Archive | Os Rs

cadicominhocas_beneficios

Tags: ,

Cadico Minhocas faz minhocários com embalagens

Postado em 10 Maio 2012 por Elisa Quartim

A Rede de Minhocários Cadico Minhocas é uma iniciativa empreendedora que dissemina e estimula o tratamento de resíduos orgânicos, utilizando um sistema de minhocário simples, feito a partir materiais reutilizáveis, como baldes encontrados no lixo e, portanto, é de baixo custo, sendo viável economicamente para qualquer público.

Com mais de 120 minhocários diretamente espalhados pelo Brasil (editado em Abril/2012), e certamente mais minhocários que foram feitos pelas próprias pessoas que se apropriaram da ideia, o Cadico Minhocas ganhou uma visibilidade considerável nesse primeiro ano de atuação, constatada pelo crescente número de visitas ao endereço eletrônico: www.cadicominhocas.blogspot.com e pelos três importantes prêmios que conquistou, colocando o Cadico Minhocas entre as 10 soluções práticas e fáceis para auxiliar na sustentabilidade global nas comunicações a respeito das comemorações do Dia da Terra 2012.

O objetivo da Rede de Minhocários Cadico Minhocas é disseminar as técnicas de tratamento de resíduos orgânicos de forma caseira em zonas urbanas, eliminando assim a proliferação de doenças que o descarte descuidado pode vir a gerar, ao contrário do que se possa pensar, o tratamente diminui a incidência de animais-vetores, como ratos e baratas, pois o processo não tem cheiro. Colabora também para que os aterros sanitários tenham seu volume de resíduos diminuidos e que eles emitam menos gases.

Hoje, o lixo de São Paulo contribui com 25% dos gases de efeito estufa responsáveis pelos efeitos climáticos diretamente relacionados com as fortes chuvas do verão e o longo período seco do inverno.

 

O Minhocário

Diferente dos minhocários comerciais, o minhocário é feito a partir de materiais reutilizados, que seriam considerados lixo por outras pessoas, mas que é a matéria prima da construção da estrutura capaz de dar fim correto ao resíduo orgânico e gerar húmus de minhoca como substrato na horta caseira.

Suas três camadas são herméticas, impedindo que as minhocas saiam dos recipientes. Sua tampa possui pequenos orifícios por onde o ar entra.

Nos dois recipientes de cima, o fundo é furado, permitindo que o resíduo líquido do processo de decomposição escoe para a camada inferior. Esses orifícios são maiores que os da tampa, permitindo o trânsito das minhocas entre as camadas.

O último recipiente é totalmente vedado, responsável pela coleta do resíduo líquido que será utilizado, posteriormente, como biofertilizante para suas plantas durante a rega. Todos os recipientes são unidos por meio dessa estrutura circular, que é removível.

Camada com resíduo líquido biofertilizante

Este resíduo líquido deve ser transferido para um outro recipiente, para que possa ser preparado o biofertilizante, que consiste na adição de 10 partes de água para 1 desse resíduo líquido. Retire a estrutura circular. Despeje em um outro recipiente (garrafa ou pote) para armezar e utilizar na rega.

 

Vantagens

 

Comércio justo

O minhocário é comercializado a partir de uma ideia de mercado justo, pois não visa gerar altos lucros com a venda, acompanha perenemente o consumidor no tratamento de seu resíduo, com dicas de manejo e suporte via e-mail. A estrutura do minhocário vem acompanhado de uma quantidade significativa de minhocas vermelhas da califórnia (mais indicadas para o processo, devido a sua velocidade de produção de húmus e de reprodução).

O valor consciente do minhocário é de R$ 50,00, acompanhado de minhocas vermelhas da califórnia (em torno de 10~15 em diferentes fases de crescimento – somente para entragas locais), manual de manejo online e suporte via e-mail.  Capacidade para cerca de 30 kg de resíduo orgânico (o Kit completo).

A entrega pode ser feita pessoalmente, na estação Tucuruvi do METRÔ, ou em Guarulhos, ou ainda enviado via PAC (com os encargos por conta do comprador).

O preço pode ser negociado por consumidores que não possuirem condições financeiras suficientes, sendo possível o comércio de trocas por outros talentos.

Maiores informações: cadicominhocas [arroba] gmail [ponto] com

http://cadicominhocas.blogspot.com.br/

Comentários (0)

KeepCup, copo de café reutilizável para viagem

Tags: ,

KeepCup, copo de café reutilizável para viagem

Postado em 08 Maio 2012 por Elisa Quartim

KeepCup é um copo de café que se assemelha a um copo descartável, mas totalmente reutilizável e com design inovador. Concebido em 2009 pelos irmãos Jamie e Abigail Forsyth como uma solução para os problemas dos resíduos causados ​​pelo grande número de copos descartáveis ​​jogados fora em todo o mundo.

O KeepCup se assemelha ao design tradicional do copo descartável usado em vários países, na aparência e aplicação, mas é completamente reciclável, personalizável e pode ser usado repetidas vezes. É capaz de manter seu conteúdo quente por pelo menos meia hora.

Quatro elementos compõem sua construção modular – o copo é fabricado a partir de polipropileno. O polietileno, silicone e poliuretano termoplástico são usados ​​para a tampa, a faixa térmica e fecho, respectivamente. Os quatro elementos são fornecidos em uma grande variedade de cores, permitindo que os consumidores escolham o arranjo que mais gosta.

Estima-se que pelo menos 500 milhões de copos descartáveis ​​são usados ​​e descartados a cada ano na Austrália. Um grande número de adultos em comunidades urbanas consomem um café em copo descartável. A National Coffee Association of America revelou que em 2007, 14% dos adultos nos Estados Unidos bebeu café gourmet por dia. Apesar de copos descartáveis terem uma porcentagem baixa, os impactos do kit de café delivery e descartável parecia um problema que não justificava a conveniência. Alguns tentaram usar o copo com plástico Pós-Consumo reciclado (PCR) ou vender produtos reutilizáveis, como ‘canecas’ projetado para manter o café quente por horas. O primeiro tem problemas com regulamentos de alimentos, este último é pesado e pouco prático para o consumidor de café “on-the-go”, e não foi projetado para atender às necessidades de baristas de qualidade.

O resultado é um design leve, fácil de usar, que usa uma quantidade limitada de energia na fase de fabricação. Esta facilidade de utilização é percebida no seu uso e na manutenção, uma vez que o KeepCup pode ser usado no microondas, lava-louças e é compatível com a maioria dos porta-copos de carro e bicicleta.

Vejam o video do KeepCup:

 

Avaliação do Ciclo de Vida do KeepCup

Para o desenvolvimento do produto, foi feito uma pesquisa no RMIT Centre for Design da Austrália. Copos de papel descartáveis ​​(combinado com um filme PE) têm pouco valor no mercado da reciclagem e geralmente acabam em aterros sanitários. Embora o KeepCup promove reciclagem, mesmo que permaneça por mais tempo no mesmo sistema o provável é que ele será descartado no aterro sanitário, mesmo que o consumidor separe os seus materiais. Com isto em mente, o estudo foi feito comparando o copo de KeepCup de 8 oz (ele está disponível em vários tamanhos) contra um copo de papel descartável usando a Análise do Ciclo de Vida (ACV) de forma simplificada. A unidade funcional foi tirar 1 café por dia entregue ao consumidor ao longo de um ano, até que ele fosse descartado no aterro sanitário ou até o final do período da pesquisa.

Os dados utilizados sobre a matéria-prima, fabricação, transporte e fim da vida útil foram do Inventário Australiano Ciclo de Vida (LCI) 2009 e a base de dados européia Ecoinvent 2.0. Rotas de transporte regionais foram considerados (transporte da Ásia para o copo descartável, tampa e do anel da KeepCup, caminhões do porto ao consumidor), bem como embalagens terciárias, e um ciclo de lavagem, por uso para o KeepCup, que vão desde uma rápida enxaguada com água morna, uma máquina de lavar louça totalmente carregada, com metade da máquina carregada, e lavagem na pia, os três últimos com detergente.

Foi também modelado o cultivo de café, produção e fabricação na Espanha a partir de um estudo para fora da Suíça (Humbert, Loerincik et al. 2009) para ver o que o KeepCup tinha em contexto para o “produto total”, ou uma dose de 100 ml de café, entregues ao consumidor (assumiram que os grãos de café não foram depositados em aterro).

Os resultados foram determinados usando o LCA Australian Impact Method.. O KeepCup em comparação com o copo de papel descartável (não incluindo o café), dependendo do tipo de lavagem (da pia vendo o menor através de enxágüe rápido vendo as maiores reduções de impacto ambiental), vê uma redução de 71-92% em potencial de aquecimento global, uma 71-95% de redução na utilização de água, e uma redução 95-96%  de resíduos em aterros ao longo do ano.

Embora o consumidor ainda possa comprar a embalagem para viagem em uma opção descartável ou reutilizável, é interessante ver as economias anteriormente declarados comparadas quando incluído os impactos relacionados ao café, que, em geral, dilui as economias do recipiente sobre a sua própria.

O KeepCup em comparação com copo de papel descartável (incluindo café) vê uma redução de 36-47% do aquecimento global, uma redução de 64-85% no uso da água, e uma redução de 91-92% em aterro de resíduos por ano.

A estética do KeepCup é clean, funcionalmente e cuidadosamente projetado, com o apelo global. Embora seja provável que KeepCup não seja reciclado no contexto australiano, a mudança de descartável para reutilizável acrescenta credibilidade ambiental, reduz significativamente o desperdício, aumento da economia, e permite uma mudança social, uma mudança bem-vinda para uma sociedade acostumada com a cultura do descartável.

Desde o seu lançamento, não menos do que 800.000 árvores foram preservadas, quando comparado com o de papel. Da mesma forma, 26.000 toneladas de resíduos compostos de copos descartáveis, foram evitados e cerca de dois bilhões de copos foram impedidos de ir para aterros sanitários.

 

Fonte:

http://www.keepcup.com/

http://www.core77.com/blog/

 

Comentários (1)

Pimp my Carroça ajuda trabalho dos catadores

Tags:

Pimp my Carroça ajuda trabalho dos catadores

Postado em 06 Maio 2012 por Elisa Quartim

Parodiando os programas de TV americanos que tunam carros, o grafiteiro Mundano está lançando o projeto Pimp My Carroça, que vai tunar o principal instrumento de trabalho dos catadores de recicláveis. O objetivo? A partir da arte, tirar essas pessoas da invisibilidade e dar mais prestígio ao importante papel que têm na sociedade – sabia que 90% de todos os resíduos de São Paulo destinados à reciclagem são coletados pelos catadores?

 

A intenção do projeto é ousada: “pimpar” dezenas de carroças, em um só dia, pouco antes da Rio+20, em uma espécie de pit stop que acontecerá em São Paulo. Os catadores serão orientados a levar suas carroças ao local da iniciativa – que ainda será definido – e, então, a equipe do Pimp My Carroça dará um trato no carrinho. Ele passará por uma reforma estrutural, ganhará itens de segurança – como retrovisores, buzinas e faixas refletivas – e, por fim, será grafitado por reconhecidos profissionais, com frases enviadas pelo público.

Os carroceiros não vão ficar fora dessa e também receberão uma “tunada” no pit stop do Pimp My Carroça. Eles ganharão camiseta do projeto, um “rango” caprichado e, ainda, passarão por um clínico geral e um oftalmologista, além de conversar com um especialista em dependência química. No fim do dia, quando todos as carroças já estiverem “pimpadas”, acontecerá a Carroceata, uma exposição ambulante com os carrinhos e catadores que participaram do projeto.

Gostou do projeto? Então, ajude-o através da ferramenta de financiamento coletivo Catarse. A intenção é montar uma ação para atingir vários catadores, durante a Virada Sustentável de São Paulo.Para conseguir financiamento, a galera do projeto precisa arrecadar R$ 38.200 no site, via crowdfunding, até 10/05. E você pode doar aqui quantias a partir de R$ 15.

 

Assista, abaixo o vídeo do projeto Pimp My Carroça.

 

Já no vídeo abaixo, o grafiteiro Mundano explica como as artes das carroças dos catadores ajudam a deixar eles menos invisíveis na dinâmica urbana (o artista já pintou, fora do projeto, cerca de 150 carroças).

 

Para contribuir para o projeto:

http://catarse.me/pt/projects/582-pimp-my-carroca

Contato para críticas, sugestões e parcerias: pimpmycarroca [arroba] gmail [ponto] com

Acompanhe as novidades do PIMP MY CARROÇA seguindo o idealizador do projeto no twitter @mundano_sp e curtindo a página oficial do projeto: http://www.facebook.com/pages/Mundano/335663696447453

 

Comentários (0)

Chalk It Up – Caixa de giz multifuncional

Tags:

Chalk It Up – Caixa de giz multifuncional

Postado em 27 Março 2012 por Elisa Quartim

Chalk It Up é uma caixa de giz multifuncional que tem o objetivo de ser ambientalmente correta e interativo com o usuário.
A caixa, por ter um uso secundário, acaba minimizando o seu impacto pois aumenta a sua vida útil.

O giz em si é colocado individualmente dentro de um prisma triangular que impede o giz de quebrar quando cai ou quando é transportado.

 

A embalagem é feita com o mesmo material usado para o quadro negro, tornando-se uma superfície para criar pequenas obras de arte e incentivando a criatividade.

Estas caixas são feitas para serem guardadas e reutilizados.

O design é de Sarah Minnerly

 

Fonte:

http://www.sarahminnerly.com/

Comentários (0)

Madeira plástica feita com embalagens

Tags:

Madeira plástica feita com embalagens

Postado em 23 Fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A madeira plástica (wood plastic composite – WPC) é proveniente da reciclagem do PE e outros resíduos vegetais, animais, minerais e industriais. Esses resíduos garantem a consistência e a aparência da madeira natural. Além disso é reciclável, a serragem que sobra do corte pode virar madeira novamente. Em geral utiliza embalagens de PEAD, que tem um valor baixo no mercado de reciclagem e acabam sendo indo para os aterros.

No IMA (Instituto de Macromoléculas) da UFRJ, desenvolveu a IMAWOOD onde também recicla as sacolinhas plásticas em uma pareceria com os catadores de Gramacho. Para cada 700kg de Madeira 1 (uma) árvore grande adulta é preservada. E a cada 700kg de madeira plastica 180 mil sacolas plasticas saem da natureza (números aproximados)

Com o aumento drástico de lixo nos aterros sanitários, a madeira plástica – ou sintética, se torna uma boa solução e é uma forma de valorizar esse material no mercado da reciclagem.

 

Uso e aplicações

As madeiras plásticas tem aparência rústica e pode ter vários tons de cores. Reproduzem as espécies naturais como tabaco, pau-brasil e outras. Com boa resistência à umidade, a madeira de plástico é indicada para construções ao ar livre, como bancos de praça, decks, marinas.

 

Banco de praça

Deck piscina

 

Outra possível aplicação da madeira plástica é em tampas de bueiro, frequentemente furtadas devido ao preço elevado do ferro.

Tamba bueiro

Por serem resistentes também são usadas como pallets de madeira e dormentes para a linha ferroviária.

 

Pallets

Dormentes

Os custos para manutenção são reduzidos. Fácil de limpar, basta  água e sabão, por isso acaba sendo a prova de pichadores. Dispensa o uso de lixas e vernizes. Pode ser pintada, colada, pregada, aparafusada, encerada e manuseada com os equipamentos – de alto giro, da madeira natural.

 

 

Processo de fabricação

O processo de fabricação dos mobiliário verde tem início com a separação dos vários tipos de resíduo plástico que posteriormente é moído, lavado e seco.

Depois de derretido, moldado e resfriado, o material já está pronto para o uso. Diferentes tipos de madeira plástica podem sem fabricados a partir desse mesmo processo, inclusive com tonalidades próximas às de madeira natural, dependendo apenas da utilização que se dará a cada produto.

Além de poder se novamente reciclada, outra vantagem da madeira plástica é sua durabilidade que pode chegar a 5 décadas.

 

Vejam o vídeo do do Programa Cidade e Soluções falando sobre a Madeira Plástica

Alguns fabricantes nacionais de madeira plástica

http://www.polyrio.com.br/

http://www.ecowoodrio.com.br/

http://deutschsul.com.br/

http://www.madeiraplastica.allpex.com.br/

http://www.madeplast.com.br/

http://www.wisewood.com.br/

http://www.reciplast.org

Comentários (2)

cradle_to_cradle-Cycle-green-blue

Tags:

Livro – Cradle to Cradle

Postado em 20 Fevereiro 2012 por Elisa Quartim

Cradle to Cradle. Remaking the way we make things de William Mcdonough e Michael Braungart.

Livro do arquiteto William McDonough e do químico Michael Braungart, é um manifesto pedindo a transformação da indústria humana através de um design ecologicamente inteligente. Fala que o sistema industrial que hoje apenas toma, faz e joga fora (takes, makes and wastes) pode se tornar um criador de bens e serviços que geram valor ecológico, social e econômico.

Cradle to Cradle é fala sobre mudar o nosso sistema baseado no berço ao túmulo (sistemas que não consideram a utilização ou eliminação do produto (e seus materiais) depois que o consumidor o utiliza. Eles mostram como resído pode ser “comida” e retornar para os nossos sistemas técnicos (bens de consumo) e os sistemas naturais (edifício do solo, qualidade da água, ect.). Trata-se de “refazer a maneira como fazemos as coisas.”

Um dos temas-chave do livro é que apenas minimizar os danos não é bom o suficiente. Em vez disso, os autores propõem que mudemos os nossos processos de design de modo que a reutilização e a inserção de materiais pós consumo sejam construídos diretamente no processo de criação. Em vez de minimizar resíduos, podemos criar valor.

Cradle to Cradle vai além da noção de ter a reciclagem como etapa final em um fluxo de processo. O livro se baseia na ideia de que os resíduos não precisam existir. Nós podemos projetar nossas vidas e produtos em torno da noção que nossos resíduos podem voltar a alimentar outro sistema. Desde a maneira como vivemos até como projetamos e produzimos nossos bens.

O mundo natural fornece o modelo para o que os autores sugerem. O uso de nutrientes naturais, como energia solar e eólica pode ser observado desde a vida de um inseta até uma cerejeira. Eles sugerem que a chave é trabalhar junto, e não contra. A natureza respeita a biodiversidade, a elegância e abundância do que está ao nosso redor. E devemos começar nosso processo de design com a noção de que há uma coisa chamada resíduo.
Indústrias que respeitem a diversidade se envolvem com materiais locais e seus fluxos de energia, junto com as forças locais sociais, culturais e econômicas. Em vez de ver-se como entidades autônomas, sem relação com a cultura ou a paisagem em torno deles.

Ao longo do livro ele discute a noção dos princípios de design que podem ser perigosos. Como o “downcycling” (reciclagem com perda de qualidade técnica), que apenas adia o problema. Os produtos se tornam cada vez mais instáveis (e ambientalmente problemáticos) quando são reciclados.

Ele detalha sobre o que significa projetar produto com design que é apenas menos ruim, mas sim 100% bom. Os autores olham para a arquitetura e como podemos projetar construções que levam em conta a diversidade das suas configurações, e as necessidades naturais de seus habitantes.

O livro termina com “Cinco Passos para o Eco-efetividade”, um resumo elegante de como colocar os princípios filosóficos discutidos no livro em prática. Algumas delas, como “Passo 2: Siga informadas preferências pessoais” pode parecer um pouco incomum, defendendo que usamos o nosso sentido estético, as nossas observações e nosso próprio senso de prazer para orientar nossas decisões de design. Enquanto outros, como “Passo 4: reinventar” pode parecer demasiado amplo para o leitor médio. No entanto, o livro é cheio de exemplos específicos, principalmente da indústria, que é fácil imaginar o que eles estão defendendo a funcionar na prática.

Afinal, o próprio livro não é apenas projetado para se encaixar na filosofia do “berço ao berço”, também está escrito de uma forma que é fácil de ler, linguisticamente elegante e atraente.

Direcionado para designers, engenheiros e formadores de opinião. O texto é claro, simples e adequado para todos os níveis de conhecimento. Cada leitor encontrará coisas diferentes no livro. Ele serve como um guia para o desenvolvimento sustentável. Desde o seu lançamento em 2002 tem influenciado várias pessoas a repensar os seus processos.

Sobre o livro

A edição americana, publicada em 2002, é um exemplo prático do que é pregado no livro. Eles consideraram tudo, desde o “papel”, tinta, cola, e fim de vida dos materiais. Impresso em papel sintético, feito a partir de resinas plásticas e fibras inorgânicas. É a prova d’água e durável. Não usa fibras de madeira ou tintas feitas com materiais perigosos.

Não apenas pode ser reciclado como também é considerado como um nutriente técnico, pois pode ser reutilizado indefinidamente e transformado em outros livros. O design é de Charles Melcher da Melcher Media.

Já a edição inglesa, de 2008, eles escolheram produzir o livro com papel reciclado e certificação FSC. Na introdução do livro eles explicam a mudança. Na edição americana de 2002 eles queriam demonstrar que a mudança era possível e funcionava. O livro de papel sintético, segundo eles, não é economicamente viável, ainda mais se quem compra vai guardá-lo para sempre e não vai reaproveitar o material. Faria mais sentido para jornais e revistas que, após serem lidos, seriam devolvidos para a reciclagem. A tinta pode ser lavada e reutilizar a página. Não é melhor ou pior, apenas algo para se pensar.

 

Sobre os autores

William McDonough é arquiteto, e o principal fundador da William McDonough + Partners, Arquitetura e Design Comunidade, com sede em Charlottesville, Virgínia. De 1994 a 1999 atuou como reitor da escola de arquitetura na Universidade de Virginia. Em 1999 a revista Time reconheceu-o como um “Herói para o Planeta”, afirmando que “seu utopismo é baseada em uma filosofia que, demonstrada de maneira prática, está mudando o design do mundo.” Em 1996, ele recebeu o Prêmio Presidential Award for Sustainable Development, a mais alta honraria ambiental dada pelos Estados Unidos.

Michael Braungart é um químico e fundador da Environmental Protection Encouragement Agency (EPEA), em Hamburgo, Alemanha. Antes de iniciar EPEA, ele era o diretor da seção de química do Greenpeace. Desde 1984 ele tem dado palestras em universidades, empresas e instituições de todo o mundo sobre os novos conceitos críticos para a química ecológica e gestão de fluxo de materiais. Dr. Braungart é o destinatário de inúmeras homenagens, prêmios e bolsas de estudo da Fundação Heinz, a W. Alton Jones Foundation e outras organizações.

Em 1995, os autores criaram McDonough Braungart Design Chemistry, uma empresa de desenvolvimento de produto e sistemas que auxilia as empresas na implementação de seu protocolo de design sustentável. Seus clientes incluem a Ford Motor Company, a Nike, Herman Miller, a BASF, DesignTex, Pendleton, Volvo, e a cidade de Chicago. O site da empresa é www.mbdc.com

Estrutura do livro

  1. This book is not a tree (edição americana)
    Introduction to the 2008 Edition (edição inglesa)
  2. Why being “Less Bad” is no good
  3. Eco-effectiveness
  4. Waste Equals Food
  5. Respect Diversity
  6. Putting Eco-Effectiveness into Practice

Ficha técnica

Título: Cradle to Cradle: Remaking the way we make things.
Autor
: William Mcdonough e Michael Braungart
Editora: North Point Press
Formato: 208 páginas, 14,4 x 22,3 cm
ISBN: 9780865475878
Edição:
1ª 2002 (North Point Press – EUA)
2ª 2008 (Vintage – Inglaterra)
ABNT: MCDONOUGH, William; BRAUNGART, Michael. Cradle to Cradle: Remaking the way we make things. Edição 1 ed.. Nova Iorque: North Point Press, 2002. ISBN 9780865475878.

Compre Aqui:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=9094&tipo=25&nitem=618293

Comentários (0)

Recycle, linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes

Tags: ,

Recycle, linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes

Postado em 13 Fevereiro 2012 por Elisa Quartim

Recycle é a linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes confeccionados com matéria prima sustentáveis e que podem ser recicladas. Os modelos são produzidos com materiais reciclados, em lona e couro ecológico.

O lançamento aconteceu na Francal 2011. Para o lançamento, fizeram uma embalagem com a própria garrafa PET recortada.

 

E para comunicar o conceito da coleção, todo o material de PDV (caixinhas, tags, impressos) foram confeccionados com material reciclado.

O piso do stand foi 100% produzido em plástico reciclado e as paredes foram montadas com pó de serragem compactada, que é reciclada e reciclável. Para a montagem do stand era necessário juntar pelo menos 1000 garrafas de PET da Coca-Cola para produzir a decoração do stand.

Em uma ação organizada pela Invento Propaganda, que tinha 1 semana para arrecadar as garrafas, organizaram uma campanha entre os estudantes da cidade de Picada Café – RS, aonde fica a fábrica da  Sugar Shoes. Quem levasse duas garrafas ganhava um lápis da marca feito a partir da reciclagem de potinhos de iogurte.

Vejam o video do lançamento.

A Coca-Cola Shoes é uma parceria com a empresa gaúcha Sugar Shoes.

 

Impacto ambiental do tênis

Você já parou para pensar no impacto ambiental que um simples par de tênis causa na natureza? O tênis precisa de cuidados especiais na hora do descarte e é nossa responsabilidade cuidar para que isso aconteça. O tempo de desgaste de um tênis varia de acordo com sua marca

Em geral um tênis pode demorar de seis meses a um ano para se decompor, isso varia de acordo com o tipo de tecido. Já para a borracha da sola não existe tempo determinado de decomposição, porém em algumas pesquisas já encontrei dados que colocam uma estimativa de aproximadamente 600 anos.

Para fazer a reciclagem de seu tênis velho basta separar os materiais com uma tesoura e colocá-los em suas respectivas latas de coleta seletiva.

Ou, se enjou e ele ainda está em bom estado, que tal doar. Assim levará muito mais tempo para começar o processo de decomposição.

 

Fontes:

http://sustentavel20.wordpress.com/

http://www.inventopropaganda.com.br/

http://www.cocacolashoes.com.br/

www.facebook.com/CocaColaShoes

http://www.modatenis.com.br/

Comentários (0)

Caixa Checkout, uma alternativa às sacolas

Tags: ,

Caixa Checkout, uma alternativa às sacolas

Postado em 09 Fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A Jari Celulose, Papel e Embalagens, empresa do Grupo Orsa, coloca no mercado uma nova opção retornável para levar as compras para casa. Uma outra forma para substituir as sacolas pláticas descartáveis e criada para atender ao varejista que quer oferecer aos seus clientes opções para levar suas compras.

A Checkout é produzida em papelão micro-ondulado, matéria-prima proveniente de fontes renováveis, reciclável e biodegradável.

 As vantagens da Checkout são a facilidade na montagem, praticidade no empilhamento, resistência e forte apelo visual. Ela é fácil de estocar e suporta com segurança até 15 quilos.

Suas laterais podem ser customizadas com a impressão de logomarcas e/ou mensagens em até seis cores ou cinco cores+verniz e funciona também como um canal de mídia.

 

Sobre o Grupo Orsa

Uma das principais organizações brasileiras nos setores de madeira, celulose, papel e embalagens, com atuação também no mercado de produtos florestais não madeireiros, o Grupo Orsa traz a sustentabilidade como eixo de sua estratégia de negócios. Com capital 100% nacional, tornou-se referência mundial em manejo sustentável de floresta tropical nativa por suas operações em 545 mil hectares na região Amazônica do Vale do Jari, localizado entre os estados do Pará e do Amapá.

As empresas do Grupo – Jari Celulose, Papel e Embalagens; Orsa Florestal; Ouro Verde Amazônia e Fundação Orsa – atuam de forma integrada, em linha com o conceito internacional dos 3Ps (People – Pessoas, Profit – Lucro e Planet – Planeta), incorporando modelos de ação economicamente viáveis, socialmente justos e ambientalmente corretos.

 

Fonte:

http://www.pack.com.br/blog

http://www.portaldaembalagem.com.br/

Comentários (0)

Lemnis Lighting – embalagem e cúpula de abajur.

Tags: ,

Lemnis Lighting – embalagem e cúpula de abajur.

Postado em 02 Fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A empresa holandesa Lemnis Lighting, fabricante de lâmpadas de última geração, desenvolveu junto com a Celery Design uma embalagem que comunicasse os diferenciais de sustentabilidade da lâmpada mais econômica.

As lâmpadas consomem 90% a menos de energia comparadas às lâmpadas incandescentes e quase a metade de energia, quando comparadas às lâmpadas fluorescentes (CFL). Além disso, elas duram 35 anos (8 vezes mais que a fluorescentes) e não contém mercúrio tóxico. É um produto mais caro (25 dólares), mas a longo prazo, cada lâmpada representa a economia de cerca de 250 dólares para o usuário.

O projeto foi feito com um processo de design holístico e a exploração abrangente da marca. Foi pensado na pré-produção e na pós-produção.

Um produto com esse preço não deveria ser apresentado da mesma forma que uma lâmpada de um dólar. A uma tecnologia melhor e a experiência do usuário deveria refletir isso. Portanto, em vez de cores berrantes e elementos que pertubam, a embalagem Lemnis é limpa e delicada, com bastante espaço vazio e imagens repousantes.

O formato escolhido foi uma pirâmide truncada, que se destaca nas prateleiras e acomoda firmemente a lâmpada em seu interior. O formato é uma referência ao nome da lâmpada que é Pharoz, em homenagem ao farl que foi uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Ela também se encaixa confortavelmente nos contêineres de embarque, o que faz dela uma solução boa de “design para a distribuição”.

O papel é 100% reciclado pós-consumo. E o formato foi estudado para caber seis caixas em uma folha de impressão.

A caixa também é dobrada e fechada sem uso de adesivo, o que facilita a reciclagem.

Foi imaginado todos os destinos possíveis para a embalagem e chegaram a conclusão de que o melhor destino possível seria manter a embalagem perto da lâmpada para qual ela foi feita. Dessa forma, foi projetada para que o consumidor pudesse desdobrá-la, virá-la ao contrário e usá-la como cúpula de abajur.

A caixa-pirâmide é mais cara que uma caixa retangular padrão usada para lâmpadas incandescentes ou as embalagens blister usadas para as fluerescentes compactas, apesar do aproveitamento de papel. Mas ela não é mais cara por ter seu preço embutido como uma porcentagem no custo da lâmpada e oferece um verdadeiro diferenciaç no mercado e um valor duradouro da marca.

O processo de design mudou a forma como a Lemnis concebia as embalagens. Em vez de ser um item de custo e uma superfície para mensagens, a embalagem se tornou uma fonte de valor e um verdadeiro diferencial da marca.

Um bom presente, uma história legal e uma experiência de marca profundamente diferente para essa nova tecnologia.

Fontes:

http://celerydesign.com/our-work/packaging/lemnis-lighting

DOUGHERTY, Brian. Design gráfico sustentável. São Paulo: Edições Rosari, 2011. pgs.151-153. ISBN 978-85-8050-003-5

Comentários (0)

Acabaram as sacolinhas. E agora?

Tags:

Acabaram as sacolinhas. E agora?

Postado em 31 Janeiro 2012 por Elisa Quartim

Desde o dia 25 de janeiro as grandes redes de supermercado pararam de distribuir sacolinhas na boca do caixa. O site Embalagem Sustentável sempre foi a favor da livre escolha e acreditávamos que aos poucos todos perceberiam o impacto individual de cada sacola.  Acreditamos que o incentivo seria o melhor caminho, dando o desconto do valor embutido nas compras do custo das sacolas.
Infelizmente a mudança não ocorreu na velocidade e na maneira esperada e acabaram fazendo um acordo pelo fim da distribuição das sacolas na boca do caixa, sem dar outras opções gratuitas.

O objetivo principal é a não geração de resíduos em excesso. Os grupos envolvidos na ação chegaram à conclusão (que infelizmente eu concordo) que muitas pessoas só mudam quando começam a sentir no bolso. Escolheram o caminho mais radical.
Agora terão que pagar para levar suas compras para casa e poder descartar o seu lixo apropriadamente. Pagando vão aproveitar melhor cada saco e valorizá-los.

Muitas pessoas já tinham mudado seus hábitos e quase não sentiram a mudança, mas quem ainda não tinha feito isso sentiu um grande impacto. Isso tem gerado muita revolta e dúvida em o que fazer agora sem as sacolinhas. Algumas dúvidas que surgiram nesses primeiros dias de mudança:

Por que não substituir por sacolas de papel?

Como já foi falado, o objetivo principal não é acabar com o plástico e sim diminuir o descarte excessivo e inadequado de sacolas, independente do material.

O papel não é necessariamente mais sustentável que o plástico. Depende se ele foi feito com manejo sustentável, se é certificado, como as pessoas usam, local de fabricação e distribuição. Para dar uma resposta exata só fazendo uma Análise do Ciclo de Vida (ACV). (Se alguém souber de algum estudo sério indiquem).

Mas a sacola de papel tem alguns detalhes que é importante salientar:

  • O papel é mais pesado e volumoso.
    Se for analisar todo o ciclo de vida, acaba emitindo mais gases de do efeito estufa. Precisa de mais caminhões para transportar a mesma quantidade que seria da sacolinha de plástica.
  • O aumento de consumo de papel aumentaria o corte de árvores.
    Apesar de no Brasil o papel é feito com árvores plantadas especialmente para a fabricação de papel, essas áreas teriam que ser ampliadas e haveria a possibilidade de se buscar áreas “não exploradas”.
  • A sacola de papel é menos eficiente.
    Com produtos molhados ou com o peso muito grande, as sacolas rasgam facilmente.
  • São biodegradáveis.
    Mas em aterros mal projetados, elas podem demorar o mesmo tempo para se decompor.

Eu faço grandes compras mensais. Não cabe tudo na minha sacola retornável. O que faço agora?

Se você vai de carro, pode levar várias sacolas reutilizáveis, caixas reutilizáveis ou pedir uma caixa de papel no supermercado.
Eu pessoalmente prefiro usar várias sacolas grandes reutilizáveis. São até mais fáceis de carregar do que várias sacolinhas plásticas que acabavam cortando a mão com o peso. As caixas reutilizáveis são boas opções, mas se a compra é grande corremos o risco de colocar mais coisas que conseguimos carregar.

E como vou descartar o meu lixo em casa agora?

A sacolinhas nunca foram uma boa opção para descartar lixo. Só eram boas porque eram “gratuitas”. Alguns motivos que a sacolinha não é boa para descartar o lixo.

  • São em sua maioria feitas com resina virgem.
    Um desperdício de material que era utilizado apenas um vez e descartado muito rapidamente.
  • São impressas com tintas que podem fazer mal ao meio ambiente.
    Em geral as tintas contém metais pesados que acabam indo para os lençóis freáticos e impactando o meio ambiente.
  • São frágeis.
    Por serem “gratuitas”, muitos supermercados economizavam na sacola e elas rasgavam muito facilmente, obrigando com que cada pessoa pegasse duas sacolas ao invés de uma.
  • Os animais marinhos confundiam com alimento e acabavam morrendo.
    Seja por descaso ou por seu material ser leve, acabavam caindo nos oceanos e impactando esse meio ambiente.

E o cocô do meu cachorro?

Muitos estão falando que haverá um aumento no volume de cocô de animais de estimação nas ruas por causa dessa mudança, mas os argumentos são bem parecidos com o uso da sacolinha para descarte de lixo.

Usar essa desculpa para voltar a emporcalhar as ruas das cidades não faz o menor sentido. As pessoas que estão pensando assim devem ser aquelas que recolhiam as fezes com sacolinha e depois jogam na rua, aumento o risco de entupir bueiros.

Alguns materiais alternativos para recolher as fezes dos cães:

  • Saquinhos de papel;
  • Reaproveitamento de embalagens de papel.
    Dá até para preparar uma pazinha para recolher de forma mais fácil.
  • Ensinar o seu cão que a rua é para passear e não para usar como banheiro.

 

Com a mudança, os supermercados aumentaram seus lucros?

Apesar da sensação é que as sacolinhas eram gratuitas, na verdade o seu preço sempre esteve embutido no preço final. O custo das sacolas representa cerca de 5% do preço da mercadoria. Desde o dia em que aconteceu a mudança não vi nenhuma mudança nos preços dos produtos (alguns até aumentaram). Está circulando na internet que haverá um aumento de R$ 500 milhões nos lucros.
Por isso sempre fui a favor do incentivo. Se a pessoa não quisesse a sacola era só dar o desconto, mas isso não aconteceu.

No site da campanha falou que pode sim haver uma redução de preço, mas depende de cada supermercado.

Sustentabilidade é transparência das informações e não tenho visto isso nessa mudança. Se haverá uma redução queremos ter certeza de quanto e queremos ver discriminado na nota da compra.

Supermercados que davam pontos ou desconto pararam de dar. Por que?

Não vamos brigar mais pelo material que é feito a sacola, pois esse não é o pior o problema e sim o uso inadequado e a falta de clareza nas informações passadas. Todos devem fazer a sua parte, varejistas e consumidores.

E para finalizar. O termo correto é sacola reutilizável. Ecobag é só aquela que usa um material que não impacta o meio ambiente e sua forma de produção é feita com os critérios de sustentabilidade. Não é o material que torna a sacola mais sustentável e sim como ela é utilizada.

Comentários (1)

Advertise Here

Interaja


Siga-nos no Twitter:

Twitter

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

Assine

Insira seu endereço de email nos campos abaixo:
Newsletter Embalagem Sustentável

 
Receba atualizações do site via FeedBurner

Grupo EmbalagemSustentavel
Nossa lista de discussão no Yahoo!
* Embalagem Sustentável é contra spam

Veja também