Archive | Novas Tecnologias

Econano, rótulo absorve CO2 na incineração

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Econano, rótulo absorve CO2 na incineração

Postado em 16 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A japonesa Sato, fabricante de soluções para codificação e rotulagem de embalagens, anunciou o lançamento de uma nova tecnologia capaz de reduzir a liberação de gás carbônico na incineração de rótulos e etiquetas autoadesivas, a ECONANO ®.

Os rótulos têm em seus adesivos cápsulas de nanovesículas (NVC) que absorvem o CO2 emitido durante a incineração em aproximadamente 20%. Além disso, através da combinação de ECONANO tecnologia ® com NONSEPA SATO ® da série etiqueta sem liner, é possível conseguir uma redução aproximada de 50% das emissões de CO2 no momento da incineração.

A novidade foi desenvolvida em parceria com o professor Masahiko Abe, da Universidade de Ciências de Tóquio.

Segundo cálculos da Sato, a substituição de 1 milhão de rótulos tradicionais de 50 milímetros por 85 milímetros utilizados ao longo de um ano por rótulos Econano resulta numa redução de 224 quilos de CO2 emitido durante a incineração. O volume equivale à quantidade de CO2 liberada durante a fabricação, uso e incineração de quase 5 000 sacolas plásticas.

No Brasil, a incineração dos resíduos tem sido abolida em várias cidades pelo risco de contaminação do ar. Hoje esse risco é bem menor, mas ainda há.

A incineração com captação energética ainda não é uma realidade brasileira, mas existem várias empresas que estão fazendo proposta para a construção de usinas de incineração com captação de energia. Caso esse sistema seja implantado, esse rótulo parece ser uma forma de diminuir a emissão de CO2 na atmosfera, só não entendi se reduz a capacidade de produzir energia.

Fonte:

http://www.embalagemmarca.com.br/

http://www.sato.co.jp/

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Krones LitePac1

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Krones LitePac substitui os filmes encolhíveis no transporte de garrafa PET

Postado em 22 junho 2011 por Elisa Quartim

A empresa alemã Krones desenvolveu uma alternativa para os filmes encolhíveis com segunda embalagem para garrafas em PET. A Krones LitePac é  um novo desenho de embalagem para recipientes PET, apresentado pela Krones na feira alemã Interpack, neste mês de maio. Ela permite economia de recursos em um sistema de embalagem completo, com a máquina apropriada para sua aplicação.

Não sei se funciona com qualquer design de garrafa, mas pela imagem o design da garrafa favorece essa inovação.

O shrink-pack já representa a embalagem secundária mais usada no mercado para garrafas PET. No entanto, para a produção de filmes encolhíveis destes pacotes de embalagem, é necessária matéria-prima de origem fóssil, o que produz um elevado consumo de energia durante o processo de encolhimento do filme no túnel.

Em comparação com o filme termorretrátil convencional, o novo desenho resulta em economia de custos financeiros de mais de 50% para as empresas usuárias. A LitePac representa uma nova tendência para o mercado de embalagens secundárias para garrafas PET, principalmente em termos de impactos ambientais.

A tecnologia necessária é fornecida por uma nova embaladora da Krones, a EvoLite, máquina composta por um módulo de entrada de garrafas e um módulo de aplicação da embalagem secundária, com superfície de instalação bastante reduzida. No módulo de entrada, as garrafas alimentadas de maneira contínua são separadas sobre duas vias. Na seqüência, quatro unidades de embalagens confeccionam os pacotes LitePac.

A economia financeira é bastante elevada devido aos menores custos de material de embalagem e do consumo reduzido de energia pela eliminação do túnel de encolhimento.

São vários os fatores que contribuem neste processo: menos transportadores, menor superfície de instalação, disposição simplificada da linha, menor superfície de apoio tanto nos armazéns das empresas como nos supermercados e menor tráfego de paletes.

A embaladora EvoLite, da Krones, também já recebeu o selo Enviro, uma vez que a máquina cumpre com critérios rígidos de eficiência energética e de outros recursos. As características abaixo foram determinantes para a obtenção do certificado Enviro.

  • Seleção eficiente do motor, adaptado especialmente aos movimentos e às acelerações da máquina;
  • Redução do consumo elétrico por um dimensionamento perfeito e pontual dos motores;
  • Circuitos de standby para reduzir as perdas de calor nas abas aplicadas mediante soldadura;
  • Diminuição do consumo de ar comprimido devido a um traçado otimizado dos condutores e o emprego de condutores com seções transversais otimizadas;
  • Eliminação máxima possível de lubrificantes graças à circulação de lubrificação contínua e a uma técnica especial de escovas para engraxar as cintas transportadoras;
  • Ergonomia no ambiente de trabalho, com componentes selecionados para reduzir os ruídos e aumentar a proteção do operador.
  •  

    Vejam o filme com a demonstração do produto:

Fonte:

http://www.krones.com.br/

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c-PACK PCR

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Bisnaga PCR (Post Consumer Recicled) da C-Pack

Postado em 18 junho 2011 por Elisa Quartim

A C-Pack, líder no mercado Latino Americano de embalagens no formato de bisnaga (tubo) traz ao mercado uma bisnaga  produzida com material reciclado de pós consumo, o PCR (Post Consumer Recicled).

A empresa levou quase dois anos para desenvolver a novidade, em um projeto iniciado a partir de uma ideia da Johnson & Johnson. O novo tubo será adotado até o fim do ano pela J&J por outros dois clientes do mercado de higiene pessoal e beleza.

O material reciclado, derivado da coleta seletiva de polietileno e polipropileno, é empregado como uma espécie de recheio de sanduíche numa estrutura de três camadas – a interna e a externa são de material virgem, para evitar, respectivamente, riscos de contaminação do produto acondicionado ou de má impressão dos tubos.

Evitar a extração e os gastos na produção de matéria-prima virgem com a re-utilização de materiais, faz da reciclagem uma ferramenta amenizadora dos impactos ambientais.

Fora essa  novidade (ver quadro), a C-Pack tem um plano de lançamento contínuo de inovações em tubos plásticos. O projeto é respaldado pelo Core-D, um departamento de pesquisa e desenvolvimento criado há pouco mais de seis meses. Alocado em um laboratório construído na fábrica da empresa, em São José (SC), o setor é tocado por um grupo de nove engenheiros, cooptados em um convênio com a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Um dos projetos em fase final de gestação pelo Core-D, antecipa Yassuda, é o tubo plástico confeccionado a partir de ácido polilático (PLA), resina “verde” derivada de fontes agrícolas. Junto com o tubo PCR, o tubo de PLA integra o conceito Eco Packaging, criado pela C-Pack para identificar as embalagens fabricadas levando em conta princípios de sustentabilidade.
As embalagens plásticas – tubos, tampas e componentes – produzidas pela C-Pack atendem ao conceito “Eco-Packaging”, pois são produzidas com 50% a menos de energia e menor quantidade de matéria-prima. São mais de 700 possíveis variações de formatos, além das diversas combinações decorativas.
A certificação SA8000 de responsabilidade social, obtida pela C-Pack em 2005, é fruto do investimento que a empresa faz em sustentabilidade. Toda a estrutura da fábrica, onde trabalham cerca de 400 colaboradores, apresenta soluções inteligentes como cobertura e paredes TermoWall, iluminação natural, aquecedor solar, captação da água da chuva, tratamento de esgoto e sistema de pressão positiva, que não permite a entrada de agentes contaminantes no ambiente fabril pelas portas.
Todo o investimento em sustentabilidade; Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e design renderam a C-Pack alguns troféus como o Roberto Hiraishi (Embanews) nos anos 2011, 2008, 2007 e 2006; Embalagem Marca 2007 e Embanews 2007 e 2006.
Fonte: http://www.c-pack.com.br

http://www.embalagemmarca.com.br/

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paper-no-9-bag-5

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Paper No. 9, acessórios feitos com papelão

Postado em 31 maio 2011 por Elisa Quartim

A Paper No.9 projeta acessórios feitos com papelão de caixa de transporte. O resultando são acessórios com um material alternativo. À primeira vista, os produtos lembram couro, mas uma inspeção cuidadosa revela a sua verdadeira origem: o papel.

Primeiro eles tratam o papel obtido em caixas de transporte com óleos naturais, calor e uma boa massagem. Depois colocam sobre um tecido para ganhar resistência. Com isso eles criaram um “tecido” aveludado que cria um efeito estiloso.

Como o tempo o produto vai ganhando personalidade com o desgaste do material. O calor e o movimento do corpo gradualmente desgastam as camadas exteriores para revelar a arte escondida.

Fonte: http://www.paper-no9.com/

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Pepsi vegetal

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PepsiCo anuncia garrafa PET 100% baseada em vegetais.

Postado em 28 abril 2011 por Elisa Quartim

A PepsiCo anunciou no último dia 15/03 que desenvolveu a primeira garrafa plástica de PET, no mundo, feita inteiramente de vegetais – recursos totalmente renováveis – permitindo à empresa fabricar um vasilhame de bebida com emissões globais de carbono significativamente reduzidas.

A nova garrafa da PepsiCo é 100% reciclável. A garrafa é feita de matérias-primas baseadas em fontes vegetais, incluindo o capim, casca de pinheiro e palha de milho. No futuro, a empresa espera ampliar as fontes de energia renováveis ​​usadas na criação da garrafa “verde” ao incluir cascas de laranja, cascas de batata, casca de aveia e outros subprodutos agrícolas provenientes do seu negócio de alimentos. Esse processo reforça ainda mais a vantagem competitiva da PepsiCo chamada de “Power of One”, ao conduzir uma inovação estratégica no setor de bebidas através de uma solução baseada em alimentos.

A PepsiCo é uma das maiores empresas agro-alimentares do mundo e está numa posição única para utilizar os seus recursos na produção de uma garrafa “amiga do ambiente”.

O grupo não divulgou detalhes da tecnologia envolvida na criação da nova garrafa, o que falam é que identificaram métodos para criar uma estrutura molecular vegetal idêntica à do PET derivado do petróleo através da combinação de processos biológicos e químicos. Segundo eles, ela tem aparência e propriedades de desempenho similares à da garrafa PET (garrafa de plástico feita em polietileno) convencional.

A nova garrafa vai começar a ser produzida em 2012, ainda numa fase experimental. Se os resultados forem positivos após o período de testes, a empresa pretende comercializar em grande escala. Mas admitiu que vai demorar alguns anos para conseguir produzi-la e comercializá-la de forma viável.

A PepsiCo afirma que a tecnologia utilizada para a criação desta garrafa é melhor que a da sua concorrente CocaCola (veja aqui), que usa 30% de materiais biológicos.

Fonte:

http://www.blogenergiasrenovaveis.com/
http://blogdoplastico.wordpress.com/

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FKUR-Tube

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Primeiro tubo de pasta de dente biodegradável

Postado em 12 abril 2011 por Elisa Quartim

O primeiro tubo de pasta dental biodegradável é lançado pelo fabricante de pasta de dente AllVeggie com a marca Prabhupada. O convertedor da embalagem é a empresa européia Tectubes que utiliza as bioresinas produzidas FKuR.

AllVeggie produz pasta de dente feito com substancias naturais e tem certificação de Comércio Justo. Para a vende desse produto com toda essa preocupação socioambiental, eles procuraram uma embalagem que estivesse de acordo.

Tectubes faz o molde de injeção, extrusão e impressão das várias partes do tubo. O tubo se destaca devido às suas excelentes propriedades mecânicas.

O resultado desse desenvolvimento é um tubo de creme dental fabricado a partir de produtos naturais e renováveis.  Todas as matérias-primas utilizadas são biodegradáveis.

Tectubes é um parceiro global na produção de tubos. Eles produzem mais de 300 milhões de tubos por ano, de suas fábricas na Suécia e na América do Norte.

FKuR Kunststoff GmbH produz e comercializa biopolímeros especiais e personalizados com as marcas Bio-Flex ® (composto de ácido polilático), Biograde ® (composto de éster de celulose) e Fibrolon ® (polímeros reforçados com fibras naturais). FKuR é um dos principais produtores de bioplásticos técnico.
Mais informações:

 

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Seventh-Generation-New-Bottle1

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Seventh Generation com embalagem de papel

Postado em 17 março 2011 por Elisa Quartim

Seventh Generation é uma empresa americana que faz produtos de limpeza amigos do meio ambiente.
Recentemente eles lançaram um amaciante com uma fórmula 4X mais concentrada em uma nova embalagem feita com papel. Além da nova embalagem, o  produto também é atóxico, sem clareador óptico, com fórmula biodegradável, antialérgico e sem corantes ou fragrâncias.
A parte de papel, em formato de concha, é feito com papel 100% reciclado sendo que 70% com papel cartão e 30% com papel jornal.Pode ser favilmente reciclado ou compostado.
Dentro do frasco de papel vem uma bolsa de plástico feito em PEBD e a tampa em PP, facilmente recicláveis.
Inicalmente, apenas 1/4 das embalagens de 4x Laundry Detergent virão na nova embalagem de papel/plástico.
Ano passado, a embalagem desenvolvida pela Ecologic Brands, já havia sido testada pela Strauss Family Creamery para transportar leite.
Em uma comparação com a embalagem comum de amaciante, essa embalagem irá usar 66%  menos plástico.

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mandioca

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Pesquisa brasileira transforma amido de mandioca em sacolas e bandejas plásticas

Postado em 03 dezembro 2010 por Elisa Quartim

Professores e alunos dos cursos de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos do Centro de Ciências Agrárias e de Biotecnologia, do Centro de Ciências Exatas (CCE), da Universidade Estadual de Londrina (UEL), desenvolveram uma pesquisa para transformar o amido de mandioca em plástico.

A partir da pequisa eles já estão produzindo bandejas para alimentos e filmes para diversas aplicações, inclusive sacos para mudas de plantas, além de cobertura de solo, com até 60% de amido de mandioca.

As bandejas produzidas na universidade são semelhantes às bandejas de isopor comercializadas em supermercados utilizadas para embalar alimentos, porém são produzidas à base de amido de mandioca e fibra de bagaço de cana. Diferentemente das bandejas comerciais, consideradas prejudiciais ao meio ambiente, o material desenvolvido na UEL é totalmente biodegradável.O tempo de permanência do material no ambiente varia de acordo com as condições ambientais, mas a pesquisa demonstra que, em contato com a terra, luz ou água, os produtos se degradam em pouco tempo.

O material para embalagem, na forma de filme, é resultado do processamento por extrusão, isto é, a mistura do amido de mandioca com glicerina e um polímero biodegradável sintético. O resultado prático é a substituição do material não degradável pelo produto biodegradável. Ao contrário de outros materiais, os produtos à base de amido de mandioca se decompõem facilmente.

O amido de mandioca é uma alternativa na substituição de materiais não degradáveis, ao mesmo tempo em que incentiva o aumento da produção de mandioca. A bandeja biodegradável é apenas uma das alternativas propostas pelo grupo de pesquisadores. Produtos biodegradáveis também são aplicados à agricultura com bons resultados. É o caso da cobertura para solo, utilizada no cultivo de morangos. Além dos sacos usados na proteção de frutas no campo e do acondicionamento de mudas de plantas.

No mundo, são produzidos por ano cerca de 150 milhões de toneladas de plástico. Com cerca de 60% de amido de mandioca, os produtos provocariam menor impacto ambiental. A produção com amido de mandioca tem maior viabilidade. Hoje, temos filmes biodegradáveis prontos para aplicação, que inclusive podem ser produzidos em escala industrial.

Segundo os pesquisadores, os filmes estão prontos para aplicação e utilização, mesmo assim algumas características ainda serão aperfeiçoadas. A ideia é deixar o material cada vez mais semelhante aos produtos vendidos no mercado. A tecnologia ainda está em fase de laboratório e precisa ser adaptada para a produção industrial.

Vejam uma reportagem da globo mostrando a pesquisa:

Fonte:

http://www2.uel.br/com/noticiadigital/

http://bioplasticnews.blogspot.com/

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/

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peepoo-bag3

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Peepoo – Saquinho vira banheiro descartável

Postado em 03 setembro 2010 por Elisa Quartim

Um empreendedor sueco está tentando produzir e comercializar uma sacola plástica biodegradável, que funcionaria como banheiro descartável para favelas urbanas.
Uma vez usada, a sacola pode ser amarrada e enterrada. Uma camada de cristais de ureia quebra os dejetos e os transforma em fertilizante, matando os elementos patogênicos – causadores de doenças – encontrados nas fezes.

A sacola, chamada de Peepoo, é criação de Anders Wilhelmson, arquiteto e professor de Estocolmo. “Ela não é somente sanitária”, afirmou Wilhelmson, que patenteou o produto. “Também pode ser usada para cultivar plantações”.

Em sua pesquisa, ele descobriu que favelas urbanas do Quênia, apesar de densamente povoadas, possuíam espaços abertos onde os dejetos poderiam ser enterrados.
Ele também descobriu que habitantes de favelas locais coletavam seus excrementos num saco plástico e se dispunham deles arremessando-os, o que chamavam de “banheiro voador” ou “banheiro helicóptero”.

Vejam o filme sobre o produto:

Os planos são vender as sacolas por 2 ou 3 centavos de dólar – comparável ao custo de um saco plástico comum. Mas será que a sacolinha que usavam antes tinha algum custo? Para o autor esse valor pode ser pouco, mas para quem não tem nada é muito.

Calcula-se que 2,6 bilhões de pessoas, ou cerca de 40% da população mundial, não tenham acesso a banheiros, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU).
Trata-se de uma crise de saúde pública: a defecação a céu aberto pode contaminar água potável, e aproximadamente 1,5 milhão de crianças em todo o mundo morrem anualmente de diarreia, em grande parte devido a problemas de saneamento e higiene. Mas será que defecando em um saquinho não estamos criando um outro problema?

Uma alternativa para o problema de fezes a céu aberto seria o banheiro seco. Ele é uma alternativa ecológica ao banheiro comum (que utiliza água para levar os dejetos até centros de tratamento ou diretamente aos arroios e rios).

Não produz maus odores e não consome nada de água. É uma alternativa ecológica por que considera os ciclos naturais. O sistema de banheiro com descarga é um sistema altamente poluidor e gera grandes gastos com encanamentos, tratamento, além de problemas de saúde pública.

Ele parece um banheiro normal, mas as fezes não “somem”. Em geral existe um separador de urina, a qual vai para um tanque, e é posteriormente reutilizada como adubo, após tratada, como a opção do saquinho, porém sem um elemento a mais para ser descartado na natureza.

A solução do saquinho pode até ser uma solução temporária mas, ao invés de inventar novos produtos para serem consumidos, ou novos materiais que não sabemos exatamente como se comportará na natureza, vamos observar os ciclos naturais e a partir daí criar soluções.

Fonte:

http://www.peepoople.com/

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/

http://planetasustentavel.abril.com.br/

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produto_textil

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Ecolabel

Postado em 16 julho 2010 por Elisa Quartim

O ECOLABEL é basicamente uma filosofia, um conceito desenvolvido pelo Grupo Q. São soluções para decorar, embalar, identificar e embelezar os seus produtosde forma, levando em conta os impactos ambientais. Tudo com a mais alta tecnologia e ganhos significativos de qualidade.
Dentre os diferenciais do ECOLABEL, foram destacados os itens abaixo:

  1. Produto ecológico, com tinta base d´água e sem metais pesados, que possibilita a reciclagem ou reutilização das peças
  2. Impressão com Qualidade Fotográfica.
  3. Infinidade de cores e cores especiais
  4. Alta cobertura de tinta branca
  5. Opcionais para promoção e segurança: raspadinhas, tinta invisível, códigos variáveis
  6. Preços competitivos em relação à serigrafia
  7. Segurança (tinta invisível / raspadinha / DNA químico)
  8. Dados de segurança fixos ou variáveis

O Ecolabel pode ser utilizados tanto em produtos de linhas industriais, quanto para campanhas promocionais, tais como: lápis, canetas, copos, canecas, potes, frascos, bisnagas, batons, seringas, squeezes, cordões, fitas, elásticos, além de projetos especiais pesonalizados, entre outros.

Muitos segmentos já estão utilizando a tecnologia Ecolabel na decoração de seus produtos, entre eles os mercados: escolar, farmacêuticos, cosméticos, utilidades domésticas, etc.

São quatro opções que proporcionam uma infinidade de soluções para o produto final.

1. Heat Transfer:

Impressão em filme de poliéster, transferida para a peça através de calor, em equipamento compacto específico. Ideal para objetos de superfície plana.

2. Sleeve:

Manga termo-encolhível, que envolve o material e possibilita a decoração de toda a peça, inclusive as que possuem formatos não convencionais. Pode ser utilizada como decoração ou lacre, permitindo a colocação de serrilhas.

3. In Mold Label:


Impressão em um filme próprio, que é posicionado no molde no momento da injeção da peça, permitindo sua fusão com a mesma.

4. Transfer Têxtil:

Para complementar a linha de produtos e ampliar o atendimento ao mercado de decoração, em 2009 a Qualitec, passou a comercializar também opções para a área têxtil, oferecendo papéis-transfer sublimáticos personalizados para decorações em tecidos, fitas, elásticos, gorgurões, entre outras possibilidades.

Fonte:

http://www.ecolabel.com.br/

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