Archive | Rotulagem Ambiental

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Tixan Ypê com embalagem certificada.

Postado em 11 junho 2009 por Elisa Quartim

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A embalagem do sabão em pó Tixan Ypê, fabricado pela Química Amparo, é a primeiro no segmento de higiene e limpeza a usar o selo FSC – Forest Stewardship Council (Conselho de Manejo Florestal).

O selo FSC garante que a embalagem do lava roupas foi produzida de maneira responsável, não contribui para o desmatamento da Amazônia, reduz a emissão de CO2 causador do efeito estufa e assegura os direitos dos trabalhadores e das populações que vivem nas florestas.

Para uma embalagem ter o selo FSC é necessário que todas as empresas envolvidas na cadeia de produção sejam certificadas. Desde fornecedores de papel cartão e papelão ondulado com práticas sustentáveis comprovadas, processos como o de manejo florestal, fabricação do papel, produção das embalagens até a impressão dos cartuchos.

Os fornecedores passam por avaliações rigorosas envolvendo estudos detalhados das áreas de produção, entrevistas com colaboradores, prestadores de serviço e outras entidades de classe, com auditorias. A comercialização de Tixan Ypê em embalagens com o selo FSC é possível graças a uma parceria entre a Química Amparo e seus fornecedores de embalagens em cartão.

Além disso a Química Amparo acaba de apresentar à comunidade o Viveiro Comunitário SOS Mata Atlântica – Campinas integrante do projeto socioambiental programa Floresta do Futuro Ypê. O projeto está sendo desenvolvido com objetivo de plantar 200 mil mudas para a restauração da vegetação de Mata Atlântica em várias áreas, totalizando 120 hectares na Região Metropolitana de Campinas. Como resultado haverá a renovação florestal da bacia do rio Atibaia, que em conjunto com o rio Jaguari, integram a bacia do Piracicaba, importante fonte de água para São Paulo, pois alimenta o sistema Cantareira, responsável por quase 50% da cidade.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=48301

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Os 7 pecados do Greenwashing

Postado em 04 maio 2009 por Elisa Quartim

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Greenwash sem tradução em português, significa o ato de induzir o consumidor ao erro quanto à práticas ambientais de uma empresa ou os benefícios ambientais de um produto ou serviço. A tradução literal seria uma “lavagem verde”

Existem vários produtos que afirmam ser verde nas prateleiras das lojas hoje em dia, porém, os produtos “naturais” e “orgânicos” são mais prováveis cometer pelo menos um dos Sete Pecados da Greenwashing-como compilado por TerraChoice Ambiental Marketing ( http://sinsofgreenwashing.org/).

Entre 2007 e 2009, os produtos chamados verdes tem aumentado entre 40% e 176%. Entre os produtos pesquisados, 98% dos produtos cometeram pelo menos um pecado de Greenwashing. de acordo com o relatório do TerraChoice “The 2009 Seven Sins of Greenwashing.”

Os Sete Pecados de Greenwashing são:

1. Pecado do Custo Ambiental Camuflado

Ele se caracteriza em uma ação econômica que visa à resolução de problema mas acarreta outro, obrigando uma escolha.

Ocorre quando uma questão ambiental é enfatizada em detrimento dos potencialmente mais sérias preocupações. Em outras palavras, quando comercialização esconde um trade-off entre as questões ambientais. Papel, por exemplo, não é necessariamente ambientalmente preferível apenas porque sua origem é de floresta cujo manejo é sustentável.

2. Pecado da Falta de Prova

Isto acontece quando as afirmações ambientais não são apoiadas por elementos de prova ou de certificação. Um exemplo comum são os lenços faciais que se dizem diferentes percentagens de conteúdo reciclado de pós-consumo, sem fornecer qualquer detalhes.

3. Pecado da Incerteza

Ocorre quando a chamada do produto é tão carente de particularidades como sem sentido. “Natural” é um exemplo desse pecado. Arsénio, urânio, mercúrio, e formaldeído são todos naturais e venenosos. “Natural” não é necessariamente “verde”.

4. Pecado do Culto a Falsos Rótulos
Isso acontece quando os marketeiros criam uma falsa sugestão ou uma imagem parecida com certificação para induzir os consumidores a pensar que um produto passou por um processo de certificação de produto verde.

Um exemplo desse pecado é colocar um selo certificação do programa ambiental da empresa para a qual não necessariamente define o produto como verde.

5. Pecado da Irrelevância
Este pecado surge quando um problema ambiental não relacionados ao produto é enfatizado. Um exemplo é a alegação de que um produto é “isento de CFC,” uma vez que os CFCs são proibidos por lei.6. O Pecado de menor de dois males

6. Pecado do “Menos Pior”
Ocorre quando a chamada do produto afirmam ser “verde” sobre uma categoria de produto que ela própria não tem benefícios ambientais. Cigarros orgânicos são um exemplo deste pecado.

7. Pecado da Mentira

É quando alegações ambientais são falsas. Um exemplo comum é afirmar falsamente ser produtos com certificação de economia de energia.

O relatório analisa o estado do greenwashing no Reino Unido e na Austrália. Foram analizados quase 1.000 produtos em cada um destes dois países, revelando que greenwashing é um desafio internacional.

Fontes:

http://terrachoice.com/

http://sinsofgreenwashing.org/

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Dica japonesa de redução de embalagem

Postado em 16 dezembro 2008 por Elisa Quartim

O design japonês de embalagens sempre se destacou em sua simplicidade e requinte nos detalhes.

No site japonês PingMag nos dá algumas dicas e exemplos de como reduzir material nas embalagens.

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Vejam o exemplo o exemplo acima. Com uma embalagem plástica, parecendo uma bixiga, tem muito menos plástica e sua flexibilidae serve para acondicionar tofu ou pudim.

Veja mais em http://www.bocca.co.jp/purin/

Algumas das dicas passadas por eles:

Incentivar a reciclagem

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Illustrações mostrando e incentivando como preparar a embalagem para uma melhor reciclagem.

Serviços que facilitam a reutilização

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Essa é uma garrafa de água, com design questionável, que pode ser levada de volta para a loja e enxer de novo com água de graça.

Matérias primas renováveis e biodegradáveis.

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Embalagens produzidas com resinas da Terramac e produzidas por Unitika usando um bio-polímero desenvolvido por Nature Works, que são normalmente produzidas com milho, mas que já é possível ser produzido com resíduos agrícolas, como de arroz e farinha.

Trocar o plástico pelo papel

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Como a embalagem de Cup Noodle, típico fast food japonês.

Dar emoção às “Eco Bags”

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Fazer com que as pessoas tenham vontade de cada vez mais usar as ecobags deixando elas mais bonitas, como esta feita com banners reciclados.

Ir além do visual

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Aproveitar materiais não tão “nobres” ou visualmente não tão “bonitos” de uma forma que fique bonito, como esta embalagem para brinde.

Rever as estruturas do espaço exterior

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Rever estruturas de embalagem para diminuir a quantidade de material. Como esta lata com textura concava e e convexa. Além de adicionar uma sensação tátil à embalagem, faz com que ela se sustente com menos material.

Reduzir material redirecionando a percepção

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Como essa gargaleira, que à primeira vista parece uma comunicação mais promocional mas depois vemos que ela acondiciona o produto principal que são as ervas, que quando misturadas à garrafa de água se tranforma no produto que eles chama de água de ervas..;Como é misturado na hora, não há necessidade de adicionar concervantes e outros químicos ao produto.

Valorizar as embalagens naturais

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Como esta embalagem de doce à base de ovo. Ela reaproveita a casca natural do ovo (tão perfeita criada pela natureza) para valorizar o produto mostrando seu ingrediente principal.

http://pingmag.jp/2008/07/18/japanese-design-7-how-to-reduce-packaging/


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Código de barras ecológico

Postado em 15 dezembro 2008 por Elisa Quartim

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Uma das dificuldades da embalagem sustentável ou dos produtos mais sustentáveis é como divulgar isso para o consumidor sem encher a embalagem de selos, poluindo a embalagem.

E Ecover, empresa de produtos de limpeza orgânicos encomendou ao escritório de design japonês D-Barcode um código de barras personalizado.

Delicado, acrescenta a informação de ser amigo da natureza, utilizando o código de barras que tem que ter na embalagem.

Além disso todas as embalagens são de fáceis de reciclar.

Vejam outros códigos de barras criativos em http://www.darkroastedblend.com/2008/04/japanese-creative-barcodes.html

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Uma forma de comunicar que a embalagem é reciclável

Postado em 04 novembro 2008 por Elisa Quartim

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Innocente já é um suco natural popular na Inglaterra. E na sua mudança para um frasco 100% reciclável, fez uma embalagem comemorativa para informar os consumidores.

Uma forma criativa de comunicação visual dando valor á embalagem.

http://www.innocentdrinks.co.uk/

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Rotulagem Ambiental II

Postado em 10 setembro 2008 por Elisa Quartim

Simbologia para embalagens plásticas

Para plásticos, a simbologia mais utilizada segue a Norma NBR 13230 da ABNT. Esta está baseada em critérios internacionais.  Ela é muito importante para orientar os programas de coleta seletiva, especialmente catadores e sucateiros.

Fonte: www.abre.org.br

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rotulagem_tipoii1

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Rotulagem Ambiental I

Postado em 03 setembro 2008 por Elisa Quartim

A comunicação é a chave para a mudança de comportamento na sociedade moderna em direção ao desenvolvimento sustentável e o setor produtivo tem dado importantes contribuições através dos mais variados mecanismos. Um exemplo é a rotulagem ambiental de produtos que se consolidou em diversos países através das auto-declarações, muitas já ajustadas aos padrões internacionais da ISO. Atenta à necessidade de normalizar a relação entre produtos e consumidores ou relações B2B (Business to Business), a ISO criou a série de normas 14020. No escopo da ISO, os tipos de rotulagem ambiental são três, a saber:

• Rotulagem Tipo I – Programas de Selo Verde
• Rotulagem Tipo II – Auto-Declarações Ambientais
• Rotulagem Tipo III – Inclui avaliações de Ciclo de Vida

Rotulagem Tipo I – NBR ISO 14024
Esta Norma “estabelece os princípios e procedimentos para o desenvolvimento de programas
de rotulagem ambiental, incluindo a seleção de categorias de produtos, critérios ambientais dos
produtos e características funcionais dos produtos, e para avaliar e demonstrar sua conformidade.
Esta Norma também estabelece os procedimentos de certificação para a concessão do rótulo”.

Rotulagem Tipo II – NBR ISO 14021
Esta Norma “especifica os requisitos para auto-declarações ambientais, incluindo textos, sím-
bolos e gráficos, no que se refere aos produtos. Ela descreve, ainda, termos selecionados usados
comumente em declarações ambientais e fornece qualificações para seu uso. Esta Norma também
descreve uma metodologia de avaliação e verificação geral para auto-declarações ambientais e
métodos específicos de avaliação e verificação para as declarações selecionadas nesta Norma”.

Rotulagem Tipo III – ISO 14025
Esta Norma ainda está sendo elaborada no âmbito da ISO. Ela tem alto grau de complexidade devido à inclusão da ferramenta Avaliação do Ciclo de Vida. A percepção é de que ainda há um longo caminho a ser percorrido para que este tipo de rotulagem ganhe o mercado, visto que a ferramenta de ACV ainda não está definitivamente consolidada do ponto de vista técnico.

O Desenvolvimento da Auto-Declaração

(Tipo II) no Brasil
As auto-declarações têm ganhado destaque no cenário brasileiro para embalagens em geral, consolidando-se como a melhor interface com o consumidor. Embora nem todos os símbolos estejam normalizados, grande parte já está consolidado. Os símbolos abaixo são amplamente reconhecidos pelo consumidor e devem ser fruto de Norma Técnica para o mercado nacional.

http://www.abre.org.br

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e-fabrics

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Certificações

Postado em 14 agosto 2008 por Elisa Quartim

Com novas tecnologias, novos materiais e novos estudos, como mostrar, para o consumidor que aquela embalagem afeta menos o meio ambiente? Como ajudar o consumidor a fazer uma escolha mais consciente?

Uma forma são os selos de certificação. Para se obter um selo com certificação em sua embalagem, o produto é avaliado de forma criteriosa, analisado vários aspectos.

A certificação de produtos ou serviços é, por definição, um conjunto de atividades realizadas por uma organização de terceira parte (organização independente) para atestar e declarar que um produto ou serviço está em conformidade com os requisitos técnicos previamente especificados.

Ainda não existe um selo que englobe a embalagem sustentável de uma forma geral, mas já existem selos para grupos específicos de empresas associadas ou de matérias prima similares.

Alguns desses selos são:

ISO 14001
Especifica os elementos de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) e oferece ajuda prática para a sua implementação ou aprimoramento.

FSC Brasil – Conselho Brasileiro de Manejo Florestal
Papéis com certificação FSC, garante que os produtos florestais são originários de florestas manejadas de uma maneira ambientalmente adequada, socialmente benéfica e economicamente viável.
www.fsc.org.br/

RES Brasil
A RES Brasil é uma empresa genuinamente brasileira e foi criada para atuar licenciando empresas brasileiras e sul americanas para o uso de materiais e tecnologias na fabricação de embalagens plásticas com características de degradabilidade total, oxi-biodegradabilidade, biodegradabilidade, compostabilidade e /ou hidrossolubilidade. Pioneira na América Latina e maior empresa da América do Sul em seu segmento, a RES Brasil trabalha para proporcionar a opção, tanto para a indústria, quanto para clientes finais e cidadãos, da escolha por embalagens plásticas de degradação mais rápida e segura.Esta rede mundial permite que embalagens com este conceito produzidas no Brasil sejam oferecidas e vendidas no mundo todo.
www.resbrasil.com.br/

IBD – Associação de Certificação Instituto Biodinâmico
Entidade brasileira sem fins lucrativos, que desenvolve atividades de inspeção e certificação agropecuária, de processamento e de produtos extrativistas, orgânicos e biodinâmicos. Atua há vinte anos na pesquisa e desenvolvimento da agricultura orgânica e biodinâmica.
www.ibd.com.br

AAO – Associação de Agricultura Orgânica
A Associação de Agricultura Orgânica é uma organização não – governamental, sem fins lucrativos, fundada em maio de 1989 por um grupo de engenheiros agrônomos, produtores, jornalistas e pesquisadores que já praticavam a agricultura orgânica e acreditavam na sua viabilidade sócio-econômica e ambiental. Mais do que difundir práticas e técnicas, a AAO defende o direito das pessoas a uma alimentação sadia e equilibrada que preserva o homem e o meio ambiente.
www.aao.org.br

ECOCERT
Certificação para produção orgânica. A ECOCERT BRASIL realiza a certificação voltada para o mercado interno, atuando também como agente de certificação da ECOCERT SA e para isso conta com uma equipe especializada de profissionais: agrônomos, engenheiros de alimentos, economistas, técnicos agrícolas e outros.

www.ecocert.com.br/

O selo e-fabrics do Instituto-e é uma associação privada sem fins lucrativos, criada com o objetivo de promover o Brasil como o “país do desenvolvimento sustentável”. Presidida por Oskar Metsavaht, a associação desenvolve trabalhos sociais, ambientais, culturais e econômicos que atuam nas esferas de educação, mobilização social e distribuição de poder.

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