilita a reciclagem ou reutilização das peças
  2. Impressão com Qualidade Fotográfica.
  3. Infinidade de cores e cores especiais
  4. Alta cobertura de tinta branca
  5. Opcionais para promoção e segurança: raspadinhas, tinta invisível, códigos variáveis
  6. Preços competitivos em relação à serigrafia
  7. Segurança (tinta invisível / raspadinha / DNA químico)
  8. Dados de segurança fixos ou variáveis

O Ecolabel pode ser utilizados tanto em produtos de linhas industriais, quanto para campanhas promocionais, tais como: lápis, canetas, copos, canecas, potes, frascos, bisnagas, batons, seringas, squeezes, cordões, fitas, elásticos, além de projetos especiais pesonalizados, entre outros.

Muitos segmentos já estão utilizando a tecnologia Ecolabel na decoração de seus produtos, entre eles os mercados: escolar, farmacêuticos, cosméticos, utilidades domésticas, etc.

São quatro opções que proporcionam uma infinidade de soluções para o produto final.

1. Heat Transfer:

Impressão em filme de poliéster, transferida para a peça através de calor, em equipamento compacto específico. Ideal para objetos de superfície plana.

2. Sleeve:

Manga termo-encolhível, que envolve o material e possibilita a decoração de toda a peça, inclusive as que possuem formatos não convencionais. Pode ser utilizada como decoração ou lacre, permitindo a colocação de serrilhas.

3. In Mold Label:


Impressão em um filme próprio, que é posicionado no molde no momento da injeção da peça, permitindo sua fusão com a mesma.

4. Transfer Têxtil:

Para complementar a linha de produtos e ampliar o atendimento ao mercado de decoração, em 2009 a Qualitec, passou a comercializar também opções para a área têxtil, oferecendo papéis-transfer sublimáticos personalizados para decorações em tecidos, fitas, elásticos, gorgurões, entre outras possibilidades.

Fonte:

http://www.ecolabel.com.br/

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Projeto Contém Design

Postado em 30 junho 2010 por Elisa Quartim

Projeto concebido pela Assintecal, ApexBrasil e Associação Objeto Brasil com o objetivo de agregar valor às embalagens de calçados, transformando-as em mais um elemento de valorização do produto. Os produtos foram desenvolvidos com exclusividade para cada uma das empresas participantes, todas fabricantes de embalagens – Arte Embalagens, Box Print, Brisa e Colorgraf – e respondem a desafios específicos das estratégias de mercado de seus clientes da indústria de calçados.

Norteada pela busca incessante de inovação em todos os processos da cadeia coureiro-calçadista, a Assintecal decidiu apostar no Projeto para direcionar as fabricantes de embalagens do setor para uma perspectiva voltada ao design e inovação. O foco: transformar a tradicional caixa de sapatos num objeto diferenciado e atraente para oferecer aos consumidores, incluindo opções como pós-uso, facilidades de armazenamento, sustentabilidade, entre outras.

O intuito da iniciativa foi contribuir para a reflexão por parte dos empresários do setor calçadista sobre a importância da incorporação de design à embalagem do produto como diferencial competitivo.

O Projeto conduziu a elaboração de um programa de design para empresas fabricantes de embalagens para calçados, levando aos participantes não apenas um produto-final, como também contatos e novidades sobre o mercado de design brasileiro.

Os designers visitaram as empresas, conhecendo de perto a realidade de cada uma delas, seus processos de produção, materiais utilizados, etc., visando modelos exclusivos de embalagens

Habituada a oferecer soluções para o segmento varejista, a Arte Embalagens aproveitou o Projeto para promover um redirecionamento: desenvolver embalagens para atender a indústria calçadista.

Na primeira reunião com a Benchmark, agência de design que desenvolveu duas propostas, o diretor da Arte Embalagens deixou claro seu anseio pelo uso de elementos diferenciais de design e na escolha de matérias-primas em compasso com a sustentabilidade.

Kraft Bombom

O modelo utiliza papel Kraft, um material reciclado e reciclável, num formato inusitado. O objetivo foi desenvolver uma embalagem ou sistema de embalagem para calçados, trazendo o conceito ecológico e de design diferenciado.

EcoBag Walter Rodrigues

A segunda proposta contempla itens como funcionalidade, sofisticação, sustentabilidade e custo. A agência utilizou o material da Arte Gráfica de outra maneira, colocando o tecido, o ecobag, feito de algodão cru, papel kraft natural, sem uso de corantes ou cloro, produzido a partir de florestas plantadas, apenas sobre a área central do papel. A cola e as tintas usadas são à base de água, a alça e a linha são de algodão. O acabamento inclui aplicação de ilhoses e velcro para fechamento.

O primeiro protótipo da Sacola EcoBag levará o nome da grife Walter Rodrigues, sinônimo de luxo, tanto em passarelas nacionais como internacionais.

Ambas as embalagens são de fácil produção, podem ser expostos em vitrines e também funcionam como display. Além disso, protegem o produto durante o transporte e armazenamento, enquanto no ponto de venda expõem a marca.

Fonte:

http://www.bench.com.br

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00054 Peas face

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Stahlbush – Embalagem biodegradável para congelados

Postado em 19 maio 2010 por Elisa Quartim

A Stahlbush Island Farms, uma empresa especializada em agricultura sustentável e produção de alimentos, lançou a primeira embalagem biodegradável para linha de vegetais e frutas congeladas. A embalagem se degrada em poucos meses.

A BioBag é resultado de dois anos de pesquisas em parceria com a Cadillac Products Company of Troy. A embalagem é resultado de uma combinação única de práticas de produção e de processos com materiais biodegradáveis que permitiu à embalagem atender os critérios necessários de barreira e ser uma alternativa sustentável para a tradicional embalagem flexível.

O desafio foi criar uma embalagem biodegradável que preservasse a vida de prateleira de 20 diferentes frutas e verduras congeladas produzidas pela Stahlbush. A embalagem é feita com papel kraft e tinta à base de água.

A Stahlbush e a Cadillac Packaging Company acreditam que embalagens, como a BioBag devem se tornar comuns na indústria de frutas e verduras congeladas. Para ajudar outras empresas a introduzir embalagens mais sustentáveis como a BioBag, as duas companhias vão dividir suas experiências e práticas inovadoras.

Fonte: http://www.pack.com.br/

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tomsCreationPlant

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ECOpack para embalagem de DVD

Postado em 25 abril 2010 por Elisa Quartim

A Korduroy TV desenvolveu para o DVD do documentário “Tom’s Creation Plantation”, uma embalagem dentro dos princípios de sustentabilidade.

É uma embalagem de papel 100% reciclado (50% pós consumo), impresso com tinta à base de vegetais. Ao invés da base tradicional de plástico a embalagem tem um bolso para acomodar o DVD.

A embalagem foi feita em parceria com a GreenerPrinter. Baseada na Califórnia, é uma gráfica com várias certificações ambientais onde seus produtos são impressos apenas com papel reciclado e com tinta à base de soja e de vegetais.

http://www.korduroy.tv/2010/announcing-ecopack

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