Archive | março, 2012

Chalk It Up – Caixa de giz multifuncional

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Chalk It Up – Caixa de giz multifuncional

Postado em 27 março 2012 por Elisa Quartim

Chalk It Up é uma caixa de giz multifuncional que tem o objetivo de ser ambientalmente correta e interativo com o usuário.
A caixa, por ter um uso secundário, acaba minimizando o seu impacto pois aumenta a sua vida útil.

O giz em si é colocado individualmente dentro de um prisma triangular que impede o giz de quebrar quando cai ou quando é transportado.

 

A embalagem é feita com o mesmo material usado para o quadro negro, tornando-se uma superfície para criar pequenas obras de arte e incentivando a criatividade.

Estas caixas são feitas para serem guardadas e reutilizados.

O design é de Sarah Minnerly

 

Fonte:

http://www.sarahminnerly.com/

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Ganong1

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Ganong Bros – Ovos de páscoa com embalagem à base de celulose

Postado em 22 março 2012 por Elisa Quartim

A empresa canadense Ganong Bros Ltd. lança uma linha de ovinhos de páscoa  com embalagens a base de celulose.

A embalagem é tipo stand-up pouch (aquela de plástico flexível que fica em pé) e o material da embalagem é feito com NatureFlex  produzido pela Innovia Films, e distribuido no Brasil pela Nelxon.

A embalagem usa o NatureFlex NKR, um filme transparente, selável pelo calor, compostável e  formulado para proporcionar barreira contra o oxigênio e humidade, melhorada pela adição de uma laminação de PVdC. A polpa do filme madeira é proveniente de plantações manejadas de fornecedores com certificação FSC ou equivalente.

O NatureFlex foi confirmado como adequado para a digestão anaeróbia, auxiliando o desvio de resíduos orgânicos dos aterros, mas no Brasil ainda temos poucos lugares com essa tecnologia.

O design das embalagens ganhou um prêmio da PAC (The Packaging Association) Silver Award para emblagem  Made in Canadá.

http://www.greenerpackage.com/bioplastics/easter_egg_candy_packs_are_renewable_compostable

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Livro – Design para um mundo complexo

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Livro – Design para um mundo complexo

Postado em 18 março 2012 por Elisa Quartim

DESIGN PARA UM MUNDO COMPLEXO
de Rafael Cardoso

O livro Design para um mundo complexo, de Rafael Cardoso, discute o papel do design em uma sociedade cada vez mais complexa. Rafael revê noções básicas como forma, função e significado, demonstrando como nossa relação com as coisas são definidas pela mutabilidade.

Design para um mundo complexo é uma homenagem e uma revisão crítica à publicação Design for the Real World, de Victor Papanek .Tem como propósito voltar a algumas questões apresentadas nos anos 1970, com um olhar sobre o mundo de hoje. Nesse sentido, trata de evidenciar as contundentes mudanças entre os anos 1960, que concebem o ensino do Design no Brasil, e a atualidade, para uma necessária mudança de paradigma no âmbito educacional. Papanek alertava para a perda de sentido do design de matriz modernista recente e perversamente estetizado em face de um mundo assolado pela miséria,  violência e degradação, e conclamava os designers a saírem de seu universo autorreferente para projetarem soluções para o mundo real.

O livro faz uma reflexão à noção modernista de função. Atualizado para o mundo real, cuja materialidade passou definitivamente a ser envolvida e permeada por uma camada de informação e imaterialidade. Segundo Cardoso, para que o design possa ter qualquer efetividade sobre esta realidade, precisará necessariamente considerar sua complexidade, entendida como um sistema composto de muitos elementos, camadas e estruturas, cujas inter-relações condicionam e redefinem continuamente o funcionamento do todo.

Ele propõe um compreensão mais aprofundada da natureza dos artefatos, levando em consideração os fatores que condicionam o processo de significação. E os significados dos objetos podem mudar com o tempo. O designer está acostumado a projetar pensando em um ciclo de vida linear, limitado ao tempo de uma única função inicialmente proposta (da fabrica chegando até o consumidor). Porém Cardoso nos chama a atenção, que ao fim da vida considerada útil para alguns pode ter um novo significado para outros, como um valor econômico para a reciclagem daquele material.

O lixo nada mais é do que a matéria desprovida de sentido. É possível redimir uma parcela das coisas que tratamos como lixo pela requalificação do seu sentido; repensar o ciclo de vida para nossa era de crise ambiental. O pensamento sistêmico talvez seja o aspecto mais importante do design no mundo atual. Quando alguém pergunta: “qual a função do objeto?”, a formulação da questão já condiciona a resposta a ser singular e necessariamente limitada no tempo. Abrimos a possibilidade de pensar o projeto do modo plural e polivalente.

Talvez a principal lição para o design seja a de que não existem receitas formais capazes de equacionar os desafios da atualidade, muito menos encantações como “a forma segue a função” que resolverão os imensos desafios do mundo complexo em que estamos inseridos. Segundo Cardoso não existe função, existem funções.

Este livro é uma poderosa ferramenta teórica, elaborada de maneira clara tanto ao leigo quanto ao estudioso.

 

SOBRE O AUTOR

Rafael Cardoso é escritor e historiador da arte. PHD em história da arte pelo Courtauld Institute of Art (Universidade de Londres), atua como professor da Escola Superior de Desenho Industrial da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e também como curador.

 

SOBRE O PROJETO GRÁFICO

 

O projeto gráfico de Design para um mundo complexo merece um comentário à parte. A começar pelo papel, conhecido como Kraft Ouro, que substituiu os papeis comumente utilizados nos miolos de livros. Esse papel é em geral empregado na indústria de envelopes. A escolha desse papel é um comentário sobre nosso costume de destinar certos materiais a certos usos pelo engessamento de suas funções.

Não se trata, contudo, de simplesmente utilizar um papel estranho. Se os envelopes contêm mensagens, e se alguns papéis são mais utilizados para a fabricação de envelopes, eles passam também a significar embalagem, independentemente de sua configuração como envelope. Assim, além de reforçar o caráter de mensagem que permeia todo o livro, o projeto induz a outra experiência fundamental: a leitura se produz numa embalagem (a teoria), que se relaciona de forma sempre incerta e incompleta com seu conteúdo (a realidade).

Dois dispositivos visuais aprofundam e reafirmam esse comportamento: por um lado, todas as imagens mesmo as fotografias e logotipos foram transformadas em ilustrações em preto-e-branco desenhadas à mão, próximas de esboços. A capa e as demais seções do livro são identificadas e permeadas por uma padronagem hexagonal que, multiplicada, produz uma imagem semelhante às redes dentro de redes dentro de redes.

 

Mensagem, embalagem, esboço e rede, o projeto gráfico de Design para um mundo complexo pode ser entendido como uma metáfora material que transforma em experiência de leitura a afirmação de Aldous Huxley escolhida como epígrafe para o livro: Nossas teorias mais refinadas, nossas descrições mais elaboradas são apenas simplificações cruas e bárbaras de uma realidade que é, em suas amostras cada vez menores, infinitamente complexa.

Ilustrações: Francisco França
Quarta capa: André Stolarski
Impresso em papel kraft ouro 30% reciclado
Brochura com sobrecapa

 

 

ESTRUTURA DO LIVRO

 

Agradecimentos
Um apelo à leitura (à guisa de prefácio)

INTRODUÇÃO
Os propósitos do design no cenário atual

Do “mundo real” ao mundo complexo
Adequação e forma
Compressão e complexidade

CAPÍTULO 1
Contexto, memória, identidade: o objeto situado no tempo-espaço.

A imobilidade das coisas
Fatores condicionantes do significado
Memória, identidade e design

CAPÍTULO 2
A vida e a fala das formas: significação como processo dinâmico.

Formas, funções e valores.
O que dizem as aparências.
A multiplicidade de significados
A linguagem das formas.
A persistência dos artefatos.
Ciclo de vida do artefato.

CAPÍTULO 3
Caiu na rede, é pixel: desafios do admirável mundo virtual.

A paisagem deslizante da rede.
A modernidade em redes.
Informação e navegação.
A malha fina da visualidade.

CONCLUSÃO
Novos valores para o design (e seu aprendizado).

Abaixo o ensino!
Viva o aprendizado!
O designer pensante.

 

FICHA TÉCNICA

Título: Design para um mundo complexo
Autor: Rafael Cardoso
Editora: Cosac Naify
Formato: 268 páginas, 12 x 18 cm
ISBN: 9788540500983
Data de publicação: 2012
Edição: 1ª
ABNT: CARDOSO, Rafael . Design para um mundo complexo. 1ª ed. São Paulo: Cosac Naify, 2012. ISBN 9788540500983.

Compre aqui:

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=9094&tipo=25&nitem=29215139

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Nomad

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Nomad – Projeto de embalagem para restaurante

Postado em 16 março 2012 por Elisa Quartim

A estudante de design da Ringling College of Art and Design, Tephie Choza, desenvolveu uma embalagem para o delivery do restaurante Nomad. O restaurante tem como base a fusão de duas culinárias, a levantina e chinesa.

 

 

Para o design da embalagem, percebeu-se que as tribos nômades dependem fortemente da natureza para matérias-primas, por isso a embalagem é feita com folhas, um material facilmente encontrado. As folhas podem ser encontrados em quase todo o ambiente, são rapidamente eliminados e são compostáveis.

 

 Sobre o Branding

Na pesquisa para o projeto, percebeu-se que as duas culturas tinham um passado nômade escolhendo casar essas duas culturas e criar um restaurante fiel às formas de estilo de vida nômade.

 

O logo é uma representação simbólica do casamento entre as duas culturas

O menu foi feito a partir de um material de papel, destinado a imitar as qualidades de couro. É uma capa dura com um menu de papel dentro. O papel pode ser facilmente removida e trocado.

Fonte:

http://tephiechoza.co/44851/390690/portfolio/nomad-restaurant-branding

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Coleção AGUUU de móveis feito com caixa de papelão.

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Coleção AGUUU de móveis feito com caixa de papelão.

Postado em 13 março 2012 por Elisa Quartim

O designer de produtos Ronaldo Edson da Silva (Rona) confecciona móveis utilizando papelão ondulado de caixas descartadas. Essa é a coleção AGUUU composta de mobiliário, luminárias e objetos.

Banco Cabelo

 

 

Confeccionados com matéria-prima proveniente do lixo do prédio onde Rona mora, como as caixas de papelão. Os tecidos são coletados em ateliês ou adquiridos em lojas populares do centro da cidade de Maceió.

A inspiração para fazer a linha de móveis são as festas populares nordestinas, o estilista japonês Kenzo Takada e a teoria do caos.

 

Cadeira Enxerida

 

Seguem o conceito “do it yourself!” (faça você mesmo!). O processo utilizado para a confecção dos produtos foi o corte, dobra, cola e encaixe, podendo ser produzido de forma manual, semi-industrial e/ou industrial. Ele difunde as técnicas e pensa que as caixas de papelão já deveriam sair da fábrica com desenhos de molde no verso para que qualquer um, que adquirisse um eletrodoméstico, transforme a caixa em um novo produto.

Sistema Sanfonado

 

 

Vejam mais no site dele:

http://carapana.wordpress.com/2009/07/09/colecao-aguuu/

Foi um dos selecionados para a Bienal de Design de 2010

http://www.bienalbrasileiradedesign.com.br/bienal2010/?p=55

 

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Design-de-embalagem_100-fundamentos

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Livro – Design de Embalagem: 100 fundamentos de projeto e aplicação

Postado em 09 março 2012 por Elisa Quartim

Design de Embalagem: 100 fundamentos de projeto e aplicação;

de Sarah Roncarelli e Candace Ellicott

 

 

O livro DESIGN DE EMBALAGEM é um guia completo, porém introdutório onde reúne os desafios do design com desenvoltura, criatividade e praticidade. É um ótimo livro para quem quer começar a entender o design de embalagens.

São duzentas páginas de projetos inspiradores de design para embalagens do mundo todo, proporcionando uma visão prática do trabalho de designers. Ele tem uma grande variedade de exemplos úteis para cada estágio do processo de design, incluindo o briefing criativo, o desenvolvimento do conceito, o processo do design, impressão, apresentação e marketing.

Uma seção do livro é dedicada a exemplos de design sustentável nas embalagens onde fala das práticas, e impressão sustentáveis, de embalagens multiuso e sobre alguns materiais utilizados. Transmite informações práticas ilustrado com exemplos que acompanham cada conceito abordado.

Segundo o livro, um design de embalagem eficiente equilibra considerações estéticas tais como forma, cor, materiais, tipografia, imagens e técnicas de impressão com requisitos práticos como a apresentação na prateleira, branding e marketing.

Esse é um daqueles livros que é bom deixar sempre a mão para aqueles momentos de falta de inspiração.

 

Sobre as autoras:

Candace Ellicott e Sarah Roncarelli são diretoras da Fifty Strategy & Creative, uma empresa de design especializada em design de marcas e em marketing. Candace e Sara criam logotipos, identidades de marcas e aplicações para todas as mídias, incluindo transmissão e distribuição de informações, peças impressas e internet para produtos e serviços de vários setores de mercado. São profissionais criativas, experientes e eternas pesquisadoras dos grandes pensadores da criação e das estratégias, independentemente do meio em que atuem.

 

Estrutura do livro

INTRODUÇÃO
O DESAFIO DO DESIGN

1. Obtenha o briefing correto
2. Design para o cliente, não para si próprio
3. Organizando uma linha de produtos
4. Design para marca própria
5. Design para expor
6. Relevância do design da embalagem

CONSIDERAÇÕES SOBRE DESIGN: MATERIAIS
7. Pesquisar as opções
8. Design de vidros e garrafas
9. Papel cartão
10. Metal
11. Plástico
12. Embrulhos
13. Materiais inovadores

CONSIDERAÇÕES SOBRE DESIGN: FORMAS
14. Marcas que incluem a forma
15. Forma define função, Função define forma
16. Design de sacolas
17. Embalagens moldadas
18. Linha de limite gráfico
19. Dobras especiais
20. Janelas reveladoras
21. Inovação

CONSIDERAÇÕES SOBRE DESIGN:RÓTULOS
22. Design de rótulos
23. Formato
24. Aberturas e dobras em rótulos
CONSIDERAÇÕES SOBRE DESIGN:IMPRESSÃO
25. Litografia com quatro cores
26. Litografia com três ou menos cores
27. Flexografia
28. Gravação a laser
29. Serigrafia
30. Técnicas especiais: tintas e vernizes
31. Técnicas especiais: estampagem metálica

CONSIDERAÇÕES SOBRE MARCA E MERCADO
32. Embalagem como ferramenta de vendas
33. Dados demográficos
34. Dados psicográficos
35. Design com padrão de marca
36. Embalagens para mastígio
37. O que há num nome?
38. Embalagens mascotes
39. Banho, beleza e saúde
40. Tecnologia
41. Doces e confeitos
42. Vinhos e licores
43. Bebidas
44. Livros e mídias
45. Moda
46. Alimentos
47. Casa e jardim
48. Produtos para crianças
49. Material de escritório e de arte
50. Produtos para animais de estimação
51. Artigos para adultos

DESIGN SUSTENTÁVEL
52. Práticas sustentáveis
53. Impressão sutentável
54. Opções de plástico
55. Opções de papel
56. Embalagens multiuso
57. Embalagens biodegradáveis e recicláveis

PROCESSO DE DESIGN
58. Criar uma ligação emocional
59. Contar uma história
60. Defi nir o tom correto
61. Design lúdico
62. Metáforas e parábolas
63. Humor e perspicácia
64. Informar
65. A arte do exagero
66. Imite com “Faux”
67. Buscando o equilíbrio
68. Explorar padrões
69. Linhas e regras
70. Pintura e desenho
71. Iconografi a e simbolismo
72. Xilogravuras e desenhos
73. Fotografia
74. Design retrô
75. Uso tático das cores
76. Ausência de cores
77. Exagero nas cores
78. Não esconda a base
79. Design minimalista
80. Usar todos os lados
81. Hierarquia e dominância
82. Noções básicas sobre letras
83. Fontes que dão humor e caráter
84. Letras artesanais
85. Letras como imagem
86. Adaptando de outras línguas
87. Código de barras e informações importantes
88. Impacto na prateleira
89. Proteção para o produto
90. Desembrulhando
91. Design de funcionalidade conveniente
92. Vários produtos por embalagem
93. Embalagens decorativas e colecionáveis
94. Gargalos, etiquetas e acessórios
95. Quebrando as regras

PESQUISA E REVISÃO
96. Testando e fazendo alterações
97. Medição do retorno do investimento
98. Antecipando a marca de amanhã
99. Pesquisa com o cliente
100. Celebrando uma marca de sucesso

CONTRIBUIÇÕES
SOBRE AS AUTORAS

 

Ficha técnica

Título: Design de Embalagem: 100 fundamentos de projeto e aplicação
Autor: Sarah Roncarelli e Candace Ellicott
Editora: Blucher
Formato: 208 páginas, 21,5 x 25,5 cm
ISBN: 9788521205647
Data de publicação: 2011
Edição: 1ª
ABNT: RONCARELLI, Sarah; ELLICOTT, Candace. Design de Embalagem: 100 fundamentos de projeto e aplicação. 1ª ed. São Paulo: Blucher, 2011. ISBN 9788521205647.

Compre aqui:

http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=9094&tipo=25&nitem=22462861

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Regent 800 WG

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Inseticida Regent 800 WG com embalagem à base de etanol

Postado em 06 março 2012 por Elisa Quartim

A BASF anunciou o lançamento da primeira embalagem de um agrotóxico à base de etanol. Trata-se das embalagens do inseticida Regent 800 WG, um dos líderes de mercado no manejo e controle das principais pragas para cana-de-açúcar.

Diferente do processo convencional de fabricação do polietileno – que tem como matéria-prima o petróleo – a nova embalagem do inseticida Regent 800 WG será produzida a partir do processo de transformação do etanol produzido a partir de cana-de-açúcar.

Em sua tecnologia de fabricação, o etanol é transformado no hidrocarboneto conhecido como eteno e, posteriormente, em polietileno, resina termoplástica que serve de base para a fabricação da embalagem. Segundo estudos da Fundação Espaço ECO (FEE) este tipo de plástico retira até duas toneladas e meia de carbono da atmosfera para cada tonelada produzida.

Todo o polietileno utilizado é produzido pela Braskem. Em seguida, o material é enviado aos fornecedores da BASF que fabricam a embalagem a base de etanol, incluindo as tampas e frascos.

PE verde da Braskem pode ser reciclado e misturado com outras embalagens de PE que não são feitas com etanol, porém isso deve ficar muito claro no rótulo, ou as pessoas podem começar achar que é biodegradável e começar a enterrar perto das plantações.

Embalagem de agrotóxico está entre os resíduos perigosos que, segundo a Lei LEI Nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, são “aqueles que, em razão de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade, patogenicidade, carcinogenicidade, teratogenicidade e mutagenicidade, apresentam significativo risco à saúde pública ou à qualidade ambiental, de acordo com lei, regulamento ou norma técnica” . essas embalagens devem ser tratadas de forma diferenciada e devidamente separada.

Agora, pensando no ciclo de vida completo do produto (não apenas a embalagem), será que a mudança minimiza o impacto do produto?

 

Fonte:

http://www.basf.com.br/default.asp?id=6998

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