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Sendbag, embalagem para serviço postal que vira sacola

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Sendbag, embalagem para serviço postal que vira sacola

Postado em 10 julho 2012 por Elisa Quartim


Sendbag é uma ótima ideia de embalagem para envio de produtos pelo correio. Além de possibilitar a impressão de imagens ela é reutilizável virando um saco de papel. O papelão ondulado dentro Sendbag, pode também ser usado como um cabide de roupa. Feita de material 100% reciclado.

Sendbag também pode ser personalizada, permitindo imprimir uma ilustração personalizada,  podendo ser usada para publicidade.  Pode ser também uma embalagem ideal para a sua loja virtual ou até mesmo uma embalagem de presente para seus parentes e amigos que moram longe.

 

 

Para usá-la é só inserir os produtos que você deseja enviar na Sendbag, cole a tampa, anote o endereço do destinatário, e despachar no correio. O design é da Multipack Sentra Perkasa

Não dá vontade de jogar fora!

 

Fonte: http://www.thedieline.com/blog/2012/7/9/sendbag.html

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Osni branco2

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Osni Branco – Esculturas feitas com latas de alumínio

Postado em 28 junho 2012 por Elisa Quartim

 

O artista Osni Branco tem uma interessante história com o metal. Para ele é o material ideal para uma cidade cinza, com longos períodos de chuva e nebulosidade como São Paulo. Isso porque o alumínio cria atmosfera clara, que ajuda a propagar luz aos ambientes.

Uma das últimas obras dele é uma série de peixes brasileiros feitos com restos de lata de alumínio. Tucunarés, piranhas, trairas dão a dimensão do potencial estético do material.

As obras de Osni Branco já foram expostas no Japão (onde morou muitos anos), além de Estados Unidos, França, Suíça, Itália, Mônaco e o Brasil.

 

Alta durabilidade, leveza física e da cor. Essas são características que conferem ao alumínio papel de destaque nas obras de arte contemporâneas.  Mas, apesar da infinidade de aplicações, o metal não seria considerado tão nobre se não fosse por sua capacidade de ser reciclado infinitamente sem perder qualidade. A questão é que se chegou o momento em que não é preciso somente reciclar, mas também inovar.

 

Mais informações:

http://www.osnibranco.com.br/

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caixas Deise1

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Caixa de Papelão Deise fornece caixas reaproveitadas e recicladas

Postado em 31 maio 2012 por Elisa Quartim

Vai mudar de casa e não tem a mínima ideia de onde conseguir tantas caixas para a mudança?
Não que comprar caixas novas, mas está difícil encontrar caixas boas no comércio?

Fiquei feliz em receber a indicação da Caixa de Papelão Deise. Ela é uma empresa especializada em reaproveitamento de caixas de papelão semi-novas e usadas e também novas. Há mais de 30 anos no mercado de reciclagem e reaproveitamento, eles tem uma linha de produtos bem diversificada com mais de 70 modelos entre eles tamanho e espessura de papelão.

Caixa de Papelão Deise oferece caixas para mudança residencial e comercial, estoque, armazenamento, transporte em geral, etc. Eles também tem um kit mudança para quem quer comodidade e facilidade na sua mudança.

Vejam como é o processo das caixas de papelão usadas:

  1.  As caixas de papelão são utilizadas por empresas dos mais variados tipos;
  2.  Após o seu primeiro uso, as caixas de papelão são adquiridas pela Caixa de Papelão Deise;
  3.  Neste momento, as caixas de papelão são minuciosamente selecionadas, limpas e invertidas;
  4.  Pronto! As caixas de papelão usadas estão em ótimas condições para o seu uso ou de sua empresa.

O foco da empresa é dar qualidade aos produtos, sem agredir ao meio ambiente, economizando água, energia, árvore e evitando a utilização de cloro e soda cáustica, entre outros agentes nocivos à natureza. Em 2010 a Caixa de Papelão Deise atingiu quase 1.000.000 de quilos de papelão recolocando no mercado sem o processo de reciclagem, evitando a fabricação de novos produtos com a derrubada de novas árvores..

Mais informações:

http://www.caixadepapelaodeise.com.br/

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cadicominhocas_beneficios

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Cadico Minhocas faz minhocários com embalagens

Postado em 10 maio 2012 por Elisa Quartim

A Rede de Minhocários Cadico Minhocas é uma iniciativa empreendedora que dissemina e estimula o tratamento de resíduos orgânicos, utilizando um sistema de minhocário simples, feito a partir materiais reutilizáveis, como baldes encontrados no lixo e, portanto, é de baixo custo, sendo viável economicamente para qualquer público.

Com mais de 120 minhocários diretamente espalhados pelo Brasil (editado em Abril/2012), e certamente mais minhocários que foram feitos pelas próprias pessoas que se apropriaram da ideia, o Cadico Minhocas ganhou uma visibilidade considerável nesse primeiro ano de atuação, constatada pelo crescente número de visitas ao endereço eletrônico: www.cadicominhocas.blogspot.com e pelos três importantes prêmios que conquistou, colocando o Cadico Minhocas entre as 10 soluções práticas e fáceis para auxiliar na sustentabilidade global nas comunicações a respeito das comemorações do Dia da Terra 2012.

O objetivo da Rede de Minhocários Cadico Minhocas é disseminar as técnicas de tratamento de resíduos orgânicos de forma caseira em zonas urbanas, eliminando assim a proliferação de doenças que o descarte descuidado pode vir a gerar, ao contrário do que se possa pensar, o tratamente diminui a incidência de animais-vetores, como ratos e baratas, pois o processo não tem cheiro. Colabora também para que os aterros sanitários tenham seu volume de resíduos diminuidos e que eles emitam menos gases.

Hoje, o lixo de São Paulo contribui com 25% dos gases de efeito estufa responsáveis pelos efeitos climáticos diretamente relacionados com as fortes chuvas do verão e o longo período seco do inverno.

 

O Minhocário

Diferente dos minhocários comerciais, o minhocário é feito a partir de materiais reutilizados, que seriam considerados lixo por outras pessoas, mas que é a matéria prima da construção da estrutura capaz de dar fim correto ao resíduo orgânico e gerar húmus de minhoca como substrato na horta caseira.

Suas três camadas são herméticas, impedindo que as minhocas saiam dos recipientes. Sua tampa possui pequenos orifícios por onde o ar entra.

Nos dois recipientes de cima, o fundo é furado, permitindo que o resíduo líquido do processo de decomposição escoe para a camada inferior. Esses orifícios são maiores que os da tampa, permitindo o trânsito das minhocas entre as camadas.

O último recipiente é totalmente vedado, responsável pela coleta do resíduo líquido que será utilizado, posteriormente, como biofertilizante para suas plantas durante a rega. Todos os recipientes são unidos por meio dessa estrutura circular, que é removível.

Camada com resíduo líquido biofertilizante

Este resíduo líquido deve ser transferido para um outro recipiente, para que possa ser preparado o biofertilizante, que consiste na adição de 10 partes de água para 1 desse resíduo líquido. Retire a estrutura circular. Despeje em um outro recipiente (garrafa ou pote) para armezar e utilizar na rega.

 

Vantagens

 

Comércio justo

O minhocário é comercializado a partir de uma ideia de mercado justo, pois não visa gerar altos lucros com a venda, acompanha perenemente o consumidor no tratamento de seu resíduo, com dicas de manejo e suporte via e-mail. A estrutura do minhocário vem acompanhado de uma quantidade significativa de minhocas vermelhas da califórnia (mais indicadas para o processo, devido a sua velocidade de produção de húmus e de reprodução).

O valor consciente do minhocário é de R$ 50,00, acompanhado de minhocas vermelhas da califórnia (em torno de 10~15 em diferentes fases de crescimento – somente para entragas locais), manual de manejo online e suporte via e-mail.  Capacidade para cerca de 30 kg de resíduo orgânico (o Kit completo).

A entrega pode ser feita pessoalmente, na estação Tucuruvi do METRÔ, ou em Guarulhos, ou ainda enviado via PAC (com os encargos por conta do comprador).

O preço pode ser negociado por consumidores que não possuirem condições financeiras suficientes, sendo possível o comércio de trocas por outros talentos.

Maiores informações: cadicominhocas [arroba] gmail [ponto] com

http://cadicominhocas.blogspot.com.br/

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KeepCup, copo de café reutilizável para viagem

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KeepCup, copo de café reutilizável para viagem

Postado em 08 maio 2012 por Elisa Quartim

KeepCup é um copo de café que se assemelha a um copo descartável, mas totalmente reutilizável e com design inovador. Concebido em 2009 pelos irmãos Jamie e Abigail Forsyth como uma solução para os problemas dos resíduos causados ​​pelo grande número de copos descartáveis ​​jogados fora em todo o mundo.

O KeepCup se assemelha ao design tradicional do copo descartável usado em vários países, na aparência e aplicação, mas é completamente reciclável, personalizável e pode ser usado repetidas vezes. É capaz de manter seu conteúdo quente por pelo menos meia hora.

Quatro elementos compõem sua construção modular – o copo é fabricado a partir de polipropileno. O polietileno, silicone e poliuretano termoplástico são usados ​​para a tampa, a faixa térmica e fecho, respectivamente. Os quatro elementos são fornecidos em uma grande variedade de cores, permitindo que os consumidores escolham o arranjo que mais gosta.

Estima-se que pelo menos 500 milhões de copos descartáveis ​​são usados ​​e descartados a cada ano na Austrália. Um grande número de adultos em comunidades urbanas consomem um café em copo descartável. A National Coffee Association of America revelou que em 2007, 14% dos adultos nos Estados Unidos bebeu café gourmet por dia. Apesar de copos descartáveis terem uma porcentagem baixa, os impactos do kit de café delivery e descartável parecia um problema que não justificava a conveniência. Alguns tentaram usar o copo com plástico Pós-Consumo reciclado (PCR) ou vender produtos reutilizáveis, como ‘canecas’ projetado para manter o café quente por horas. O primeiro tem problemas com regulamentos de alimentos, este último é pesado e pouco prático para o consumidor de café “on-the-go”, e não foi projetado para atender às necessidades de baristas de qualidade.

O resultado é um design leve, fácil de usar, que usa uma quantidade limitada de energia na fase de fabricação. Esta facilidade de utilização é percebida no seu uso e na manutenção, uma vez que o KeepCup pode ser usado no microondas, lava-louças e é compatível com a maioria dos porta-copos de carro e bicicleta.

Vejam o video do KeepCup:

 

Avaliação do Ciclo de Vida do KeepCup

Para o desenvolvimento do produto, foi feito uma pesquisa no RMIT Centre for Design da Austrália. Copos de papel descartáveis ​​(combinado com um filme PE) têm pouco valor no mercado da reciclagem e geralmente acabam em aterros sanitários. Embora o KeepCup promove reciclagem, mesmo que permaneça por mais tempo no mesmo sistema o provável é que ele será descartado no aterro sanitário, mesmo que o consumidor separe os seus materiais. Com isto em mente, o estudo foi feito comparando o copo de KeepCup de 8 oz (ele está disponível em vários tamanhos) contra um copo de papel descartável usando a Análise do Ciclo de Vida (ACV) de forma simplificada. A unidade funcional foi tirar 1 café por dia entregue ao consumidor ao longo de um ano, até que ele fosse descartado no aterro sanitário ou até o final do período da pesquisa.

Os dados utilizados sobre a matéria-prima, fabricação, transporte e fim da vida útil foram do Inventário Australiano Ciclo de Vida (LCI) 2009 e a base de dados européia Ecoinvent 2.0. Rotas de transporte regionais foram considerados (transporte da Ásia para o copo descartável, tampa e do anel da KeepCup, caminhões do porto ao consumidor), bem como embalagens terciárias, e um ciclo de lavagem, por uso para o KeepCup, que vão desde uma rápida enxaguada com água morna, uma máquina de lavar louça totalmente carregada, com metade da máquina carregada, e lavagem na pia, os três últimos com detergente.

Foi também modelado o cultivo de café, produção e fabricação na Espanha a partir de um estudo para fora da Suíça (Humbert, Loerincik et al. 2009) para ver o que o KeepCup tinha em contexto para o “produto total”, ou uma dose de 100 ml de café, entregues ao consumidor (assumiram que os grãos de café não foram depositados em aterro).

Os resultados foram determinados usando o LCA Australian Impact Method.. O KeepCup em comparação com o copo de papel descartável (não incluindo o café), dependendo do tipo de lavagem (da pia vendo o menor através de enxágüe rápido vendo as maiores reduções de impacto ambiental), vê uma redução de 71-92% em potencial de aquecimento global, uma 71-95% de redução na utilização de água, e uma redução 95-96%  de resíduos em aterros ao longo do ano.

Embora o consumidor ainda possa comprar a embalagem para viagem em uma opção descartável ou reutilizável, é interessante ver as economias anteriormente declarados comparadas quando incluído os impactos relacionados ao café, que, em geral, dilui as economias do recipiente sobre a sua própria.

O KeepCup em comparação com copo de papel descartável (incluindo café) vê uma redução de 36-47% do aquecimento global, uma redução de 64-85% no uso da água, e uma redução de 91-92% em aterro de resíduos por ano.

A estética do KeepCup é clean, funcionalmente e cuidadosamente projetado, com o apelo global. Embora seja provável que KeepCup não seja reciclado no contexto australiano, a mudança de descartável para reutilizável acrescenta credibilidade ambiental, reduz significativamente o desperdício, aumento da economia, e permite uma mudança social, uma mudança bem-vinda para uma sociedade acostumada com a cultura do descartável.

Desde o seu lançamento, não menos do que 800.000 árvores foram preservadas, quando comparado com o de papel. Da mesma forma, 26.000 toneladas de resíduos compostos de copos descartáveis, foram evitados e cerca de dois bilhões de copos foram impedidos de ir para aterros sanitários.

 

Fonte:

http://www.keepcup.com/

http://www.core77.com/blog/

 

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Pimp my Carroça ajuda trabalho dos catadores

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Pimp my Carroça ajuda trabalho dos catadores

Postado em 06 maio 2012 por Elisa Quartim

Parodiando os programas de TV americanos que tunam carros, o grafiteiro Mundano está lançando o projeto Pimp My Carroça, que vai tunar o principal instrumento de trabalho dos catadores de recicláveis. O objetivo? A partir da arte, tirar essas pessoas da invisibilidade e dar mais prestígio ao importante papel que têm na sociedade – sabia que 90% de todos os resíduos de São Paulo destinados à reciclagem são coletados pelos catadores?

 

A intenção do projeto é ousada: “pimpar” dezenas de carroças, em um só dia, pouco antes da Rio+20, em uma espécie de pit stop que acontecerá em São Paulo. Os catadores serão orientados a levar suas carroças ao local da iniciativa – que ainda será definido – e, então, a equipe do Pimp My Carroça dará um trato no carrinho. Ele passará por uma reforma estrutural, ganhará itens de segurança – como retrovisores, buzinas e faixas refletivas – e, por fim, será grafitado por reconhecidos profissionais, com frases enviadas pelo público.

Os carroceiros não vão ficar fora dessa e também receberão uma “tunada” no pit stop do Pimp My Carroça. Eles ganharão camiseta do projeto, um “rango” caprichado e, ainda, passarão por um clínico geral e um oftalmologista, além de conversar com um especialista em dependência química. No fim do dia, quando todos as carroças já estiverem “pimpadas”, acontecerá a Carroceata, uma exposição ambulante com os carrinhos e catadores que participaram do projeto.

Gostou do projeto? Então, ajude-o através da ferramenta de financiamento coletivo Catarse. A intenção é montar uma ação para atingir vários catadores, durante a Virada Sustentável de São Paulo.Para conseguir financiamento, a galera do projeto precisa arrecadar R$ 38.200 no site, via crowdfunding, até 10/05. E você pode doar aqui quantias a partir de R$ 15.

 

Assista, abaixo o vídeo do projeto Pimp My Carroça.

 

Já no vídeo abaixo, o grafiteiro Mundano explica como as artes das carroças dos catadores ajudam a deixar eles menos invisíveis na dinâmica urbana (o artista já pintou, fora do projeto, cerca de 150 carroças).

 

Para contribuir para o projeto:

http://catarse.me/pt/projects/582-pimp-my-carroca

Contato para críticas, sugestões e parcerias: pimpmycarroca [arroba] gmail [ponto] com

Acompanhe as novidades do PIMP MY CARROÇA seguindo o idealizador do projeto no twitter @mundano_sp e curtindo a página oficial do projeto: http://www.facebook.com/pages/Mundano/335663696447453

 

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Chalk It Up – Caixa de giz multifuncional

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Chalk It Up – Caixa de giz multifuncional

Postado em 27 março 2012 por Elisa Quartim

Chalk It Up é uma caixa de giz multifuncional que tem o objetivo de ser ambientalmente correta e interativo com o usuário.
A caixa, por ter um uso secundário, acaba minimizando o seu impacto pois aumenta a sua vida útil.

O giz em si é colocado individualmente dentro de um prisma triangular que impede o giz de quebrar quando cai ou quando é transportado.

 

A embalagem é feita com o mesmo material usado para o quadro negro, tornando-se uma superfície para criar pequenas obras de arte e incentivando a criatividade.

Estas caixas são feitas para serem guardadas e reutilizados.

O design é de Sarah Minnerly

 

Fonte:

http://www.sarahminnerly.com/

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Madeira plástica feita com embalagens

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Madeira plástica feita com embalagens

Postado em 23 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A madeira plástica (wood plastic composite – WPC) é proveniente da reciclagem do PE e outros resíduos vegetais, animais, minerais e industriais. Esses resíduos garantem a consistência e a aparência da madeira natural. Além disso é reciclável, a serragem que sobra do corte pode virar madeira novamente. Em geral utiliza embalagens de PEAD, que tem um valor baixo no mercado de reciclagem e acabam sendo indo para os aterros.

No IMA (Instituto de Macromoléculas) da UFRJ, desenvolveu a IMAWOOD onde também recicla as sacolinhas plásticas em uma pareceria com os catadores de Gramacho. Para cada 700kg de Madeira 1 (uma) árvore grande adulta é preservada. E a cada 700kg de madeira plastica 180 mil sacolas plasticas saem da natureza (números aproximados)

Com o aumento drástico de lixo nos aterros sanitários, a madeira plástica – ou sintética, se torna uma boa solução e é uma forma de valorizar esse material no mercado da reciclagem.

 

Uso e aplicações

As madeiras plásticas tem aparência rústica e pode ter vários tons de cores. Reproduzem as espécies naturais como tabaco, pau-brasil e outras. Com boa resistência à umidade, a madeira de plástico é indicada para construções ao ar livre, como bancos de praça, decks, marinas.

 

Banco de praça

Deck piscina

 

Outra possível aplicação da madeira plástica é em tampas de bueiro, frequentemente furtadas devido ao preço elevado do ferro.

Tamba bueiro

Por serem resistentes também são usadas como pallets de madeira e dormentes para a linha ferroviária.

 

Pallets

Dormentes

Os custos para manutenção são reduzidos. Fácil de limpar, basta  água e sabão, por isso acaba sendo a prova de pichadores. Dispensa o uso de lixas e vernizes. Pode ser pintada, colada, pregada, aparafusada, encerada e manuseada com os equipamentos – de alto giro, da madeira natural.

 

 

Processo de fabricação

O processo de fabricação dos mobiliário verde tem início com a separação dos vários tipos de resíduo plástico que posteriormente é moído, lavado e seco.

Depois de derretido, moldado e resfriado, o material já está pronto para o uso. Diferentes tipos de madeira plástica podem sem fabricados a partir desse mesmo processo, inclusive com tonalidades próximas às de madeira natural, dependendo apenas da utilização que se dará a cada produto.

Além de poder se novamente reciclada, outra vantagem da madeira plástica é sua durabilidade que pode chegar a 5 décadas.

 

Vejam o vídeo do do Programa Cidade e Soluções falando sobre a Madeira Plástica

Alguns fabricantes nacionais de madeira plástica

http://www.polyrio.com.br/

http://www.ecowoodrio.com.br/

http://deutschsul.com.br/

http://www.madeiraplastica.allpex.com.br/

http://www.madeplast.com.br/

http://www.wisewood.com.br/

http://www.reciplast.org

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Livro – Cradle to Cradle

Postado em 20 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

Cradle to Cradle. Remaking the way we make things de William Mcdonough e Michael Braungart.

Livro do arquiteto William McDonough e do químico Michael Braungart, é um manifesto pedindo a transformação da indústria humana através de um design ecologicamente inteligente. Fala que o sistema industrial que hoje apenas toma, faz e joga fora (takes, makes and wastes) pode se tornar um criador de bens e serviços que geram valor ecológico, social e econômico.

Cradle to Cradle é fala sobre mudar o nosso sistema baseado no berço ao túmulo (sistemas que não consideram a utilização ou eliminação do produto (e seus materiais) depois que o consumidor o utiliza. Eles mostram como resído pode ser “comida” e retornar para os nossos sistemas técnicos (bens de consumo) e os sistemas naturais (edifício do solo, qualidade da água, ect.). Trata-se de “refazer a maneira como fazemos as coisas.”

Um dos temas-chave do livro é que apenas minimizar os danos não é bom o suficiente. Em vez disso, os autores propõem que mudemos os nossos processos de design de modo que a reutilização e a inserção de materiais pós consumo sejam construídos diretamente no processo de criação. Em vez de minimizar resíduos, podemos criar valor.

Cradle to Cradle vai além da noção de ter a reciclagem como etapa final em um fluxo de processo. O livro se baseia na ideia de que os resíduos não precisam existir. Nós podemos projetar nossas vidas e produtos em torno da noção que nossos resíduos podem voltar a alimentar outro sistema. Desde a maneira como vivemos até como projetamos e produzimos nossos bens.

O mundo natural fornece o modelo para o que os autores sugerem. O uso de nutrientes naturais, como energia solar e eólica pode ser observado desde a vida de um inseta até uma cerejeira. Eles sugerem que a chave é trabalhar junto, e não contra. A natureza respeita a biodiversidade, a elegância e abundância do que está ao nosso redor. E devemos começar nosso processo de design com a noção de que há uma coisa chamada resíduo.
Indústrias que respeitem a diversidade se envolvem com materiais locais e seus fluxos de energia, junto com as forças locais sociais, culturais e econômicas. Em vez de ver-se como entidades autônomas, sem relação com a cultura ou a paisagem em torno deles.

Ao longo do livro ele discute a noção dos princípios de design que podem ser perigosos. Como o “downcycling” (reciclagem com perda de qualidade técnica), que apenas adia o problema. Os produtos se tornam cada vez mais instáveis (e ambientalmente problemáticos) quando são reciclados.

Ele detalha sobre o que significa projetar produto com design que é apenas menos ruim, mas sim 100% bom. Os autores olham para a arquitetura e como podemos projetar construções que levam em conta a diversidade das suas configurações, e as necessidades naturais de seus habitantes.

O livro termina com “Cinco Passos para o Eco-efetividade”, um resumo elegante de como colocar os princípios filosóficos discutidos no livro em prática. Algumas delas, como “Passo 2: Siga informadas preferências pessoais” pode parecer um pouco incomum, defendendo que usamos o nosso sentido estético, as nossas observações e nosso próprio senso de prazer para orientar nossas decisões de design. Enquanto outros, como “Passo 4: reinventar” pode parecer demasiado amplo para o leitor médio. No entanto, o livro é cheio de exemplos específicos, principalmente da indústria, que é fácil imaginar o que eles estão defendendo a funcionar na prática.

Afinal, o próprio livro não é apenas projetado para se encaixar na filosofia do “berço ao berço”, também está escrito de uma forma que é fácil de ler, linguisticamente elegante e atraente.

Direcionado para designers, engenheiros e formadores de opinião. O texto é claro, simples e adequado para todos os níveis de conhecimento. Cada leitor encontrará coisas diferentes no livro. Ele serve como um guia para o desenvolvimento sustentável. Desde o seu lançamento em 2002 tem influenciado várias pessoas a repensar os seus processos.

Sobre o livro

A edição americana, publicada em 2002, é um exemplo prático do que é pregado no livro. Eles consideraram tudo, desde o “papel”, tinta, cola, e fim de vida dos materiais. Impresso em papel sintético, feito a partir de resinas plásticas e fibras inorgânicas. É a prova d’água e durável. Não usa fibras de madeira ou tintas feitas com materiais perigosos.

Não apenas pode ser reciclado como também é considerado como um nutriente técnico, pois pode ser reutilizado indefinidamente e transformado em outros livros. O design é de Charles Melcher da Melcher Media.

Já a edição inglesa, de 2008, eles escolheram produzir o livro com papel reciclado e certificação FSC. Na introdução do livro eles explicam a mudança. Na edição americana de 2002 eles queriam demonstrar que a mudança era possível e funcionava. O livro de papel sintético, segundo eles, não é economicamente viável, ainda mais se quem compra vai guardá-lo para sempre e não vai reaproveitar o material. Faria mais sentido para jornais e revistas que, após serem lidos, seriam devolvidos para a reciclagem. A tinta pode ser lavada e reutilizar a página. Não é melhor ou pior, apenas algo para se pensar.

 

Sobre os autores

William McDonough é arquiteto, e o principal fundador da William McDonough + Partners, Arquitetura e Design Comunidade, com sede em Charlottesville, Virgínia. De 1994 a 1999 atuou como reitor da escola de arquitetura na Universidade de Virginia. Em 1999 a revista Time reconheceu-o como um “Herói para o Planeta”, afirmando que “seu utopismo é baseada em uma filosofia que, demonstrada de maneira prática, está mudando o design do mundo.” Em 1996, ele recebeu o Prêmio Presidential Award for Sustainable Development, a mais alta honraria ambiental dada pelos Estados Unidos.

Michael Braungart é um químico e fundador da Environmental Protection Encouragement Agency (EPEA), em Hamburgo, Alemanha. Antes de iniciar EPEA, ele era o diretor da seção de química do Greenpeace. Desde 1984 ele tem dado palestras em universidades, empresas e instituições de todo o mundo sobre os novos conceitos críticos para a química ecológica e gestão de fluxo de materiais. Dr. Braungart é o destinatário de inúmeras homenagens, prêmios e bolsas de estudo da Fundação Heinz, a W. Alton Jones Foundation e outras organizações.

Em 1995, os autores criaram McDonough Braungart Design Chemistry, uma empresa de desenvolvimento de produto e sistemas que auxilia as empresas na implementação de seu protocolo de design sustentável. Seus clientes incluem a Ford Motor Company, a Nike, Herman Miller, a BASF, DesignTex, Pendleton, Volvo, e a cidade de Chicago. O site da empresa é www.mbdc.com

Estrutura do livro

  1. This book is not a tree (edição americana)
    Introduction to the 2008 Edition (edição inglesa)
  2. Why being “Less Bad” is no good
  3. Eco-effectiveness
  4. Waste Equals Food
  5. Respect Diversity
  6. Putting Eco-Effectiveness into Practice

Ficha técnica

Título: Cradle to Cradle: Remaking the way we make things.
Autor
: William Mcdonough e Michael Braungart
Editora: North Point Press
Formato: 208 páginas, 14,4 x 22,3 cm
ISBN: 9780865475878
Edição:
1ª 2002 (North Point Press – EUA)
2ª 2008 (Vintage – Inglaterra)
ABNT: MCDONOUGH, William; BRAUNGART, Michael. Cradle to Cradle: Remaking the way we make things. Edição 1 ed.. Nova Iorque: North Point Press, 2002. ISBN 9780865475878.

Compre Aqui:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=9094&tipo=25&nitem=618293

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Recycle, linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes

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Recycle, linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes

Postado em 13 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

Recycle é a linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes confeccionados com matéria prima sustentáveis e que podem ser recicladas. Os modelos são produzidos com materiais reciclados, em lona e couro ecológico.

O lançamento aconteceu na Francal 2011. Para o lançamento, fizeram uma embalagem com a própria garrafa PET recortada.

 

E para comunicar o conceito da coleção, todo o material de PDV (caixinhas, tags, impressos) foram confeccionados com material reciclado.

O piso do stand foi 100% produzido em plástico reciclado e as paredes foram montadas com pó de serragem compactada, que é reciclada e reciclável. Para a montagem do stand era necessário juntar pelo menos 1000 garrafas de PET da Coca-Cola para produzir a decoração do stand.

Em uma ação organizada pela Invento Propaganda, que tinha 1 semana para arrecadar as garrafas, organizaram uma campanha entre os estudantes da cidade de Picada Café – RS, aonde fica a fábrica da  Sugar Shoes. Quem levasse duas garrafas ganhava um lápis da marca feito a partir da reciclagem de potinhos de iogurte.

Vejam o video do lançamento.

A Coca-Cola Shoes é uma parceria com a empresa gaúcha Sugar Shoes.

 

Impacto ambiental do tênis

Você já parou para pensar no impacto ambiental que um simples par de tênis causa na natureza? O tênis precisa de cuidados especiais na hora do descarte e é nossa responsabilidade cuidar para que isso aconteça. O tempo de desgaste de um tênis varia de acordo com sua marca

Em geral um tênis pode demorar de seis meses a um ano para se decompor, isso varia de acordo com o tipo de tecido. Já para a borracha da sola não existe tempo determinado de decomposição, porém em algumas pesquisas já encontrei dados que colocam uma estimativa de aproximadamente 600 anos.

Para fazer a reciclagem de seu tênis velho basta separar os materiais com uma tesoura e colocá-los em suas respectivas latas de coleta seletiva.

Ou, se enjou e ele ainda está em bom estado, que tal doar. Assim levará muito mais tempo para começar o processo de decomposição.

 

Fontes:

http://sustentavel20.wordpress.com/

http://www.inventopropaganda.com.br/

http://www.cocacolashoes.com.br/

www.facebook.com/CocaColaShoes

http://www.modatenis.com.br/

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