Postado em 17 março 2011 por Elisa Quartim
Postado em 21 julho 2010 por Elisa Quartim
Vice Versa é um projeto conceitual para uma linha de embalagens/produtos, desenvolvida pelo designer Richard Gray. O objetivo é não desperdiçar nenhuma embalagem onde a embalagem se transforma no produto sem gerar lixo.
Feita a partir de materiais reciclados ou já impressos.
Fonte:
http://www.behance.net/Gallery/Vise-Versa/436587
Postado em 11 maio 2009 por Elisa Quartim


A Antalis, o maior grupo europeu e um dos maiores do mundo na distribuição de materiais e suportes para comunicação,acaba de anunciar sua entrada no mercado de papéis especiais ecológicos, com sua linha Multieco.
É um produto reciclado, com com fibras pós consumo e boa printabilidade. Suas fibras pós consumo, são originárias de embalagens cartonadas, algo relativamente novo comparado com os demais reciclados, e de vanguarda tecnológica.
A Antalis vai distribuir o Multieco em uma ampla oferta de gramaturas – 50g, 56g, 63g, 75g, 90g, 120g, 150g, 180g e 240 g/m² –, nos formato gráficos 66cm x 96 cm e 89cm x 117g/m². Além disso, estará trabalhando as opções no formato A4 e em bobinas, mediante encomendas.Tendo como principal aplicação os impressos promocionais e corporativos, outro grande atrativo da nova linha Multieco, da Antalis, é o preço. Mesmo tendo uma qualidade superior, o produto está posicionado em termos de preço da mesma forma que as demais linhas de reciclados com acabamento off-set encontradas no mercado.
Postado em 20 março 2009 por Elisa Quartim

Esse papel, feito com as fezes de de elefante tem como objetivo aproveitar uma matéria prima pouco utilizada, criando um produto sustentável e criativo para um uso útil e funcional. Simultaneamente cria oportunidades de trabalho. Parte do lucro vai para o bem estar e conservação dos elefantes.
O cocô do elefante, por ser vegetariano, está cheiro de material fibroso e celulose que produz o papel. Esse extrume é processado em folhas de papel de onde eles produzem brindes e outros materiais.
Uma forma criativa de aproveitamento de material em uma região com tantas necessidades da Asia.

Dica da minha amiga Camila Christini Tomas
Postado em 06 março 2009 por Elisa Quartim

Ontem fui convidada pela Avery Dennison para assistir a palestra “Quando inovação e parceria se encontram tudo é possível” em comemoração aos 40 anos da empresa no Brasil.
Foi apresentado a empresa e alguns de seus produtos. E o que me destacou foi o Fasson Bio Filme TC/S0250/62g, o primeiro produto auto-adesivo do Brasil com frontal em filme biodegradável.
Fasson Bio Filme possui um frontal à base de celulose de fontes renováveis, proveniente de florestas certificadas pelo FSC (Forest Stewarship Council) e pelo PEFC (Programme for the Endorsement of Forest Certification). O filme biodegradável e compostável é certificado pela EN13432 a ASTM D6 400, e se degrada aproximadamente em 16 semanas depois de descartado.
Também teve a palestra da Cristina Carvalho Pinto com o tema “Meio ambiente, Embalagem e Comunicação: Conflitos e Desafios”. Com todo seu entusiasmo pelo assunto ela enfatizou o quanto esquecemos, no nosso dia-a-dia de trabalho o nosso contato com a nossa principal fornecedora, a Grande Mãe Natureza. O como devemos nos inspirar com ela e toda sua sabedoria para desenvolver novos projetos de embalagem. Repensar nossa forma de comunicação, pensando em um objetivo maior, mais humano e mais em contato com essa Grande Mãe.
A segunda palestra foi com Fabio Mestriner “Embalagem como ferramenta de marketing”. Ele falou o quanto ações de marketing na embalagem são fundamentais para vender o produto principalmente quando esse produto não tem nenhum apoio de midia. O custo do rótulo e da embalagem já estão embutidos no preço do produto, então incluir ações no rótulo só ajuda nas vendas sem encarecer o produto. Ele lembrou também da função social da embalagem, que sem ela não teríamos acesso à vários tipos de produtos como remédios e comida. Muito bem lembrado. A embalagem não deve ser vista como inimiga da natureza pois só com ela temos o que temos hoje.
Postado em 05 fevereiro 2009 por Elisa Quartim

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveu um papel sintético fabricado com plástico descartado pós-consumo.
Ele já foi testado pela Vitopel, fabricante de filmes flexíveis com fábrica em Votorantim, no interior paulista.
A produção em larga escala para comercialização não necessita de ajustes e o equipamento utilizado para a fabricação do papel tradicional pode ser empregado para o papel sintético, o que, segundo a coordenadora, viabiliza a aplicação no mercado.
Produzido em forma de filmes, o material feito a partir de garrafas de água, potes de alimentos e embalagens de material de limpeza pode ser empregado em rótulos de garrafas, outdoors, tabuleiros de jogos, etiquetas, livros escolares e cédulas de dinheiro por ser resistente.
Ele é indicado para aplicações que necessitam de propriedades com barreira à umidade e água, além de ser bastante resistente.
O projeto teve o financiamento da FAPESP para o desenvolvimento da pesquisa e depósito de patente.
O papel sintético comercializado atualmente é produzido com derivados de petróleo. E a vantagem deste é que ele é produzido com material reciclado, reduzindo o volume desse material no lixo.
Postado em 28 janeiro 2009 por Elisa Quartim

A suzano lança no São Paulo Fashion Week a nova embalagem do papel Report no Alvo da Moda. A verba de licenciamento do produto contribuirá para a ampliação da área hospitalar do IBCC (Instituto Brasileiro de Controle do Câncer), além de subsidiar parte dos atendimentos médicos realizados pelo Instituto.
Vendido em embalagens de 250 folhas, o Report® no Alvo da Moda é uma ferramenta importante para ajudar o IBCC no controle e no atendimento às pacientes com câncer de mama: quem compra o papel recebe dicas de como fazer o autoexame além de contribuir para a Campanha.
Para criar o novo produto, a equipe da Suzano buscou diferenciar-se do que é encontrado no mercado, mantendo a descontração característica da campanha, tornando um objeto de desejo para o público antenado, solidário e comprometido.
Alinhado com a estratégia de sustentabilidade que tem apoiado o crescimento da Suzano ao longo dos anos, o novo papel não só contribui para o controle do câncer, como também é certificado pelo FSC, que atesta o correto manejo florestal e a adoção de boas práticas nas unidades industriais e de seus produtos do ponto de vista ambiental e social.
Dica do Rafael.