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Walmart-Ponta-a-Ponta-2

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2ª edição do programa Sustentabilidade de Ponta a Ponta do Walmart

Postado em 25 Julho 2011 por Elisa Quartim

No início de 2010, o Walmart lançava um projeto para contribuir com o desenvolvimento sustentável do mercado brasileiro. Em parceria com grandes empresas fornecedoras, a rede colocou produtos nas gôndolas que tiveram seu processo de fabricação repensado para serem mais amigáveis ao meio ambiente e obtiveram um crescimento de até 40% em suas vendas. Vejam o post da época.

Agora, o varejista inicia a segunda etapa da ação, com o apoio de 13 companhias, incluindo Ambev, Danone, Kimberly-Clark, Kraft Foods, L’oreal, Mars, Philips, Reckitt Benckiser, Santher, Sara Lee, SC Johnson, Whirlpool e Nat Cereais, responsável pela marca própria Sentir Bem, do Walmart.

A ideia é modificar toda a cadeia de produção e levar a sustentabilidade aos três pilares do conhecido como triple bottom line: people, planet e profit, o que significa colaborar para o desenvolvimento social e do meio ambiente, sem deixar de lado a questão econômica.

Pensando nisso, os produtos precisam maximizar os lucros das empresas, sem mexer com o bolso do consumidor, e garantir práticas que ajudem a preservar o planeta. A ideia do projeto “Sustentabilidade de Ponta a Ponta” é fazer com que as indústrias escolham os principais itens da categoria e trabalhem para melhorar os processos envolvidos.

A partir da definição, o produto passa por uma análise técnica de todo o processo de produção, com a ajuda do CETEA, para gerar as mudanças possíveis, do início ao fim da cadeia.

Este ano, o projeto já aponta resultados positivos. As transformações realizadas nos 13 produtos representam uma decréscimo do uso de água de dois milhões de litros ao ano e 19 milhões de Kwh de energia.

Com relação às emissões de gases do efeito estufa, houve queda de 3.171 tons de CO2, correspondendo à economia de 17,3 milhões de km rodados. As reduções das embalagens também possibilitaram mais espaço nos caminhões, aumentando entre 32% e 64% na capacidade das carretas.

Observando os cases com atenção, podemos perceber que em grande parte as mudanças ocorreram na redução de materiais e repensando seus processos de produção. Parece que o redesign das embalagens não foi uma prioridade, o que poderia ajudar muito o resultado desses projetos. Em nenhum dos cases foi mostrado a equipe de design. Por que será?

Os próximos posts mostrarão os 10 produtos dessa segunda edição e os ganhos obtidos dessa parceria. É um bom exemplo de como o varejo pode e deve se envolver e apoiar iniciativas de sustentabilidade de seus fornecedores. Eles fazem parte do ciclo devida do produto e são os primeiros que percebem as necessidades do consumidor cada vez mais exigente.

Fonte:

http://www.walmartsustentabilidade.com.br/sustentabilidade-pontaaponta-2011/

http://exame.abril.com.br/

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glass is good

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Troca de vidro por vale compras acontece no Carrefour

Postado em 27 Junho 2011 por Elisa Quartim

A Diageo, importadora e líder mundial em negócios com bebidas alcoólicas, iniciou uma promoção em parceria com os supermercados Carrefour, a cada 3 garrafas de vidro ou 1 garrafa de Smirnoff você ganha R$ 0,50 em compras no supermercado.

Essa promoção faz parte do projeto de coleta seletiva da DIAGEO “Glass is Good”, patrocinado pela marca Smirnoff.
Trata-se de um projeto de logística reversa de vidro e responsabilidade socioambiental.

 

Na troca das garrafas vazias, a promotora entrega um cartão de vale-presente do Carrefour que pode ser usada em qualquer loja da rede Carrefour.

As garrafas são colocadas em coletores produzidos pela Metragreen, que é feito com aparas de tubo de creme dental, sendo sua composição 75% plástico e 25% alumínio. Super durável, podendo ficar em áreas abertas podendo sofrer a ação das chuvas e do tempo.

O projeto é por tempo limitado, ou até esgotarem os Vales-Presentes, pois ainda estão testando a resposta da população.
A troca apenas poderá ser feita com a presença da promotora.
O horário para a troca é de segunda a sexta, das 14h às 20h e finais de semana das 10h às 21h.
O regulamento pode ser conferido nos postos de troca.

Apenas algumas lojas do Carrefour estão participando. Vejam quais são:

Osasco: Av. dos Autonomistas, 1542 – Vila Yara
Santo Amaro: Av. Santo Amaro, 3907
Pinheiros: Av. das Nações Unidas, 15187 – V. Gomes
Morumbi (Jardim Sul): Av. Giovanni Gronchi, 5930 – Jd. Leonor
Limão: Av. Otaviano Alvez de Lima, 1824

 

Testando a promoção

Fui testar a promoção no Carrefour da Av. Santo Amaro. Logo de cara já senti um problema, a obrigatoriedade da presença da promotora. Vou quase todo dia nesse supermercado e só a vi uma vez, quando consegui fazer a troca. Na falta da promotora, outro funcionário do Carrefour deveria se responsabilizar pela compra. Voltei algumas vezes com as garrafas vazias para casa.

Após trocar o vale-presente nas compras (que funcionou muito bem), a caixa me devolveu o cartão.
Eu imaginava que ele seria recolhido para depois ser reaproveitado, mas agora tenho em mãos um cartão não reciclável.

O cartão é feito para ser durável e por isso é composto por vários plásticos e materiais. Por que no processo de logística reversa só está incluso o vidro e não todos os materiais envolvidos na campanha?

Pelo número reduzido de lojas, imagino que esse seja um projeto piloto, e espero que minhas observações ajudem a melhorá-lo para quando ele for realmente for efetivado

 

Atualização do post

Hoje fui trocar as minhas embalagens de vidro e a promoção já fez a mudança que eu tinha sugerido.

Agora, após trocar o vale-presente no caixa do supermercado, ele é recolhido pelas promotoras e levado para a central para se recarregado.

Tinha falado também sobre o problema da obrigatoriedade da presença da promotora.

Elas podem ir embora quando acaba a cota de vale-presente qie elas tem por dia ou quando a caixa aonde estão guardando as embalagens fica cheia.

As promotoras me contaram que a promoção está sendo um sucesso, tem dias que tem gente que chega com um carrinho cheio de embalagens de vidro. Por isso é bom chegar cedo.

A cooperativa que está recebendo as garrafas é a Associação Vira Lata  http://www.viralata.org.br/

A data final foi prorrogada para até o dia 29 de julho, mas devido sucesso eles pretendem estender para outros supermercados. Aguardem!

 

Fonte:

http://www.diageo.com/

http://metagreen.com.br/

http://artcontrast.com.br/

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tetra Pak moveis

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Tetra Pak e o pós-consumo

Postado em 21 Junho 2011 por Elisa Quartim

A Tetra Pak é uma embalagem cartonada, mais conhecida caixinha Longa Vida, usada para a proteção e transporte de produtos líquidos ou pastosos, que necessitam de uma boa barreira contra os efeitos do ambiente externo à embalagem. Quando surgiu no mercado foi uma inovação para vários produtos que dependiam a refrigeração para conservar os seus produtos nos supermercados.

Para ter uma barreira eficiente, sem ncessitar de refrigeração. a embalagem cartonada da Tetra Pak é feita de três materiais básicos que juntos resultam em uma embalagem muito eficiente, segura e leve.

Cada material tem uma função especfica:

  1. Papel: garante estrutura embalagem;
  2. Polietileno: protege contra umidade externa, oferece aderência entre as camadas e impedem o contato do alimento com o alumínio;
  3. Alumínio: evita a entrada de ar e luz, perda de aroma e contaminações.

Através da combinação destes três materiais, a Tetra Pak produz um material de embalagem com excelentes propriedades e  performance que proporcionam às embalagens:

Porém após o seu consumo, a separação e a reciclagem desses 3 materiais, virou um desafio para todos os envolvidos no consumo desse material. A separação dos materiais necessita de equipamentos especiais e integração de toda a cadeia.

A reciclagem das embalagens cartonadas pós-consumo fazem parte das metas ambientais estabelecidas pela Tetra Pak em seu sistema de Gestão Ambiental. Eles ajudaram a desenvolver uma tecnologia adequada de reciclagem e incentivam a coleta seletiva.

 

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c-PACK PCR

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Bisnaga PCR (Post Consumer Recicled) da C-Pack

Postado em 18 Junho 2011 por Elisa Quartim

A C-Pack, líder no mercado Latino Americano de embalagens no formato de bisnaga (tubo) traz ao mercado uma bisnaga  produzida com material reciclado de pós consumo, o PCR (Post Consumer Recicled).

A empresa levou quase dois anos para desenvolver a novidade, em um projeto iniciado a partir de uma ideia da Johnson & Johnson. O novo tubo será adotado até o fim do ano pela J&J por outros dois clientes do mercado de higiene pessoal e beleza.

O material reciclado, derivado da coleta seletiva de polietileno e polipropileno, é empregado como uma espécie de recheio de sanduíche numa estrutura de três camadas – a interna e a externa são de material virgem, para evitar, respectivamente, riscos de contaminação do produto acondicionado ou de má impressão dos tubos.

Evitar a extração e os gastos na produção de matéria-prima virgem com a re-utilização de materiais, faz da reciclagem uma ferramenta amenizadora dos impactos ambientais.

Fora essa  novidade (ver quadro), a C-Pack tem um plano de lançamento contínuo de inovações em tubos plásticos. O projeto é respaldado pelo Core-D, um departamento de pesquisa e desenvolvimento criado há pouco mais de seis meses. Alocado em um laboratório construído na fábrica da empresa, em São José (SC), o setor é tocado por um grupo de nove engenheiros, cooptados em um convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Um dos projetos em fase final de gestação pelo Core-D, antecipa Yassuda, é o tubo plástico confeccionado a partir de ácido polilático (PLA), resina “verde” derivada de fontes agrícolas. Junto com o tubo PCR, o tubo de PLA integra o conceito Eco Packaging, criado pela C-Pack para identificar as embalagens fabricadas levando em conta princípios de sustentabilidade.
As embalagens plásticas – tubos, tampas e componentes – produzidas pela C-Pack atendem ao conceito “Eco-Packaging”, pois são produzidas com 50% a menos de energia e menor quantidade de matéria-prima. São mais de 700 possíveis variações de formatos, além das diversas combinações decorativas.
A certificação SA8000 de responsabilidade social, obtida pela C-Pack em 2005, é fruto do investimento que a empresa faz em sustentabilidade. Toda a estrutura da fábrica, onde trabalham cerca de 400 colaboradores, apresenta soluções inteligentes como cobertura e paredes TermoWall, iluminação natural, aquecedor solar, captação da água da chuva, tratamento de esgoto e sistema de pressão positiva, que não permite a entrada de agentes contaminantes no ambiente fabril pelas portas.
Todo o investimento em sustentabilidade; Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e design renderam a C-Pack alguns troféus como o Roberto Hiraishi (Embanews) nos anos 2011, 2008, 2007 e 2006; Embalagem Marca 2007 e Embanews 2007 e 2006.
Fonte: http://www.c-pack.com.br

http://www.embalagemmarca.com.br/

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paper-no-9-bag-5

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Paper No. 9, acessórios feitos com papelão

Postado em 31 Maio 2011 por Elisa Quartim

A Paper No.9 projeta acessórios feitos com papelão de caixa de transporte. O resultando são acessórios com um material alternativo. À primeira vista, os produtos lembram couro, mas uma inspeção cuidadosa revela a sua verdadeira origem: o papel.

Primeiro eles tratam o papel obtido em caixas de transporte com óleos naturais, calor e uma boa massagem. Depois colocam sobre um tecido para ganhar resistência. Com isso eles criaram um “tecido” aveludado que cria um efeito estiloso.

Como o tempo o produto vai ganhando personalidade com o desgaste do material. O calor e o movimento do corpo gradualmente desgastam as camadas exteriores para revelar a arte escondida.

Fonte: http://www.paper-no9.com/

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Ecomed, estação coletora de resíduos de medicamentos.

Postado em 25 Maio 2011 por Elisa Quartim

Para cada quilo de medicamento descartado no lixo comum ou na fossa sanitária, cerca de 450 mil litros de água são contaminados. A conta, feita pela Brasil Health Service (BHS), que fornece produtos para o segmento médico, convenceu a Droga Raia e o laboratório Medley a alugar uma máquina com sistema computadorizado para coletar medicamentos vencidos e garantir o descarte seguro.

Segundo a Anvisa, só na capital paulistana são vendidos no varejo 170 milhões de produtos farmacêuticos por mês. Faz pouco tempo, remédios vencidos ou em desuso iam parar no lixo comum ou no vaso sanitário, hábito que pode causar a contaminação da água e do solo por substâncias químicas.

É importante lembrar que mesmo as embalagens primárias – aquelas que entram em contato com a medicação – são consideradas como resíduos perigosos, já que podem ter sido contaminadas, e devem ser descartadas corretamente junto aos remédios.

 

Mas, desde o final do ano passado, foi inaugurado o programa Descarte Consciente.  Aprovado pela Secretaria de Saúde da cidade de São Paulo, o projeto é criação da Brasil Health Service (BHS), empresa de tecnologia e inovação em saúde, em parceria com a rede Droga Raia e a Medley. Ele já conta com 13 postos de recolhimento de fármacos na cidade de São Paulo.

Todos os postos de recolhimento são equipados com a Ecomed, uma estação coletora de resíduos de medicamento. A estação oferece três compartimentos de depósito: um para pomadas e comprimidos, um para líquidos e sprays e outro para caixas e bulas, que devem ser rasgadas antes do descarte.

Os coletores têm aberturas do tipo boca de lobo e portas com fechamento a chave, impedindo a retirada do material depositado. Antes de fazer o descarte, o consumidor registra o tipo do medicamento que deverá depositar por meio do leitor de código de barras da Ecomed, sistema que permite o rastreamento de remédios controlados evitando que esse tipo de medicação seja desviada e revendida ilegalmente.

Os dados registrados na máquina são usados para a elaboração do preservômetro – um índice que permite ao consumidor acompanhar quanto foi recolhido e quais os benefícios dessa coleta para o meio ambiente. De acordo com estimativas do pesquisador e sócio da BHS, Joe Roseman, cada quilo de medicamento recolhido deixará de contaminar 450 mil de litros de água e, segundo projeções do especialista, cerca de 186 toneladas devem ser coletadas no primeiro ano de funcionamento do programa.

Da Ecomed, o material é levado pelo Departamento de Limpeza Urbana (Limpurb), órgão gerenciador dos serviços prestados na cidade de São Paulo, para a destinação final correta. Medicamentos vencidos e produtos químicos são enviados para usinas de incineração certificadas, enquanto seringas e agulhas são encaminhadas para uma usina de tratamento para serem descontaminadas e, em seguida, são mandadas para aterros especiais.

O Descarte Consciente já chegou a Limeira, no interior de São Paulo,  e sua implantação em Belo Horizonte e Porto Alegre já está sendo negociada. O número de postos de descarte ainda deve crescer bastante. A rede Droga Raia pretende alcançar a marca de 200 lojas equipadas com a Ecomed.

Fonte:

http://www.oecocidades.com/

http://www.descarteconsciente.com.br/

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eco soap6

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Eco Soap, sabonete líquido com embalagem reutilizável

Postado em 12 Maio 2011 por Elisa Quartim

 

Eco Soap é um projeto conceitual, desenvolvido pelo escritório de design Sonic, para sabonete líquido. A embalagem é reutilizável, sendo necessário apenas a troca do seu refil.

As embalagens de sabonetes líquidos em geral tem uma mecânica simples porém com vários tipos de materiais incorporados. A bomba incorpora várias partes e uma mola de metal, todos destinados a ir para o lixo, muito antes de o aparelho parar de funcionar.

Por isso o escritório Sonic, especializado em embalagens estruturais, propôs um novo olhar sobre esse tipo de embalagem.

O dispenser ECO é baseado na ideia de que o consumidor poderia manter o aparelho dispensador com mecanismo da bomba e substituir apenas pelo refil do produto. Sopradas em PET, material facilmente reciclável, su​​as paredes são ultra-finas para reduzir a quantidade de material.

Considerando que o transporte tem um grande impacto sobre a pegada de carbono de qualquer produto, o design do dispenser e das garrafas do refil é compacto para maximizar o espaço no palette.

O design da embalagem é intuitivo e fácil de usar. Para a montagem do refil, é só colocar o gargalo da garrafa no anel de rosca para ficar preso. Durante o transporte, a cabeça da bomba é bloqueada para evitar a descarga acidental. As aberturas nas paredes laterais do alojamento principal permite o usuário a ver o nível de sabão, enquanto o anel de borracha ao redor da borda inferior fornece uma posição segura.

Uma alternativa para o material do refil é a embalagem cartonada tipo Tetra Pak, que usa papel em boa parte da embalagem e finas camadas de plástico em ambos os lados da estrutura do papel para proteger a embalagem de umidade dentro e fora. Hoje reciclar esse tipo de embalagem ficou mais fácil, porém por necessitar de máquinas especiais, ainda é reciclada em poucos lugares.

O formato quadrado e baixo impacto da embalagem reduz o seu impacto no meio ambiente, já que menos transporte é necessário.

Fonte:

http://www.thedieline.com/

http://www.sonicny.com/

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BIC-ecolutions-corretivo

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BIC ecolutions, escritório com materiais mais sustentáveis

Postado em 22 Março 2011 por Elisa Quartim

A linha BIC ecolutions, constituída por produtos que colaboram para a preservação do meio ambiente e utilizam materiais reciclados ou materiais provenientes de fontes menos agressivas ao meio ambiente.

Embalagens

As embalagens dos produtos da linha BIC ecolutions são produzidas para ter o menor impacto no meio ambiente.
As embalagens são reduzidas ao máximo sem deixar de proteger o produto. Reduzindo o seu volume acabam otimizando o transporte, reduzindo a emissão de gazes e o seu impacto.
O papel cartão utilizado é 100% reciclado e não são clareados quimicamente.
A tintas utilizandas na impressão são à base de vegetais (basicamente soja), que não contém metais pesados.
Com menos química e sem metais pesados, quando descartadas impactam menos no meio ambiente.
As embalagens em blister a parte de plástico é feito em PET, mais fácil de reciclar, e não é toda plastificada, facilitando a separação dos materiais.

A linha é composta por diversos produtos como:

Caneta BIC ECOlutions Round Stic, cujo material reaproveita embalagens longa vida (pós-consumo) da Tetra Park, uma ação que auxilia também as atividades dos coletores e recicladores.

Cola bastão, única produzida com 100% de plástico reciclado, é lavável, segura, não tóxica.

Lápis BIC Evolution ECOlutions, fabricado com aparas de embalagens de iogurte (pré-consumo), evitando que o resíduo seja descartado na natureza sem tratamento.

Barbeador, feito de material natural renovável (o bioplástico) e bio-pigmentos de origem vegetal;

Corretivo à base de água que não tem solventes e portanto é inofensivo ao meio ambiente.

Fonte: http://www.bicecolutions.com/

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Seventh Generation com embalagem de papel

Postado em 17 Março 2011 por Elisa Quartim

Seventh Generation é uma empresa americana que faz produtos de limpeza amigos do meio ambiente.
Recentemente eles lançaram um amaciante com uma fórmula 4X mais concentrada em uma nova embalagem feita com papel. Além da nova embalagem, o  produto também é atóxico, sem clareador óptico, com fórmula biodegradável, antialérgico e sem corantes ou fragrâncias.
A parte de papel, em formato de concha, é feito com papel 100% reciclado sendo que 70% com papel cartão e 30% com papel jornal.Pode ser favilmente reciclado ou compostado.
Dentro do frasco de papel vem uma bolsa de plástico feito em PEBD e a tampa em PP, facilmente recicláveis.
Inicalmente, apenas 1/4 das embalagens de 4x Laundry Detergent virão na nova embalagem de papel/plástico.
Ano passado, a embalagem desenvolvida pela Ecologic Brands, já havia sido testada pela Strauss Family Creamery para transportar leite.
Em uma comparação com a embalagem comum de amaciante, essa embalagem irá usar 66%  menos plástico.

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cn_carnaval4

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Esculturas de Carnaval com embalagens

Postado em 01 Março 2011 por Elisa Quartim

Já é tradição o Condomínio Conjunto Nacional decorar o seu saguão no Natal com esculturas feitas com embalagens e outros materiais descartados dentro do condomínio. Dessa vez eles preparam um especial para o carnaval. Junto com a Cooperaacs e o cenógrafo e Diretor de Arte Silvio Galvão, eles fizeram uma homenagem ao Carnaval e criaram esculturas feitas com materiais recicláveis. Elas representam um casal de mestre-sala e porta-bandeira de uma escola de samba.

Buscando incentivar o envolvimento das pessoas que todos os dias transitam pela Avenida Paulista, durante dois meses, o edifício realizou uma campanha de arrecadação de pequenos objetos, como canetas, chaves e bijuterias, que foram utilizados para a confecção das esculturas.

As obras têm 3 metros de altura, e pesam cerca de 150 quilos. Para a realização das esculturas, foram feitos estudos e pesquisas de materiais para atingir o efeito ‘hiper-realista’ das peças. O projeto, executado em 20 dias, gerou trabalho para cerca de 50 pessoas.

As roupas, bordados e adereços, feitos com materiais reciclados e reutilizados, foram executados pela Cooperaacs (Cooperativa Social de Trabalho e Produção de Arte Alternativa e Coleta Seletiva) sob orientação do Mestre Artesão Sandro Rodrigues.

Materiais utilizados

Mãos e rosto
Acabamento em resinas diversas

Corpo
Técnica de empapelamento

Pluma preta
800 garrafas de PET

Babado da saia
1200 garrafas PET

Pena de rabo de galo
3000 garrafas PET

Adereços
Chave, faca e metais diversos

Bordados das roupas
250 CDs
600 canetas
400 fundos de latas de alumínio
2300 lacres de latas de alumínio

Fonte:

http://www.ccn.com.br/

http://www.cooperaacs.org.br

http//www.silviogalvao.com.br

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