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Baumgarten faz rótulos com características sustentáveis

Postado em 30 maio 2012 por Elisa Quartim

A Baumgarten Gráfica, de Blumenau (SC), apresenta diferentes lançamentos durante a 28ª Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as indústrias de Alimentos e Bebidas. Soluções inovadoras e sustentáveis são os pilares estratégicos da empresa.

Entre as novidades da empresa para este ano, com foco na sustentabilidade e inovação, está o Autoadesivo Sustentável Mais Leve. O produto se destaca por ter peso 35% menor que os demais rótulos neste segmento e pode comportar 70% a mais de rótulo por bobina, atributos que facilitam a logística e contribuem para a preservação do meio ambiente.

Além deste, a Baumgarten apresenta dois outros formatos de Autoadesivo na linha Sustentável: cana-de-açúcar e Natural. A versão Cana-de-açúcar apresenta rótulos e cola 100% biodegradáveis e compostáveis, produzidos com 95% de fibras de cana-de-açúcar. O Autoadesivo Natural utiliza material não branqueado e é também 100% biodegradável e compostável.

Bandejas

A Baumgarten também lança quatro novas versões de bandejas termoformadas em cartão, durante a Fispal. Uma opção para substituir o isopor. A Black Tray é adequada para acondicionar alimentos resfriados e prontos para consumo, como saladas, produtos de fast food, delivery e comidas japonesas.

A versão Tampa com Visor se destaca por permitir a visualização interna do produto.

 

Já a Tampa tipo Bula possui uma área maior para impressão e é ideal para itens promocionais, como coleção de receitas destacáveis.

O Susceptor é produzido em cartão e PET metalizado, com alumínio. Utilizado individualmente ou acoplado à embalagem termoformada para o aquecimento de pizzas e lanches no micro-ondas, proporciona um efeito de crocância no alimento. Apresenta a possibilidade de impressão na face oposta ao alumínio.

A Baumgarten também disponibiliza a bandeja com Impressão Offset, em seis cores. O produto se destaca pela impressão com alta qualidade de detalhes fotográficos, combinada a cores especiais na tampa e bandeja.

 

Termoencolhível

A Baumgarten ainda apresenta um novo tipo de rótulos termoencolhível sustentável. Ele é produzido em filme PLA, material biodegradável proveniente de fontes renováveis.

 

Maiores informações:

http://www.baumgarten.com.br/

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Econano, rótulo absorve CO2 na incineração

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Econano, rótulo absorve CO2 na incineração

Postado em 16 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A japonesa Sato, fabricante de soluções para codificação e rotulagem de embalagens, anunciou o lançamento de uma nova tecnologia capaz de reduzir a liberação de gás carbônico na incineração de rótulos e etiquetas autoadesivas, a ECONANO ®.

Os rótulos têm em seus adesivos cápsulas de nanovesículas (NVC) que absorvem o CO2 emitido durante a incineração em aproximadamente 20%. Além disso, através da combinação de ECONANO tecnologia ® com NONSEPA SATO ® da série etiqueta sem liner, é possível conseguir uma redução aproximada de 50% das emissões de CO2 no momento da incineração.

A novidade foi desenvolvida em parceria com o professor Masahiko Abe, da Universidade de Ciências de Tóquio.

Segundo cálculos da Sato, a substituição de 1 milhão de rótulos tradicionais de 50 milímetros por 85 milímetros utilizados ao longo de um ano por rótulos Econano resulta numa redução de 224 quilos de CO2 emitido durante a incineração. O volume equivale à quantidade de CO2 liberada durante a fabricação, uso e incineração de quase 5 000 sacolas plásticas.

No Brasil, a incineração dos resíduos tem sido abolida em várias cidades pelo risco de contaminação do ar. Hoje esse risco é bem menor, mas ainda há.

A incineração com captação energética ainda não é uma realidade brasileira, mas existem várias empresas que estão fazendo proposta para a construção de usinas de incineração com captação de energia. Caso esse sistema seja implantado, esse rótulo parece ser uma forma de diminuir a emissão de CO2 na atmosfera, só não entendi se reduz a capacidade de produzir energia.

Fonte:

http://www.embalagemmarca.com.br/

http://www.sato.co.jp/

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transgenicos

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Símbolo de transgênicos

Postado em 21 setembro 2011 por Elisa Quartim

O símbolo de transgêncos, um triângulo com a letra “T” em seu interior, é obrigatória para facilitar a identificação pelo consumidor sobre presença de transgênicos nos alimentos. A lei é de 2003, mas poucas pessoas acabam reparando nele ou até mesmo usando.

O símbolo tem como objetivo padronizar a informação sobre a presença de produtos geneticamente modificados, até então identificada pelo próprio fabricante.

O artigo 2º do Decreto 4.680/2003 que limita a obrigatoriedade da informação da presença de transgênicos nos rótulos dos produtos que tivessem até 1% de OGM (Organismos Geneticamente Modificados) em sua composição.

A norma exige que, acima desse percentual, tanto os produtos embalados quanto os vendidos a granel ou in natura, tragam no rótulo da embalagem ou do recipiente em que estão contidos, em destaque, no painel principal e juntamente com um símbolo, algumas expressões padronizadas para informar a sua origem e composição transgênica. Há uma exceção para o Estado de São Paulo. Em 1999 foi aprovada uma lei que exige que todos os alimentos que contiverem transgênicos, independentemente da quantidade, tragam a informação obrigatória no rótulo: “alimento geneticamente modificado” ou “contém, na composição, alimento geneticamente modificado”, conforme o caso.
Aplicação

  • Ele deverá ser aplicado nos produtos embalados ou nos in natura, vendidos a granel. No caso de aplicação em embalagens coloridas, o fundo do triângulo deverá ser preenchido com a cor amarela.
  • Se os rótulos forem impressos em preto e branco, o fundo interno deverá permanecer branco (ou transparente). A proposta também estabelece as dimensões mínimas para a aplicação da marca, conforme a rotulagem do produto.
  • Ele deverá constar no painel principal da embalagem, que é o que fica voltado diretamente para o consumidor quando o produto está na prateleira.
  • Deve estar em destaque e em contraste de cores que assegure a correta visibilidade.
  • O triângulo será eqüilátero.
  • A área a ser ocupada pelo símbolo transgênico deve representar, no mínimo, 0,4% da área do painel principal, não podendo ser inferior a 10,82531mm2 (ou triângulo com laterais equivalentes a 5mm).
  • De acordo com o decreto federal, o rótulo deve ter uma das seguintes expressões, dependendo do caso: “(nome do produto) transgênico”, “contém (nome do ingrediente ou ingredientes) transgênico(s)” ou “produto produzido a partir de (nome do produto) transgênico”. O decreto determina ainda que o consumidor seja informado sobre a espécie doadora do gene no local reservado para a identificação dos ingredientes.

Se suspeitar de produto que contenha transgênico sem a devida rotulagem, o consumidor deve denunciar aos Procons, ao Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça (www.mj.gov.br/DPDC/) às Vigilâncias Sanitárias estaduais e municipais, à Secretaria de Defesa Agropecuária, a uma das Delegacias Federais de Agricultura nos estados ou o Ministério da Agricultura (www.agricultura.gov.br) .

 

Fonte:

http://www.idec.org.br/noticia.asp?id=12535

http://www.idec.org.br/emacao.asp?id=596

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Linha de aveias Sentir Bem repensa o seu ciclo de vida

Postado em 09 agosto 2011 por Elisa Quartim

O Walmart participa do Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta a linha de aveias Sentir Bem. Composta por seis produtos e produzida pela Nat Cereais de Lagoa Vermelha (RS), teve seu ciclo de vida redesenhado, num processo que contemplou seis diferentes iniciativas que melhoraram a cadeia produtiva desde o plantio da aveia até o descarte da embalagem pelo consumidor final.
O primeiro passo foi repensar a origem da matéria prima e fortalecer a parceria com produtores: a forma de plantio da aveia passou a utilizar em 100% a tecnologia de manejo com plantio direto, que aumenta a produtividade por hectare e reduz os impactos de erosão do solo. Foram privilegiados produtores de aveia do entorno da fábrica – até 30 quilômetros de distância –, e foi firmado um contrato de garantia de compra entre esses e a Nat Cereais. O resultado se manifesta em duas dimensões: a social, porque prestigia a comunidade local, e a ambiental, pela maior produtividade por área cultivada, pela redução da erosão do solo e das emissões de gás carbônico, devido aos deslocamentos menores do campo até a fábrica.
A segunda parte do processo foi reaproveitar os resíduos industriais. Antes, as cascas da aveia eram em boa parte descartadas em uma área do próprio terreno da fábrica e se decompunham naturalmente, gerando gás metano. Com a intervenção, as cascas passaram a ter três destinações nobres do ponto de vista ambiental: como ingrediente de ração animal (um poder nutritivo antes desperdiçado), como cama de aviário e como combustível de caldeira em uma indústria próxima à fábrica.
Pesquisar na região da fábrica permitiu a implementação de mais uma iniciativa. Foi identificada uma oportunidade de aperfeiçoar o processo energético da fábrica, aproveitando como combustível de caldeira a biomassa de resíduos de MDF de uma indústria moveleira situada a cerca de 500 metros da fábrica, que antes era descartada, substituindo lenha proveniente de eucaliptos.

Repensados a matéria-prima e o processo produtivo, o grupo passou a examinar a embalagem. Foi possível reduzir o peso e a utilização do papel sem que a embalagem perdesse sua função protetora. Produzidas com menos papel (cartão certificado pelo FSC – Forest Stewardship Council), as caixinhas utilizam menos 10% de massa de celulose, deixando de emitir gás carbônico e gás metano no aterro da parcela não reciclada. Além disso, foi possível conseguir mais um benefício: aumentar de 80 para cem o número de caixas de produto transportado por palete, reduzindo as viagens realizadas da fábrica ao Walmart. E, já que o objetivo era otimizar todos os aspectos possíveis, foram colocadas na embalagem orientações úteis sobre sustentabilidade e descarte, para integrar o consumidor final ao processo e estimular o consumo consciente.
A comunidade local também foi contemplada no âmbito social: tanto o fornecedor (que é uma empresa familiar) quanto o Walmart revertem a quantia de R$ 0,02 para cada unidade vendida da linha de aveias para uma instituição localizada próximo à fábrica, que atende cerca de 150 crianças e adolescentes. Com isto, estima-se que ao longo do ano seja possível captar entre R$ 15 mil e 18 mil – sem alterar o preço final do produto e sem onerar o consumidor.
Participaram diretamente desse projeto 19 pessoas do Walmart e do fabricante. O desenvolvimento do Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta das aveias Sentir Bem contaminou positivamente todos os que compartilharam o esforço de aplicar conhecimento científico e necessidade mercadológica com uma visão de generosidade coletiva.

SUSTENTABILIDADE NA MEDIDA

O projeto teve como foco a forma de produção (plantio direto) com menor erosão, menor consumo de recursos (combustíveis nos processos/transporte e materiais, como o cartão das embalagens e lenha para caldeira) e aproveitamento de resíduos (casca da aveia e resíduos de MDF) em toda a cadeia produtiva, além da campanha educacional com foco na sustentabilidade ambiental e ação de responsabilidade social na região de produção da aveia. Os ganhos ambientais alcançados pelo projeto para a estimativa de venda anual na rede Walmart foram:

  • redução da emissão de CO2equivalente = – 1.105 ton
  • redução no consumo de óleo diesel/ou óleo combustível = – 4.885 L
  • redução da massa de embalagem = – 1.578 kg
  • redução de Resíduo Industrial = – 208.000 kg
  • ações de Responsabilidade Social = entre R$ 15.000,00 e 18.000,00/ano para a Instituição “Amor Perfeito – Associação Criança e Adolescente”

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Veja-Perfumes-Ponta-a-Ponta

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Veja Perfumes Sensações repensa o seu ciclo de vida

Postado em 05 agosto 2011 por Elisa Quartim

Veja Perfumes Sensações estreia com melhorias no processo e é apresentando ao mercado a sua versão dois litros. Algumas mudanças foram feitas, com a garantia de que o consumidor terá o mesmo produto que tinha antes, porém mais sustentável.

Na rotulagem foi reservado um espaço “green”, intitulado Nossa Casa, Nosso Planeta, para comunicar as melhorias ambientais do produto, incluindo os itens técnicos importantes para a reciclagem de cada um dos itens da embalagem e dicas de consumo consciente para o consumidor, como a importância da responsabilidade ambiental e do papel das empresas e das pessoas.

No processo de repensar o ciclo de vida do produto o processo produtivo foi aprimorado, agregando diversas melhorias. Foi obtida uma redução de uma hora no tempo de fabricação do produto com o desenvolvimento de uma nova fórmula e redução de energia no sopro das embalagens, além de menos consumo de papelão nas bandejas que transportam o produto, e diversas melhorias na planta como por exemplo a substituição das lâmpadas pelas de LED e um novo compressor com menor gasto de energia.

A empresa desenvolveu a versão dois litros, que usa menos 47% de material por litro de produto quando comparado com a embalagem de 500ml. Além disso, foram feitas algumas melhorias no produto atual em relação ao critério de sustentabilidade, como a redução em 7% do material da tampa e em 6% da gramatura do rótulo. Um diferencial no projeto envolve também a produção do rótulo com tinta à base de soja, que gera menos resíduos para o meio ambiente.

Veja Perfumes Sensações é comercializado somente no Brasil. O projeto usou recursos internos da empresa e teve o envolvimento de 6 pessoas diretamente, entre as quais executivos das áreas de desenvolvimento de embalagens e marketing, engenheiros e pesquisadores. Houve ainda um trabalho de parceria com os principais fornecedores, que se envolveram bastante – um dos objetivos de um projeto que tem como objetivo mobilizar pessoas e organizações em direção à sustentabilidade.

SUSTENTABILIDADE NA MEDIDA


Esse projeto teve como base melhorias no processo produtivo, redução de massa de embalagem, com destaque para o desenvolvimento de uma nova embalagem de PET de 2 Litros e tecnologia para uso de embalagem 100% reciclada. Os ganhos ambientais alcançados pelo projeto para a estimativa de venda anual na rede Walmart foram:

  • redução de 1805,3 kg de material de embalagem por ano
  • redução de 14.577 kWh no consumo de energia elétrica associada ao aumento de eficiência no processo produtivo
  • economia de 33,6 litros no consumo de óleo diesel/ou óleo combustível no transporte
  • redução total de 451 kg CO2eq por ano
  • tecnologia para utilização de embalagem de PET 100% reciclado pós consumo
  • emprego de rótulos impressos com tinta à base de soja
  • utilização de rótulos de papel e caixas de papelão com certificação FSC

 

Fonte:

http://www.walmartsustentabilidade.com.br/sustentabilidade-pontaaponta-2011/

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Pilao-Ponta-a-Ponta2

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Pilão Origem repensa o seu ciclo de vida

Postado em 25 julho 2011 por Elisa Quartim

A Sara Lee, junto com o projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta do Walmart, desenvolveu o Pilão Origem, um novo produto derivado da marca Pilão com diferenciais de sustentabilidade em toda a sua cadeia de fabricação. Ao repensar o ciclo de vida dos seus produtos, a empresa desenvolveu um café de alta qualidade, com sabor superior para agradar o exigente paladar do consumidor brasileiro – e como este consumidor também está mais preocupado com seus hábitos de consumo, a empresa procurou minimizar os impactos ambientais do ciclo produtivo e pós-consumo.
As principais propostas de melhoria em termos de sustentabilidade se efetivaram principalmente no uso de matérias-primas e insumos certificados.

Em relação às embalagens de transporte também foram feitas mudanças: as caixas foram confeccionadas a partir de papelão ondulado 100% reciclado com certificação FSC (Forest Stewardship Council). Reduziu-se para zero o uso de etiquetas de identificação nas caixas e o filme stretch, envoltório dos paletes, teve sua massa reduzida em 20%.

Em relação à matéria-prima, o novo produto já nasceu em berço nobre: contém em sua formulação 60% de grãos UTZ CERTIFIED Good Inside®, certificação em aspectos de sustentabilidade, o que garantiu a certificação pelo programa Cafés Sustentáveis do Brasil da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café). Além de menor impacto ambiental, o café Pilão Origem, bebida encorpada, de aroma e sabor intensos, foi classificado na categoria de café Superior pelo Programa de Qualidade do Café da ABIC.
Na ponta do consumo, disseminando a cultura de sustentabilidade, o café Pilão Origem utiliza a embalagem para informar e educar o consumidor quanto ao uso de sobras e resíduos pós-preparo, como o aproveitamento da borra de café no combate à dengue.

Esse projeto envolveu uma equipe multidisciplinar, com representantes das áreas de desenvolvimento de produtos, marketing, suprimentos, operações, logística, compra de café verde, planejamento, finanças, vendas e trade marketing. Em paralelo, toda a equipe de Desenvolvimento de Produtos esteve direta ou indiretamente envolvida no projeto, o que foi uma forma de aprendizado que será replicada em outros produtos da empresa.

SUSTENTABILIDADE NA MEDIDA


Este projeto teve como base melhorias no processo produtivo, com destaque para certificação do café em critérios sociais, ambientais e de qualidade, bem como a redução da massa da embalagem e do consumo de tinta de impressão. Os ganhos ambientais alcançados pelo projeto para a estimativa de venda anual na rede Walmart foram:

  • redução de 87,6 kg de material de embalagem primária
  • redução de 13,4 kg no consumo de tinta de impressão
  • eliminação de 1,6 kg de etiquetas usadas nas caixas de papelão ondulado
  • redução de 2,7 kg de filme stretch
  • redução de 105,3 kg de resíduo de embalagem pós-consumo
  • economia de 2,3 litros de diesel no transporte das embalagens
  • redução de 6,1 kg CO2 equivalente no transporte da embalagem primária
  • café certificado Cafés Sustentáveis do Brasil, tipo Superior (60% UTZ Certified)

Fonte:

http://www.walmartsustentabilidade.com.br/sustentabilidade-pontaaponta-2011/

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Novo selo de produtos orgânicos

Postado em 29 março 2011 por Elisa Quartim

Desde o início do ano, todos os produtos orgânicos vendidos no Brasil deverão usar o selo do SisOrg (Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica). Para obter o selo os produtos são certificados por Auditoria e Sistemas Participativos de Garantia.

Selo do SisOrg

O Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica – SisOrg é gerido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa e é integrado por órgãos e entidades da administração pública federal e pelos Organismos de Avaliação da Conformidade, entendidos por Certificação por Auditoria e Sistemas Participativos de Garantia, credenciados pelo Mapa. Os Estados e o Distrito Federal poderão integrar o SisOrg mediante convênios específicos firmados com o Mapa.

Um selo para facilitar a identificação e um consumo mais consciente

O selo de Produto Orgânico vem para ajudar o consumidor que deseja consumir um produto orgânico mas não conhece todas as entidades que credenciam esse tipo de produto. Agora basta observar um selo.

Antes várias entidades tinham o seu próprio selo. Elas continuam certificando, porém agora o selo é igual para todas.

Vejam os selos das empresas certificadoras:

Design do selo SisOrg

Apesar da vitória da união de todas as certificadoras em um único selo, infelizmente o design escolhido para uma função tão importante não ficou bem resolvido.

Problemas de design encontrados:

1- Redução limitada

  • O texto em letras pequenas abaixo do selo, impossibilita a sua redução.
  • O tamanho mínimo exigido é de 2,5 cm de largura.
  • Obrigação de informar se o selo foi obtido por Certificação por Auditoria ou Sistemas Participativos de Garantia.

2- Formato horizontal

O ideal é que o formato de um selo de certificação seja quadrado ou redonda, para aumentar as possibilidades de aplicação. É só observar como são os selos de outros países

China

Canadá

Estados Unidos

3- Obrigatoriedade de estar na face frontal da embalagem

  • Briga com a marca do produto
  • Dificulta a identificação do produto
  • Em casos em que a embalagem é pequena (temperos, geléias, etc) a marca fica enorme

Isso pode desestimular o seu uso, que além de ser caro ainda vai atrapalhar a visualização da marca do produto.

Cartilha sobre orgânicos

Veja a cartilha, ilustrada por Ziraldo, que fala sobre o selo e sobre os produtos orgânicos.

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Dica Sustentável – Design inclusivo para deficientes visuais

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Dica Sustentável – Design inclusivo para deficientes visuais

Postado em 07 outubro 2010 por Elisa Quartim

O design tem a função de suprir as necessidades das pessoas, porém acabam nivelando essas pessoas pela média, todos com boa saúde e sem nenhuma dificuldade de comunicação. As pessoas que saem da estatística acabam sendo prejudicadas e se sentindo fora desse grupo e acabam ficando dependentes de outras pessoas que estão na media estudada.

Embalagens para deficientes visuais

As pessoas de baixa visão ou com algum tipo de deficiência visual, faz parte desse grupo que não é considerado na hora do desenvolvimento das embalagens. Os textos com os ingredientes em letras minúsculas podem fazer com que uma pessoa com esse tipo de dificuldade de leitura consuma o produto e corra o risco de ter alguma reação alérgica.

No caso dos remédios a Anvisa determina a obrigatoriedade do nome do remédio em braile nas caixas, além da inclusão de informações sobre conservação e prazo de validade do produto após a abertura. O objetivo da medida é tornar os rótulos de medicamentos mais claros e úteis à sociedade.

Mas no caso de outros produtos de consumo poucos fabricantes se preocupam em colocar as informações em Braile. No caso dos cartuchos de papel não há motivo para isso acontecer pois a tecnologia hoje para a impressão em braile está acessível e pode ser aplicado a curto prazo.

Um exemplo completo nesse sentido é o um projeto conceitual da designer Andrea Zeman de embalagens de temperos. Ela conseguiu através de efeitos táteis, como formas e texturas, uma diferenciação de produto para os deficientes visuais, além do texto em braile.

Já os cartuchos das embalagens da Taeq, além de usarem o papel reciclado obtido nas lojas da rede Pão de Açúcar (leia sobre a logística reversa), é uma das poucas empresas que coloca o texto em braile em suas embalagens de papel.

Algumas dicas de design inclusivo:

  • Formas diferenciadas – A forma é muito importante. Os cegos acabam desenvolvendo uma sensibilidade muito grande no tato e conseguem detectar as mínimas diferenças.
  • Texturas – É tão importante quanto a forma.
  • Texto Braille – É a maneira mais fácil e mais lógica para diferenciar as embalagens.
  • Orientação espacial – a embalagem não deve ficar limitada apenas a uma parte de uma área para  chamar a atenção na gôndola. Ela deve ser capaz de se movimentada e guardada em qualquer lugar.
  • Letras legíveis – Informações importantes como ingredientes que podem causar alergia devem ficar em destaque para que possa ser lido com facilidade.
  • Instruções de uso – devem ser claras e se possível utilizar ícones para facilitar a leitura.

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Dica Sustentável – Comunicação nas Embalagens

Postado em 28 setembro 2010 por Elisa Quartim

Desde que começamos a comprar produtos em supermercados,as embalagens tornaram-se o principal meio de comunicação do seu produto. Sem a presença do vendedor para comunicar todos os benefícios e história do produto, a embalagem é essencial para que essas informações sejam passadas na hora da venda e possibilite a escolha do seu produto.

Hoje, com os consumidores cada vez mais conscientes, essa comunicação deve ser feita sincera e responsável, caso contrário seu produto vai passar a imagem de mentiroso e suas vendas poderão cair.

Dicas para uma comunicação sustentável nas embalagens:

  • Diga a verdade
  • Use chamadas (claims) específicas – não faça grandes chamadas ambientais
  • Não exagerar atributos de um produto
  • Usar as qualificações de forma clara e visível
  • Ter provas confiáveis como backup para ter crédito
  • Distinguir entre produto, embalagem ou serviço
  • Identificação da matéria-prima de todos os componentes
  • Certifique se o consumidor pode compreender claramente o significado por trás
    das chamadas
  • Falar das características da nova embalagem e os ganhos ambientais
    conquistados
  • Uso adequado da embalagem
  • Mostrar formas de reaproveitamento da embalagem
  • Mostrar forma de desmontagem e destinação adequada
  • Seja firme, util, verdadeiro, alegre e doce.

O símbolos e ícones criados na comunicação da embalagem devem ser usados com muita responsabilidade. Usar adequadamente os símbolos de reciclagem e não criar ícones que confundam o consumidor, como de parecerem selos de aprovação ambiental. Vejam mais dicas de símbols de reciclagem no post “Dica Sustentável – Rotulagem e símbolos de reciclagem”.

Cuidado com o greenwashing.

Greenwashing significa o ato de induzir o consumidor ao erro quanto à práticas ambientais de uma empresa ou os benefícios ambientais de um produto ou serviço. A tradução literal seria uma “lavagem verde”.

Vejam os 7 pecados do greenwashing.

  1. Pecado do Custo Ambiental Camuflado
  2. Pecado da Falta de Prova
  3. Pecado da Incerteza
  4. Pecado do Culto a Falsos Rótulos
  5. Pecado da Irrelevância
  6. Pecado do “Menos Pior”
  7. Pecado da Mentira

Vejam mais informações sobre greenwashing aqui.

No Brasil não há um órgão específico que regule a rotulagem ambiental, mas a ABRE –Associação Brasileira de Embalagem –lançou uma cartilha com diretrizes baseadas na norma ISO 14021 que visam padronizar a rotulagem ambiental aplicada às embalagens.

Rotulagem Tipo II –Auto-Declarações Ambientais.
A norma ISO 14021 considera que os rótulos das embalagens devem:

  • ser exatos e não enganosos;
  • ser substanciados e verificáveis;
  • ser relevantes àquele produto ou serviço em particular;
  • ser específicos e claros sobre a que atributo é relativo;
  • não resultar em má interpretação;
  • ser significativos em relação a todo impacto ambiental do produto ou serviço durante o ciclo de vida;
  • ser apresentados de maneira a indicar claramente a reivindicação ambiental com uma declaração explanatória;
  • e não ser apresentados de maneira a parecer certificado por uma organização de terceira parte.

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Dica Sustentável – Rotulagem e símbolos de reciclagem

Postado em 02 setembro 2010 por Elisa Quartim

A simbologia de descarte seletivo e de reciclabilidade dos materiais, hoje presença constante nas embalagens, é fundamental para alertar os consumidores sobre o descarte seletivo, bem como orientar a separação devida de cada material.

No site da ABRE está disponível para download a nova Cartilha de Diretrizes de Rotulagem Ambiental para Embalagens que é uma complementação cartilha de Diretrizes de Sustentabilidade para a Cadeia Produtiva de Embalagem e Bens de Consumo.

As cartilhas são baseadas na ISO 14062 e orientam como os símbolos devem ser usados.

Vejam os principais símbolos de identificação de materiais:

Para os plásticos são utilizados os símbolos em formato triangular com o número indentificando a qual plástico se refere:

Hoje o número 7, de outros plásticos, englobam cada vez mais materiais, por isso é recomentável que se escreva abaixo do símbolo o material a que se refere.

É importante que todos os materiais utilizados nas embalagens sejam identificados. Vejam por exemplo como a Taeq, do Pão de Açúcar, tem identificado os materiais em suas embalagens:

Quando o espaço da embalagem permite, é interessante aproveitar e incentivar a reciclagem educando como deve ser feito o descarte. Em embalagens com menos espaço eles colocam os materiais no texto ou utilizam os símbolos dessa forma:

Vejam algumas das recomendações para a rotulagem da cartilha da ABRE:

Alguns exemplos de elaboração inadequada da rotulagem:

  • Evitem a utilização de liguagem visual que remetem a outras certificações existentes.
  • Evite termos generalistas.
  • Evite informações irrelevantes como a do CFC
  • Evite imagens ou frases que tragam mensagens vagas ou generalistas

Um simbolo que tem sido muito usado nas embalagens brasileiras é o do Green Dot:

Esse símbolo é de um programa privado alemão, o Der Grüne Punkt, destinado às embalagens. Fundado em 1990, o programa envolve órgãos privados e estatais com o objetivo de tornar reciclável o lixo gerado pela disposição final de embalagens. Envolve mais de 400 empresas e confia na consciência ecológica do consumidor, fundamental para seu funcionamento. As indústrias envolvidas garantem que o material recolhido será de fato reciclado, independente do sistema de coleta municipal. Com alcance de um ponto de recepção para cada 500 habitantes, o sistema separa vidros de três tipos, papel, plásticos de quatro tipos, embalagens laminadas para bebidas e dois tipos de metais. Cobra taxas para concessão da logomarca proporcional ao volume de vendas na Alemanha e ao tamanho da embalagem.

Por isso, esse símbolo só deve ser usado caso o produto seja comercializado na Europa, no Brasil ele apenas confunde o consumidor. Se o produto for comercializado no Brasil e na Europa com a mesma embalagem, é recomendável que sejam usados os outros símbolos que identificam os materiais da embalagem.

Atenção, o uso desse símbolo não necessariamente significa que o material da embalagem é reciclável.


A sustentabilidade nas embalagens começa com a correta identificação e orientação em suas embalagens. Façam de forma clara e honesta.

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