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Produção embalagem – impressão offset

Postado em 18 fevereiro 2013 por Elisa Quartim

A impressão Offset é uma das formas mais comuns de impressão de embalagens.

Como qualquer processo industrial pode causar graves problemas ambientais se não for bem administrado, gera um grande volume de resíduos e consome bastante energia.

cmyk

O que é a impressão offset?

É um sistema de impressão indireto, onde a fôrma é uma chapa metálica gravada com uma imagem. Depois de entintada, essa imagem é transferida para um cilindro intermediário, conhecido como blanqueta e, através desta é transferida para o substrato.

offset
Para entender melhor, precisamos conhecer cada etapa do processo e os seus impactos, e no que se refere ao impacto ambiental, tudo o que entra e o que sai do processo de impressão. Vejam o fluxograma do sistema de impressão offset:

 

Fluxograma do sistema de impressão offset

 

Pré impressão

Na etapa de pré-impressão do sistema de impressão por offset são utilizados métodos fotomecânicos para passar a imagem do original para a forma, o que gera efluentes líquidos provenientes do processo de revelação, que podem conter ácidos, álcalis, solventes, metais de recobrimento e reveladores. Nas demais etapas do processo são gerados resíduos, como embalagens de tintas e solventes, panos e estopas sujos com solvente ou óleo, borras de tinta e emissões da evaporação de solventes e vernizes, chamados Compostos Orgânicos Voláteis (COV), ou em inglês Volatile Organic Compounds (VOC).

 

Impressão

A impressão offset pode ser plana ou rotativa, dependendo do substrato a ser impresso tratar-se de folhas ou bobinas. Métodos fotomecânicos são geralmente utilizados para transferir a imagem do original para a fôrma, o que gera efluentes líquidos que podem conter compostos como sulfatos e prata. Os resíduos gerados nas diversas etapas do processo incluem embalagens de tintas e solventes, panos ou estopas sujos com solvente e restos de tinta, aparas de papel, chapas metálicas obsoletas ou danificadas, solvente sujo, entre outros.

 

Matérias primas

O consumo de matérias-primas gera impactos ambientais não somente devido ao aspecto de utilização de recursos naturais que representa, mas também por causa dos impactos indiretos associados às atividades de produção e transporte destas matérias-primas até a gráfica. São considerados como matérias-primas os materiais que entram no processo e que, direta ou indiretamente, levando ao produto final. Na indústria gráfica, as principais matérias-primas são:

  • as fôrmas de impressão;
  • os substratos de impressão;
  • os insumos químicos de impressão;
  • outras matérias diversas necessárias ao processo.

 

Formas

As formas, também conhecidas como portadores de imagem, podem variar com o tipo de impressora. As formas do sistemas de impressão offset são os clichês de chapas metálicas. Os impactos ambientais associados a cada tipo de forma dependem de seus respectivos ciclos de vida, desde a extração da matéria-prima para sua fabricação até o descarte. Apesar da realização recente de alguns estudos a respeito, ainda não existem dados consolidados sobre os impactos do uso de chapas ao longo de todo o ciclo de vida. Para a indústria gráfica, as principais formas de reduzir os impactos associados ao uso de fôrmas dizem respeito à destinação das formas usadas, que deve sempre privilegiar a reutilização interna e a reciclagem.

 

Insumos químicos

Os principais insumos químicos de impressão são tintas, vernizes, adesivos e solventes. Os solventes são adicionados para alterar a viscosidade ou a volatilidade dos demais insumos.

 

Water_Based_Textile_Printing_Ink

As tintas utilizadas no processo gráfico são basicamente constituídas de resinas, pigmentos (corantes), veículo (verniz), solventes e produtos auxiliares (como ceras e secantes). Para o sistema de impressão offset, em média, as tintas são compostas por:

  • Resinas: ésteres (de colofônia, maleicos ou alquídicos);
  • Óleos: vegetais à base de hidrocarbonetos alifáticos e minerais refinados;
  • Pigmentos: orgânicos (amarelo e laranja benzidina, azul ftalocianina, vermelho rubi) e inorgânicos (negro de fumo, dióxido de titânio, sulfato de bário, cromato e molibdato de chumbo);
  • Secantes: naftenatos e octoanatos de zircônio, manganês e cobalto;
  • Ceras: à base de polietileno.

Para as tintas à base de água, são compostas por:

  • Resinas: colofônia saponificada, resinas acrílicas e fumáricas;
  • Pigmentos: orgânicos (amarelo e laranja benzidina, azul ftalocianina, vermelho naftol) e inorgânicos (negro de fumo, dióxido de titânio, sulfato de bário, cromato e molibdato de chumbo) e corantes básicos (rodamina, azul vitória, violeta metil e verde cristal);
  • Solventes: glicóis, solução de amônia e água;
  • Ceras: à base de polietileno

Já as tintas UV são compostas por:

  • Oligômeros: epóxi, poliéster e monômeros (solvente reativo);
  • Pigmentos: orgânicos e inorgânicos

O uso de tintas, vernizes ou adesivos à base de água pode trazer benefícios ambientais em relação aos insumos à base de solventes orgânicos. Os produtos à base de água eliminam a necessidade do emprego de solventes para diluição e limpeza dos equipamentos, bem como a geração de solventes residuais e de resíduos com restos de solventes, além de eliminar as emissões atmosféricas de Compostos Orgânicos Voláteis. No entanto, as vantagens comparativas devem ser avaliadas caso a caso, o emprego de insumos à base de água pode requerer, por exemplo, sistemas de tratamento de efluentes líquidos. A redução do consumo de tintas pode começar com o designer, minimizando a cobertura de cores na embalagem e reduzindo o número de cores.

A tinta existente hoje para substituir a de óleos minerais é a tinta a base de óleos vegetais como o milho ou o coco. Esse tipo de tinta atinge tanto as características técnicas necessárias para a impressão quanto as características de preservação do meio ambiente. Essa troca de tinta a base de óleo mineral pela tinta com base de óleo vegetal, pode reduzir o impacto de resíduos tóxicos, tanto sólidos como a emissão de gases que de 30% passa de 2 a 4%.

 

Além dos substratos de impressão e dos insumos químicos, o processo gráfico utiliza outros materiais, como:

  • Filmes, reveladores e fixadores para o processamento das imagens;
  • Solventes para a limpeza dos equipamentos;
  • Outros materiais diversos como, por exemplo, fita dupla face para colar a chapa flexográfica no cilindro porta-clichê.

Cada um destes materiais têm impactos associados à sua fabricação. Cabe à gráfica otimizar seu consumo e valorizar a destinação dos seus resíduos, tanto em termos ambientais como econômicos.

 

Certificações

A constante preocupação das gráficas com o meio ambiente e a grande quantidade de impressos industrializados, faz com que essas operações evoluam para uma tecnologia cada vez mais correta. Para conseguir uma boa imagem no mercado, as gráficas estão adequando os seus processos, afim de que eles se enquadrem em políticas ambientais corretas e com isso sejam concedidas as certificações de preservação ambiental, comprovando a existência da preocupação e responsabilidade com o meio ambiente. As principais certificações são:

 

FSC Brasil – Conselho Brasileiro de Manejo Florestal.
Organização não governamental, independente e sem fins lucrativos, cuja missão é difundir e facilitar o bom manejo das florestas conforme princípios e critérios que conciliam as salvaguardas ecológicas com os benefícios sociais e a viabilidade econômica.

fsc-logo

RoHS – Restriction of Certain Hazardous Substances
(Restrição de certas substâncias perigosas)
RoHS são diretivas europeias que estabelecem procedimentos para que tanto as matérias-primas utilizadas no processo produtivo quanto os produtos finais estejam isentas ou em percentuais toleráveis de substâncias tóxicas como o cádmio, mercúrio e chumbo.

 

ISO 14001 – Internacional Organization of Standardization
(Organização Internacional de Padronização)
Sistema de gerenciamento ambiental que inclui a estrutura organizacional, o planejamento de atividades, responsabilidades, práticas, procedimentos, processos e recursos para o desenvolvimento, implementação, alcance, revisão e manutenção da política ambiental

 

A principal maneira que a indústria gráfica tem para reduzir os impactos associados à utilização de um substrato para impressão é a de reduzir suas perdas no processo. Outra maneira de redução é o usuário procurar se informar a respeito da origem das matérias-primas que garantem que os produtos provêm de bom manejo florestal e seguem critérios socioambientais de produção.

 

Fontes:

Guia técnico ambiental da indústria gráfica.

http://www.ciesp.com.br/ciesp/conteudo/guia_ambiental_setorgrafico

http://www.cetesb.sp.gov.br/tecnologia/producao_limpa/documentos/guia_ambiental.pdf

 

The Australian Resource Forum for Environmentally Graphic Design.

http://www.designbynature.org

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Urna Bios1

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Embalagens ao longo da vida

Postado em 14 fevereiro 2013 por Elisa Quartim

Qual foi a embalagem que nos trouxe ao mundo?

Quais embalagens usamos para nos proteger e transportar?

Qual embalagem nos leva embora?

 

Considerando que uma embalagem é toda envoltura que armazena algo temporariamente e tem a função de transporte, armazenamento, manipulação, proteção, e de transmitir informações sobre o seu conteúdo, podemos ampliar muito o que consideramos embalagem e nos colocar na posição de “produto”.

Logo nos nossos primeiros dias de vida, permanecemos na barriga de nossa mãe durante mais ou menos nove meses. Embalagem que a natureza tão perfeitamente desenvolveu que nos protege e transporta, e ainda podemos usar a nossa mãe para comunicar nosso desconforto dando pequenos chutes ou nos movimentando.

gravidez

 

Depois que nascemos, logo sentimos falta do calorzinho da barriga e precisamos de roupas para nos proteger do frio.

Além de proteger, a  roupa transmite informações sobre a nossa personalidade e pode até informar qual é a nossa profissão. Algumas podem aguentar desde o fogo até temperaturas abaixo de zero.

roupa

 

E no final, quando o nosso corpo atinge o máximo de sua validade, precisamos de algo que nos transporte e dê um fim a matéria que sobrou. Nos tornamos um resíduo sólido e junto todas as conseqüências de quando não é bem feita a nossa disposição final. Como qualquer resíduo orgânico o nosso corpo se decompõe e produzindo o chorume e gás metano.

Um cadáver médio, por exemplo, pode produzir entre 30 e 40 litros de chorume, ou necrochorume, que pode ser ainda mais nocivo. Ele resulta da mistura de água, sais minerais e substâncias tóxicas como a putrescina e a cadaverina, podendo contamidar o solo e o lençol freático. Os cemitérios deveriam ter o mesmo tipo de construção que os aterros sanitários, com uma camada impermeabilizante, mas não é essa a realidade. Sem falar os resíduos do caixão (ainda não ouvi falar em caixão reutilizável).

Para que opta por esse fim, alguns designers pensaram em opções de embalagens para o enterro.

Uma dessas opções foi desenvolvida pelo designer espanhol Hazel Selina. O Ecopod é feito com folhas de amoreira e papel reciclado compressado (principalmente jornais usados) disponível em diversas cores.

Ecopods1

Tem ainda a opção escolhida pelo inglês Keith Floyd que encomendou um caixão feito com cascas de banana. Vejam a história dele aqui.

caixao palha

Para quem optar por ser cremado, apesar de gerar menos resíduo, acaba também impactando o meio ambiente. Cada cremação libera entre 200 kg e 400 kg de gases do efeito estufa na atmosfera, o equivalente a uma ida e volta de carro entre Rio e São Paulo e e consome cerca de 45 quilos de GPL (gás de cozinha). A cremação é responsável pela emissão de mercúrio, poluição que termina no ar e nos mares, segundo a organização The Natural Death Centre.
Os mesmos fabricantes do Ecopod também pensaram em uma solução de embalagem para isso, a urna ARKA Acorn Urn, onde elas também são desenvolvidas em várias cores e com papel reciclado.

Urna ARKA Acorn Urn

 

Já os designers espanhóis Martín Azúa e Gerard Moliné criaram a Urna Bios, uma pequena caixa em forma de cone que pode abrigar cinzas humanas e, quando enterrada, dá inicio a uma outra vida pois dentro dela há uma semente de planta, escolhida pelo freguês antes de morrer, que poucos dias depois de enterrada, começa a germinar e a crescer, marcando claramente o novo lugar que o antigo corpo ocupa na terra. De acordo com o site de Azúa, “a Urna Bios reintegra o homem ao ciclo de vida natural”.

Para não prejudicar o solo, a Urna Bios é feita com casca de coco, celulose e turfa – um material de origem vegetal – e pode se desintegrar na natureza sem impactá-la.

 

Urna Bios1

 

Assim como as embalagens dos produtos que consumimos no nosso dia a dia, pouco paramos para pensar nas embalagens que nos protegem. Ainda bem que já estão pensando nisso.
Fontes:

http://planetasustentavel.abril.com.br/blog/blog-da-redacao/urna-biodegradavel-enterra-as-cinzas-de-morto-e-germina-uma-arvore/

http://super.abril.com.br/blogs/planeta/um-crime-depois-de-morto/

http://www.nopatio.com.br/ecofriendly/caixoes-biodegradaveis-feitos-de-jornal/

http://www.ecopod.co.uk/

http://www.institutodeengenharia.org.br/site/noticias/exibe/id_sessao/4/id_noticia/6364/Funeral-verde-ganha-adeptos-no-Reino-Unido

http://www.martinazua.com/cas/cas/urna-bios/

 

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BrickCap, tampinha que vira brinquedo de montar

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BrickCap, tampinha que vira brinquedo de montar

Postado em 04 fevereiro 2013 por Elisa Quartim

Tampinha que vira brinquedo de montar

BrickCap, tampinha que vira brinquedo de montar

 

As embalagens sempre foram ótimas para serem transformadas em brinquedos pelas crianças. Com a imaginação elas são transformadas, e se incorporam ao imaginário das crianças e prolongam o seu ciclo de vida.

A empresa fabricante de embalagens flexíveis Gualapack criou uma tampa que facilita a brincadeira. É a BrickCap, que além de dar segurança e inviolabilidade para produtos alimentícios, ela tem uma segunda função de ser transformada em brinquedo.

O design da tampa permite que ela encaixe em outra tampa podendo ser montada de várias formas, podendo ser constantemente remontada.

Vejam o video do produto abaixo:

 

 

Fonte:

http://www.packagingdigest.com/article/522820-BrickCap_A_packaging_closure_with_a_second_life.php

www.gualapack.com/en

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coca-cola-bag-saco-01

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Coca Cola em saquinho plástico

Postado em 28 janeiro 2013 por Elisa Quartim

coca-cola-bag-saco-01
Em alguns países da América latina é matido o costume de comprar refrigerantes em embalagens de vidro retornáveis. Mas esta opção de embalagem muitas vezes não é muito prática quando a pessoa quer tomar em movimento ou no caminho para sua casa, além de terem que pagar uma taxa extra para levar o vasilhame.
Para diminuir o custo, em alguns países como em El Salvador, já é tradição dar uma opção de levar a bebida em um saquinho plástico com um canudo, assim não é preciso repassar o preço da embalagem para os clientes.
Partindo dessa ideia, foi feito um video que tem sido compartilhado na internet falando que a coca-cola tinha abraçado essa ideia e feito uma versão de embalagem para a coca-cola mantendo a sua identidade inspirada na clássica garrafa “Mae West”.
Vejam o vídeo:

 

 

Porém após pesquisar o assunto descobri que o video foi desmentido pela Coca-Cola em um comunicado oficial.
Vejam a notícia aqui:
http://www.clubdarwin.net/seccion/packaging/coca-cola-desmiente-lanzamiento-de-formato-en-bolsa-de-plastico

Uma pena, pois a embalagem tinha várias vantagens como usar menos material, ocupar menos espaço, ser uma opção mais barata e já partir de uma cultura local.

O uso e a ergonomia são questionáveis, mas cumpre a função do consumo rápido da bebida.

A embalagem retornável em geral é mais sustentável, pois em tese não gera resíduo, mas dependendo do uso e da forma de descarte, essa opção pode ser mais interessante.

 

Fonte:

http://www.designergh.com.br/2012/07/coca-cola-de-saquinho-e-mais-barata.html

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Pote vidro Natal

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Enfeites de Natal com embalagens

Postado em 07 dezembro 2012 por Elisa Quartim

Na internet, nesses últimos dias foram compartilhadas várias dicas de enfeites de Natal feitos com embalagens.
É uma ótima forma de reaproveitar uma embalagem e de enfeitar a casa de forma criativa e barata.

Vejam algumas dessas dicas que encontrei:

 

Guirlandas com garrafas PET do Planeta 10.

Segue as dicas para dois modelos:

Material

- Garrafas PET de diversas cores
- Tesoura
- Cola
- Purpurina
- Arame
- Chave de fenda
- Isqueiro ou fósforoMétodo
Modelo 1:
Corte o fundo das garrafas na linha desenhada na própria garrafa. Para facilitar, dê uma leve amassada na garrafa para que então comece a cortar. Para dar um acabamento arredondado queime as bordas com vela ou isqueiro ou então faça dois pequenos cortes, um em cada extremidade, e dobre a garrafa para dentro. Faça isso com todas as garrafas, a quantidade ideal para formar a sua guirlanda vai variar de acordo com o tamanho escolhido. Esquente a ponta da chave de fenda e faça um furo no fundo das peças, onde passará o arame. Passe cola e purpurina na quantidade de garrafas que desejar e espere secar.
Para proteger o enfeite, faça uma mistura de 1:2 de cola e água e passe por cima de todo o trabalho. Depois de seco, passe o arame pelos furos feitos no fundo das peças e encaixe-as conforme mostrado na galeria de fotos acima. Para finalizar basta colocar um laço.Modelo 2:
Para esta ideia os gargalos das garrafas serão a principal matéria-prima. Por isso, é possível reaproveitar as mesmas garrafas PET de onde foram retirados os fundos. Meça um palmo a partir do bico, faça a marcação com uma caneta comum e recorte.
Para uma guirlanda grande, o ideal é utilizar 38 garrafas. Porém, esse número pode variar de acordo com o tamanho desejado e a quantidade de PET disponível. Após cortar as garrafas, basta passar um fio de arame e colocar os gargalos enfileirados no mesmo sentido. Ao finalizar contorne as duas pontas do arame. O ponto desta junção deve ser coberto pelos enfeites, ou então, pode servir como gancho para pendurar a guirlanda na porta ou na parede. Para enfeitá-la basta deixar a criatividade solta e a dica é reutilizar os enfeites do ano passado, para evitar que eles sejam descartados.

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=366941686730088&set=a.310889629001961.71212.241902492567342&type=1&relevant_count=1

 

Pote de vidro com boneco de neve do Bellart Atelier.

Use a criatividade e se inspire com esses lindos artesanatos, veja o passo a passo e sugestão para fazerem casa:

Materiais para fazer o enfeite de Natal:

- pote de vidro reciclado;
- um cartão bonito ( opcional);
- pistola de cola quente;
- brilho, gliter;
- enfeites natalinos;
- água;
- fita para decorar.
Cole alguns dos seus enfeites na tampa, para não subirem com a água e brilhos e alguns deixe soltos.
Coloque glitter ou outros brilhos no vidro e então coloque a água.
Feche com a tampa e vire para baixo, você terá um lindo globo natalino de vidro.

http://bellartatelier.blogspot.com.br/2012/11/enfeites-de-natal-reciclagem-e.html

 

Estrela feita com lata do Setor Reciclagem

Você vai precisar de:

  • Latas vazias de refrigerante
  • Tesoura
  • Molde da estrela (Faça usando um plástico transparente)
  • Marcador permanente
  • Régua
  • Objeto pontiagudo. Pode ser um furador feito com uma agulha grossa ou prego (cuidado com ferramentas que possam machucar)

Abra a lata.
Comece forçando a borda de uma tesoura dentro da lata perto da borda superior e longe do logotipo. Corte todos os lados.
Reciclagem com latinhas de alumínio
Trace a estrela com o marcador, usando o molde.
Recorte as estrelas com a tesoura
Veja que sobram mais resíduos do que material para trabalhar. Então certifique-se de descartar corretamente a sobra de alumínio, destinando para reciclagem.
Com o logotipo voltado para cima, coloque a régua entre dois cantos opostos internos. Use o prego ou agulha para marcar uma linha reta. Repita com os outros cantos internos.
Com o logotipo voltado para baixo, coloque a régua entre duas pontas das estrelas. Use o prego ou agulha para marcar uma linha reta. Repita com as outras pontas das estrelas.
Segure a estrela entre os dedos e dobre nas linhas.
Repita a dobra ao longo de todas as linhas.
Use o prego para dar acabamento nas bordas e cantos.
Faça um furinho em cada ponta da estrela. Use uma madeira macia ou outra superfície que permita que você faça os furos com facilidade sem estragar a mesa de trabalho ou seu furador.

Agora use sua criatividade para montar várias estrelas unidas por fios de nylon, desenvolvendo peças de decoração. Use a técnica invertendo a posição das estrelas para fazer com que a parte metálica fique evidente em metade das estrelas. Use os lacres das latinhas para ficar entre cada estrela.

Passo a passo aqui:

http://www.setorreciclagem.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=1047

 

Rena com rolha do Planeta 10

Astes de chenile marrom, miçangas vermelhas, olhinhos de brinquedo, cola quente e clips.
Comece o trabalho com uma rolha de vinho comum e use uma pistola de cola quente para colar a miçanga vermelha, média, em uma das extremidades – (a parte da cola quente deverá ser feita pelos adultos). As miçangas vermelhas transparentes são mais brilhantes e refletem bem a luz, que é exatamente o resultado que se quer em um nariz de rena.
Feito isso, pegue o chenile marrom de mais ou menos 30 cm, e enrole (pelo menos duas voltas) em torno da extremidade oposta à da miçanga. Este será o chifre do seu enfeite.
Chifres pontudos não parecem muito com o das renas, sendo assim, dobre e torça-os até adquirirem a melhor forma. Faça um para servir de exemplo e deixe que as crianças façam os outros, elas têm muitas ideias divertidas de como os chifres devem ficar.
Com o chifre pronto, é hora de colar os olhos. Pegue um par de olhos de brinquedo e cole-os nos lados da face rena, usando a cola quente. Eles podem ser colados tanto no fundo da rolha, onde está colado o nariz, quanto em cima – no comprimento. A escolha varia de acordo com o gosto. Se preferir, os olhos poderão ser pintados ao invés de usar o acessório.
Para finalizar, na parte traseira da rena, pegue um clip usado, que esteja torto e abra-o, deixando uma leve curva no final. Esta curva será o gancho para prender o enfeite na árvore. A extremidade esticada, do clipe, deverá ser fincada na rolha. Caso o clipe fique muito solto, passe um pouco de cola quente no buraquinho e espere secar. Sua rena está pronta para ser usada.
Este enfeite é tão simples que qualquer um poderá fazê-lo. Este trabalho é muito fácil, barato de se fazer e ainda ensina as crianças sobre reciclagem e aproveitamento de materiais.

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slawi tea2

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Slawi – embalagem reutilizável de chá

Postado em 15 agosto 2012 por Elisa Quartim

 

Slawi é um chá tradicional de jasmim da Indonésia que recebeu uma nova proposta de embalagem pelo estudante Hans Ng da Malásia. A proposta do projeto é criar uma embalagem sustentável com o conceito dos 3Rs.

Os materiais são mais sustentáveis como a bolsa feita de gooni que pode ser reutilizado e o saquinho de chá é reciclável. Até mesmo a a etiqueta usou papéis reciclados.

Depois que o chá é consumido, a embalagem pode ser usada como uma pequena bolsa.

 

Fonte: http://www.behance.net/

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Dominic Coballe_anel

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Anéis de caixa de papelão

Postado em 06 agosto 2012 por Elisa Quartim

O designer canadense Dominic Coballe, da N-Produc, cansado de desperdiçar as caixas de papelão que chegavam ao seu escritório, decidiu transformá-las em acessórios.

Com a ajuda da esposa, criou uma coleção de anéis cortados a laser. Cada peça é constituída por várias camadas de cartão, coladas umas às outras, e fechadas com um polímero médio resistente à radiação ultravioleta. Cada anel carrega nomes de cantores canadenses, como Leslie Feist e Edwards Kathleem.

 

Os acessórios da coleção de Coballe, estão a venda no site
http://n-product.com/collections/all-the-things

 

Fonte: http://designbrasil.org.br/
http://www.ecouterre.com/

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ecopc2

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EcoPC – computador feito com garrafa PET

Postado em 01 agosto 2012 por Elisa Quartim

O inventor mineiro Adriano Reis Carvalho, em parceria com catadores de lixo da cidade, desenvolveu o projeto do EcoPC. O principal objetivo do projeto é ser um gabinete e computador sustentável.

A carcaça é feita com PET reciclado. Adriano e seus dois sócios na empresa Aja Tecnologia, conseguiram manipular o PET de uma forma que as garrafas poderiam ser modeladas de qualquer maneira.

Para seguir o conceito de PC sustentável, eles optaram por criar um gabinete pequeno de 5 por 18 centímetros. O EcoPC é mais leve e 8 vezes menor que um computador padrão, o que ajuda a diminuir os gases do efeito estufa, pois no mesmo veículo que seria transportado X computadores, pode ser transportado muito mais unidades. Além de a carcaça ser totalmente ecológica, a parte interna também ganhou uma atenção especial neste sentido.

Adriano usou uma placa mãe de baixo consumo energético, que foi comprovada por um laudo da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, a única instituição credenciada pelo Inmentro. Enquanto um computador tradicional gasta 60 W de energia, o EcoPC gasta 20,7 W, um terço a menos.

Foi durante uma enchente que o mineiro Adriano Reis Carvalho teve uma ideia que mudaria sua vida. Ele percebeu que, na sua cidade, muitas garrafas PET eram jogadas na rua e, por consequência, entupiam os bueiros. Como cada garrafa demora cerca de 400 anos para se decompor, ele pensou: e se usássemos este material para criar um computador?

Como parte do projeto, Adriano também criou um programa de reciclagem do produto. A ideia é que a empresa compre os EcoPCs obsoletos, com cerca de 2 ou 3 anos de uso, e recicle o equipamento, utilizando a carcaça dos antigos para a produção de novas máquinas. Os empresários estão em busca de um investimento por parte do governo ou empresas privadas e já até pensam em levar a ideia para outros equipamentos.

 

Fonte:

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Tetra Pak Telhas

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Tetra Pak troca embalagens pós-consumo por telhas

Postado em 30 julho 2012 por Elisa Quartim


Com o objetivo de promover a coleta seletiva no Rio de Janeiro a Tetra Pak doará 200 telhas produzidas com embalagens longa vida reciclada para o projeto “Arquiteto de Família”. O material será oferecido aos moradores do Morro Vital Brazil, no Rio de Janeiro, durante a Feira de Trocas Solidárias, que acontece mensalmente em parceria com a ONG Soluções Urbanas, o Instituto Vital Brazil e a Leroy Merlin.

Para adquirir as telhas, as famílias da região podem trocar embalagens longa vida pós-consumo pela moeda social “trocado vital”. Cada quatro embalagens (caixinhas de leite, molho de tomate, suco, leite condensado e outros) equivalem a um trocado vital e a telha vale cinco trocados. O principal objetivo é permitir que as famílias atendidas tenham acesso a um material de qualidade, sem uso do dinheiro e, com isso, possam fazer as melhorias propostas pelo projeto.

As telhas, além de mais leves do que as comuns (amianto ou fibrocimento), as telhas produzidas a partir da reciclagem das embalagens longa vida também oferecem melhor conforto térmico, já que reduzem em 30% a passagem de calor.

A troca das embalagens da Tetra Pak por “trocado vital” acontece desde setembro de 2011. Todo material recolhido é enviado à empresa Recicoleta, que transforma embalagens em telhas ecológicas. Desde o início da ação já foram arrecadadas mais de 20 mil embalagens na Feira de Trocas Solidárias.
Fonte:
http://www.tetrapak.com/

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flexite

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Flexite substitui embalagem tipo blister por tubo com furo de gancheira.

Postado em 24 julho 2012 por Elisa Quartim

 

A Henkel do Brasil, como parte da Estratégia de Sustentabilidade para 2030, investe em pesquisa e desenvolvimento de novas embalagens. Um dos resultados desta pesquisa é a substituição das soluções convencionais da Linha Flexite, compostas por cartela, blister e tubo.

Com a inovação, o produto passou a ser comercializado apenas com o tubo, que apresenta um furo de gancheira na própria embalagem primária, deixando de utilizar a cartela e o blister. Com isso, a Henkel economiza 1.770.000 litros de água, 88.500 kw/h de energia elétrica e poupa o corte de aproximadamente 1060 eucaliptos por ano.

Por mais de duas décadas, a Henkel, publica seu Relatório de Sustentabilidade juntamente com seu Relatório Anual. Na 21ª edição, a empresa apresenta sua nova Estratégia de Sustentabilidade para 2030. O cerne da nova Estratégia de Sustentabilidade é a meta de alcançar mais com menos e triplicar sua eficiência. Ela se aplica a todos os setores de negócios e a toda a cadeia de valor.

Até 2030, a Henkel visa a utilizar apenas um terço dos insumos atuais para cada euro gerado. Para reduzir sua pegada ecológica e tornar o consumo sustentável possível, a empresa definiu três abordagens principais: produtos, parceiros e pessoas. Por meio de seu comprometimento e conhecimento, os aproximadamente 47 mil colaboradores da Henkel em todo o mundo contribuem para executar a nova estratégia. Indo além do foco de negócio – desenvolver e criar produtos inovadores – a empresa pretende também envolver ainda mais seus clientes e consumidores, bem como seus fornecedores e os usuários finais em seus esforços para estimular a sustentabilidade em toda a cadeia de valor.
Fonte:

http://www.embanews.com/

http://www.henkel.com.br

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