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São Paulo deixa de oferecer sacolas plásticas gratuitas aos clientes.

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São Paulo deixa de oferecer sacolas plásticas gratuitas aos clientes.

Postado em 23 Janeiro 2012 por Elisa Quartim

A partir do dia 25 de janeiro, aniversário da maior cidade paulista, as redes filiadas à Apas se comprometeram a não mais oferecer de graça as sacolinhas plásticas. A iniciativa faz parte da campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco”, em parceria com o governo estadual, e deve alcançar cerca de 30 milhões de pessoas.

Os supermercados oferecerão, como alternativa, sacolas biodegradáveis, feitas de amido de milho e sacolas reutilizáveis a um custo de R$ 0,20. Porém essas sacolas não são o foco da campanha. A ideia é reduzir drasticamente a sacola descartável e incentivar outras opções reutilizáveis, como sacolas, caixas, carrinhos ou reaproveitar as caixas de transporte do produtos que chegam aos supermercados.


O fim das sacolinhas gratuitas é um tema recorrente. Vários municípios paulistas começaram a votar leis, sancionadas pelos prefeitos, proibindo o uso das sacolas plásticas nos últimos três anos. Essas leis, no entanto, foram alvo de Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) por parte do Procon, indústrias e sindicatos dos fornecedores, e acabaram sendo abandonadas.

Na cidade de São Paulo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), derrubou recurso da Prefeitura de São Paulo e manteve liminar do setor do plástico que suspende a lei municipal que proíbe a distribuição e a venda de sacolinhas plásticas no comércio varejista da cidade.

Por isso a Apas e o Governo de São Paulo adotou o caminho da conscientização dos consumidores sobre o problema e estabeleceu a campanha de forma voluntária. A medida não possui força de lei, mas espera-se uma grande adesão já que grandes redes tais como Carrefour, Pão de Açúcar e Walmart, apoiam a ação.

Os supermercados da Apas estão presentes em mais de 150 cidades e são responsáveis por 90% do faturamento da cadeia de varejo.

Muitos já estão preparados para essa mudança e já costumam utilizar outras alternativas às sacolinhas plásticas. Nós já escrevemos sobre algumas dessas alternativas vejam aqui. Mas uma dúvida recorrente que fica é como descartar o lixo caseiro. Primeiro, as sacolinhas nunca foram a única alternativa para se descartar o lixo. Já existem no mercado sacos de plástico para o lixo feitos com plástico reciclado ou, mais recentemente, de fonte renovável. As sacolinhas são feitas de resina virgem, e mesmo que sirvam como saquinhos de lixo é um desperdício ser reutilizada apenas uma vez. Uma opção para o lixo seco é fazer um saquinho de jornal, feito a partir de uma dobradura de um copinho, usando a técnica de origami. Dica com passo a passo do Greenvana.

A meta é reduzir o consumo das sacolas em 30% até 2013 e em 40% até 2015, considerando a produção de 2010 (14 bilhões).
A ideia ganhou o apoio do Ministério do Meio Ambiente e deve se expandir para outros estados. A partir de 15 de março, a segunda fase da iniciativa, em parceria com a Apas e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), será lançada nacionalmente.

Saiba mais sobre a campanha:

http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/

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Aterro Sanitário Sítio São João

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Aterro Sanitário Sítio São João

Postado em 02 Dezembro 2011 por Elisa Quartim

No dia 1º de novembro visitei o Aterro Sanitário Sítio São João e gostaria de mostrar para vocês.

O Aterro Sanitário Sítio São João, operado por regime de concessão pela EcoUrbis Ambiental S.A. desde outubro de 2004, abrange uma área de 82,4 hectares (824 mil metros quadrados) sendo que 50,0 hectares são destinados a disposição de resíduos sólidos, ou seja, 60,68% do espaço. Um dia esse espaço deve acabar e devemos desde agora separar o que é reciclável para prolongar o seu tempo de uso. Com a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, só poderá ir para o aterro o rejeito, que é tudo que não pode ser aproveitado ou reutilizado. Na visita pude ver que ainda estamos bem longe dessa realidade. Boa parte do lixo eram embalagens que poderiam ser recicladas.

O aterro, cujo início operacional data de dezembro de 1992, recebeu até novembro de 2009 cerca de 30.000.000 toneladas de resíduos.

Imagem de um dia de lixo sendo descarregado, de apenas uma parte da cidade de São Paulo.

A média diária de resíduos recebidos nos últimos anos foi de 7.000 toneladas e a geração de líquido percolado (chorume), transportado por carretas para o tratamento junto a SABESP, ultrapassavam os 1.800 m³ por dia.

O chorume não é tratado no local, ele é levado em caminhões para a SABESP para ser tratado e transformado em água de reúso.

Imagem da piscina de Chorume

 

Contribuindo para a redução de emissões de Gases do Efeito Estufa, o biogás, gerado através da decomposição dos resíduos, é captado e conduzido até a termelétrica a gás do Aterro, onde sua operação é de responsabilidade da empresa São João Energia Ambiental, que consome 12.000 m3/h de gás para a geração de 20 MWh de energia elétrica.

Mensalmente são emitidos relatórios de controle geotécnico, estudo de estabilidade do maciço e controle ambiental, com análise dos poços de monitoramento à montante e jusante, das águas de nascente e do chorume gerado.

 

Compensação Ambiental do Aterro São João

Os projetos de Compensação Ambiental do Aterro Sanitário Sítio São João foram desenvolvidos e implantados pela concessionária EcoUrbis Ambiental S/A que os assumiu ao iniciar seu contrato com a Prefeitura de São Paulo, para a coleta e destinação de resíduos sólidos domiciliares da região sudeste.

Como parte das compensações ambientais do aterro São João, a EcoUrbis já plantou cerca de 62.000 mudas de árvores de espécies nativas do planalto brasileiro, em uma área aproximada de 760.000 m²;

Também foi implantado um Viveiro de Mudas Nativas que desde abril de 2009 vem produzindo cerca de 80.000 mudas/ano destinadas para o plantio nos diversos projetos ambiental.


Imagem do Viveiro Florestal de Mudas Nativas EcoÍris

Central de Tratamento de resíduos Leste – CTL


Imagem Aterro Central de Tratamento de Resíduos Leste

A Central de Tratamento de Resíduos Leste, mais novo aterro da prefeitura de São Paulo, está inserida numa área total de 1.123.590,00 m², sendo 389.500 m² (34%) a área destinada para a disposição final dos resíduos sólidos urbanos. Recebe os resíduos domésticos gerados nas regiões Sul e Leste da cidade de São Paulo, atendendo assim mais de 6 milhões de habitantes;

A área total de plantio com árvores nativas, em cumprimento aos projetos de compensação ambiental, perfaz mais de 930.000 m² e já foram plantadas mais de 177.000 mudas. Após o término dos plantios de mudas nativas nas áreas de compensação
ambiental terão sido recuperados dentro do Município de São Paulo mais de 5,5 milhões de metros quadrados (aproximadamente 3,5 vezes o Parque do Ibirapuera, com 1,5 milhões de metros quadrados);


 Imagem Compensações Ambientais da CTL

Como compensação ambiental da CTL está sendo implantado o Parque Sapopemba com quadras e equipamentos de lazer e esportes no antigo Aterro de mesmo nome totalizando mais de 304.000 m², que serão entregues a população ainda este ano;

Também frutos das compensações ambientais serão pavimentadas diversas vias no entorno do aterro, dentre elas, Av. Sapopemba (5.400m), Av. Bento Guelfi (2.000m) e já foram concluídas as pavimentações das ruas do bairro Jardim Arantes (1.200m), totalizando 8.600m de pavimentação.

Através do programa de educação ambiental, Programa Ver de Perto, mais de 7.700 pessoas já participaram das palestras educativas promovidas pela EcoUrbis e visitas ao aterro sanitário e viveiro de mudas. A EcoUrbis já disponibilizou mais de 1000 mudas nativas para a comunidade dos bairros do entorno do aterro mostrando sua vocação concernente com sua responsabilidade ambiental.

100% do chorume gerado pelos aterros são transportados por carretas para as estações de tratamento da SABESP, de acordo com o Termo de Cooperação Técnica assinado entre a PMSP e SABESP.

Projeto de Biogás da CTL

O projeto de Biogás da CTL está em fase de enquadramento como MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) do Protocolo de Kyoto, perante a ONU (Organização das Nações Unidas). A tecnologia proposta para a exploração do gás bioquímico gerado no aterro
permitirá extrair e destruir o componente metano reduzindo significativamente a emanação de gases de efeito estufa para a atmosfera.

Estação de Queima de Biogás


Imagem do projeto da usina de Biogás

O equipamento principal do projeto é o queimador enclausurado (flare) que destrói o componente metano do gás de aterro sanitário com taxas acima de 98% de eficiência, reduzindo a emissão de odores e impactos ambientais adversos.

Usina Termoelétrica à Biogás

Imagem do Croqui ilustrativo do Projeto da Usina Termoelétrica à Biogás.

 

A Usina Termelétrica a Biogás (UTE) a ser instalada gerará aproximadamente 19,0 MW em seu pico de produção. Terá capacidade de transmitir mais de 160.000MW/ano de energia limpa para rede. A produção de energia limpa possibilitará a geração e comercialização dos créditos de carbono no mercado internacional.

Somente o projeto da CTL produzirá energia equivalente ao consumo de cerca de 300.000 habitantes. O projeto impulsionará o desenvolvimento regional sustentável, uma vez que dentre outros benefícios reduz as emissões de Gases de Efeito Estufa,
promove a geração de empregos e desenvolve tecnologias modernas de controle ambiental de aterros sanitários. O total de reduções durante o primeiro período (7 anos) na obtenção de créditos do projeto será de 5.372.779 toneladas de CO2e, aproximadamente
767.540 ton CO2e/ano que deixarão de ser emitidos par a atmosfera.

 

Como viram é bom saber como realmente deve ser um aterro. É uma obra de engenharia, e não apenas um terreno onde é jogado tudo o que a sociedade acha que não tem mais serventia. Em um aterro sanitário, é um grande controle das pessoas que trabalham no local e não há catadores trabalhando de forma insalubre. O ideal seria que todos fossem assim, mas infelizmente no Brasil, segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) mostram que cerca de 1.600 municípios brasileiros destinam seus resíduos em lixões e apenas 27,7% dos resíduos no Brasil vão, de fato, para aterros sanitários.

A Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), instituída em 2010, prevê a extinção dos lixões no Brasil até 2014. Vamos torcer!

 

Fonte: Ecourbis

www.abrelpe.org.br/

www.abrelpe.org.br/

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Água Crystal com garrafa que pode ser torcida

Postado em 16 Novembro 2011 por Elisa Quartim

A água Crystal, marca de águas da Coca-Cola Brasi, lançou no festival SWU, que acontece em novembro, em Paulínia (SP), a garrafa Crystal Eco. A garrafa Eco, também chamada de crushable, pode ser torcida pelo consumidor diminuindo assim em 37% o volume que ela ocupa, o que facilita bastante o transporte e a reciclagem.

Ela é produzida através do processo de sopro convencional, mas com pré-formas comcbase diferenciada, de modo que a distribuição e estrutura da garrafa garantam performance mecânica. A garrafa utiliza 20% menos PET que as versões anteriores e até 30% do PET feito a partir da cana de açúcar.

Ao mesmo tempo, a nova garrafa de Crystal também utiliza a tecnologia PlantBottle, na qual até 30% da matéria tem origem no etanol da cana de açúcar, e não no petróleo, reduzindo em cerca de 20% as emissões de dióxido de carbono.

 

No rótulo, a Crystal convida os consumidores a torcerem as embalagens após o consumo, o que reduz em 37% o volume das garrafas e facilita transporte e armazenagem das garrafas 100% recicláveis.

 O lançamento da Crystal Eco conta com o apoio de entidades como o Instituto Akatu, a Conservação Internacional, a SOS Mata Atlântica e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), cujas marcas estão estampadas no rótulo da garrafa.

Fonte:

http://www.pack.com.br/

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Hemp 4 Haiti – Embalagem reutilizável de fibra de cânhamo

Postado em 31 Outubro 2011 por Elisa Quartim

O designer americano Blake Lowther projetou uma embalagem reutilizável para enviar alimentos não perecíveis para as vítimas no Haiti. A ideia é enviar produtos com uma embalagem reutilizável, feito com uma das fibras naturais mais resistentes (a fibra de cânhamo) e, caso seja descartada, por ser uma fibra natural, é compostável. Elimina os resíduos e poluição ambiental que os produtos de ajuda aos desastres acabam deixando para trás. A embalagem é fabricada em instalações verde.

A embalagem é trabalhada à mão com cânhamo de alta qualidade, trançado de forma que pode ser facilmente desfiada depois que as mercadorias não perecíveis forem consumidas.  Uma vez desfiada, o cânhamo tem inúmeras aplicações práticas vitais para os esforços de ajuda. Levando o pacto em produtos de socorro, Hemp 4 fornece Haiti lutando comunidades com os meios para seguir em frente.

Junto à embalagem, vem uma etiqueta, identificando o produto enviado com uma foto. Ao desdobrar a etiqueta, há algumas sugestões de como reutilizar a embalagem e a fibra de cânhamo.

Não confundir o cânhamo com a maconha, cujo teor de THC (Tetraidrocanabinol) é bem superior ao do cânhamo, apesar de ambos pertencerem ao género Cannabis. A planta é integralmente utilizada para os mais diversos fins, mas destaca-se especialmente a sua fibra, também chamada de filame, muito usada na indústria de papel, pois um hectare de cânhamo produz o mesmo que quatro hectares de eucaliptos, num período de vinte anos.

Fonte:

http://www.behance.net/gallery/Hemp-4-Haiti-Project/

http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2nhamo

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Perdigão troca embalagens por ingressos e garante a sua reciclagem

Postado em 12 Outubro 2011 por Elisa Quartim

A Brasil Foods (BRF), uma das maiores empresas de alimentos do mundo, em parceria com a Maurício de Sousa Produções e a empresa de coleta de resíduos TerraCycle, está lançando uma promoção de cunhos ambiental e social.

Para engajar os seus consumidores em suas ações socioambientais, a marca decidiu explorar a sua parceria com a empresa de coleta de resíduos TerraCycle e desenvolveu, juntamente com a Maurício de Sousa Produções, uma promoção com os produtos da linha da Turma da Mônica Perdigão.

Para participar, basta comprar duas unidades dos produtos da linha Turma da Mônica Perdigão e trocar as embalagens por um ingresso infantil para o espetáculo “Turma da Mônica no Mundo do Circo”. Para mais detalhes sobre a promoção, acesse o site www.perdigaonocirco.com.br.

As embalagens coletadas serão enviadas para a TerraCycle e o que antes era resíduo, será reutilizado e transformado em matéria prima para produtos reciclados. Essa prática aumenta o ciclo de vida dos produtos e diminue a necessidade de extração de matérias primas e recursos naturais do meio ambiente.

Em geral, embalagens de produtos congelados são difíceis de reciclar, por serem multimateriais. Isso é necessário para proteger o produto da umidade presente nos congeladores. A TerraCycle tem cada vez mais se especializado em reaproveitar embalagens de difícil reciclagem, prolongando o seu ciclo de vida.

Desde de Outubro de 2010, a BRF voltou sua atenção para o descarte de suas embalagens, inaugurando a Brigada Perdigão através da parceria com a TerraCycle, que recebe embalagens de produtos congelados e potes de margarina enviados pelos próprios consumidores, através dos Times de Coleta. Com o descarte correto dos resíduos, os participantes arrecadam R$0,02 por embalagem e o valor acumulado é enviado para uma entidade sem fins lucrativos escolhida pelo Time de Coleta. Ou seja, a solução desenvolvida pela TerraCycle e pela BRF vai além dos esforços em prol do meio ambiente e extende-se para o campo social.

Na promoção desenvolvida com a Maurício de Souza Produções, o valor total arrecadado com as embalagens coletadas e trocadas por ingressos para o espetáculo da Turma da Mônica, será destinado para o time de coleta dos colaboradores da BRF em Nova Mutum (MT), que consequentemente ajudará a APAE local.

Fonte:

www.perdigaonocirco.com.br

http://www.brasilfoods.com

http:// www.terracycle.com.br

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Guactruck

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Guactruck – embalagem para comida de rua com design e sustentabilidade

Postado em 11 Outubro 2011 por Elisa Quartim

A Guactruck, empresa de alimentos na Manila, nas Filipinas, realizou um projeto de embalagem que permite mostrar a responsabilidade ambiental da empresa.

Inspirado nos tradicionais pontos de venda de comida vendida em caminhões nos EUA. Nesses locais a experiência é muito mais social do que gastronômica, onde acaba sendo um local para encontrar amigos e bater um papo enquanto espera a sua comida. Porém Michealle, Natassha e Micaela perceberam que além da qualidade da comida e do atendimento faltava uma atenção com o design,  estética e sustentabilidade, o que fez pensarem em um novo negócio.

Comer é uma atividade sensorial, pelo design e estética tem um papel na criação de uma experiência alimento completo, que em última análise reforça a sentido do cliente de bem-estar.

O design de suas embalagem concentra-se em criatividade e estética, bem como destaca o aspecto ambiental.

Usando apenas um pedaço de papelão, o design inspirado origami simples, sem cola ou plástico, se assemelha a um botão em uma flor desabrochando. O projeto reflete os ingredientes orgânicos usados pelos donos da Guactruck.

A embalagem encoraja a reciclagem ou reutilização. Para cada embalagem devolvida a pessoa recebe um carimbo, que, ao juntar 10 pontos, pode ser trocado por uma nova refeição. A Guactruck se responsabiliza pela reciclagem desses materiais.

 

Ciclo de vida

A Guactruck acredita que eles são responsáveis ​​por tudo o que sai do caminhão, desde os resíduos de alimentos até a embalagem.

Para garantir o cilco de vida de seus produtos eles se inspiraram nos cartões de fidelidade que incentiva os clientes a devolver as embalagens usadas para eles com o incentivo de obter uma refeição gratuita em troca de dez de embalagens retornadas.

A embalagem volta, então, ser enviado para os canais adequados para reciclagem. Desta forma, não só sensibilizam para a questão da embalagem sustentável e reciclagem, mas também cultivar um hábito de consumo consciente.

 

 Fonte: http://www.guactruck.com/

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ThianaSantos4

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Thiana Santos – Acessórios de moda e decoração com garrafa PET

Postado em 07 Outubro 2011 por Elisa Quartim

A pernambucana Thiana Santos, formada em Artes Plásticas pela UFBA, desenvolve acessórios de moda e decoração onde a principal matéria prima utilizada é a garrafa plástica em PET.

Thiana presta consultoria para trabalhos com grupos produtivos, sempre trazendo o conceito e a prática das questões ambientais como ferramenta para o desenvolvimento da produção artesanal.

Segundo ela, a análise do ciclo de vida, da embalagem e do transporte, a reciclagem após descarte e a matéria-prima utilizada são aspectos ecológicos que devem ser incluídos no desenvolvimento de produtos, industriais ou manufaturados.

Um desses produtos é o anel em PET fosco, escamado.

Nada é perdido no trabalho de Thiana, pedaços de pet que “sobram” de outras peças são reutilizados na produção de acessórios e podem virar um lindo colar como o Colar Retraços. Nada se perde, tudo se transforma! O que não é aproveitado é recolhido por catadores.

Para embalar os seus produtos, ela também desenvolveu uma embalagem feita com garrafa PET.

Vocês podem encontrar os produtos de Thiana Santos na loja Prazeres Accioly e Designersno Paço Alfandega em Recife, uma ótima opção para quem procura produtos diferenciados. Lá além de vender os seus produtos, ela fez o expositor para cintos e encharpes.

 

Veja video da reportagem da  TV Clube (Recife), produzido em novembro de 2007, com Thiana Santos

 

Vejam o video de demonstração dos produtos criados por Thiana Santos:

 

Mais informações:

http://tianasantos.blogspot.com/

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Interfitas EX-100

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Natal com laços prontos de papel Kraft

Postado em 13 Setembro 2011 por Elisa Quartim

Já estamos no segundo semestre e muitas empresas já tem que decidir qual será o brinde de final de ano, mas já pensaram qual será a embalagem?

A Interfitas faz laços que se abrem em segundos e decoram presentes fabricados com materiais naturais e biodegradáveis!
Feito com papel Kraft com certificação de origem, tinta à base de água e cordão de algodão.

O laço ou a fita decorativa de plástico em geral vai para o lixo após o uso, e se não for seletivamente reciclado, permanece no lixão uma centena de anos. Com o Laço Pronto da Interfitas isso não ocorre. Os matérias degradam-se em alguns meses se não forem reciclados, reutilizados ou reaproveitado.

É um produto exclusivamente brasileiro de uma indústria 100% nacional, estabelecida em São Paulo desde 1991, e principal fornecedora para atacadistas e varejistas do mercado brasileiro.

A Interfitas é uma indústria 100%  brasileira estabelecida desde 1991 em São Paulo, regulamentada e cumpridora de obrigações tributárias, fiscais e com mão de obra local registrada. Como toda indústria brasileira cumpridora de obrigações eles estão lutando contra o produto chinês.

Também produzem sacolas de papel Kraft vendidas com o Laço Pronto para fechamento simples e rápido de presentes.

Veja mais em www.interfitas.com.br

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pet_luz01

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Iluminação com garrafa PET

Postado em 05 Setembro 2011 por Elisa Quartim

O mecânico de Uberaba, Alfredo Moser, desenvolveu uma forma de iluminação ecológica a partir de garrafas PET e água para lugares com pouca iluminação que, mesmo durante o dia, precisa acender a luz.

Pegue uma garrafa PET transparente e encha de água limpa. Adicione um pouquinho de água sanitária ou cloro, tampe bem e proteja a tampa para que não haja ressecamento.

O ressecamento causado pelos raios luminosos poderá diminuir a vida útil do aparato, por isso torna-se necessário proteger a tampa da garrafa.

Faça furos no telhado e fixe as garrafas com massa de vidraceiro, tomando cuidado para vedar completamente o envolto das garrafas. Lembre-se que se o vedamento não for bem feito eventuais chuvas poderão causar gotejamento.

A iluminação instalada pelo Sr. Alfredo equivale a uma lâmpada entre 40 e 60w, sem gastar um centavo com energia elétrica.

A solução se espalhou e hoje até o Parque Ecológico Chico Mendes adotou a alternativa.

A reportagem é do Globo Repórter do dia 25/05/2007. Vejam o filme:

Fonte:

http://ambienteecologico.blogspot.com/
http://www.amanhaverde.com.br/

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sacola_jogo_Lee4

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Sacola de papel multifuncional

Postado em 31 Agosto 2011 por Elisa Quartim

Em tempos de proibição de sacolas plásticas, criou-se uma necessidade de se criar novas formas de transportar as compras. Que tal uma opção multifuncional? Com mais de uma opção de uso o seu descarte é adiado ao máximo.

O estúdio Happy desenvolveu uma sacola de papel para a Lee, que depois de usar para carregar sua roupa, ela pode ser usada como jogo de tabuleiro, porta lápis, avisos, calendário e por aí vai.

Fonte:

http://gameanalyticz.blogspot.com/2011/06/sacola-de-papel-com-boardgame-acopaldo.html

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