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Livro – Cradle to Cradle

Postado em 20 Fevereiro 2012 por Elisa Quartim

Cradle to Cradle. Remaking the way we make things de William Mcdonough e Michael Braungart.

Livro do arquiteto William McDonough e do químico Michael Braungart, é um manifesto pedindo a transformação da indústria humana através de um design ecologicamente inteligente. Fala que o sistema industrial que hoje apenas toma, faz e joga fora (takes, makes and wastes) pode se tornar um criador de bens e serviços que geram valor ecológico, social e econômico.

Cradle to Cradle é fala sobre mudar o nosso sistema baseado no berço ao túmulo (sistemas que não consideram a utilização ou eliminação do produto (e seus materiais) depois que o consumidor o utiliza. Eles mostram como resído pode ser “comida” e retornar para os nossos sistemas técnicos (bens de consumo) e os sistemas naturais (edifício do solo, qualidade da água, ect.). Trata-se de “refazer a maneira como fazemos as coisas.”

Um dos temas-chave do livro é que apenas minimizar os danos não é bom o suficiente. Em vez disso, os autores propõem que mudemos os nossos processos de design de modo que a reutilização e a inserção de materiais pós consumo sejam construídos diretamente no processo de criação. Em vez de minimizar resíduos, podemos criar valor.

Cradle to Cradle vai além da noção de ter a reciclagem como etapa final em um fluxo de processo. O livro se baseia na ideia de que os resíduos não precisam existir. Nós podemos projetar nossas vidas e produtos em torno da noção que nossos resíduos podem voltar a alimentar outro sistema. Desde a maneira como vivemos até como projetamos e produzimos nossos bens.

O mundo natural fornece o modelo para o que os autores sugerem. O uso de nutrientes naturais, como energia solar e eólica pode ser observado desde a vida de um inseta até uma cerejeira. Eles sugerem que a chave é trabalhar junto, e não contra. A natureza respeita a biodiversidade, a elegância e abundância do que está ao nosso redor. E devemos começar nosso processo de design com a noção de que há uma coisa chamada resíduo.
Indústrias que respeitem a diversidade se envolvem com materiais locais e seus fluxos de energia, junto com as forças locais sociais, culturais e econômicas. Em vez de ver-se como entidades autônomas, sem relação com a cultura ou a paisagem em torno deles.

Ao longo do livro ele discute a noção dos princípios de design que podem ser perigosos. Como o “downcycling” (reciclagem com perda de qualidade técnica), que apenas adia o problema. Os produtos se tornam cada vez mais instáveis (e ambientalmente problemáticos) quando são reciclados.

Ele detalha sobre o que significa projetar produto com design que é apenas menos ruim, mas sim 100% bom. Os autores olham para a arquitetura e como podemos projetar construções que levam em conta a diversidade das suas configurações, e as necessidades naturais de seus habitantes.

O livro termina com “Cinco Passos para o Eco-efetividade”, um resumo elegante de como colocar os princípios filosóficos discutidos no livro em prática. Algumas delas, como “Passo 2: Siga informadas preferências pessoais” pode parecer um pouco incomum, defendendo que usamos o nosso sentido estético, as nossas observações e nosso próprio senso de prazer para orientar nossas decisões de design. Enquanto outros, como “Passo 4: reinventar” pode parecer demasiado amplo para o leitor médio. No entanto, o livro é cheio de exemplos específicos, principalmente da indústria, que é fácil imaginar o que eles estão defendendo a funcionar na prática.

Afinal, o próprio livro não é apenas projetado para se encaixar na filosofia do “berço ao berço”, também está escrito de uma forma que é fácil de ler, linguisticamente elegante e atraente.

Direcionado para designers, engenheiros e formadores de opinião. O texto é claro, simples e adequado para todos os níveis de conhecimento. Cada leitor encontrará coisas diferentes no livro. Ele serve como um guia para o desenvolvimento sustentável. Desde o seu lançamento em 2002 tem influenciado várias pessoas a repensar os seus processos.

Sobre o livro

A edição americana, publicada em 2002, é um exemplo prático do que é pregado no livro. Eles consideraram tudo, desde o “papel”, tinta, cola, e fim de vida dos materiais. Impresso em papel sintético, feito a partir de resinas plásticas e fibras inorgânicas. É a prova d’água e durável. Não usa fibras de madeira ou tintas feitas com materiais perigosos.

Não apenas pode ser reciclado como também é considerado como um nutriente técnico, pois pode ser reutilizado indefinidamente e transformado em outros livros. O design é de Charles Melcher da Melcher Media.

Já a edição inglesa, de 2008, eles escolheram produzir o livro com papel reciclado e certificação FSC. Na introdução do livro eles explicam a mudança. Na edição americana de 2002 eles queriam demonstrar que a mudança era possível e funcionava. O livro de papel sintético, segundo eles, não é economicamente viável, ainda mais se quem compra vai guardá-lo para sempre e não vai reaproveitar o material. Faria mais sentido para jornais e revistas que, após serem lidos, seriam devolvidos para a reciclagem. A tinta pode ser lavada e reutilizar a página. Não é melhor ou pior, apenas algo para se pensar.

 

Sobre os autores

William McDonough é arquiteto, e o principal fundador da William McDonough + Partners, Arquitetura e Design Comunidade, com sede em Charlottesville, Virgínia. De 1994 a 1999 atuou como reitor da escola de arquitetura na Universidade de Virginia. Em 1999 a revista Time reconheceu-o como um “Herói para o Planeta”, afirmando que “seu utopismo é baseada em uma filosofia que, demonstrada de maneira prática, está mudando o design do mundo.” Em 1996, ele recebeu o Prêmio Presidential Award for Sustainable Development, a mais alta honraria ambiental dada pelos Estados Unidos.

Michael Braungart é um químico e fundador da Environmental Protection Encouragement Agency (EPEA), em Hamburgo, Alemanha. Antes de iniciar EPEA, ele era o diretor da seção de química do Greenpeace. Desde 1984 ele tem dado palestras em universidades, empresas e instituições de todo o mundo sobre os novos conceitos críticos para a química ecológica e gestão de fluxo de materiais. Dr. Braungart é o destinatário de inúmeras homenagens, prêmios e bolsas de estudo da Fundação Heinz, a W. Alton Jones Foundation e outras organizações.

Em 1995, os autores criaram McDonough Braungart Design Chemistry, uma empresa de desenvolvimento de produto e sistemas que auxilia as empresas na implementação de seu protocolo de design sustentável. Seus clientes incluem a Ford Motor Company, a Nike, Herman Miller, a BASF, DesignTex, Pendleton, Volvo, e a cidade de Chicago. O site da empresa é www.mbdc.com

Estrutura do livro

  1. This book is not a tree (edição americana)
    Introduction to the 2008 Edition (edição inglesa)
  2. Why being “Less Bad” is no good
  3. Eco-effectiveness
  4. Waste Equals Food
  5. Respect Diversity
  6. Putting Eco-Effectiveness into Practice

Ficha técnica

Título: Cradle to Cradle: Remaking the way we make things.
Autor
: William Mcdonough e Michael Braungart
Editora: North Point Press
Formato: 208 páginas, 14,4 x 22,3 cm
ISBN: 9780865475878
Edição:
1ª 2002 (North Point Press – EUA)
2ª 2008 (Vintage – Inglaterra)
ABNT: MCDONOUGH, William; BRAUNGART, Michael. Cradle to Cradle: Remaking the way we make things. Edição 1 ed.. Nova Iorque: North Point Press, 2002. ISBN 9780865475878.

Compre Aqui:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=9094&tipo=25&nitem=618293

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Recycle, linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes

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Recycle, linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes

Postado em 13 Fevereiro 2012 por Elisa Quartim

Recycle é a linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes confeccionados com matéria prima sustentáveis e que podem ser recicladas. Os modelos são produzidos com materiais reciclados, em lona e couro ecológico.

O lançamento aconteceu na Francal 2011. Para o lançamento, fizeram uma embalagem com a própria garrafa PET recortada.

 

E para comunicar o conceito da coleção, todo o material de PDV (caixinhas, tags, impressos) foram confeccionados com material reciclado.

O piso do stand foi 100% produzido em plástico reciclado e as paredes foram montadas com pó de serragem compactada, que é reciclada e reciclável. Para a montagem do stand era necessário juntar pelo menos 1000 garrafas de PET da Coca-Cola para produzir a decoração do stand.

Em uma ação organizada pela Invento Propaganda, que tinha 1 semana para arrecadar as garrafas, organizaram uma campanha entre os estudantes da cidade de Picada Café – RS, aonde fica a fábrica da  Sugar Shoes. Quem levasse duas garrafas ganhava um lápis da marca feito a partir da reciclagem de potinhos de iogurte.

Vejam o video do lançamento.

A Coca-Cola Shoes é uma parceria com a empresa gaúcha Sugar Shoes.

 

Impacto ambiental do tênis

Você já parou para pensar no impacto ambiental que um simples par de tênis causa na natureza? O tênis precisa de cuidados especiais na hora do descarte e é nossa responsabilidade cuidar para que isso aconteça. O tempo de desgaste de um tênis varia de acordo com sua marca

Em geral um tênis pode demorar de seis meses a um ano para se decompor, isso varia de acordo com o tipo de tecido. Já para a borracha da sola não existe tempo determinado de decomposição, porém em algumas pesquisas já encontrei dados que colocam uma estimativa de aproximadamente 600 anos.

Para fazer a reciclagem de seu tênis velho basta separar os materiais com uma tesoura e colocá-los em suas respectivas latas de coleta seletiva.

Ou, se enjou e ele ainda está em bom estado, que tal doar. Assim levará muito mais tempo para começar o processo de decomposição.

 

Fontes:

http://sustentavel20.wordpress.com/

http://www.inventopropaganda.com.br/

http://www.cocacolashoes.com.br/

www.facebook.com/CocaColaShoes

http://www.modatenis.com.br/

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Caixa Checkout, uma alternativa às sacolas

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Caixa Checkout, uma alternativa às sacolas

Postado em 09 Fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A Jari Celulose, Papel e Embalagens, empresa do Grupo Orsa, coloca no mercado uma nova opção retornável para levar as compras para casa. Uma outra forma para substituir as sacolas pláticas descartáveis e criada para atender ao varejista que quer oferecer aos seus clientes opções para levar suas compras.

A Checkout é produzida em papelão micro-ondulado, matéria-prima proveniente de fontes renováveis, reciclável e biodegradável.

 As vantagens da Checkout são a facilidade na montagem, praticidade no empilhamento, resistência e forte apelo visual. Ela é fácil de estocar e suporta com segurança até 15 quilos.

Suas laterais podem ser customizadas com a impressão de logomarcas e/ou mensagens em até seis cores ou cinco cores+verniz e funciona também como um canal de mídia.

 

Sobre o Grupo Orsa

Uma das principais organizações brasileiras nos setores de madeira, celulose, papel e embalagens, com atuação também no mercado de produtos florestais não madeireiros, o Grupo Orsa traz a sustentabilidade como eixo de sua estratégia de negócios. Com capital 100% nacional, tornou-se referência mundial em manejo sustentável de floresta tropical nativa por suas operações em 545 mil hectares na região Amazônica do Vale do Jari, localizado entre os estados do Pará e do Amapá.

As empresas do Grupo – Jari Celulose, Papel e Embalagens; Orsa Florestal; Ouro Verde Amazônia e Fundação Orsa – atuam de forma integrada, em linha com o conceito internacional dos 3Ps (People – Pessoas, Profit – Lucro e Planet – Planeta), incorporando modelos de ação economicamente viáveis, socialmente justos e ambientalmente corretos.

 

Fonte:

http://www.pack.com.br/blog

http://www.portaldaembalagem.com.br/

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Lemnis Lighting – embalagem e cúpula de abajur.

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Lemnis Lighting – embalagem e cúpula de abajur.

Postado em 02 Fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A empresa holandesa Lemnis Lighting, fabricante de lâmpadas de última geração, desenvolveu junto com a Celery Design uma embalagem que comunicasse os diferenciais de sustentabilidade da lâmpada mais econômica.

As lâmpadas consomem 90% a menos de energia comparadas às lâmpadas incandescentes e quase a metade de energia, quando comparadas às lâmpadas fluorescentes (CFL). Além disso, elas duram 35 anos (8 vezes mais que a fluorescentes) e não contém mercúrio tóxico. É um produto mais caro (25 dólares), mas a longo prazo, cada lâmpada representa a economia de cerca de 250 dólares para o usuário.

O projeto foi feito com um processo de design holístico e a exploração abrangente da marca. Foi pensado na pré-produção e na pós-produção.

Um produto com esse preço não deveria ser apresentado da mesma forma que uma lâmpada de um dólar. A uma tecnologia melhor e a experiência do usuário deveria refletir isso. Portanto, em vez de cores berrantes e elementos que pertubam, a embalagem Lemnis é limpa e delicada, com bastante espaço vazio e imagens repousantes.

O formato escolhido foi uma pirâmide truncada, que se destaca nas prateleiras e acomoda firmemente a lâmpada em seu interior. O formato é uma referência ao nome da lâmpada que é Pharoz, em homenagem ao farl que foi uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Ela também se encaixa confortavelmente nos contêineres de embarque, o que faz dela uma solução boa de “design para a distribuição”.

O papel é 100% reciclado pós-consumo. E o formato foi estudado para caber seis caixas em uma folha de impressão.

A caixa também é dobrada e fechada sem uso de adesivo, o que facilita a reciclagem.

Foi imaginado todos os destinos possíveis para a embalagem e chegaram a conclusão de que o melhor destino possível seria manter a embalagem perto da lâmpada para qual ela foi feita. Dessa forma, foi projetada para que o consumidor pudesse desdobrá-la, virá-la ao contrário e usá-la como cúpula de abajur.

A caixa-pirâmide é mais cara que uma caixa retangular padrão usada para lâmpadas incandescentes ou as embalagens blister usadas para as fluerescentes compactas, apesar do aproveitamento de papel. Mas ela não é mais cara por ter seu preço embutido como uma porcentagem no custo da lâmpada e oferece um verdadeiro diferenciaç no mercado e um valor duradouro da marca.

O processo de design mudou a forma como a Lemnis concebia as embalagens. Em vez de ser um item de custo e uma superfície para mensagens, a embalagem se tornou uma fonte de valor e um verdadeiro diferencial da marca.

Um bom presente, uma história legal e uma experiência de marca profundamente diferente para essa nova tecnologia.

Fontes:

http://celerydesign.com/our-work/packaging/lemnis-lighting

DOUGHERTY, Brian. Design gráfico sustentável. São Paulo: Edições Rosari, 2011. pgs.151-153. ISBN 978-85-8050-003-5

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Acabaram as sacolinhas. E agora?

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Acabaram as sacolinhas. E agora?

Postado em 31 Janeiro 2012 por Elisa Quartim

Desde o dia 25 de janeiro as grandes redes de supermercado pararam de distribuir sacolinhas na boca do caixa. O site Embalagem Sustentável sempre foi a favor da livre escolha e acreditávamos que aos poucos todos perceberiam o impacto individual de cada sacola.  Acreditamos que o incentivo seria o melhor caminho, dando o desconto do valor embutido nas compras do custo das sacolas.
Infelizmente a mudança não ocorreu na velocidade e na maneira esperada e acabaram fazendo um acordo pelo fim da distribuição das sacolas na boca do caixa, sem dar outras opções gratuitas.

O objetivo principal é a não geração de resíduos em excesso. Os grupos envolvidos na ação chegaram à conclusão (que infelizmente eu concordo) que muitas pessoas só mudam quando começam a sentir no bolso. Escolheram o caminho mais radical.
Agora terão que pagar para levar suas compras para casa e poder descartar o seu lixo apropriadamente. Pagando vão aproveitar melhor cada saco e valorizá-los.

Muitas pessoas já tinham mudado seus hábitos e quase não sentiram a mudança, mas quem ainda não tinha feito isso sentiu um grande impacto. Isso tem gerado muita revolta e dúvida em o que fazer agora sem as sacolinhas. Algumas dúvidas que surgiram nesses primeiros dias de mudança:

Por que não substituir por sacolas de papel?

Como já foi falado, o objetivo principal não é acabar com o plástico e sim diminuir o descarte excessivo e inadequado de sacolas, independente do material.

O papel não é necessariamente mais sustentável que o plástico. Depende se ele foi feito com manejo sustentável, se é certificado, como as pessoas usam, local de fabricação e distribuição. Para dar uma resposta exata só fazendo uma Análise do Ciclo de Vida (ACV). (Se alguém souber de algum estudo sério indiquem).

Mas a sacola de papel tem alguns detalhes que é importante salientar:

  • O papel é mais pesado e volumoso.
    Se for analisar todo o ciclo de vida, acaba emitindo mais gases de do efeito estufa. Precisa de mais caminhões para transportar a mesma quantidade que seria da sacolinha de plástica.
  • O aumento de consumo de papel aumentaria o corte de árvores.
    Apesar de no Brasil o papel é feito com árvores plantadas especialmente para a fabricação de papel, essas áreas teriam que ser ampliadas e haveria a possibilidade de se buscar áreas “não exploradas”.
  • A sacola de papel é menos eficiente.
    Com produtos molhados ou com o peso muito grande, as sacolas rasgam facilmente.
  • São biodegradáveis.
    Mas em aterros mal projetados, elas podem demorar o mesmo tempo para se decompor.

Eu faço grandes compras mensais. Não cabe tudo na minha sacola retornável. O que faço agora?

Se você vai de carro, pode levar várias sacolas reutilizáveis, caixas reutilizáveis ou pedir uma caixa de papel no supermercado.
Eu pessoalmente prefiro usar várias sacolas grandes reutilizáveis. São até mais fáceis de carregar do que várias sacolinhas plásticas que acabavam cortando a mão com o peso. As caixas reutilizáveis são boas opções, mas se a compra é grande corremos o risco de colocar mais coisas que conseguimos carregar.

E como vou descartar o meu lixo em casa agora?

A sacolinhas nunca foram uma boa opção para descartar lixo. Só eram boas porque eram “gratuitas”. Alguns motivos que a sacolinha não é boa para descartar o lixo.

  • São em sua maioria feitas com resina virgem.
    Um desperdício de material que era utilizado apenas um vez e descartado muito rapidamente.
  • São impressas com tintas que podem fazer mal ao meio ambiente.
    Em geral as tintas contém metais pesados que acabam indo para os lençóis freáticos e impactando o meio ambiente.
  • São frágeis.
    Por serem “gratuitas”, muitos supermercados economizavam na sacola e elas rasgavam muito facilmente, obrigando com que cada pessoa pegasse duas sacolas ao invés de uma.
  • Os animais marinhos confundiam com alimento e acabavam morrendo.
    Seja por descaso ou por seu material ser leve, acabavam caindo nos oceanos e impactando esse meio ambiente.

E o cocô do meu cachorro?

Muitos estão falando que haverá um aumento no volume de cocô de animais de estimação nas ruas por causa dessa mudança, mas os argumentos são bem parecidos com o uso da sacolinha para descarte de lixo.

Usar essa desculpa para voltar a emporcalhar as ruas das cidades não faz o menor sentido. As pessoas que estão pensando assim devem ser aquelas que recolhiam as fezes com sacolinha e depois jogam na rua, aumento o risco de entupir bueiros.

Alguns materiais alternativos para recolher as fezes dos cães:

  • Saquinhos de papel;
  • Reaproveitamento de embalagens de papel.
    Dá até para preparar uma pazinha para recolher de forma mais fácil.
  • Ensinar o seu cão que a rua é para passear e não para usar como banheiro.

 

Com a mudança, os supermercados aumentaram seus lucros?

Apesar da sensação é que as sacolinhas eram gratuitas, na verdade o seu preço sempre esteve embutido no preço final. O custo das sacolas representa cerca de 5% do preço da mercadoria. Desde o dia em que aconteceu a mudança não vi nenhuma mudança nos preços dos produtos (alguns até aumentaram). Está circulando na internet que haverá um aumento de R$ 500 milhões nos lucros.
Por isso sempre fui a favor do incentivo. Se a pessoa não quisesse a sacola era só dar o desconto, mas isso não aconteceu.

No site da campanha falou que pode sim haver uma redução de preço, mas depende de cada supermercado.

Sustentabilidade é transparência das informações e não tenho visto isso nessa mudança. Se haverá uma redução queremos ter certeza de quanto e queremos ver discriminado na nota da compra.

Supermercados que davam pontos ou desconto pararam de dar. Por que?

Não vamos brigar mais pelo material que é feito a sacola, pois esse não é o pior o problema e sim o uso inadequado e a falta de clareza nas informações passadas. Todos devem fazer a sua parte, varejistas e consumidores.

E para finalizar. O termo correto é sacola reutilizável. Ecobag é só aquela que usa um material que não impacta o meio ambiente e sua forma de produção é feita com os critérios de sustentabilidade. Não é o material que torna a sacola mais sustentável e sim como ela é utilizada.

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São Paulo deixa de oferecer sacolas plásticas gratuitas aos clientes.

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São Paulo deixa de oferecer sacolas plásticas gratuitas aos clientes.

Postado em 23 Janeiro 2012 por Elisa Quartim

A partir do dia 25 de janeiro, aniversário da maior cidade paulista, as redes filiadas à Apas se comprometeram a não mais oferecer de graça as sacolinhas plásticas. A iniciativa faz parte da campanha “Vamos tirar o planeta do sufoco”, em parceria com o governo estadual, e deve alcançar cerca de 30 milhões de pessoas.

Os supermercados oferecerão, como alternativa, sacolas biodegradáveis, feitas de amido de milho e sacolas reutilizáveis a um custo de R$ 0,20. Porém essas sacolas não são o foco da campanha. A ideia é reduzir drasticamente a sacola descartável e incentivar outras opções reutilizáveis, como sacolas, caixas, carrinhos ou reaproveitar as caixas de transporte do produtos que chegam aos supermercados.


O fim das sacolinhas gratuitas é um tema recorrente. Vários municípios paulistas começaram a votar leis, sancionadas pelos prefeitos, proibindo o uso das sacolas plásticas nos últimos três anos. Essas leis, no entanto, foram alvo de Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) por parte do Procon, indústrias e sindicatos dos fornecedores, e acabaram sendo abandonadas.

Na cidade de São Paulo o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), derrubou recurso da Prefeitura de São Paulo e manteve liminar do setor do plástico que suspende a lei municipal que proíbe a distribuição e a venda de sacolinhas plásticas no comércio varejista da cidade.

Por isso a Apas e o Governo de São Paulo adotou o caminho da conscientização dos consumidores sobre o problema e estabeleceu a campanha de forma voluntária. A medida não possui força de lei, mas espera-se uma grande adesão já que grandes redes tais como Carrefour, Pão de Açúcar e Walmart, apoiam a ação.

Os supermercados da Apas estão presentes em mais de 150 cidades e são responsáveis por 90% do faturamento da cadeia de varejo.

Muitos já estão preparados para essa mudança e já costumam utilizar outras alternativas às sacolinhas plásticas. Nós já escrevemos sobre algumas dessas alternativas vejam aqui. Mas uma dúvida recorrente que fica é como descartar o lixo caseiro. Primeiro, as sacolinhas nunca foram a única alternativa para se descartar o lixo. Já existem no mercado sacos de plástico para o lixo feitos com plástico reciclado ou, mais recentemente, de fonte renovável. As sacolinhas são feitas de resina virgem, e mesmo que sirvam como saquinhos de lixo é um desperdício ser reutilizada apenas uma vez. Uma opção para o lixo seco é fazer um saquinho de jornal, feito a partir de uma dobradura de um copinho, usando a técnica de origami. Dica com passo a passo do Greenvana.

A meta é reduzir o consumo das sacolas em 30% até 2013 e em 40% até 2015, considerando a produção de 2010 (14 bilhões).
A ideia ganhou o apoio do Ministério do Meio Ambiente e deve se expandir para outros estados. A partir de 15 de março, a segunda fase da iniciativa, em parceria com a Apas e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), será lançada nacionalmente.

Saiba mais sobre a campanha:

http://vamostiraroplanetadosufoco.org.br/

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Aterro Sanitário Sítio São João

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Aterro Sanitário Sítio São João

Postado em 02 Dezembro 2011 por Elisa Quartim

No dia 1º de novembro visitei o Aterro Sanitário Sítio São João e gostaria de mostrar para vocês.

O Aterro Sanitário Sítio São João, operado por regime de concessão pela EcoUrbis Ambiental S.A. desde outubro de 2004, abrange uma área de 82,4 hectares (824 mil metros quadrados) sendo que 50,0 hectares são destinados a disposição de resíduos sólidos, ou seja, 60,68% do espaço. Um dia esse espaço deve acabar e devemos desde agora separar o que é reciclável para prolongar o seu tempo de uso. Com a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, só poderá ir para o aterro o rejeito, que é tudo que não pode ser aproveitado ou reutilizado. Na visita pude ver que ainda estamos bem longe dessa realidade. Boa parte do lixo eram embalagens que poderiam ser recicladas.

O aterro, cujo início operacional data de dezembro de 1992, recebeu até novembro de 2009 cerca de 30.000.000 toneladas de resíduos.

Imagem de um dia de lixo sendo descarregado, de apenas uma parte da cidade de São Paulo.

A média diária de resíduos recebidos nos últimos anos foi de 7.000 toneladas e a geração de líquido percolado (chorume), transportado por carretas para o tratamento junto a SABESP, ultrapassavam os 1.800 m³ por dia.

O chorume não é tratado no local, ele é levado em caminhões para a SABESP para ser tratado e transformado em água de reúso.

Imagem da piscina de Chorume

 

Contribuindo para a redução de emissões de Gases do Efeito Estufa, o biogás, gerado através da decomposição dos resíduos, é captado e conduzido até a termelétrica a gás do Aterro, onde sua operação é de responsabilidade da empresa São João Energia Ambiental, que consome 12.000 m3/h de gás para a geração de 20 MWh de energia elétrica.

Mensalmente são emitidos relatórios de controle geotécnico, estudo de estabilidade do maciço e controle ambiental, com análise dos poços de monitoramento à montante e jusante, das águas de nascente e do chorume gerado.

 

Compensação Ambiental do Aterro São João

Os projetos de Compensação Ambiental do Aterro Sanitário Sítio São João foram desenvolvidos e implantados pela concessionária EcoUrbis Ambiental S/A que os assumiu ao iniciar seu contrato com a Prefeitura de São Paulo, para a coleta e destinação de resíduos sólidos domiciliares da região sudeste.

Como parte das compensações ambientais do aterro São João, a EcoUrbis já plantou cerca de 62.000 mudas de árvores de espécies nativas do planalto brasileiro, em uma área aproximada de 760.000 m²;

Também foi implantado um Viveiro de Mudas Nativas que desde abril de 2009 vem produzindo cerca de 80.000 mudas/ano destinadas para o plantio nos diversos projetos ambiental.


Imagem do Viveiro Florestal de Mudas Nativas EcoÍris

Central de Tratamento de resíduos Leste – CTL


Imagem Aterro Central de Tratamento de Resíduos Leste

A Central de Tratamento de Resíduos Leste, mais novo aterro da prefeitura de São Paulo, está inserida numa área total de 1.123.590,00 m², sendo 389.500 m² (34%) a área destinada para a disposição final dos resíduos sólidos urbanos. Recebe os resíduos domésticos gerados nas regiões Sul e Leste da cidade de São Paulo, atendendo assim mais de 6 milhões de habitantes;

A área total de plantio com árvores nativas, em cumprimento aos projetos de compensação ambiental, perfaz mais de 930.000 m² e já foram plantadas mais de 177.000 mudas. Após o término dos plantios de mudas nativas nas áreas de compensação
ambiental terão sido recuperados dentro do Município de São Paulo mais de 5,5 milhões de metros quadrados (aproximadamente 3,5 vezes o Parque do Ibirapuera, com 1,5 milhões de metros quadrados);


 Imagem Compensações Ambientais da CTL

Como compensação ambiental da CTL está sendo implantado o Parque Sapopemba com quadras e equipamentos de lazer e esportes no antigo Aterro de mesmo nome totalizando mais de 304.000 m², que serão entregues a população ainda este ano;

Também frutos das compensações ambientais serão pavimentadas diversas vias no entorno do aterro, dentre elas, Av. Sapopemba (5.400m), Av. Bento Guelfi (2.000m) e já foram concluídas as pavimentações das ruas do bairro Jardim Arantes (1.200m), totalizando 8.600m de pavimentação.

Através do programa de educação ambiental, Programa Ver de Perto, mais de 7.700 pessoas já participaram das palestras educativas promovidas pela EcoUrbis e visitas ao aterro sanitário e viveiro de mudas. A EcoUrbis já disponibilizou mais de 1000 mudas nativas para a comunidade dos bairros do entorno do aterro mostrando sua vocação concernente com sua responsabilidade ambiental.

100% do chorume gerado pelos aterros são transportados por carretas para as estações de tratamento da SABESP, de acordo com o Termo de Cooperação Técnica assinado entre a PMSP e SABESP.

Projeto de Biogás da CTL

O projeto de Biogás da CTL está em fase de enquadramento como MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo) do Protocolo de Kyoto, perante a ONU (Organização das Nações Unidas). A tecnologia proposta para a exploração do gás bioquímico gerado no aterro
permitirá extrair e destruir o componente metano reduzindo significativamente a emanação de gases de efeito estufa para a atmosfera.

Estação de Queima de Biogás


Imagem do projeto da usina de Biogás

O equipamento principal do projeto é o queimador enclausurado (flare) que destrói o componente metano do gás de aterro sanitário com taxas acima de 98% de eficiência, reduzindo a emissão de odores e impactos ambientais adversos.

Usina Termoelétrica à Biogás

Imagem do Croqui ilustrativo do Projeto da Usina Termoelétrica à Biogás.

 

A Usina Termelétrica a Biogás (UTE) a ser instalada gerará aproximadamente 19,0 MW em seu pico de produção. Terá capacidade de transmitir mais de 160.000MW/ano de energia limpa para rede. A produção de energia limpa possibilitará a geração e comercialização dos créditos de carbono no mercado internacional.

Somente o projeto da CTL produzirá energia equivalente ao consumo de cerca de 300.000 habitantes. O projeto impulsionará o desenvolvimento regional sustentável, uma vez que dentre outros benefícios reduz as emissões de Gases de Efeito Estufa,
promove a geração de empregos e desenvolve tecnologias modernas de controle ambiental de aterros sanitários. O total de reduções durante o primeiro período (7 anos) na obtenção de créditos do projeto será de 5.372.779 toneladas de CO2e, aproximadamente
767.540 ton CO2e/ano que deixarão de ser emitidos par a atmosfera.

 

Como viram é bom saber como realmente deve ser um aterro. É uma obra de engenharia, e não apenas um terreno onde é jogado tudo o que a sociedade acha que não tem mais serventia. Em um aterro sanitário, é um grande controle das pessoas que trabalham no local e não há catadores trabalhando de forma insalubre. O ideal seria que todos fossem assim, mas infelizmente no Brasil, segundo dados da Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais) mostram que cerca de 1.600 municípios brasileiros destinam seus resíduos em lixões e apenas 27,7% dos resíduos no Brasil vão, de fato, para aterros sanitários.

A Política Nacional dos Resíduos Sólidos (PNRS), instituída em 2010, prevê a extinção dos lixões no Brasil até 2014. Vamos torcer!

 

Fonte: Ecourbis

www.abrelpe.org.br/

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Água Crystal com garrafa que pode ser torcida

Postado em 16 Novembro 2011 por Elisa Quartim

A água Crystal, marca de águas da Coca-Cola Brasi, lançou no festival SWU, que acontece em novembro, em Paulínia (SP), a garrafa Crystal Eco. A garrafa Eco, também chamada de crushable, pode ser torcida pelo consumidor diminuindo assim em 37% o volume que ela ocupa, o que facilita bastante o transporte e a reciclagem.

Ela é produzida através do processo de sopro convencional, mas com pré-formas comcbase diferenciada, de modo que a distribuição e estrutura da garrafa garantam performance mecânica. A garrafa utiliza 20% menos PET que as versões anteriores e até 30% do PET feito a partir da cana de açúcar.

Ao mesmo tempo, a nova garrafa de Crystal também utiliza a tecnologia PlantBottle, na qual até 30% da matéria tem origem no etanol da cana de açúcar, e não no petróleo, reduzindo em cerca de 20% as emissões de dióxido de carbono.

 

No rótulo, a Crystal convida os consumidores a torcerem as embalagens após o consumo, o que reduz em 37% o volume das garrafas e facilita transporte e armazenagem das garrafas 100% recicláveis.

 O lançamento da Crystal Eco conta com o apoio de entidades como o Instituto Akatu, a Conservação Internacional, a SOS Mata Atlântica e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), cujas marcas estão estampadas no rótulo da garrafa.

Fonte:

http://www.pack.com.br/

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Hemp 4 Haiti – Embalagem reutilizável de fibra de cânhamo

Postado em 31 Outubro 2011 por Elisa Quartim

O designer americano Blake Lowther projetou uma embalagem reutilizável para enviar alimentos não perecíveis para as vítimas no Haiti. A ideia é enviar produtos com uma embalagem reutilizável, feito com uma das fibras naturais mais resistentes (a fibra de cânhamo) e, caso seja descartada, por ser uma fibra natural, é compostável. Elimina os resíduos e poluição ambiental que os produtos de ajuda aos desastres acabam deixando para trás. A embalagem é fabricada em instalações verde.

A embalagem é trabalhada à mão com cânhamo de alta qualidade, trançado de forma que pode ser facilmente desfiada depois que as mercadorias não perecíveis forem consumidas.  Uma vez desfiada, o cânhamo tem inúmeras aplicações práticas vitais para os esforços de ajuda. Levando o pacto em produtos de socorro, Hemp 4 fornece Haiti lutando comunidades com os meios para seguir em frente.

Junto à embalagem, vem uma etiqueta, identificando o produto enviado com uma foto. Ao desdobrar a etiqueta, há algumas sugestões de como reutilizar a embalagem e a fibra de cânhamo.

Não confundir o cânhamo com a maconha, cujo teor de THC (Tetraidrocanabinol) é bem superior ao do cânhamo, apesar de ambos pertencerem ao género Cannabis. A planta é integralmente utilizada para os mais diversos fins, mas destaca-se especialmente a sua fibra, também chamada de filame, muito usada na indústria de papel, pois um hectare de cânhamo produz o mesmo que quatro hectares de eucaliptos, num período de vinte anos.

Fonte:

http://www.behance.net/gallery/Hemp-4-Haiti-Project/

http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A2nhamo

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Perdigão troca embalagens por ingressos e garante a sua reciclagem

Postado em 12 Outubro 2011 por Elisa Quartim

A Brasil Foods (BRF), uma das maiores empresas de alimentos do mundo, em parceria com a Maurício de Sousa Produções e a empresa de coleta de resíduos TerraCycle, está lançando uma promoção de cunhos ambiental e social.

Para engajar os seus consumidores em suas ações socioambientais, a marca decidiu explorar a sua parceria com a empresa de coleta de resíduos TerraCycle e desenvolveu, juntamente com a Maurício de Sousa Produções, uma promoção com os produtos da linha da Turma da Mônica Perdigão.

Para participar, basta comprar duas unidades dos produtos da linha Turma da Mônica Perdigão e trocar as embalagens por um ingresso infantil para o espetáculo “Turma da Mônica no Mundo do Circo”. Para mais detalhes sobre a promoção, acesse o site www.perdigaonocirco.com.br.

As embalagens coletadas serão enviadas para a TerraCycle e o que antes era resíduo, será reutilizado e transformado em matéria prima para produtos reciclados. Essa prática aumenta o ciclo de vida dos produtos e diminue a necessidade de extração de matérias primas e recursos naturais do meio ambiente.

Em geral, embalagens de produtos congelados são difíceis de reciclar, por serem multimateriais. Isso é necessário para proteger o produto da umidade presente nos congeladores. A TerraCycle tem cada vez mais se especializado em reaproveitar embalagens de difícil reciclagem, prolongando o seu ciclo de vida.

Desde de Outubro de 2010, a BRF voltou sua atenção para o descarte de suas embalagens, inaugurando a Brigada Perdigão através da parceria com a TerraCycle, que recebe embalagens de produtos congelados e potes de margarina enviados pelos próprios consumidores, através dos Times de Coleta. Com o descarte correto dos resíduos, os participantes arrecadam R$0,02 por embalagem e o valor acumulado é enviado para uma entidade sem fins lucrativos escolhida pelo Time de Coleta. Ou seja, a solução desenvolvida pela TerraCycle e pela BRF vai além dos esforços em prol do meio ambiente e extende-se para o campo social.

Na promoção desenvolvida com a Maurício de Souza Produções, o valor total arrecadado com as embalagens coletadas e trocadas por ingressos para o espetáculo da Turma da Mônica, será destinado para o time de coleta dos colaboradores da BRF em Nova Mutum (MT), que consequentemente ajudará a APAE local.

Fonte:

www.perdigaonocirco.com.br

http://www.brasilfoods.com

http:// www.terracycle.com.br

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