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Caixa Checkout, uma alternativa às sacolas

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Caixa Checkout, uma alternativa às sacolas

Postado em 09 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A Jari Celulose, Papel e Embalagens, empresa do Grupo Orsa, coloca no mercado uma nova opção retornável para levar as compras para casa. Uma outra forma para substituir as sacolas pláticas descartáveis e criada para atender ao varejista que quer oferecer aos seus clientes opções para levar suas compras.

A Checkout é produzida em papelão micro-ondulado, matéria-prima proveniente de fontes renováveis, reciclável e biodegradável.

 As vantagens da Checkout são a facilidade na montagem, praticidade no empilhamento, resistência e forte apelo visual. Ela é fácil de estocar e suporta com segurança até 15 quilos.

Suas laterais podem ser customizadas com a impressão de logomarcas e/ou mensagens em até seis cores ou cinco cores+verniz e funciona também como um canal de mídia.

 

Sobre o Grupo Orsa

Uma das principais organizações brasileiras nos setores de madeira, celulose, papel e embalagens, com atuação também no mercado de produtos florestais não madeireiros, o Grupo Orsa traz a sustentabilidade como eixo de sua estratégia de negócios. Com capital 100% nacional, tornou-se referência mundial em manejo sustentável de floresta tropical nativa por suas operações em 545 mil hectares na região Amazônica do Vale do Jari, localizado entre os estados do Pará e do Amapá.

As empresas do Grupo – Jari Celulose, Papel e Embalagens; Orsa Florestal; Ouro Verde Amazônia e Fundação Orsa – atuam de forma integrada, em linha com o conceito internacional dos 3Ps (People – Pessoas, Profit – Lucro e Planet – Planeta), incorporando modelos de ação economicamente viáveis, socialmente justos e ambientalmente corretos.

 

Fonte:

http://www.pack.com.br/blog

http://www.portaldaembalagem.com.br/

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Acabaram as sacolinhas. E agora?

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Acabaram as sacolinhas. E agora?

Postado em 31 janeiro 2012 por Elisa Quartim

Desde o dia 25 de janeiro as grandes redes de supermercado pararam de distribuir sacolinhas na boca do caixa. O site Embalagem Sustentável sempre foi a favor da livre escolha e acreditávamos que aos poucos todos perceberiam o impacto individual de cada sacola.  Acreditamos que o incentivo seria o melhor caminho, dando o desconto do valor embutido nas compras do custo das sacolas.
Infelizmente a mudança não ocorreu na velocidade e na maneira esperada e acabaram fazendo um acordo pelo fim da distribuição das sacolas na boca do caixa, sem dar outras opções gratuitas.

O objetivo principal é a não geração de resíduos em excesso. Os grupos envolvidos na ação chegaram à conclusão (que infelizmente eu concordo) que muitas pessoas só mudam quando começam a sentir no bolso. Escolheram o caminho mais radical.
Agora terão que pagar para levar suas compras para casa e poder descartar o seu lixo apropriadamente. Pagando vão aproveitar melhor cada saco e valorizá-los.

Muitas pessoas já tinham mudado seus hábitos e quase não sentiram a mudança, mas quem ainda não tinha feito isso sentiu um grande impacto. Isso tem gerado muita revolta e dúvida em o que fazer agora sem as sacolinhas. Algumas dúvidas que surgiram nesses primeiros dias de mudança:

Por que não substituir por sacolas de papel?

Como já foi falado, o objetivo principal não é acabar com o plástico e sim diminuir o descarte excessivo e inadequado de sacolas, independente do material.

O papel não é necessariamente mais sustentável que o plástico. Depende se ele foi feito com manejo sustentável, se é certificado, como as pessoas usam, local de fabricação e distribuição. Para dar uma resposta exata só fazendo uma Análise do Ciclo de Vida (ACV). (Se alguém souber de algum estudo sério indiquem).

Mas a sacola de papel tem alguns detalhes que é importante salientar:

  • O papel é mais pesado e volumoso.
    Se for analisar todo o ciclo de vida, acaba emitindo mais gases de do efeito estufa. Precisa de mais caminhões para transportar a mesma quantidade que seria da sacolinha de plástica.
  • O aumento de consumo de papel aumentaria o corte de árvores.
    Apesar de no Brasil o papel é feito com árvores plantadas especialmente para a fabricação de papel, essas áreas teriam que ser ampliadas e haveria a possibilidade de se buscar áreas “não exploradas”.
  • A sacola de papel é menos eficiente.
    Com produtos molhados ou com o peso muito grande, as sacolas rasgam facilmente.
  • São biodegradáveis.
    Mas em aterros mal projetados, elas podem demorar o mesmo tempo para se decompor.

Eu faço grandes compras mensais. Não cabe tudo na minha sacola retornável. O que faço agora?

Se você vai de carro, pode levar várias sacolas reutilizáveis, caixas reutilizáveis ou pedir uma caixa de papel no supermercado.
Eu pessoalmente prefiro usar várias sacolas grandes reutilizáveis. São até mais fáceis de carregar do que várias sacolinhas plásticas que acabavam cortando a mão com o peso. As caixas reutilizáveis são boas opções, mas se a compra é grande corremos o risco de colocar mais coisas que conseguimos carregar.

E como vou descartar o meu lixo em casa agora?

A sacolinhas nunca foram uma boa opção para descartar lixo. Só eram boas porque eram “gratuitas”. Alguns motivos que a sacolinha não é boa para descartar o lixo.

  • São em sua maioria feitas com resina virgem.
    Um desperdício de material que era utilizado apenas um vez e descartado muito rapidamente.
  • São impressas com tintas que podem fazer mal ao meio ambiente.
    Em geral as tintas contém metais pesados que acabam indo para os lençóis freáticos e impactando o meio ambiente.
  • São frágeis.
    Por serem “gratuitas”, muitos supermercados economizavam na sacola e elas rasgavam muito facilmente, obrigando com que cada pessoa pegasse duas sacolas ao invés de uma.
  • Os animais marinhos confundiam com alimento e acabavam morrendo.
    Seja por descaso ou por seu material ser leve, acabavam caindo nos oceanos e impactando esse meio ambiente.

E o cocô do meu cachorro?

Muitos estão falando que haverá um aumento no volume de cocô de animais de estimação nas ruas por causa dessa mudança, mas os argumentos são bem parecidos com o uso da sacolinha para descarte de lixo.

Usar essa desculpa para voltar a emporcalhar as ruas das cidades não faz o menor sentido. As pessoas que estão pensando assim devem ser aquelas que recolhiam as fezes com sacolinha e depois jogam na rua, aumento o risco de entupir bueiros.

Alguns materiais alternativos para recolher as fezes dos cães:

  • Saquinhos de papel;
  • Reaproveitamento de embalagens de papel.
    Dá até para preparar uma pazinha para recolher de forma mais fácil.
  • Ensinar o seu cão que a rua é para passear e não para usar como banheiro.

 

Com a mudança, os supermercados aumentaram seus lucros?

Apesar da sensação é que as sacolinhas eram gratuitas, na verdade o seu preço sempre esteve embutido no preço final. O custo das sacolas representa cerca de 5% do preço da mercadoria. Desde o dia em que aconteceu a mudança não vi nenhuma mudança nos preços dos produtos (alguns até aumentaram). Está circulando na internet que haverá um aumento de R$ 500 milhões nos lucros.
Por isso sempre fui a favor do incentivo. Se a pessoa não quisesse a sacola era só dar o desconto, mas isso não aconteceu.

No site da campanha falou que pode sim haver uma redução de preço, mas depende de cada supermercado.

Sustentabilidade é transparência das informações e não tenho visto isso nessa mudança. Se haverá uma redução queremos ter certeza de quanto e queremos ver discriminado na nota da compra.

Supermercados que davam pontos ou desconto pararam de dar. Por que?

Não vamos brigar mais pelo material que é feito a sacola, pois esse não é o pior o problema e sim o uso inadequado e a falta de clareza nas informações passadas. Todos devem fazer a sua parte, varejistas e consumidores.

E para finalizar. O termo correto é sacola reutilizável. Ecobag é só aquela que usa um material que não impacta o meio ambiente e sua forma de produção é feita com os critérios de sustentabilidade. Não é o material que torna a sacola mais sustentável e sim como ela é utilizada.

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São Paulo deixa de oferecer sacolas plásticas gratuitas aos clientes.

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São Paulo deixa de oferecer sacolas plásticas gratuitas aos clientes.

Postado em 23 janeiro 2012 por Elisa Quartim

A partir do dia 25 de janeiro, aniversário da maior cidade paulista, as redes filiadas à Apas se comprometeram a não mais oferecer de graça as sacolinhas plásticas. A iniciativa faz parte da campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco”, em parceria com o governo estadual, e deve alcançar cerca de 30 milhões de pessoas.

Os supermercados oferecerão, como alternativa, sacolas biodegradáveis, feitas de amido de milho e sacolas reutilizáveis a um custo de R$ 0,20. Porém essas sacolas não são o foco da campanha. A ideia é reduzir drasticamente a sacola descartável e incentivar outras opções reutilizáveis, como sacolas, caixas, carrinhos ou reaproveitar as caixas de transporte do produtos que chegam aos supermercados.


O fim das sacolinhas gratuitas é um tema recorrente. Vários municípios paulistas começaram a votar leis, sancionadas pelos prefeitos, proibindo o uso das sacolas plásticas nos últimos três anos. Essas leis, no entanto, foram alvo de Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) por parte do Procon, indústrias e sindicatos dos fornecedores, e acabaram sendo abandonadas.

Na cidade de São Paulo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), derrubou recurso da Prefeitura de São Paulo e manteve liminar do setor do plástico que suspende a lei municipal que proíbe a distribuição e a venda de sacolinhas plásticas no comércio varejista da cidade.

Por isso a Apas e o Governo de São Paulo adotou o caminho da conscientização dos consumidores sobre o problema e estabeleceu a campanha de forma voluntária. A medida não possui força de lei, mas espera-se uma grande adesão já que grandes redes tais como Carrefour, Pão de Açúcar e Walmart, apoiam a ação.

Os supermercados da Apas estão presentes em mais de 150 cidades e são responsáveis por 90% do faturamento da cadeia de varejo.

Muitos já estão preparados para essa mudança e já costumam utilizar outras alternativas às sacolinhas plásticas. Nós já escrevemos sobre algumas dessas alternativas vejam aqui. Mas uma dúvida recorrente que fica é como descartar o lixo caseiro. Primeiro, as sacolinhas nunca foram a única alternativa para se descartar o lixo. Já existem no mercado sacos de plástico para o lixo feitos com plástico reciclado ou, mais recentemente, de fonte renovável. As sacolinhas são feitas de resina virgem, e mesmo que sirvam como saquinhos de lixo é um desperdício ser reutilizada apenas uma vez. Uma opção para o lixo seco é fazer um saquinho de jornal, feito a partir de uma dobradura de um copinho, usando a técnica de origami. Dica com passo a passo do Greenvana.

A meta é reduzir o consumo das sacolas em 30% até 2013 e em 40% até 2015, considerando a produção de 2010 (14 bilhões).
A ideia ganhou o apoio do Ministério do Meio Ambiente e deve se expandir para outros estados. A partir de 15 de março, a segunda fase da iniciativa, em parceria com a Apas e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), será lançada nacionalmente.

Saiba mais sobre a campanha:

http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/

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carrinho feira

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Sacola e carrinho de feira, verdadeiras embalagens retornáveis.

Postado em 05 maio 2011 por Elisa Quartim

Até o final do ano os supermercados representados pela Apas (Associação Paulista de Supermercados) deixarão de entregar as atuais sacolas , que são derivadas de petróleo, ao consumidor do estado de São Paulo. O governo paulista e Apas assinarão protocolo de cooperação na Feira da Apas – de 9 a 12 de maio – para banir o uso dessa embalagem nas cidades paulistas.

Em seu lugar retornam as sacolas retornáveis, ou se quiser ser mais ambientalmente correto as ecobags que geralmente são feitas com alguma material de menor impacto ambiental ou são produzidas pensando em todo o seu ciclo de vida.

Porém não precisa sair desesperadamente procurando uma ecobag com certificação ou que seja feita de um material renovável. Basta usar o que já existe em sua casa. Que tal a boa e velha sacola de feira?

Resistentes, laváveis, coloridas ou não, elas já são uma opção há muito tempo, mas na mudança das compras da feira para o supermercado ela acabou ficando no esquecimento.

E agora, vou precisar comprar muitas sacolas de feira?
Não!!! Para isso já criaram o carrinho de feira. Dobráveis e resistentes, aguentam as péssimas calçadas das cidades brasileiras.

A proposta é o consumidor criar o hábito de levar a sua embalagem ao supermercado. Com a mudança de comportamento será possível acabar com o uso da sacola descartável e incluir as retornáveis.

 

Uma dica, tenha sempre uma sacola por perto.

  • Se anda mais a pé, compre aquelas dobráveis que ficam pequenas na bolsa.
  • Se costuma fazer compras de carro, tenha sempre uma caixa ou sacola (retornável) no seu carro.

 

Sobre o fim das sacolas no Estado de São Paulo:

http://envolverde.com.br/noticias/fim-sacolas-plasticas-nos-supermercados-tambem-em-sp/

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keca

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Keka – sacolinha retornável de malha de algodão

Postado em 24 fevereiro 2011 por Elisa Quartim

A Keka é uma alternativa para sacolas de plásticas e ecobags tradicionais, desenvolvida pela empresa EcoSus. Ela é resistente, ocupa pouco espaço e é retornável. O tamanho é semelhante às sacolinhas plásticas

Sua resistência é adquirida pelas características estruturais da sua malha, de origem 100% orgânica. Por esta estrutura é capaz de alcançar uma capacidade de carregamento muito superior, em volume e resistência, em relação às sacolinhas tradicionais.

As sacolas Keca são constituídas em fibras 100% naturais, comportando-se de maneira semelhante à matéria orgânica do solo, independente do ambiente a que forem expostos. No processo de decomposição, eles são integralmente bio-assimilados pela natureza, tornando-se mais um componente orgânico do solo.

A produção é feita da seguinte maneira: o algodão não passa por nenhum tratamento termoquímico e todas as tintas são orgânicas, produzidas a partir de frutos. Os moldes de tecidos são desenhados para que a perda de material seja menor que 1%, que é sempre usado para outros fins (como protetores auriculares para cavalos). A produção é feita em presídios do interior de Minas Gerais, resultado de uma parceria com o governo do estado.

A Keca tem um tempo médio de 24 usos, mas pode durar mais tempo.

Vantagens

  • Produto 100% orgânico e reaproveitável
  • Melhor resistência para transporte de compras
  • Pode ser confeccionada em diversos tamanhos
  • Ecologicamente correto em toda a cadeia produtiva
  • Socialmente Responsável
  • Reutilizável

Fonte:

http://www.keca.com.br/

http://atitudesustentavel.uol.com.br/

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mandioca

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Pesquisa brasileira transforma amido de mandioca em sacolas e bandejas plásticas

Postado em 03 dezembro 2010 por Elisa Quartim

Professores e alunos dos cursos de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos do Centro de Ciências Agrárias e de Biotecnologia, do Centro de Ciências Exatas (CCE), da Universidade Estadual de Londrina (UEL), desenvolveram uma pesquisa para transformar o amido de mandioca em plástico.

A partir da pequisa eles já estão produzindo bandejas para alimentos e filmes para diversas aplicações, inclusive sacos para mudas de plantas, além de cobertura de solo, com até 60% de amido de mandioca.

As bandejas produzidas na universidade são semelhantes às bandejas de isopor comercializadas em supermercados utilizadas para embalar alimentos, porém são produzidas à base de amido de mandioca e fibra de bagaço de cana. Diferentemente das bandejas comerciais, consideradas prejudiciais ao meio ambiente, o material desenvolvido na UEL é totalmente biodegradável.O tempo de permanência do material no ambiente varia de acordo com as condições ambientais, mas a pesquisa demonstra que, em contato com a terra, luz ou água, os produtos se degradam em pouco tempo.

O material para embalagem, na forma de filme, é resultado do processamento por extrusão, isto é, a mistura do amido de mandioca com glicerina e um polímero biodegradável sintético. O resultado prático é a substituição do material não degradável pelo produto biodegradável. Ao contrário de outros materiais, os produtos à base de amido de mandioca se decompõem facilmente.

O amido de mandioca é uma alternativa na substituição de materiais não degradáveis, ao mesmo tempo em que incentiva o aumento da produção de mandioca. A bandeja biodegradável é apenas uma das alternativas propostas pelo grupo de pesquisadores. Produtos biodegradáveis também são aplicados à agricultura com bons resultados. É o caso da cobertura para solo, utilizada no cultivo de morangos. Além dos sacos usados na proteção de frutas no campo e do acondicionamento de mudas de plantas.

No mundo, são produzidos por ano cerca de 150 milhões de toneladas de plástico. Com cerca de 60% de amido de mandioca, os produtos provocariam menor impacto ambiental. A produção com amido de mandioca tem maior viabilidade. Hoje, temos filmes biodegradáveis prontos para aplicação, que inclusive podem ser produzidos em escala industrial.

Segundo os pesquisadores, os filmes estão prontos para aplicação e utilização, mesmo assim algumas características ainda serão aperfeiçoadas. A ideia é deixar o material cada vez mais semelhante aos produtos vendidos no mercado. A tecnologia ainda está em fase de laboratório e precisa ser adaptada para a produção industrial.

Vejam uma reportagem da globo mostrando a pesquisa:

Fonte:

http://www2.uel.br/com/noticiadigital/

http://bioplasticnews.blogspot.com/

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/

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papelsolidário_kitsemente

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Dica sustentável – Brindes de final de ano

Postado em 23 setembro 2010 por Elisa Quartim

Chega essa época do ano, as empresas começam a correr atrás de brindes de final de ano. Na correria acabam escolhendo brindes que serão descartados quase que imediatamente quando chegam no cliente, por não serem interessantes ou óbvios demais.

O melhor brinde é aquele que a pessoa não tem coragem de jogar fora, de tão bom que ele é. Dessa forma a marca da sua empresa permanecerá por mais tempo com o seu cliente e por não ter sido descartado, não será gerado mais um resíduo.

A seguir algumas dicas de como escolher brindes melhores e mais sustentáveis:

Brindes multifuncionais

Escolha brindes que tenham mais de uma função. Onde, por exemplo, a própria embalagem seja o brinde. Um exemplo é a caixa de vinho que vira luminária.

Além de o vinho ser um presente tradicional dado aos executivos de empresas, mesmo após o seu consumo, ele provavelmente vai manter a luminária em seu escritório ou em sua casa e não vai se esquecer de quem deu. Veja mais sobre a embalagem-luminária aqui.

Sacolas retornáveis

Nos últimos tempos as empresas querendo parecer mais ecológicas começaram a dar de brinde de natal as famosas “eco-bags” ou, como eu prefiro chamar, sacolas retornáveis. Atualmente recebemos tantas sacolas retornáveis que nem temos mais onde guardar e acabamos nos desfazendo. A melhor sacola retornável é aquela que é a mais prática, bonita e que dificilmente vamos esquecer em casa.

Um exemplo é a sacola Biobag, desenvolvida pelo DesfiacocO d.e.s.i.g.n, de Curitiba, e um dos selecionados da Bienal Brasileira de Design. As sacolas desenvolvidas por eles são práticas e funcionais. O formato leve e compacto facilita o carregamento da sacola na bolsa ou no porta-luvas do carro. Kits com mais de uma sacola possobilitam a separação das compras e permitem a melhor distribuição do peso.  O material (nylon) foi escolhido pela resistência, facilidade na limpeza e impermeabilidade.

Calendário

Um dos brindes mais comuns e que muitos acabam adotando é o calendário. Se ele for bonito, pode ser que ele seja escolhido pelo seu cliente para ficar na mesa dele durante um ano, mas certamente, em algum momento, ele será descartado. Que tal dar um calendário permanente?

Encontrei esse modelo e vários fornecedores de brindes, mas não descobri quem é o fabricante. Ele é simples, bonito e tem espaço para que a sua marca seja aplicada de forma criativa e bonita. Feito de metal, ele irá permanecer por muitos anos na mesa do seu cliente.

ONGs e instituições de caridade

Aproveite essa época e ajude instituições comprando os brindes produzidos por eles. Escolha uma instituição em que acredite e que ofereça brindes criativos, duráveis ou feitos com materiais ambientalmente corretos.

Um exemplo são os produtos produzidos pelo Instituto Papel Solidário. Eles têm como finalidade conectar as associações sem fins lucrativos, os negócios sociais, as empresas sociais e os empreendimentos solidários associados para ampliar através do empreendedorismo e da inovação, os impactos e ganhos das ações que desenvolvem nas comunidades onde atuam

Um dos produtos que eles fazem é o Kit Semente. No kit, o papel foi usado para transmitir a sua mensagem de final de ano contém sementes, que podem ser plantadas no vaso que vem no Kit e poderá permanecer por muito tempo na mesa de seu cliente.

Algumas dicas:

  • Escolha brindes multifuncionais
  • Conheça melhor o seu cliente antes de escolher o brinde
  • Utilize materiais ambientalmente corretos
  • Ajude instituições de caridade que produzem brindes criativos
  • Escolha brindes duráveis
  • Beleza é fundamental
  • Criatividade e originalidade fazem a diferença

Caso queiram mais ideias para desenvolver o seu Kit ou estão em dúvida se o brinde que escolheram é realmente sustentável, (ou até pedir um projeto original e personalizado pra sua marca) – contate serviço de consultoria de Elisa Quartim que ficaremos felizes em ajudar.

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peepoo-bag3

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Peepoo – Saquinho vira banheiro descartável

Postado em 03 setembro 2010 por Elisa Quartim

Um empreendedor sueco está tentando produzir e comercializar uma sacola plástica biodegradável, que funcionaria como banheiro descartável para favelas urbanas.
Uma vez usada, a sacola pode ser amarrada e enterrada. Uma camada de cristais de ureia quebra os dejetos e os transforma em fertilizante, matando os elementos patogênicos – causadores de doenças – encontrados nas fezes.

A sacola, chamada de Peepoo, é criação de Anders Wilhelmson, arquiteto e professor de Estocolmo. “Ela não é somente sanitária”, afirmou Wilhelmson, que patenteou o produto. “Também pode ser usada para cultivar plantações”.

Em sua pesquisa, ele descobriu que favelas urbanas do Quênia, apesar de densamente povoadas, possuíam espaços abertos onde os dejetos poderiam ser enterrados.
Ele também descobriu que habitantes de favelas locais coletavam seus excrementos num saco plástico e se dispunham deles arremessando-os, o que chamavam de “banheiro voador” ou “banheiro helicóptero”.

Vejam o filme sobre o produto:

Os planos são vender as sacolas por 2 ou 3 centavos de dólar – comparável ao custo de um saco plástico comum. Mas será que a sacolinha que usavam antes tinha algum custo? Para o autor esse valor pode ser pouco, mas para quem não tem nada é muito.

Calcula-se que 2,6 bilhões de pessoas, ou cerca de 40% da população mundial, não tenham acesso a banheiros, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
Trata-se de uma crise de saúde pública: a defecação a céu aberto pode contaminar água potável, e aproximadamente 1,5 milhão de crianças em todo o mundo morrem anualmente de diarreia, em grande parte devido a problemas de saneamento e higiene. Mas será que defecando em um saquinho não estamos criando um outro problema?

Uma alternativa para o problema de fezes a céu aberto seria o banheiro seco. Ele é uma alternativa ecológica ao banheiro comum (que utiliza água para levar os dejetos até centros de tratamento ou diretamente aos arroios e rios).

Não produz maus odores e não consome nada de água. É uma alternativa ecológica por que considera os ciclos naturais. O sistema de banheiro com descarga é um sistema altamente poluidor e gera grandes gastos com encanamentos, tratamento, além de problemas de saúde pública.

Ele parece um banheiro normal, mas as fezes não “somem”. Em geral existe um separador de urina, a qual vai para um tanque, e é posteriormente reutilizada como adubo, após tratada, como a opção do saquinho, porém sem um elemento a mais para ser descartado na natureza.

A solução do saquinho pode até ser uma solução temporária mas, ao invés de inventar novos produtos para serem consumidos, ou novos materiais que não sabemos exatamente como se comportará na natureza, vamos observar os ciclos naturais e a partir daí criar soluções.

Fonte:

http://www.peepoople.com/

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/

http://planetasustentavel.abril.com.br/

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ecobag-Walter-Rodrigues

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Projeto Contém Design

Postado em 30 junho 2010 por Elisa Quartim

Projeto concebido pela Assintecal, ApexBrasil e Associação Objeto Brasil com o objetivo de agregar valor às embalagens de calçados, transformando-as em mais um elemento de valorização do produto. Os produtos foram desenvolvidos com exclusividade para cada uma das empresas participantes, todas fabricantes de embalagens – Arte Embalagens, Box Print, Brisa e Colorgraf – e respondem a desafios específicos das estratégias de mercado de seus clientes da indústria de calçados.

Norteada pela busca incessante de inovação em todos os processos da cadeia coureiro-calçadista, a Assintecal decidiu apostar no Projeto para direcionar as fabricantes de embalagens do setor para uma perspectiva voltada ao design e inovação. O foco: transformar a tradicional caixa de sapatos num objeto diferenciado e atraente para oferecer aos consumidores, incluindo opções como pós-uso, facilidades de armazenamento, sustentabilidade, entre outras.

O intuito da iniciativa foi contribuir para a reflexão por parte dos empresários do setor calçadista sobre a importância da incorporação de design à embalagem do produto como diferencial competitivo.

O Projeto conduziu a elaboração de um programa de design para empresas fabricantes de embalagens para calçados, levando aos participantes não apenas um produto-final, como também contatos e novidades sobre o mercado de design brasileiro.

Os designers visitaram as empresas, conhecendo de perto a realidade de cada uma delas, seus processos de produção, materiais utilizados, etc., visando modelos exclusivos de embalagens

Habituada a oferecer soluções para o segmento varejista, a Arte Embalagens aproveitou o Projeto para promover um redirecionamento: desenvolver embalagens para atender a indústria calçadista.

Na primeira reunião com a Benchmark, agência de design que desenvolveu duas propostas, o diretor da Arte Embalagens deixou claro seu anseio pelo uso de elementos diferenciais de design e na escolha de matérias-primas em compasso com a sustentabilidade.

Kraft Bombom

O modelo utiliza papel Kraft, um material reciclado e reciclável, num formato inusitado. O objetivo foi desenvolver uma embalagem ou sistema de embalagem para calçados, trazendo o conceito ecológico e de design diferenciado.

EcoBag Walter Rodrigues

A segunda proposta contempla itens como funcionalidade, sofisticação, sustentabilidade e custo. A agência utilizou o material da Arte Gráfica de outra maneira, colocando o tecido, o ecobag, feito de algodão cru, papel kraft natural, sem uso de corantes ou cloro, produzido a partir de florestas plantadas, apenas sobre a área central do papel. A cola e as tintas usadas são à base de água, a alça e a linha são de algodão. O acabamento inclui aplicação de ilhoses e velcro para fechamento.

O primeiro protótipo da Sacola EcoBag levará o nome da grife Walter Rodrigues, sinônimo de luxo, tanto em passarelas nacionais como internacionais.

Ambas as embalagens são de fácil produção, podem ser expostos em vitrines e também funcionam como display. Além disso, protegem o produto durante o transporte e armazenamento, enquanto no ponto de venda expõem a marca.

Fonte:

http://www.bench.com.br

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Flagship da Track & Field

Postado em 26 maio 2010 por Elisa Quartim

Agência brasileira Dezign com Z desenvolveu um projeto inovador e ambientalmente correto para a primeira Flagship da Track & Field em Nova York.

O desafio era integrar o estoque da loja ao projeto arquitetônico de Arthur Casas.

Além de criar toda a identidade visual da loja, como sacolas, tags de roupas e gift cards, a Dezign com Z desenvolveu uma embalagem prática, bonita e conceitual para guardar os produtos da grife esportiva. São mais de 1.000 cápsulas transparentes expostas em um display de mercadorias cobrindo uma parede inteira da loja.

Este novo modelo de estoque permitirá que o próprio cliente encontre a peça que procura, pois os itens estarão organizados por estilo, cor e tamanho, sendo também funcional. Para reduzir o impacto ao meio ambiente, as cápsulas foram produzidas a partir de um plástico natural chamado Ingeo, composto por plantas e sem a utilização de petróleo na fórmula.

Essas embalagens são produzidas por meio de recursos anualmente renováveis e têm menor impacto ambiental e menor emissão de GHG (gases do efeito estufa) em relação aos plásticos comuns. A ideia é que estas embalagens sejam reaproveitadas após a compra (para guardar roupas molhadas após a academia, levar acessórios e protetor solar para a praia, entre outras utilidades). Mas, caso o consumidor acumule muitas dessas cápsulas em sua casa, ele poderá devolvê-las para que a grife possa reaproveitá-las.

Fonte:
http://www.belasartes.br/bablog/tendencias/dezign-com-z-desenvolve-projeto-inovador

http://www.designcomz.com.br/

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