Archive | Novas Tecnologias

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Tampa Child Proof

Postado em 21 junho 2010 por Elisa Quartim

O objetivo foi desenvolver um sistema à prova de crianças que pudesse ser  amplamente usado, principalmente em países em desenvolvimento e do terceiro mundo, onde as legislações não são tão rigorosas com embalagens que contenham produtos tóxicos, ser um sistema barato para poder ter vasta utilização e gerar um menor impacto ambiental, principalmente ao efeito estufa.

A Clever Pack estudou as duas tampas à prova de crianças mais utilizadas mundialmente e perceberam que elas são pesadas, em grande parte produzidas com duas peças, com um gasto extra de energia para montagem.

Assim, desenvolveram uma tampa leve de apenas uma peça, sem necessidade de montagem extra, resultando em uma peça segura, mais barata, gerando um menor impacto ambiental, além de mais prática para os idosos.

A tampa pode ser produzida em 100% de material reciclado, porém o usual é de 30%. Reduz em média 40% de matéria-prima utilizada pelo sistemas utuais e, pelo fato de ser produzido de apenas um material, é de fácil reciclagem (não há necessidade do processo de separação de matérias)

Fonte: http://www.cleverpack.com.br/

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Como foi a 2ª Semana da Embalagem, Impressão e Logística

Postado em 01 abril 2010 por Elisa Quartim

Entre os dias 22 a 26 de março aconteceu a 2ª Semana Internacional da Embalagem, Impressão e Logística. Fui em busca de novos materiais e tecnologias mais sustentáveis, mas acabei vendo poucas iniciativas nesse sentido.

“Área Verde”

A “Área Verde” criada para ser uma Ilha Temática de Sustentabilidade, tinha poucos stantds em relação ao resto da feira. Esse espaço mostra uma preocupação do setor com o assunto, mas muito pequeno em relação a urgência do assunto. Estavam presentes as empresas:

DIB do Brasil (www.dibdobrasil.com.br)
Faz limpeza Criogênica de equipamentos gráficos com Jateamento com Gelo Seco (CO2). É um método prático, rápido, econômico, eficaz, não-abrasivo comparado com os tradicionais: jato de areia (proibido desde 2004 no Brasil), granalha aço e vidro (agressivo à superfície), solventes etc.. e, acima de tudo, ecologicamente correto, pois deixa-se de utilizar água potável e tendo que tratá-la posteriormente para limpar suas máquinas/equipamentos, além de evitar o descarte de resíduos ao meio-ambiente!

Caixas Net (www.caixasnet.com.br)
Fabricante de caixas e lixeiras para reciclagem de papel. Tem a vantagem de semrem mais baratas e recicláveis.

CRB (www.bergcomercial.com.br)
A CRB é uma empresa que faz a destinação dos resíduos das gráficas. Eles oferecem o serviço de coleta desses resíduos dentro das normas exigidas onde a maior preocupação é o meio ambiente. Certificada pela CETESB dão o destino correto para cada tipo de resíduo.

Neuplast (www.neuplast.com.br)
Empresa de reprocessamento de de resinas poliolefinicas PEAD e PP a partir de produtos de pós-consumo e resíduos industriais. Eles utilizam até 98% de sucata pós-consumo retirando 18 mil toneladas/ano de sucata no meio ambiente.

Rivier Plast (http://www.rivierplast.com.br)
Empresa que faz sacos, saquinhos e sacolas em PP, PE e PEAD. Utiliza em seus produtos o aditivo oxi-biodegradável da Willow Ridge Plastics, Inc. Que faz a desintegração por foto-degradação (U.V.) e por oxidação. O resultado final (segundo eles) é gás carbônico e água (biomassa), totalmente consumível por microorganismos.

Rochmam (http://www.rochmam.com)
Desenvolvem recicladores que recuperam os solventes utilizados na lavagem e no desengraxe de  peças, nos mais variados processos industriais. Através de um processo de destilação, o solvente é separado do poluente (resina, pigmento, tinta, verniz, tinta , óleo, etc. ) e é assim recuperado para a sua sucessiva reutilização. As características do solvente reciclado não são alteradas pelo processo de reciclagem  e, portanto, o solvente pode ser reciclado infinitas vezes. O ciclo é  completamente automático, a ação do operador limita-se ao carregamento do reservatório, a regulagem do tempo e temperatura, e coleta do solvente reciclado ao final do ciclo.

Outros produtos interesssantes da feira

Bio-Circle (www.biocircle.com)
Bio-Circle é um agente de limpeza de sistema, uma alternativa de limpeza aos solventes tradicionais.O líquido de limpeza combinado com os últimos avanços tecnológicos, garantem a remoção de óleo e graxa, mantendo seu poder de limpeza ao longo do tempo, graças à ação natural auto-renovadora proporcionado pela bioremediação.

Reciclean (www.recyclean.com.br)
A Recyclean atua na área da reciclagem de PE, PP e PET. Ela atua na moagem, lavagem, separação, filtragem, secagem e granulação desses polímeros. A partir desses processos obtêm-se um prodututo final granulado, similar a resina virgem.

Conferência Internacional BrasilPack 2010

A Conferência organizada pelo Instituo de Embalagens abordou vários temas relacionados com a sustentabilidade. Vamos ver um pouco do que foi falado.

A queda do muro das embalagens
Assunta Napolitano Camilo – Diretora do Instituto de Embalagens e da Consultoria FuturePack

Assunta apresentou a sua análise das embalagens da Polônia. Antigo páis comunista, que depois da queda do muro de Berlim, resolveu investir na produção de embalagens. Ela apresentou embalagens com altíssima qualidade. Foi observado a grande presenção de embalagens flexíveis e o uso de embalagens mais leves como o caso da cerveja em PET. As embalagens em geral são bem dimensionadas, não havendo desperdício.

Case – Global Packaging do MacDonald’s
Nivaldo Lima – Supply Manager do McDonald’s Brasil

Como já havia mostrado neste post, ele mostrou a globalização das embalagens do McDonald’s. Que antes em cada país era feito de um jeito hoje segue critérios mais rigorosos. No Brasil não houve muita alteração de tamanho ou formato como mostrado no vídeo do post anterior, a mudança principal foi mais visual e de comunicação, mostrando mais os ingredientes de cada produto. Como projetos para a sustentabilidade ele mostrou que todo o óleo usado nos restaurantes do McDonald’s são transformados em Biodiesel. Em alguns lugares eles já colocaram lixeiras para a coleta seletiva que vão para uma cooperativa em Guarulhos. Com isso eles reduziram 40% do total do lixo.

Estudo de Caso Payot
Antonio Celso da Silva

Mostrou a dificuldade de encontrar fornecedores, são poucos nessa área no Brasil. As embalagens de cosméticos acabam sendo mais caras e utilizam em uma mesma embalagem vários tipos de materias. Uma das mudanças que eles tem feito é mudar de PVC para PET que tem mais transparência e brilho. Mudaram da tampa disctop para fliptop nas embalagens de shampoos, diminuindo o desperdício. E o peso da embalagem reduziu em 30%. Além de buscar um novo fornecedor perto da fábrica.

Desafios dos orgânicos
Alexandre Borges – Presidente do Mãe Terra

O 1º desafio foi a mudança na linguagem nas embalagens para que o pelo de sustentável e orgânico fosse mais atrativo. O 2º foi a conveniência, o 3º foi a Eduacação, como comunicar o diferencial da produção orgânica. e o 4º foi a Cadeia de Suprimentos, onde através da análise do ciclo de vida dos produtos ele puderam escolher melhor os seus fornecedores. Uma das dificuldades para a embalagem é que não um conscenso em relação do que é uma embalagem sustentável.

Embalagem – um instrumento estratégico na promoção da sustentabilidade
Paulo Pianez
– Diretor de Sustentabilidade do Carrefour

Uma das principais empresas de varejo no mundo, o Carrefour, pretende em três anos ser referência em sustentabilidade no Brasil. Há cerca de um ano e meio, o Carrefour adotou uma plataforma de sustentabilidade, que resultará em diversas ações envolvendo Consumidor, Comunidade,Colaboradores, Clima e Cadeia de fornecedores. No caso do consumidor, um dos principais propósitos da empresa é a promoção do consumo consciente. Para isso, o Carrefour utilizará a embalagem como meio de comunicação. Os produtos virão embalados com dicas de sustentabilidade, que estejam ligadas ao cotidiano do consumidor para que ele faça compras, cada vez mais, conscientes. As informações estão sendo elaboradas em parceria com o Instituto Akatu.

A conclusão que posso fazer da Semana Internacional é que muito coisa ainda tem que ser feito. Falta interesse nos donos de gráficas na procura de produtos alternativos que buscam um menor impacto, e na maior feira do setor no Brasil só vai começar a apresentar essas inovações a a partir do momento que houver um interesse ou necessidade maior do setor.

http://www.semanainternacional.com.br/

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Cartões de visitas sustentáveis

Postado em 27 janeiro 2010 por Elisa Quartim

A rede de Ecoblogs fez um desafio concorrendo à uma bicicleta dobrável Dahon Eco 1 para reciclar um post deles acrescentando mais coisas.

O que eu escolhi foi do cartão da agência Tátil feito com embalagens de TetraPak. O lado prateado leva as informações do cartão e o lado colorido, o logo da marca. Os próprios funcionários levam diariamente à empresa suas embalagens recicláveis para produzir os cartões.

A idéia rendeu à Tátil o prêmio IDEA (International Design Excelence Awards), nas versões nacional e internacional.

Sempre fiquei em busca de uma cartão de vista que me identificasse e que transmitisse conceitos de sustentabilidade. No final  do ano passado criei um feito com carimbo.

A ideia é que o cartão não fique limitado a um só tipo de papel, podendo usar até mesmo o papel que esteja disponível na hora.

O primeiro foi carimbado em papel reciclado da Romitec 100% reciclado (sendo que 30% de pós consumo e 70% de pré-consumo) sem utilização de cloro para branqueamento.

Não fui a primeira a produzir um cartão com essa idéia, apesar de pensar nela desde 2005, mas só agora consegui produzir.

A Fisher Portugal teve uma ideia parecida. Ele é um carimbo que pode ser aplicado em qualquer pedaço de papel. Só achei que eles poderia ter explorado mais a parte gráfica do carimbo.

Já a Sassen Design conseguiu um efeito bem legal explorando a tipografica da marca.

Jamie Wiek criou um modelo bem original. Basta molhar o cartão que em quatro dias já começa a brotar, dando forma à figura do cartão.

Uma das possibilidades é eliminar a tinta do cartão utilizando o relevo seco como o da agência ps.2 arquitetura + design

E sempre há a possibilidade da troca de contatos sem o uso do cartão, com os celulares podemos trocar os contatos na hora sem precisar usar o papel. Pensem nisso…

Fonte:
http://www.ecoblogs.com.br/2010/01/19/cartao-de-visita-feito-de-embalagem-tetrapak/

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Ecologic – garrafa de leite em papel

Postado em 27 janeiro 2010 por Elisa Quartim

A americana Ecologic Brands desenvolveu uma garrafa sustentável de produtos líquidos.
Ela é compostável e recicláveis e já está a venda em lojas selecionadas da rede Whole Foods nos EUA.

A casca exterior da garrafa é feita de papelão corrugado reciclado que foi termoformadas em um recipiente rígido utilizando a mesma tecnologia das caixas de ovos.

O forro interno é uma bolsa fina de PEBD que é reciclável e fácil de se adaptar às inovações dos bio plásticos. O plástico fica mais fácil de ser separado do que nas caixinhas de Tetra-Pak

A primeira empresa a testar a nova embalagem é a Straus Family Creamery. Ela é uma das empresas mais respeitadas de laticínios orgânicos nos EUA, conhecido pela sua gestão ambiental forte e base de consumidores leais.

Esse piloto conduzirá para uma maior implantação da embalagem para outras categorias de alto volume de embalagem como suco, vinho, produtos de limpeza e detergentes para a roupa.

Fonte:
http://www.sustainableisgood.com

http://www.ecologicbrands.com/index.html

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Embalagens comestíveis

Postado em 12 janeiro 2010 por Elisa Quartim

Pesquisadores brasileiros da Embrapa desenvolvem películas comestíveis que prometem conservar frescos e proteger os alimentos da ação de microrganismos por mais tempo.

Os cientistas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) concentram-se justamente na produção de embalagens comestíveis que prometem conservar frescos por mais tempo alimentos como frutas, verduras e queijos. A tecnologia, que ainda está em fase de testes e não chegou ao mercado, é uma alternativa ecológica às embalagens de plástico sintético.

Essas embalagens comestíveis são uma espécie de plástico natural que, quando aplicado sobre a superfície dos alimentos, retarda a perda de água e as trocas gasosas entre o alimento e o ambiente, dobrando o tempo de vida do produto.

Em Fortaleza (CE), pesquisadores da Embrapa Agroindústria Tropical, em parceria com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês), desenvolvem filmes feitos com purês de frutas para aplicação nesse tipo de alimento. Esses materiais são quase transparentes e podem ter sabor e aroma idênticos ao da fruta com que são feitos. O da foto acima é feito de à base de purê de manga que tem sabor semelhante ao da fruta.

Filme comestível

Já em São Carlos (SP), pesquisadores da Embrapa Instrumentação Agropecuária desenvolvem filmes à base de proteínas do milho – chamadas zeínas – e quitosana, polissacarídeo extraído da casca dos crustáceos que, além de prolongar a vida do alimento, tem ação antibacteriana e fungicida. “Não existe um filme universal; para cada alimento é preciso desenvolver um filme diferente, que seja adequado a sua fisiologia”, explica o físico Odílio Garrido de Assis, pesquisador da Embrapa que atualmente trabalha com o filme de quitosana para aplicação em maçãs fatiadas. Vejam a comparação de uma maçã revestida com filme de quitosana (no alto) e outra não revestida (embaixo) após oito dias de armazenamento sem refrigeração. Repare que na fruta protegida com o filme não apareceram fungos.

Os filmes comestíveis ajudam a reduzir o volume de plástico descartado no ambiente, pois ao invés de descartar no lixo a embalagem é comida, não gerando lixo. No Brasil, a produção anual de filme plástico chega a 210 mil toneladas.

Porém o filme comestível pode substituir apenas a embalagem primária, ainda é necessário manter o revestimento secundário, externo, para proteger os alimentos da sujeira e, em alguns casos, do contato com a água.

Por enquanto, o uso das nanofibras na produção dos filmes comestíveis está restrito ao laboratório, pois ainda não se conhecem os impactos que elas podem causar à saúde.

Fonte:

http://cienciahoje.uol.com.br/

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Foco na sustentabilidade em 2010

Postado em 04 janeiro 2010 por Elisa Quartim

Inovação e sustentabilidade serão os principais temas discutidos no desenvolvimento de embalagens neste ano de 2010. Não será mais visto como um diferencial ou algo para poder aumentar o preço do produto, e sim como itens básicos do seu desenvolvimento, assim como hoje já é a ergonomia, funcionalidade e proteção.

Há boas razões para acreditar nisso. No ano de 2009 muitas empresas anunciaram inovações neste sentido e a oferta local tem aumentado.

Uma dessas iniciativas é o fornecimento pela Cargill, do Ingeo, de um biopolímero (ácido polilático, ou PLA) fabricado a partir do milho nos Estados Unido, e a alternativa de fonte renovável ao plástico mais utilizada mundo afora na confecção de embalagens “verdes”. O resultado disso foi a adoção desse material nos potes de margarina Cyclus Nutrycell. Vejam o post aqui. Introduzidas inicialmente em pequena escala, essas embalagens já são utilizadas em toda a produção das margarinas da Bunge.

Outras opções biopolímeros poderão ser viabilizadas no próximo ano. A Braskem irá inaugurar sua fábrica de polietileno “verde”, obtida do etanol de cana-de-açúcar, em Triunfo (RS), no fim de 2010. Acordos já estão sendo fechados para a utilização desse material. Johnson & Johnson e Tetra Pak estão entre as empresas que já acertaram contratos desse gênero

A Bimbo em 2009 lançou uma linha de pães com embalagens plásticas oxi-biodegradáveis – formuladas com um aditivo que as faz se desintegrar rapidamente após o descarte, e deixa no ar, também, a possibilidade de novos lançamentos

Na área de garrafas um evento que poderá causar impacto no mercado de bebidas será a introdução de uma nova família de garrafas plásticas da Coca-Cola produzidas parcialmente com etanol de cana (veja post). E a Saint-Gobain, iniciará a fabricação de uma nova linha de garrafas de vidro para vinhos mais leves.

Além desses novos materiais, novos projetos onde os três Rs são colocados no briefing  como Reduzir, Reutilizar e Reciclar. procurando utilizar os materiais disponíveis no mercado de uma forma melhor e com um menor impcato na natureza. As empresas começam a perceber que com pequenas mudanças já começam a andar em direção à sustentabilidade gerando economia na sua produção.

Fonte:

http://www.embalagemmarca.com.br/

http://www.braskem.com.br/plasticoverde/principal.html

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pactpak10

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PACT Underwear

Postado em 22 dezembro 2009 por Elisa Quartim

A PACT é uma linha de roupas íntimas desenvolvidas de forma sustentável.

Criado por Jason Kibbey e Jeff Denby, eles decidiram lançar sua nova linha baseada em princípios de empreendedorismo social e design sustentável. Uma prioridade é que as roupas íntimas fossem não apenas sustentáveis mas estilosas. Que fossem em cores e estampas chamativas e embrulhadas em embalagens amigas do meio ambiente.

Outra preocupação foi estabelecer uma cadeia de rastreabilidade que se estende desde a escolha dos agricultores que cultivam o algodão até a fábrica turco que fábrica que utiliza tintas de baixo impacto no meio ambiente até chegar nas embalagens reutilizáveis ou compostáveis para o transporte.

E parte do lucro eles vai para ONGs que trabalham em prol do meio ambiente, integrando causa e design em um produto.

Esta embalagem para entregas é compostável e pode ser reciclada.

As etiquetas são fáceis de serem retiradas.

As etiquetas das roupas são feitas em papel reciclado. Simples e bonitas.

Junto vem um folheto falando da instituição que o consumidor está ajudando adquirindo o produto. Impresso no mesmo papel reciclado da etiqueta, na frente tem uma ilustração que pode até virar um quadro e no versõ contém as informações da instituição.

Fontes:

http://www.wearpact.com/

http://changeobserver.designobserver.com/entry.html?entry=10477

http://www.notcot.com/archives/2009/08/pact_undies_unp.php

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Cerveja Thomas Creek – com rótulo impresso na garrafa

Postado em 11 dezembro 2009 por Elisa Quartim

A cervejaria americana Thomas Creek se tornou a primeira a utilizar um novo processo de impressão com a tinta Uvaclear ™ da Hartness Inks ™ para decorar a sua garrafa de cerveja Up the Creek. A tecnologia da tinta Uvaclear ™, posiciona-se como uma alternativa mais ecológica e econômica para impressão em ACL (Applied Color Label) e também oferece maior flexibilidade de design e impacto na gôndola.

Em desenvolvimento na Hartness por 10 anos, Uvaclear é um sistema de impressão de tinta que usa um componente único, secagem por UV, e sua fórmula é livre de metais pesados.

Esse sistema foi lançado na primevera de 1998, mas a adoção tem sido muito lenta, além disso no início da adoção das tintas UV eles tiveram vários problemas e os clientes estavam céticos que este problema havia sido resolvido.

Benefícios para a sustentabilidade

  • Reduz emissões de carbono através da redução das emissões gasosas e reduzindo o uso de energia (em realação ao processo tradicional ACL).
  • Uvaclear tem cores brilhantes onde seus pigmentos são preparados sem o uso de metais pesados
    e cumpre todas as normas ambientais.
  • Devido à sua natureza orgânica, pode ser facilmente removido durante a reciclagem de vidro sem contaminação. Uvaclear não adiciona qualquer resíduo adicional quanto descartado, ao contrário de outros rótulos usado em vidro.

O design gráfico da embalagem Up the Creek foram desenvolvido pela agência “The Bounce Agency” que inclue o logotipo de Thomas Creek junto com uma ilustração de um caiaque sem remo. O rótulo em impressão direta usa as cores amarelo da Pantone PMS específicas para Thomas Creek, juntamente com um fundo preto. A tinta branca é usada na ilustração e no texto. As cores foram separadas em camadas e produziram chapas de impressão para cada uma.

Fonte:

http://www.greenerpackage.com/

http://www.hartness-inks.com/

http://www.thebounceagency.com/

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Godiva_R

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Chocolate Godiva mais sustentável com nova tecnologia.

Postado em 07 dezembro 2009 por Elisa Quartim

Godiva é reconhecida mundialmente como o símbolo chocolate premium. Recentemente eles conseguiram cortar mais de 30% do custo da impressão em sua embalagem para presente mantendo o prestígio da marca. O objetivo, a princípio, era manter uma aparência de ouro perfeito a um custo menor e encurtar os prazos de entrega da produção. O objetivo inicial foi atingido trocando um papel importado especial para o papel metalizado MiraFoil produzido pela Henkel Corp que acabou sendo uma alternativa mais sustentável.

O revestimento líquido MiraFoil é uma alternativa ambientalmente responsável e sustentável ao papel metalizado e ao hot stamping. Ele pode ser aplicada em áreas precisas, reduzindo o desperdício, melhorando a qualidade e reduzindo prazos de entrega. Os fabricantes poupam tempo e energia através da eficiência do processo, utilizam menos de transporte e armazenagem. A cura é feita por raios UV/EB e é à base de água.

O desenvolvimento da embalagem foi produzido por Curtis Packaging

Tecnologias combinadas com processos de impressão eficientes cada vez mais oferece soluções sustentáveis para a produção de embalagens.

Fonte:

http://www.shelfimpact.com/

http://www.henkelna.com/

http://www.curtispackaging.com/

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EcoCradle – Isopor feito de fungos e resíduos agrícolas

Postado em 05 dezembro 2009 por Elisa Quartim

Jovens americanos desenvolveram um novo tipo de isopor que composto por raízes de fungos e resíduos agrícolas, este novo material pode ser moldado em qualquer forma, tem baixo custo de produção e pode ser reutilizado ou aplicado como fertilizante. O composto é feito com pequenas raízes de fungos chamados micélio e resíduos agrícolas como a casca de arroz, trigo ou sementes do algodão.

Essa nova descoberta vem para substituit o poliestireno, mais conhecido como isopor. O poliestireno é um material de difícil reciclagem e não é degradável. É derivado do petróleo uma fonte não renovável. Sua produção mundial chega a 35 milhões de toneladas anuais. Mais de 70% dessa carga é usada na construção civil.

Essa grande descoberta foi feita pelos jovens Eben Bayer e Gavin McIntyre, ambos graduados pelo instituto politécnico Rensselaer, em Nova York. A dupla já tem 100 mil unidades do “EcoCradle” encomendadas para 2010. Segundo eles eles empregam um material que não serve nem mais para a alimentação animal e é o que produzimos é um material alternativo ao poliestireno, que tem o mesmo desempenho físico, mas é degradável no meio ambiente, ou pode ser reciclado.

Bayer e McIntyre abriram sua empresa, a Ecovative, com pouco mais do que uma boa ideia. Agora, já patentearam o produto em 30 países e receberam apoio da Agência de Proteção Ambiental, do Departamento de Agricultura e da Fundação Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

Além disso, receberam no ano passado 500 mil euros por terem vencido o “Desafio Verde” da loteria holandesa Postcode, um prêmio que estimula o desenvolvimento de produtos que diminuam as emissões de gás carbônico (CO2).

Vejam o vídeo sobre o EcoCradle

Vejam como ele é feito

Fonte: http://www.estadao.com.br/

http://www.ecovativedesign.com/

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