Archive | maio, 2012

caixas Deise1

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Caixa de Papelão Deise fornece caixas reaproveitadas e recicladas

Postado em 31 maio 2012 por Elisa Quartim

Vai mudar de casa e não tem a mínima ideia de onde conseguir tantas caixas para a mudança?
Não que comprar caixas novas, mas está difícil encontrar caixas boas no comércio?

Fiquei feliz em receber a indicação da Caixa de Papelão Deise. Ela é uma empresa especializada em reaproveitamento de caixas de papelão semi-novas e usadas e também novas. Há mais de 30 anos no mercado de reciclagem e reaproveitamento, eles tem uma linha de produtos bem diversificada com mais de 70 modelos entre eles tamanho e espessura de papelão.

Caixa de Papelão Deise oferece caixas para mudança residencial e comercial, estoque, armazenamento, transporte em geral, etc. Eles também tem um kit mudança para quem quer comodidade e facilidade na sua mudança.

Vejam como é o processo das caixas de papelão usadas:

  1.  As caixas de papelão são utilizadas por empresas dos mais variados tipos;
  2.  Após o seu primeiro uso, as caixas de papelão são adquiridas pela Caixa de Papelão Deise;
  3.  Neste momento, as caixas de papelão são minuciosamente selecionadas, limpas e invertidas;
  4.  Pronto! As caixas de papelão usadas estão em ótimas condições para o seu uso ou de sua empresa.

O foco da empresa é dar qualidade aos produtos, sem agredir ao meio ambiente, economizando água, energia, árvore e evitando a utilização de cloro e soda cáustica, entre outros agentes nocivos à natureza. Em 2010 a Caixa de Papelão Deise atingiu quase 1.000.000 de quilos de papelão recolocando no mercado sem o processo de reciclagem, evitando a fabricação de novos produtos com a derrubada de novas árvores..

Mais informações:

http://www.caixadepapelaodeise.com.br/

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Baumgarten3

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Baumgarten faz rótulos com características sustentáveis

Postado em 30 maio 2012 por Elisa Quartim

A Baumgarten Gráfica, de Blumenau (SC), apresenta diferentes lançamentos durante a 28ª Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Embalagens, Processos e Logística para as indústrias de Alimentos e Bebidas. Soluções inovadoras e sustentáveis são os pilares estratégicos da empresa.

Entre as novidades da empresa para este ano, com foco na sustentabilidade e inovação, está o Autoadesivo Sustentável Mais Leve. O produto se destaca por ter peso 35% menor que os demais rótulos neste segmento e pode comportar 70% a mais de rótulo por bobina, atributos que facilitam a logística e contribuem para a preservação do meio ambiente.

Além deste, a Baumgarten apresenta dois outros formatos de Autoadesivo na linha Sustentável: cana-de-açúcar e Natural. A versão Cana-de-açúcar apresenta rótulos e cola 100% biodegradáveis e compostáveis, produzidos com 95% de fibras de cana-de-açúcar. O Autoadesivo Natural utiliza material não branqueado e é também 100% biodegradável e compostável.

Bandejas

A Baumgarten também lança quatro novas versões de bandejas termoformadas em cartão, durante a Fispal. Uma opção para substituir o isopor. A Black Tray é adequada para acondicionar alimentos resfriados e prontos para consumo, como saladas, produtos de fast food, delivery e comidas japonesas.

A versão Tampa com Visor se destaca por permitir a visualização interna do produto.

 

Já a Tampa tipo Bula possui uma área maior para impressão e é ideal para itens promocionais, como coleção de receitas destacáveis.

O Susceptor é produzido em cartão e PET metalizado, com alumínio. Utilizado individualmente ou acoplado à embalagem termoformada para o aquecimento de pizzas e lanches no micro-ondas, proporciona um efeito de crocância no alimento. Apresenta a possibilidade de impressão na face oposta ao alumínio.

A Baumgarten também disponibiliza a bandeja com Impressão Offset, em seis cores. O produto se destaca pela impressão com alta qualidade de detalhes fotográficos, combinada a cores especiais na tampa e bandeja.

 

Termoencolhível

A Baumgarten ainda apresenta um novo tipo de rótulos termoencolhível sustentável. Ele é produzido em filme PLA, material biodegradável proveniente de fontes renováveis.

 

Maiores informações:

http://www.baumgarten.com.br/

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PeaceCoffee0

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Peace Coffee – orgânico e com comércio justo

Postado em 21 maio 2012 por Elisa Quartim

Peace Coffee é uma empresa americana importadora de café orgânico de fornecedores que praticam o comércio justo. Desde a sua criação em 1996, Peace Coffee acredita que o negócio sustentável é vital para as comunidades locais, onde seus produtos são vendidos, bem como onde o café é cultivado. Todos os cafés da Peace Coffee são 100% comércio justo, com certificação orgânica e cultivado na sombra e comprado diretamente dos produtores.

Para a embalagem dos grãos de café,  Peace Coffee queria algo que pudesse transportar os grãos, e depois ser um recipiente para coletar os resíduos para depois ser descartado e completamente decomposto junto com os resíduos do café. Ao invés de se contentar com o que estava disponível, Peace Coffee trabalhou com os fornecedores para desenvolver uma solução que seria fiel à sua missão e mensagem.

Eles foram atrás de pessoas que realmente estivessem ligadas na questão de embalagems compostáveis X plásticas (com a consciência que o impacto plástico é alto). Mas Peace Coffee queria uma embalagem que pudesse ser usada desde a venda em prateleira até a sua distribuição.

Quanto a distribuição, inicalmente ela seria feita apenas de bicicleta, parecia uma solução de baixo impacto. Mas foram levantadas questões sobre a confiabilidade no seu mercado doméstico, Minnesota, onde muitas vezes a estrada fica coberta de neve e frio. Sendo realista, bem como holística, Peace Coffee acrescentou uma van à base de biodiesel para a frota de entrega de bicicletas para expandir sua área de serviço para os subúrbios e para os estados vizinhos. A opção de biodiesel ajudou a manter-se fiel à sua missão, e lhes deu a oportunidade de mostrar a outros negócios que há uma grande variedade de soluções viáveis ​​quando você está disposto a explorar novas idéias.

Em geral, Peace Coffee percebeu que o design e as escolhas de distribuição têm sido bem recebidas e ajudaram a destacá-los não só como uma empresa de comércio justo de café, mas dispostos a avaliar todos os impactos para encontrar soluções viáveis.O design gráfico utiliza de ilustrações gráficas que deixaram o café bem atrativo e passa os conceitos da empresa

Há sempre espaço para inovação e assim eles gostariam de um dia deixar de usar sacos de plástico para os seus cafés pré-embalados vendidos no mercado. Atualmente um dos poucos materiais estáveis que preservam o frescor e a integridade dos grãos, um dos produtos mais suscetíveis a variações ambientais. Seu objetivo é encontrar uma solução alternativa, que será totalmente renovável e reutilizável.

http://www.peacecoffee.com/

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Distant Village – comércio justo e sustentável

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Distant Village – comércio justo e sustentável

Postado em 18 maio 2012 por Elisa Quartim

Distant Village é um produtor de celuloses alternativas e embalagens especiais. Membro do Co-op America, Organic Trade Association (OTA), e do  Fair Trade Federation, eles acreditam que o principal para a sustentabilidade é a compaixão, honestidade e serviço social.

No centro de suas operações Distant Village usa um sistemas modelo, desenvolvido em 2000, chamado Complete Sustainability. Um dos aspectos deste modelo é a inclusão econômica das comunidades economicamente deslocados, muitas vezes esquecido na busca por materiais ecológicos.

 

Meio ambiente

Em um processo de produção do berço ao berço, desde extração até o processamento de matérias-primas utilizadas na criação de embalagem. Assim como a utilidade, reutilização e o impacto ambiental a longo prazo na reintegração da embalagem na natureza.

Distant Village usa papéis feitos sem árvore como o papel feito de capim, que é abundante e renovável, resíduos de fibras de banana colhidas plantações e no processamento, papéis de amoreira de ervas daninhas das árvores. Estes materiais produzem uma bonita embalagem artesanal a partir de resíduos ou materiais naturais abundantes, em vez de usar e extrair recursos valiosos.

Para secar os papéis usa o calor natural do sol. Para outras necessidades de calor, são muitas vezes usado os resíduos da casca do arroz,  em vez de combustíveis fósseis – tudo parte do atual balanço de rendimentos solar, um elemento fundamental no controle o aquecimento global.

Social

Contribuição, inclusão e promoção de artesãos, famílias e comunidades que desenvolvem embalagens em vilarejos distantes. Isso inclui uma bolsa de estudos que os clientes financiam e participam como parte de uma abordagem holística para uma percepção positiva.

Economico

Comércio justo, salários justos, e infusão de combustível na economia (emprego, dinheiro, comércio) nas vilas distantes . Isso proporciona uma saída para artesãos e oportunidades para aprender novas habilidades.

Inovação e desenvolvimento são fundamentais para a missão de Distant Village, com novidades no mercado como o aglomerado livre de árvore,  rótulos sem árvore (com eco-adesivo e papel reciclado), e embalagem agro-florestal (Composto de restos do chão da floresta). Distant Village oferece uma embalagem sustentável, mas também altamente diferenciada e projetada para atender as necessidades das empresas.

 

Vejam os videos do Distant Village

 

Fonte:

http://www.distantvillage.com/

 

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Conscious Box2

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Conscious Box faz uma seleção de produtos ecológicos

Postado em 16 maio 2012 por Elisa Quartim

Conscious Box é um novo conceito de venda, nos EUA, de produtos focado no mercado verde. Os consumidores se inscrevem e recebem a cada mês uma caixa de produtos ecológicos e naturais. Os produtos sã cuidadosamente selecionados e revisados ​​pela equipe do Conscious Box antes de serem incluídos e as empresas não podem comprar seu espaço para ter seus produtos incluídos na caixa.

Uma opção para os consumidores que estão procurando ecológicos e naturais e gostariam de experimentar os produtos antes de comprar uma versão tamanho maior. Os produtos ecológicos estão sempre mudando e surge ´produtos novos a cada dia.

Os produtos são selecionados nas melhores empresas que apóiam um estilo de vida sustentável, saudável e gratificante. São vegetarianos e boa parte veganos. Não são testados em animais.

 

A embalagem Conscious Box

 

 

Outra característica interessante da Conscious Box é sua embalagem. Os fabricantes da Conscious Box estabeleceram que ela deveria ser atrativa o suficiente para ser reutilizada, eficiente no seu transporte e mais ecológica possível. Eles trabalharam com Salazar Embalagem em Chicago, para desenvolver a solução de embalagem ideal para o produto. As caixas são feitas com 100% de papelão ondulado reciclado e produzidas com energia eólica.

Eles optaram por fazer 2 caixas, pois a de transporte em geral é colada etiquetas ou ficam sujas e provavelmente não seriam reutilizadas. Mas imagino que poderiam ter resolvido com apenas uma caixa, utilizando menos material.

 

Fonte:

http://consciousbox.com/

http://www.sustainableisgood.com/blog/2011/11/conscious-box-lets-consumers-try-variety-of-products.html

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cadicominhocas_beneficios

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Cadico Minhocas faz minhocários com embalagens

Postado em 10 maio 2012 por Elisa Quartim

A Rede de Minhocários Cadico Minhocas é uma iniciativa empreendedora que dissemina e estimula o tratamento de resíduos orgânicos, utilizando um sistema de minhocário simples, feito a partir materiais reutilizáveis, como baldes encontrados no lixo e, portanto, é de baixo custo, sendo viável economicamente para qualquer público.

Com mais de 120 minhocários diretamente espalhados pelo Brasil (editado em Abril/2012), e certamente mais minhocários que foram feitos pelas próprias pessoas que se apropriaram da ideia, o Cadico Minhocas ganhou uma visibilidade considerável nesse primeiro ano de atuação, constatada pelo crescente número de visitas ao endereço eletrônico: www.cadicominhocas.blogspot.com e pelos três importantes prêmios que conquistou, colocando o Cadico Minhocas entre as 10 soluções práticas e fáceis para auxiliar na sustentabilidade global nas comunicações a respeito das comemorações do Dia da Terra 2012.

O objetivo da Rede de Minhocários Cadico Minhocas é disseminar as técnicas de tratamento de resíduos orgânicos de forma caseira em zonas urbanas, eliminando assim a proliferação de doenças que o descarte descuidado pode vir a gerar, ao contrário do que se possa pensar, o tratamente diminui a incidência de animais-vetores, como ratos e baratas, pois o processo não tem cheiro. Colabora também para que os aterros sanitários tenham seu volume de resíduos diminuidos e que eles emitam menos gases.

Hoje, o lixo de São Paulo contribui com 25% dos gases de efeito estufa responsáveis pelos efeitos climáticos diretamente relacionados com as fortes chuvas do verão e o longo período seco do inverno.

 

O Minhocário

Diferente dos minhocários comerciais, o minhocário é feito a partir de materiais reutilizados, que seriam considerados lixo por outras pessoas, mas que é a matéria prima da construção da estrutura capaz de dar fim correto ao resíduo orgânico e gerar húmus de minhoca como substrato na horta caseira.

Suas três camadas são herméticas, impedindo que as minhocas saiam dos recipientes. Sua tampa possui pequenos orifícios por onde o ar entra.

Nos dois recipientes de cima, o fundo é furado, permitindo que o resíduo líquido do processo de decomposição escoe para a camada inferior. Esses orifícios são maiores que os da tampa, permitindo o trânsito das minhocas entre as camadas.

O último recipiente é totalmente vedado, responsável pela coleta do resíduo líquido que será utilizado, posteriormente, como biofertilizante para suas plantas durante a rega. Todos os recipientes são unidos por meio dessa estrutura circular, que é removível.

Camada com resíduo líquido biofertilizante

Este resíduo líquido deve ser transferido para um outro recipiente, para que possa ser preparado o biofertilizante, que consiste na adição de 10 partes de água para 1 desse resíduo líquido. Retire a estrutura circular. Despeje em um outro recipiente (garrafa ou pote) para armezar e utilizar na rega.

 

Vantagens

 

Comércio justo

O minhocário é comercializado a partir de uma ideia de mercado justo, pois não visa gerar altos lucros com a venda, acompanha perenemente o consumidor no tratamento de seu resíduo, com dicas de manejo e suporte via e-mail. A estrutura do minhocário vem acompanhado de uma quantidade significativa de minhocas vermelhas da califórnia (mais indicadas para o processo, devido a sua velocidade de produção de húmus e de reprodução).

O valor consciente do minhocário é de R$ 50,00, acompanhado de minhocas vermelhas da califórnia (em torno de 10~15 em diferentes fases de crescimento – somente para entragas locais), manual de manejo online e suporte via e-mail.  Capacidade para cerca de 30 kg de resíduo orgânico (o Kit completo).

A entrega pode ser feita pessoalmente, na estação Tucuruvi do METRÔ, ou em Guarulhos, ou ainda enviado via PAC (com os encargos por conta do comprador).

O preço pode ser negociado por consumidores que não possuirem condições financeiras suficientes, sendo possível o comércio de trocas por outros talentos.

Maiores informações: cadicominhocas [arroba] gmail [ponto] com

http://cadicominhocas.blogspot.com.br/

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KeepCup, copo de café reutilizável para viagem

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KeepCup, copo de café reutilizável para viagem

Postado em 08 maio 2012 por Elisa Quartim

KeepCup é um copo de café que se assemelha a um copo descartável, mas totalmente reutilizável e com design inovador. Concebido em 2009 pelos irmãos Jamie e Abigail Forsyth como uma solução para os problemas dos resíduos causados ​​pelo grande número de copos descartáveis ​​jogados fora em todo o mundo.

O KeepCup se assemelha ao design tradicional do copo descartável usado em vários países, na aparência e aplicação, mas é completamente reciclável, personalizável e pode ser usado repetidas vezes. É capaz de manter seu conteúdo quente por pelo menos meia hora.

Quatro elementos compõem sua construção modular – o copo é fabricado a partir de polipropileno. O polietileno, silicone e poliuretano termoplástico são usados ​​para a tampa, a faixa térmica e fecho, respectivamente. Os quatro elementos são fornecidos em uma grande variedade de cores, permitindo que os consumidores escolham o arranjo que mais gosta.

Estima-se que pelo menos 500 milhões de copos descartáveis ​​são usados ​​e descartados a cada ano na Austrália. Um grande número de adultos em comunidades urbanas consomem um café em copo descartável. A National Coffee Association of America revelou que em 2007, 14% dos adultos nos Estados Unidos bebeu café gourmet por dia. Apesar de copos descartáveis terem uma porcentagem baixa, os impactos do kit de café delivery e descartável parecia um problema que não justificava a conveniência. Alguns tentaram usar o copo com plástico Pós-Consumo reciclado (PCR) ou vender produtos reutilizáveis, como ‘canecas’ projetado para manter o café quente por horas. O primeiro tem problemas com regulamentos de alimentos, este último é pesado e pouco prático para o consumidor de café “on-the-go”, e não foi projetado para atender às necessidades de baristas de qualidade.

O resultado é um design leve, fácil de usar, que usa uma quantidade limitada de energia na fase de fabricação. Esta facilidade de utilização é percebida no seu uso e na manutenção, uma vez que o KeepCup pode ser usado no microondas, lava-louças e é compatível com a maioria dos porta-copos de carro e bicicleta.

Vejam o video do KeepCup:

 

Avaliação do Ciclo de Vida do KeepCup

Para o desenvolvimento do produto, foi feito uma pesquisa no RMIT Centre for Design da Austrália. Copos de papel descartáveis ​​(combinado com um filme PE) têm pouco valor no mercado da reciclagem e geralmente acabam em aterros sanitários. Embora o KeepCup promove reciclagem, mesmo que permaneça por mais tempo no mesmo sistema o provável é que ele será descartado no aterro sanitário, mesmo que o consumidor separe os seus materiais. Com isto em mente, o estudo foi feito comparando o copo de KeepCup de 8 oz (ele está disponível em vários tamanhos) contra um copo de papel descartável usando a Análise do Ciclo de Vida (ACV) de forma simplificada. A unidade funcional foi tirar 1 café por dia entregue ao consumidor ao longo de um ano, até que ele fosse descartado no aterro sanitário ou até o final do período da pesquisa.

Os dados utilizados sobre a matéria-prima, fabricação, transporte e fim da vida útil foram do Inventário Australiano Ciclo de Vida (LCI) 2009 e a base de dados européia Ecoinvent 2.0. Rotas de transporte regionais foram considerados (transporte da Ásia para o copo descartável, tampa e do anel da KeepCup, caminhões do porto ao consumidor), bem como embalagens terciárias, e um ciclo de lavagem, por uso para o KeepCup, que vão desde uma rápida enxaguada com água morna, uma máquina de lavar louça totalmente carregada, com metade da máquina carregada, e lavagem na pia, os três últimos com detergente.

Foi também modelado o cultivo de café, produção e fabricação na Espanha a partir de um estudo para fora da Suíça (Humbert, Loerincik et al. 2009) para ver o que o KeepCup tinha em contexto para o “produto total”, ou uma dose de 100 ml de café, entregues ao consumidor (assumiram que os grãos de café não foram depositados em aterro).

Os resultados foram determinados usando o LCA Australian Impact Method.. O KeepCup em comparação com o copo de papel descartável (não incluindo o café), dependendo do tipo de lavagem (da pia vendo o menor através de enxágüe rápido vendo as maiores reduções de impacto ambiental), vê uma redução de 71-92% em potencial de aquecimento global, uma 71-95% de redução na utilização de água, e uma redução 95-96%  de resíduos em aterros ao longo do ano.

Embora o consumidor ainda possa comprar a embalagem para viagem em uma opção descartável ou reutilizável, é interessante ver as economias anteriormente declarados comparadas quando incluído os impactos relacionados ao café, que, em geral, dilui as economias do recipiente sobre a sua própria.

O KeepCup em comparação com copo de papel descartável (incluindo café) vê uma redução de 36-47% do aquecimento global, uma redução de 64-85% no uso da água, e uma redução de 91-92% em aterro de resíduos por ano.

A estética do KeepCup é clean, funcionalmente e cuidadosamente projetado, com o apelo global. Embora seja provável que KeepCup não seja reciclado no contexto australiano, a mudança de descartável para reutilizável acrescenta credibilidade ambiental, reduz significativamente o desperdício, aumento da economia, e permite uma mudança social, uma mudança bem-vinda para uma sociedade acostumada com a cultura do descartável.

Desde o seu lançamento, não menos do que 800.000 árvores foram preservadas, quando comparado com o de papel. Da mesma forma, 26.000 toneladas de resíduos compostos de copos descartáveis, foram evitados e cerca de dois bilhões de copos foram impedidos de ir para aterros sanitários.

 

Fonte:

http://www.keepcup.com/

http://www.core77.com/blog/

 

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Pimp my Carroça ajuda trabalho dos catadores

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Pimp my Carroça ajuda trabalho dos catadores

Postado em 06 maio 2012 por Elisa Quartim

Parodiando os programas de TV americanos que tunam carros, o grafiteiro Mundano está lançando o projeto Pimp My Carroça, que vai tunar o principal instrumento de trabalho dos catadores de recicláveis. O objetivo? A partir da arte, tirar essas pessoas da invisibilidade e dar mais prestígio ao importante papel que têm na sociedade – sabia que 90% de todos os resíduos de São Paulo destinados à reciclagem são coletados pelos catadores?

 

A intenção do projeto é ousada: “pimpar” dezenas de carroças, em um só dia, pouco antes da Rio+20, em uma espécie de pit stop que acontecerá em São Paulo. Os catadores serão orientados a levar suas carroças ao local da iniciativa – que ainda será definido – e, então, a equipe do Pimp My Carroça dará um trato no carrinho. Ele passará por uma reforma estrutural, ganhará itens de segurança – como retrovisores, buzinas e faixas refletivas – e, por fim, será grafitado por reconhecidos profissionais, com frases enviadas pelo público.

Os carroceiros não vão ficar fora dessa e também receberão uma “tunada” no pit stop do Pimp My Carroça. Eles ganharão camiseta do projeto, um “rango” caprichado e, ainda, passarão por um clínico geral e um oftalmologista, além de conversar com um especialista em dependência química. No fim do dia, quando todos as carroças já estiverem “pimpadas”, acontecerá a Carroceata, uma exposição ambulante com os carrinhos e catadores que participaram do projeto.

Gostou do projeto? Então, ajude-o através da ferramenta de financiamento coletivo Catarse. A intenção é montar uma ação para atingir vários catadores, durante a Virada Sustentável de São Paulo.Para conseguir financiamento, a galera do projeto precisa arrecadar R$ 38.200 no site, via crowdfunding, até 10/05. E você pode doar aqui quantias a partir de R$ 15.

 

Assista, abaixo o vídeo do projeto Pimp My Carroça.

 

Já no vídeo abaixo, o grafiteiro Mundano explica como as artes das carroças dos catadores ajudam a deixar eles menos invisíveis na dinâmica urbana (o artista já pintou, fora do projeto, cerca de 150 carroças).

 

Para contribuir para o projeto:

http://catarse.me/pt/projects/582-pimp-my-carroca

Contato para críticas, sugestões e parcerias: pimpmycarroca [arroba] gmail [ponto] com

Acompanhe as novidades do PIMP MY CARROÇA seguindo o idealizador do projeto no twitter @mundano_sp e curtindo a página oficial do projeto: http://www.facebook.com/pages/Mundano/335663696447453

 

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1º Congresso de Embalagem de Aço

Postado em 03 maio 2012 por Elisa Quartim

A Abeaço , Associação Brasileira de Embalagem de Aço, promoveu o 1º Congresso de Embalagem de Aço, que aconteceu durante a Expo Embala SP. O congresso fez parte das atividades da Vila do Aço, espaço organizado pela Abeaço para reunir as principais empresas do setor. As palestras abordaram o mercado do aço, a evolução na fabricação das embalagens, inovações, aplicações e ciclo de vida da lata de aço, com foco em meio ambiente e tecnologia.

 

Paulo Campissi destaca inovação na fabricação do aço pela CSN

Paulo Campissi, coordenador de Projetos e Inovação em embalagens do Centro de pesquisas da CSN, abriu o ciclo de palestras do 1º Congresso de Embalagem de Aço. Ele falou da Inovação e Evolução no Aço para Embalagens no Mercado Nacional e Internacional.

Ele iniciou a apresentação com um histórico do aço, desde antes de Cristo até os dias atuais. Em seguida, falou sobre como funciona a produção do aço e sobre a extração das matérias primas (carvão mineral e minério) usadas nas indústrias, seja para fabricar embalagens, carros ou eletrodomésticos, por exemplo.

Ele explicou ainda que a CSN está trabalhando para diminuir o custo de fabricação do aço e investindo em inovações para que empresa seja um referencial no mercado. “Em nosso centro de inovação fazemos a manutenção, recuperação e prospecção de mercado das folhas de flanders usadas pela indústria”, explicou Campissi.

 

Ellen Wauters falou sobre os trabalhos que a EMPAC faz para incentivar o uso de embalagens de metal

Na segunda palestra do foi com a belga Ellen Wauters, especialista em sustentabilidade que coordena atividades de sustentabilidade da EMPAC (European Metal Packaging), deu um panorama sobre as embalagens de aço na Europa e no mundo.

A EMPAC nasceu em 2006 para reunir e representar as empresas do setor de embalagens de metal. A instituição dá apoio a onze associações nacionais que representam o metal nos principais países da Europa e é composta por seis fabricantes de latas internacionais e a Apeal (Association of European Producers of Steel for Packaging).

De acordo com Ellen, a maioria das atividades da instituição está focada em sustentabilidade. O objetivo da EMPAC é garantir que os metais sejam usados em grande escala como embalagens para proteger o meio ambiente. Ela explicou ainda que o foco é fazer com que os metais saiam da categoria não renováveis e tenham uma categoria própria, pois são infinitamente recicláveis sem perder suas propriedades.

Os países da Europa reciclam 72% de suas latas de aço porque acreditam que este tipo de embalagem é um material mais fácil e economicamente viável de ser classificado e recuperado. A seleção pode ser feita por imãs.

Segundo a especialista, a EMPAC também possui um projeto para evitar o desperdício de comida incentivando o uso de metais em embalagens. “Estamos trabalhando em um programa de comunicação para mostrar que a lata é uma solução para esta questão, afinal, a embalagem funciona como um “armazém móvel”. Além de manter as propriedades, protege os alimentos”, explica Ellen.

 

Professor Fabio Mestriner destaca a importância das embalagens na hora da compra

Encerrando o segundo dia do ciclo de palestras do 1º Congresso de Embalagem de Aço, o professor da ESPM, Fabio Mestriner, falou da importância de uma boa embalagem. Ele abriu sua apresentação mostrando que as embalagens evoluíram para atender as necessidades e anseios da sociedade, contando um pouco da história das embalagens.

Depois do breve histórico de como as latas saíram dos pequenos armazéns, que vendiam alimentos a granel, para os produtos finalizados, Mestriner destacou a importância da embalagem. Na maioria dos casos, é ela que decide a compra no ponto de venda, por ser atraente e chamar a atenção. O especialista falou ainda da relação entre os produtos e a internet por meio das embalagens, grande tendência do mercado para os próximos anos.

Finalizando a palestra, Mestriner explicou que a embalagem é fundamental no marketing 3.0, afinal a maioria dos produtos não têm campanha de lançamento, por isso cabe a embalagem a missão de ser atrativa para o consumidor e as empresas precisam investir nessa área para ter um maior retorno em suas vendas.

 

Silvia Dantas fez palestra sobre qual o conceito da palavra inovação do ponto de vista do pesquisador

A pesquisadora do CETEA (Centro de Tecnologia de Alimentos e Apoio Empresarial), Silvia Dantas, abriu o segundo dia de palestras, 26 de abril, do 1º Congresso de Embalagem de Aço, com a apresentação “Inovação de Embalagem de Aço na Visão do Pesquisador”. Silvia disse que as empresas buscam inovações, principalmente, para atender as necessidades dos consumidores e ampliar suas receitas.

Outras vantagens que podem ser exploradas são a sensorialidade e prazer, saudabilidade e bem estar, conveniência e praticidade, qualidade e confiabilidade, ética e sustentabilidade. De acordo com Silvia, as embalagens precisam atender a todos estes fatores para ser atraente para o consumidor.

 

Joseti Gatti mostra a importância da Avaliação do Ciclo de Vida nos processos de produção das embalagens de aço

A terceira palestra foi com a pesquisadora do CETEA (Centro de Tecnologia de Alimentos e Apoio Empresarial), Joseti Gatti. Ela falou sobre a Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) que contempla desde a extração das matérias-primas para a produção dos produtos até o processo de reciclagem ou descarte.

O processo da ACV, de acordo com Joseti, começa com a definição do objetivo da pesquisa, análise de inventário (estudo de campo), avaliação do impacto (consumo de recursos, poluição do ar, da água e do solo) e, por fim, interpretação dos resultados do inventário. Este tipo de estudo é importante para identificar qual é o ponto crítico do processo de produção. “Em um estudo podemos descobrir se o problema está na logística ou na tecnologia, por exemplo, e é neste ponto que devemos intervir”, ressalta Joseti.

Joseti apresentou ainda o case de um projeto do CETEA, em parceria com FINEP e CSN, que identifica as vantagens e desvantagens de usar o aço pós-consumo na fabricação de novas folhas de aço. “A ACV é interativa e dinâmica, podemos sempre atualizar os dados quando alguma parte do processo de produção é alterada”, diz.

Mas a especialista alerta que não é recomendável que as decisões sejam baseadas somente nos estudos de ACV. “Os resultados devem ser analisados junto com as questões sociais, tecnológicas e comerciais que envolvem a produção”, finaliza a pesquisadora.

 

Palestra sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos encerra o 1º Congresso de Embalagem de Aço

O último palestrante, José Valverde, falou sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) na tarde da última quinta-feira, 26/04. Valverde é especialista em Direito Ambiental e Gestão Ambiental e coordenou tecnicamente a formulação da PNRS, bem como a Política Estadual de Resíduos Sólidos do Estado de São Paulo.

Valverde afirmou que só foi possível superar o processo de formulação da lei e do decreto regulador da PNRS, que já estava tramitando há 20 anos no Congresso, com a participação da sociedade e da indústria, um dos principais protagonistas. “O governo achava que o “poluidor” (leia-se indústrias) é quem deveria pagar esta conta, agora chegamos ao consenso de que o poder público e a coletividade são responsáveis pelo meio ambiente”, explica.

Segundo o especialista, foi fundamental para o processo legislativo do PNRS a articulação entre legislativo e executivo, o engajamento das entidades e a ampla participação da sociedade organizada. “Estes são os responsáveis pela efetividade das ações voltadas para a PNRS”, ressalta.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos aprovada em 2010 deve ser implementada até 2014 no país. Esta lei determina, entre outras ações, a criação da logística reversa para dar destinação correta às embalagens pós-consumo.

Para a logística reversa das embalagens ser colocada em prática, Valverde disse que são necessários acordos setoriais, regulamentos expedidos pelo Poder Público e termos de compromisso. “Um bom exemplo de como as empresas estão se organizando para atender esta demanda é a Prolata. Fiquei muito feliz quando li que seria a primeira instituição a trabalhar integralmente dentro da PNRS”, afirma o especialista.

A Associação Prolata Reciclagem, instituição sem fins lucrativos criada por 15 empresas do setor de embalagens de aço, visa reciclar embalagens de aço pós-consumo. Serão criados centros de reciclagem em todo o país que receberão diariamente embalagens vazias, que serão classificadas, prensadas e enviadas para siderúrgicas transformarem o material em novas chapas metálicas para reutilização. O primeiro centro será inaugurado em São Paula, ainda em 2012. “Esta iniciativa vai articular as entidades do setor, cooperativas e consumidores”, afirma.

 

Sobre a ABEAÇO

A Associação Brasileira de Embalagem de Aço foi criada em maio de 2003 com o objetivo de fortalecer a imagem da embalagem de aço, além de dar suporte técnico e mercadológico aos seus fabricantes. A entidade sem fins lucrativos investe e apóia em iniciativas de gestão ambiental, sobretudo quando associadas a finalidades sociais, para aproximar os interesses de toda a cadeia produtiva para desenvolver soluções e produtos, no Brasil e no exterior. A instituição soma esforços para fomentar pesquisas, desenvolver campanhas de esclarecimento, participar de eventos e divulgar as características das latas de aço.

Hoje, a Associação reúne empresas do setor interagindo intensamente com entidades empresariais, fabricantes de embalagens, organizações ambientalistas e o governo.

 

Saiba mais sobre a ABEAÇO acessando o site www.abeaco.org.br

Informações sobre o 1º Congresso de Embalagem de Aço através do e-mail abeaco [arroba] abeaco [ponto] org [ponto] br

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