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Distant Village – comércio justo e sustentável

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Distant Village – comércio justo e sustentável

Postado em 18 maio 2012 por Elisa Quartim

Distant Village é um produtor de celuloses alternativas e embalagens especiais. Membro do Co-op America, Organic Trade Association (OTA), e do  Fair Trade Federation, eles acreditam que o principal para a sustentabilidade é a compaixão, honestidade e serviço social.

No centro de suas operações Distant Village usa um sistemas modelo, desenvolvido em 2000, chamado Complete Sustainability. Um dos aspectos deste modelo é a inclusão econômica das comunidades economicamente deslocados, muitas vezes esquecido na busca por materiais ecológicos.

 

Meio ambiente

Em um processo de produção do berço ao berço, desde extração até o processamento de matérias-primas utilizadas na criação de embalagem. Assim como a utilidade, reutilização e o impacto ambiental a longo prazo na reintegração da embalagem na natureza.

Distant Village usa papéis feitos sem árvore como o papel feito de capim, que é abundante e renovável, resíduos de fibras de banana colhidas plantações e no processamento, papéis de amoreira de ervas daninhas das árvores. Estes materiais produzem uma bonita embalagem artesanal a partir de resíduos ou materiais naturais abundantes, em vez de usar e extrair recursos valiosos.

Para secar os papéis usa o calor natural do sol. Para outras necessidades de calor, são muitas vezes usado os resíduos da casca do arroz,  em vez de combustíveis fósseis – tudo parte do atual balanço de rendimentos solar, um elemento fundamental no controle o aquecimento global.

Social

Contribuição, inclusão e promoção de artesãos, famílias e comunidades que desenvolvem embalagens em vilarejos distantes. Isso inclui uma bolsa de estudos que os clientes financiam e participam como parte de uma abordagem holística para uma percepção positiva.

Economico

Comércio justo, salários justos, e infusão de combustível na economia (emprego, dinheiro, comércio) nas vilas distantes . Isso proporciona uma saída para artesãos e oportunidades para aprender novas habilidades.

Inovação e desenvolvimento são fundamentais para a missão de Distant Village, com novidades no mercado como o aglomerado livre de árvore,  rótulos sem árvore (com eco-adesivo e papel reciclado), e embalagem agro-florestal (Composto de restos do chão da floresta). Distant Village oferece uma embalagem sustentável, mas também altamente diferenciada e projetada para atender as necessidades das empresas.

 

Vejam os videos do Distant Village

 

Fonte:

http://www.distantvillage.com/

 

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Embalagem de batatinha para compartilhar

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Embalagem de batatinha para compartilhar

Postado em 19 abril 2012 por Elisa Quartim

Os jovens designers Kwon Do-hyuk, Kim Seok-woo, Seo Dong-Han, In Sung-hoon, Lee Bum-ho, criaram uma nova embalagem conceitual que incentiva as pessoas a compartilhar e ganharam o prêmio Red Dot Award na categoria Design Concept.

É a Bloom Chips, uma embalagem cilíndrica de batata frita que, ao ser aberta, expande e se transforma em uma espécie de tigela. Ela permite que a batatinha possa ser consumida e compartilhado mais facilmente.

A embalagem é uma referência à clássica embalagem de Pringles, que depois que passa de um certo nível, fica quase impossível pegar sem derrubar e incentiva um consumo mais individualista.

 

Não se trata de uma embalagem com apelo ambiental, pois acaba usando mais material comparado com a outra. Mas, como disse minha amiga Rosana Vasques (que pesquisa o design para o compartilhamento de produtos), “… compartilhar talvez torne as pessoas mais preocupadas com o outro e, como possível consequência, tornar o mundo um pouco melhor (ou menos pior)…. Equalizar as diferentes dimensões da sustentabilidade sempre será um grande desafio….”

 

Fontes:

http://www.fastcodesign.com/1669476/the-pringles-package-sucks-this-chip-can-blooms-into-a-bowl

http://www.designdobom.com.br/2012/04/vai-uma-batatinha-ai.html?spref=fb

 

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Hemp 4 Haiti – Embalagem reutilizável de fibra de cânhamo

Postado em 31 outubro 2011 por Elisa Quartim

O designer americano Blake Lowther projetou uma embalagem reutilizável para enviar alimentos não perecíveis para as vítimas no Haiti. A ideia é enviar produtos com uma embalagem reutilizável, feito com uma das fibras naturais mais resistentes (a fibra de cânhamo) e, caso seja descartada, por ser uma fibra natural, é compostável. Elimina os resíduos e poluição ambiental que os produtos de ajuda aos desastres acabam deixando para trás. A embalagem é fabricada em instalações verde.

A embalagem é trabalhada à mão com cânhamo de alta qualidade, trançado de forma que pode ser facilmente desfiada depois que as mercadorias não perecíveis forem consumidas.  Uma vez desfiada, o cânhamo tem inúmeras aplicações práticas vitais para os esforços de ajuda. Levando o pacto em produtos de socorro, Hemp 4 fornece Haiti lutando comunidades com os meios para seguir em frente.

Junto à embalagem, vem uma etiqueta, identificando o produto enviado com uma foto. Ao desdobrar a etiqueta, há algumas sugestões de como reutilizar a embalagem e a fibra de cânhamo.

Não confundir o cânhamo com a maconha, cujo teor de THC (Tetraidrocanabinol) é bem superior ao do cânhamo, apesar de ambos pertencerem ao género Cannabis. A planta é integralmente utilizada para os mais diversos fins, mas destaca-se especialmente a sua fibra, também chamada de filame, muito usada na indústria de papel, pois um hectare de cânhamo produz o mesmo que quatro hectares de eucaliptos, num período de vinte anos.

Fonte:

http://www.behance.net/gallery/Hemp-4-Haiti-Project/

http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2nhamo

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Linha de aveias Sentir Bem repensa o seu ciclo de vida

Postado em 09 agosto 2011 por Elisa Quartim

O Walmart participa do Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta a linha de aveias Sentir Bem. Composta por seis produtos e produzida pela Nat Cereais de Lagoa Vermelha (RS), teve seu ciclo de vida redesenhado, num processo que contemplou seis diferentes iniciativas que melhoraram a cadeia produtiva desde o plantio da aveia até o descarte da embalagem pelo consumidor final.
O primeiro passo foi repensar a origem da matéria prima e fortalecer a parceria com produtores: a forma de plantio da aveia passou a utilizar em 100% a tecnologia de manejo com plantio direto, que aumenta a produtividade por hectare e reduz os impactos de erosão do solo. Foram privilegiados produtores de aveia do entorno da fábrica – até 30 quilômetros de distância –, e foi firmado um contrato de garantia de compra entre esses e a Nat Cereais. O resultado se manifesta em duas dimensões: a social, porque prestigia a comunidade local, e a ambiental, pela maior produtividade por área cultivada, pela redução da erosão do solo e das emissões de gás carbônico, devido aos deslocamentos menores do campo até a fábrica.
A segunda parte do processo foi reaproveitar os resíduos industriais. Antes, as cascas da aveia eram em boa parte descartadas em uma área do próprio terreno da fábrica e se decompunham naturalmente, gerando gás metano. Com a intervenção, as cascas passaram a ter três destinações nobres do ponto de vista ambiental: como ingrediente de ração animal (um poder nutritivo antes desperdiçado), como cama de aviário e como combustível de caldeira em uma indústria próxima à fábrica.
Pesquisar na região da fábrica permitiu a implementação de mais uma iniciativa. Foi identificada uma oportunidade de aperfeiçoar o processo energético da fábrica, aproveitando como combustível de caldeira a biomassa de resíduos de MDF de uma indústria moveleira situada a cerca de 500 metros da fábrica, que antes era descartada, substituindo lenha proveniente de eucaliptos.

Repensados a matéria-prima e o processo produtivo, o grupo passou a examinar a embalagem. Foi possível reduzir o peso e a utilização do papel sem que a embalagem perdesse sua função protetora. Produzidas com menos papel (cartão certificado pelo FSC – Forest Stewardship Council), as caixinhas utilizam menos 10% de massa de celulose, deixando de emitir gás carbônico e gás metano no aterro da parcela não reciclada. Além disso, foi possível conseguir mais um benefício: aumentar de 80 para cem o número de caixas de produto transportado por palete, reduzindo as viagens realizadas da fábrica ao Walmart. E, já que o objetivo era otimizar todos os aspectos possíveis, foram colocadas na embalagem orientações úteis sobre sustentabilidade e descarte, para integrar o consumidor final ao processo e estimular o consumo consciente.
A comunidade local também foi contemplada no âmbito social: tanto o fornecedor (que é uma empresa familiar) quanto o Walmart revertem a quantia de R$ 0,02 para cada unidade vendida da linha de aveias para uma instituição localizada próximo à fábrica, que atende cerca de 150 crianças e adolescentes. Com isto, estima-se que ao longo do ano seja possível captar entre R$ 15 mil e 18 mil – sem alterar o preço final do produto e sem onerar o consumidor.
Participaram diretamente desse projeto 19 pessoas do Walmart e do fabricante. O desenvolvimento do Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta das aveias Sentir Bem contaminou positivamente todos os que compartilharam o esforço de aplicar conhecimento científico e necessidade mercadológica com uma visão de generosidade coletiva.

SUSTENTABILIDADE NA MEDIDA

O projeto teve como foco a forma de produção (plantio direto) com menor erosão, menor consumo de recursos (combustíveis nos processos/transporte e materiais, como o cartão das embalagens e lenha para caldeira) e aproveitamento de resíduos (casca da aveia e resíduos de MDF) em toda a cadeia produtiva, além da campanha educacional com foco na sustentabilidade ambiental e ação de responsabilidade social na região de produção da aveia. Os ganhos ambientais alcançados pelo projeto para a estimativa de venda anual na rede Walmart foram:

  • redução da emissão de CO2equivalente = – 1.105 ton
  • redução no consumo de óleo diesel/ou óleo combustível = – 4.885 L
  • redução da massa de embalagem = – 1.578 kg
  • redução de Resíduo Industrial = – 208.000 kg
  • ações de Responsabilidade Social = entre R$ 15.000,00 e 18.000,00/ano para a Instituição “Amor Perfeito – Associação Criança e Adolescente”

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Embalagem para a redução de desperdício de comida

Postado em 11 maio 2011 por Elisa Quartim

Um dos grandes problemas do mundo atual é o fato de milhões de pessoas passarem fome enquanto um volume excessivo de
alimentos é perdido. Pelas estimativas da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), as perdas podem atingir 1,2 bilhão de toneladas por ano. Nos países desenvolvidos o desperdício chega a 300 quilos per capita por ano. A embalagem pode desempenhar um papel importante no combate a esse flagelo protegendo o alimento e facilitando a sua distribuição.

Por isso, fechou uma parceria com a alemã Messe Düsseldorf, organizadora da feira Interpack, para realizar paralelamente
ao evento, nos dias 16 e 17 de maio próximo, um congresso sobre o tema: o Save Food. O objetivo da FAO e da Messe Düsseldorf é reunir no evento representantes de indústrias de alimentos e embalagem, do varejo, políticos, pesquisadores e organizações não-governamentais (ONGs).

Para os organizadores, medidas têm de ser tomadas agora para evitar uma catástrofe ainda maior no futuro. Hoje  a maioria das perdas de alimentos ocorre durante a cadeia produtiva, como resultado de práticas inadequadas de fabricação, acondicionamento, transporte e venda. Aprimoramentos em embalagem podem ajudar a reverter a situação.

Durante o evento, a FAO irá apresentar os resultados de três estudos atualmente em curso. O primeiro deles investiga as razões e o grau de perdas de alimentos em países desenvolvidos e calcula o nível em que diferentes tipos de embalagem podem ajudar a remediá-las. O segundo estudo é similar, mas calcado em economias emergentes. Já o terceiro visa quantificar os investimentos necessários para garantir, nesses mesmos países subdesenvolvidos, o suprimento suficiente
de alimentos embalados.

Fonte:

http://www.embalagemmarca.com.br

http://www.save-food.org

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Design Sustentável ou Ecodesign?

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Design Sustentável ou Ecodesign?

Postado em 21 outubro 2010 por Elisa Quartim

Ecodesign é a mesma coisa que design sustentável? E green design? Muitas dúvidas surgem quando começamos a estudar o assunto, inclusive alguns autores ou sites na internet acabam confundindo os termos – por isso vou tentar esclarecer um pouco esses termos que é a base deste blog.


Reutilização de uma lâmpada como vaso desenvolvido pelo escritório argentino Minimahuella.

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Mais que uma onda – Embalagens feitas com caixas de papelão

Postado em 30 setembro 2010 por Elisa Quartim

As embalagens “mais que uma onda” foi o resultado de uma atividade de extensão da PUC Goiás, através da Coordenação de Arte e Cultura e do Programa de Incubadora Social, junto à Cooperativa de Reciclagem de Lixo (Cooprec), de Goiânia. Coordenado pela professora de Design, Edith Lotufo, tendo a colaboração dos designers Leandro Antonio de Oliveira e João Paulo Alves, além de alunos do curso.

Esse projeto reaproveita caixas de papelão para o desenvolvimento de brindes, módulos para expositores e mobiliário de eventos, entre outros. Os produtos apresentam maior resistência e durabilidade devido à espessura generosa das paredes dos objetos e ao tipo de acabamento de cantos arredondados. Encaixes geram peças de diversos usos e tamanhos com total aproveitamento do material empregado.

Desde 2006 o conjunto de embalagens “mais que uma onda” está sendo produzido no Núcleo Artesanal de Reciclagem da Cooprec “Arte Conquista”, coordenado por Maria Neonice de Oliveira.

Nos últimos anos o grupo da Arte Conquista realizou um grande número de encomendas entre elas para eventos da PUC, o Ministério Público de Goiás e diversas empresas de Goiânia e São Paulo. Em 2007 o projeto recebeu o Prêmio Planeta Casa na categoria Ação Social e teve agora o reconhecimento do projeto de design pelo uso consequente dos materiais, do processo de fabricação e quanto à sustentabilidade da proposta. E esse ano foi um dos selecionados para a Bienal Brasileira de Design.

Fonte:

http://www.arteconquistadesign.blogspot.com

http://www.bienalbrasileiradedesign.com.br/bienal2010/

Arte Conquista
Maria Neonice de O. Silva
mneonice [arroba] gmail [ponto] com

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Peepoo – Saquinho vira banheiro descartável

Postado em 03 setembro 2010 por Elisa Quartim

Um empreendedor sueco está tentando produzir e comercializar uma sacola plástica biodegradável, que funcionaria como banheiro descartável para favelas urbanas.
Uma vez usada, a sacola pode ser amarrada e enterrada. Uma camada de cristais de ureia quebra os dejetos e os transforma em fertilizante, matando os elementos patogênicos – causadores de doenças – encontrados nas fezes.

A sacola, chamada de Peepoo, é criação de Anders Wilhelmson, arquiteto e professor de Estocolmo. “Ela não é somente sanitária”, afirmou Wilhelmson, que patenteou o produto. “Também pode ser usada para cultivar plantações”.

Em sua pesquisa, ele descobriu que favelas urbanas do Quênia, apesar de densamente povoadas, possuíam espaços abertos onde os dejetos poderiam ser enterrados.
Ele também descobriu que habitantes de favelas locais coletavam seus excrementos num saco plástico e se dispunham deles arremessando-os, o que chamavam de “banheiro voador” ou “banheiro helicóptero”.

Vejam o filme sobre o produto:

Os planos são vender as sacolas por 2 ou 3 centavos de dólar – comparável ao custo de um saco plástico comum. Mas será que a sacolinha que usavam antes tinha algum custo? Para o autor esse valor pode ser pouco, mas para quem não tem nada é muito.

Calcula-se que 2,6 bilhões de pessoas, ou cerca de 40% da população mundial, não tenham acesso a banheiros, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
Trata-se de uma crise de saúde pública: a defecação a céu aberto pode contaminar água potável, e aproximadamente 1,5 milhão de crianças em todo o mundo morrem anualmente de diarreia, em grande parte devido a problemas de saneamento e higiene. Mas será que defecando em um saquinho não estamos criando um outro problema?

Uma alternativa para o problema de fezes a céu aberto seria o banheiro seco. Ele é uma alternativa ecológica ao banheiro comum (que utiliza água para levar os dejetos até centros de tratamento ou diretamente aos arroios e rios).

Não produz maus odores e não consome nada de água. É uma alternativa ecológica por que considera os ciclos naturais. O sistema de banheiro com descarga é um sistema altamente poluidor e gera grandes gastos com encanamentos, tratamento, além de problemas de saúde pública.

Ele parece um banheiro normal, mas as fezes não “somem”. Em geral existe um separador de urina, a qual vai para um tanque, e é posteriormente reutilizada como adubo, após tratada, como a opção do saquinho, porém sem um elemento a mais para ser descartado na natureza.

A solução do saquinho pode até ser uma solução temporária mas, ao invés de inventar novos produtos para serem consumidos, ou novos materiais que não sabemos exatamente como se comportará na natureza, vamos observar os ciclos naturais e a partir daí criar soluções.

Fonte:

http://www.peepoople.com/

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/

http://planetasustentavel.abril.com.br/

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Enquete: Qual biblioteca deve ganhar uma “Coleção Quattor Embalagem”?

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Enquete: Qual biblioteca deve ganhar uma “Coleção Quattor Embalagem”?

Postado em 01 setembro 2010 por Elisa Quartim

A Quattor, empresa que apoiou o “Sorteio de Aniversário do blog Embalagem Sustentável“, me ofereceu um conjunto de livros a mais, que vou doar para uma biblioteca da cidade de São Paulo, para que possa ser consultado por mais gente.

Me ajudem a escolher para qual biblioteca devo doar os livros, votando na enquete que está na lateral do site.

Critério de seleção de bibliotecas utilizado para a enquete:

- Bibliotecas da cidade de São Paulo
- Bibliotecas públicas
- Bibliotecas de escolas técnicas públicas
- Bibliotecas de universidades públicas

Vejam as bibliotecas que estão participando:

Biblioteca Mário de Andrade
Rua da Consolação, 94 – República
http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bma/

Biblioteca Sérgio Milliet – CCSP
Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso
http://www.centrocultural.sp.gov.br/biblioteca.asp

Escola SENAI Theobaldo de Nigris – Faculdade SENAI de Tecnologia Gráfica
Rua Bresser , 2315 – Mooca

http://www.sp.senai.br/grafica/Webforms/Interna.aspx?secao_id=9

Escola SENAI Fundação Zerrenner
Rua Serra da Paracaina, 132 – Cambuci
http://www.sp.senai.br/zerrenner/Webforms/Interna.aspx?secao_id=9

ETEC Carlos de Campos
R. Monsenhor Andrade, 798 – Brás
http://www.etecarlosdecampos.com.br

ETEC José Rocha Mendes
R. Américo Vespucci, 1241 – Vila Prudente
http://www.etejoserochamendes.com.br

FAU Cidade Universitária
Rua do Lago, 876 – Cidade Universitária
http://www.usp.br/fau/fau/secoes/biblio/index.html

Poli – Biblioteca Central – EPBC
Ed. Eng. Mário Covas Júnior
Av. Prof. Luciano Gualberto, Trav.3 n.380 – térreo – Cidade Universitária
http://www.poli.usp.br/Bibliotecas/

Vote lá!

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Amazongreen

Postado em 05 julho 2010 por Elisa Quartim

A Amazongreen é uma fabrica de cosméticos com perfumes e aromas típicos da região do Amazonas. As matérias-primas, para a produção das essências de mais de dez perfumes e sabonetes exclusivos, são retiradas da região amazônica de forma sustentável.

As embalagens de pefumes são revestidas com folhas secas e decoradas com pinturas produzidas por uma comunidade local. Entre as duas linhas de perfumes, uma delas traz os nomes das árvores que foram base para o perfume: Muru, Palmeira, Pitanga, Potapy, Teka e Kotyhu. A outra traz nos perfumes nomes em tupi-guarani como Kaaty, Tikue, Kamba Kumã e Kamba Kuimba’e. Exóticos, os produtos são preservados naturalmente e não recebem fixador.

Para sentir o perfume eles usam uma folha esqueletizada para aplicar o perfume. Bonito e biodegradável.

Na linha de sabonetes, cada um deles é embalado em folhas secas de pitanga, assim como as embalagens de vidro dos perfumes, que são revestidas pelas folhas, dando um visual “natural”. Além de usar folhas secas para embalar, tem uma prática fitinha para abrir.  Ainda usa um filme plástico necessário para proteger o produto. Possui aromas de guaraná, açaí com argila, melão e pitanga, entre outros.

Segundo Franscisco Aguiar, diretor da Amazongreen, “o pilar número um da empresa é a extração sustentável”. Os perfumes e cosméticos da Amazongreen são resultado do trabalho de cerca de 40 famílias, de três estados brasileiros, que encontram na extração, no artesanato entre outras atividades, sua fonte de renda.

Fonte:

http://www.amazongreen.com.br

http://www.naturaltech.com.br/

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