Archive | fevereiro, 2012

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Tay Clean and Pure – embalagens feitas com bambu

Postado em 28 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

As linha de produtos de beleza Tay Clean and Pure, feitas com bambu, tem um design moderno,  bonito e simples. Mistura o masculino e feminino.

As informações do rótulo são gravadas no bambu. A tinta utilizada apenas é encontrada por baixo, onde o código UPC e informação de produto são impressas em um papel feito de pedra.

 

As embalagens utilizam bambu e PET reciclado. A escolha do bambu foi por sua textura e aparência natural além de ter propriedades anti-microbianas, além de sua capacidade de repelir a água. A fórmula também é sensível a luz e o bambu cria uma atmosfera escura que protege o produto.

Fonte:

http://tayeveryday.com/

http://www.thedieline.com/

 

 

 

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Madeira plástica feita com embalagens

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Madeira plástica feita com embalagens

Postado em 23 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A madeira plástica (wood plastic composite – WPC) é proveniente da reciclagem do PE e outros resíduos vegetais, animais, minerais e industriais. Esses resíduos garantem a consistência e a aparência da madeira natural. Além disso é reciclável, a serragem que sobra do corte pode virar madeira novamente. Em geral utiliza embalagens de PEAD, que tem um valor baixo no mercado de reciclagem e acabam sendo indo para os aterros.

No IMA (Instituto de Macromoléculas) da UFRJ, desenvolveu a IMAWOOD onde também recicla as sacolinhas plásticas em uma pareceria com os catadores de Gramacho. Para cada 700kg de Madeira 1 (uma) árvore grande adulta é preservada. E a cada 700kg de madeira plastica 180 mil sacolas plasticas saem da natureza (números aproximados)

Com o aumento drástico de lixo nos aterros sanitários, a madeira plástica – ou sintética, se torna uma boa solução e é uma forma de valorizar esse material no mercado da reciclagem.

 

Uso e aplicações

As madeiras plásticas tem aparência rústica e pode ter vários tons de cores. Reproduzem as espécies naturais como tabaco, pau-brasil e outras. Com boa resistência à umidade, a madeira de plástico é indicada para construções ao ar livre, como bancos de praça, decks, marinas.

 

Banco de praça

Deck piscina

 

Outra possível aplicação da madeira plástica é em tampas de bueiro, frequentemente furtadas devido ao preço elevado do ferro.

Tamba bueiro

Por serem resistentes também são usadas como pallets de madeira e dormentes para a linha ferroviária.

 

Pallets

Dormentes

Os custos para manutenção são reduzidos. Fácil de limpar, basta  água e sabão, por isso acaba sendo a prova de pichadores. Dispensa o uso de lixas e vernizes. Pode ser pintada, colada, pregada, aparafusada, encerada e manuseada com os equipamentos – de alto giro, da madeira natural.

 

 

Processo de fabricação

O processo de fabricação dos mobiliário verde tem início com a separação dos vários tipos de resíduo plástico que posteriormente é moído, lavado e seco.

Depois de derretido, moldado e resfriado, o material já está pronto para o uso. Diferentes tipos de madeira plástica podem sem fabricados a partir desse mesmo processo, inclusive com tonalidades próximas às de madeira natural, dependendo apenas da utilização que se dará a cada produto.

Além de poder se novamente reciclada, outra vantagem da madeira plástica é sua durabilidade que pode chegar a 5 décadas.

 

Vejam o vídeo do do Programa Cidade e Soluções falando sobre a Madeira Plástica

Alguns fabricantes nacionais de madeira plástica

http://www.polyrio.com.br/

http://www.ecowoodrio.com.br/

http://deutschsul.com.br/

http://www.madeiraplastica.allpex.com.br/

http://www.madeplast.com.br/

http://www.wisewood.com.br/

http://www.reciplast.org

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Livro – Cradle to Cradle

Postado em 20 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

Cradle to Cradle. Remaking the way we make things de William Mcdonough e Michael Braungart.

Livro do arquiteto William McDonough e do químico Michael Braungart, é um manifesto pedindo a transformação da indústria humana através de um design ecologicamente inteligente. Fala que o sistema industrial que hoje apenas toma, faz e joga fora (takes, makes and wastes) pode se tornar um criador de bens e serviços que geram valor ecológico, social e econômico.

Cradle to Cradle é fala sobre mudar o nosso sistema baseado no berço ao túmulo (sistemas que não consideram a utilização ou eliminação do produto (e seus materiais) depois que o consumidor o utiliza. Eles mostram como resído pode ser “comida” e retornar para os nossos sistemas técnicos (bens de consumo) e os sistemas naturais (edifício do solo, qualidade da água, ect.). Trata-se de “refazer a maneira como fazemos as coisas.”

Um dos temas-chave do livro é que apenas minimizar os danos não é bom o suficiente. Em vez disso, os autores propõem que mudemos os nossos processos de design de modo que a reutilização e a inserção de materiais pós consumo sejam construídos diretamente no processo de criação. Em vez de minimizar resíduos, podemos criar valor.

Cradle to Cradle vai além da noção de ter a reciclagem como etapa final em um fluxo de processo. O livro se baseia na ideia de que os resíduos não precisam existir. Nós podemos projetar nossas vidas e produtos em torno da noção que nossos resíduos podem voltar a alimentar outro sistema. Desde a maneira como vivemos até como projetamos e produzimos nossos bens.

O mundo natural fornece o modelo para o que os autores sugerem. O uso de nutrientes naturais, como energia solar e eólica pode ser observado desde a vida de um inseta até uma cerejeira. Eles sugerem que a chave é trabalhar junto, e não contra. A natureza respeita a biodiversidade, a elegância e abundância do que está ao nosso redor. E devemos começar nosso processo de design com a noção de que há uma coisa chamada resíduo.
Indústrias que respeitem a diversidade se envolvem com materiais locais e seus fluxos de energia, junto com as forças locais sociais, culturais e econômicas. Em vez de ver-se como entidades autônomas, sem relação com a cultura ou a paisagem em torno deles.

Ao longo do livro ele discute a noção dos princípios de design que podem ser perigosos. Como o “downcycling” (reciclagem com perda de qualidade técnica), que apenas adia o problema. Os produtos se tornam cada vez mais instáveis (e ambientalmente problemáticos) quando são reciclados.

Ele detalha sobre o que significa projetar produto com design que é apenas menos ruim, mas sim 100% bom. Os autores olham para a arquitetura e como podemos projetar construções que levam em conta a diversidade das suas configurações, e as necessidades naturais de seus habitantes.

O livro termina com “Cinco Passos para o Eco-efetividade”, um resumo elegante de como colocar os princípios filosóficos discutidos no livro em prática. Algumas delas, como “Passo 2: Siga informadas preferências pessoais” pode parecer um pouco incomum, defendendo que usamos o nosso sentido estético, as nossas observações e nosso próprio senso de prazer para orientar nossas decisões de design. Enquanto outros, como “Passo 4: reinventar” pode parecer demasiado amplo para o leitor médio. No entanto, o livro é cheio de exemplos específicos, principalmente da indústria, que é fácil imaginar o que eles estão defendendo a funcionar na prática.

Afinal, o próprio livro não é apenas projetado para se encaixar na filosofia do “berço ao berço”, também está escrito de uma forma que é fácil de ler, linguisticamente elegante e atraente.

Direcionado para designers, engenheiros e formadores de opinião. O texto é claro, simples e adequado para todos os níveis de conhecimento. Cada leitor encontrará coisas diferentes no livro. Ele serve como um guia para o desenvolvimento sustentável. Desde o seu lançamento em 2002 tem influenciado várias pessoas a repensar os seus processos.

Sobre o livro

A edição americana, publicada em 2002, é um exemplo prático do que é pregado no livro. Eles consideraram tudo, desde o “papel”, tinta, cola, e fim de vida dos materiais. Impresso em papel sintético, feito a partir de resinas plásticas e fibras inorgânicas. É a prova d’água e durável. Não usa fibras de madeira ou tintas feitas com materiais perigosos.

Não apenas pode ser reciclado como também é considerado como um nutriente técnico, pois pode ser reutilizado indefinidamente e transformado em outros livros. O design é de Charles Melcher da Melcher Media.

Já a edição inglesa, de 2008, eles escolheram produzir o livro com papel reciclado e certificação FSC. Na introdução do livro eles explicam a mudança. Na edição americana de 2002 eles queriam demonstrar que a mudança era possível e funcionava. O livro de papel sintético, segundo eles, não é economicamente viável, ainda mais se quem compra vai guardá-lo para sempre e não vai reaproveitar o material. Faria mais sentido para jornais e revistas que, após serem lidos, seriam devolvidos para a reciclagem. A tinta pode ser lavada e reutilizar a página. Não é melhor ou pior, apenas algo para se pensar.

 

Sobre os autores

William McDonough é arquiteto, e o principal fundador da William McDonough + Partners, Arquitetura e Design Comunidade, com sede em Charlottesville, Virgínia. De 1994 a 1999 atuou como reitor da escola de arquitetura na Universidade de Virginia. Em 1999 a revista Time reconheceu-o como um “Herói para o Planeta”, afirmando que “seu utopismo é baseada em uma filosofia que, demonstrada de maneira prática, está mudando o design do mundo.” Em 1996, ele recebeu o Prêmio Presidential Award for Sustainable Development, a mais alta honraria ambiental dada pelos Estados Unidos.

Michael Braungart é um químico e fundador da Environmental Protection Encouragement Agency (EPEA), em Hamburgo, Alemanha. Antes de iniciar EPEA, ele era o diretor da seção de química do Greenpeace. Desde 1984 ele tem dado palestras em universidades, empresas e instituições de todo o mundo sobre os novos conceitos críticos para a química ecológica e gestão de fluxo de materiais. Dr. Braungart é o destinatário de inúmeras homenagens, prêmios e bolsas de estudo da Fundação Heinz, a W. Alton Jones Foundation e outras organizações.

Em 1995, os autores criaram McDonough Braungart Design Chemistry, uma empresa de desenvolvimento de produto e sistemas que auxilia as empresas na implementação de seu protocolo de design sustentável. Seus clientes incluem a Ford Motor Company, a Nike, Herman Miller, a BASF, DesignTex, Pendleton, Volvo, e a cidade de Chicago. O site da empresa é www.mbdc.com

Estrutura do livro

  1. This book is not a tree (edição americana)
    Introduction to the 2008 Edition (edição inglesa)
  2. Why being “Less Bad” is no good
  3. Eco-effectiveness
  4. Waste Equals Food
  5. Respect Diversity
  6. Putting Eco-Effectiveness into Practice

Ficha técnica

Título: Cradle to Cradle: Remaking the way we make things.
Autor
: William Mcdonough e Michael Braungart
Editora: North Point Press
Formato: 208 páginas, 14,4 x 22,3 cm
ISBN: 9780865475878
Edição:
1ª 2002 (North Point Press – EUA)
2ª 2008 (Vintage – Inglaterra)
ABNT: MCDONOUGH, William; BRAUNGART, Michael. Cradle to Cradle: Remaking the way we make things. Edição 1 ed.. Nova Iorque: North Point Press, 2002. ISBN 9780865475878.

Compre Aqui:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=9094&tipo=25&nitem=618293

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Econano, rótulo absorve CO2 na incineração

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Econano, rótulo absorve CO2 na incineração

Postado em 16 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A japonesa Sato, fabricante de soluções para codificação e rotulagem de embalagens, anunciou o lançamento de uma nova tecnologia capaz de reduzir a liberação de gás carbônico na incineração de rótulos e etiquetas autoadesivas, a ECONANO ®.

Os rótulos têm em seus adesivos cápsulas de nanovesículas (NVC) que absorvem o CO2 emitido durante a incineração em aproximadamente 20%. Além disso, através da combinação de ECONANO tecnologia ® com NONSEPA SATO ® da série etiqueta sem liner, é possível conseguir uma redução aproximada de 50% das emissões de CO2 no momento da incineração.

A novidade foi desenvolvida em parceria com o professor Masahiko Abe, da Universidade de Ciências de Tóquio.

Segundo cálculos da Sato, a substituição de 1 milhão de rótulos tradicionais de 50 milímetros por 85 milímetros utilizados ao longo de um ano por rótulos Econano resulta numa redução de 224 quilos de CO2 emitido durante a incineração. O volume equivale à quantidade de CO2 liberada durante a fabricação, uso e incineração de quase 5 000 sacolas plásticas.

No Brasil, a incineração dos resíduos tem sido abolida em várias cidades pelo risco de contaminação do ar. Hoje esse risco é bem menor, mas ainda há.

A incineração com captação energética ainda não é uma realidade brasileira, mas existem várias empresas que estão fazendo proposta para a construção de usinas de incineração com captação de energia. Caso esse sistema seja implantado, esse rótulo parece ser uma forma de diminuir a emissão de CO2 na atmosfera, só não entendi se reduz a capacidade de produzir energia.

Fonte:

http://www.embalagemmarca.com.br/

http://www.sato.co.jp/

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design grafico sustentavel

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Livro – Design Gráfico Sustentável

Postado em 15 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

Design Gráfico Sustentável de Brian Dougherty

A editora Rosari trouxe a tradução para o Brasil do livro Design Gráfico Sustentável (Green Graphic Design). Escrito pelo designer norte-americano Brian Dougherty, o texto se baseia na experiência da Celery, escritório de design da qual é sócio e que desenvolve, desde 1997, trabalhos de branding e design gráfico ligados à sustentabilidade ambiental.

Dougherty discute questões que, inicialmente, parecem amplamente difundidas na cultura projetual dos designers gráficos. Ele aprofunda certos assuntos pertinentes e que nem sempre são conhecidos ou cuidadosamente analisados por grande parte dos designers. Os processos de descarte de papel e plástico, dois dos materiais mais utilizados pelos profissionais de design, e as pesquisas de matérias-primas menos agressivos ao ambiente, entre eles. Mas o livro mostra bem que a função do designer, em relação à sustentabilidade, não é apenas a escolha dos materiais. Ele fala que há três formas distintas de pensar no papel do designer gráfico: como manipulador de materiais, como criador de mensagens e como agente de mudanças.

O autor mostra a importância do design, trabalhando junto com o cliente, para o desenvolvimento de uma marca baseada em valores (branding), a responsabilidade empresarial, as realidades do descompasso ecológico e a popularização da ecologia.

O livro apresenta a metodologia de projeto utilizada pela Celery, que consiste em pensar na vida útil do produto de trás para frente, ou seja, do seu descarte até a sua elaboração. É nessa linha de raciocínio que ele desenvolve as discussões, fazendo uso de alguns projetos realizados pela empresa, os problemas enfrentados, as soluções, os êxitos e as falhas, o que torna palpáveis e mais fáceis de serem compreendidos os temas abordados.

Uma das questões centrais do livro, que o autor ressalta em diversos momentos, é a necessidade de maior participação dos designers nas tomadas de decisões das empresas. É responsabilidade do designer sugerir, colaborar e alertar seus clientes para a construção das estratégias da marca e/ou determinado produto. Para Dougherty, o designer gráfico é um dos principais agentes de mudança, responsável pela criação da forma do produto (como suporte de comunicação) e, sobretudo, por exercer grande influência no modo como os usuários interagem com ele.

Ao longo do livro, algumas observações pertinentes são acrescentadas mostrando um pouco da nossa realidade. No final, o apêndice à edição brasileira traz referências dos materiais encontrados no Brasil, como papéis, tintas e gráficas certificadas.

A edição brasileira tem algumas adaptações em relação ao original americano. O livro se inicia com o prefácio escrito pela jornalista especializada em design, Adélia Borges. Vejam o prefácio no site dela.

Design Gráfico Sustentável apresenta e discute questões fundamentais e, ainda hoje, pouco presentes no dia-a-dia dos designers. Faz isso apresentando os cases de sua empresa e compartilhando dados de pesquisas de materiais e processos produtivos sustentáveis. É leitura obrigatória para estudantes, recém formados e profissionais de diversas áreas relacionadas a comunicação e produção de materiais impressos.

 

Sobre o autor

Brian Dougherty é o diretor de criação do escritório Celery. Ele orienta os clientes através do processo criativo, indo fundo na particularidades de cada empres,a para encontrar inspiração para novas soluções de design. Ele facilita oficinas colaborativas de criação onde trabalha às fases iniciais de desenvolvimento do projeto. Brian também supervisiona a equipe de designers da Celery em Berkeley como desenvolver e produzir projetos para impressão, web, embalagem e ambientes.

 

Ficha técnica

Título: Design gráfico sustentável
Autor: BRIAN DOUGHERTY
Tradução: Rogério Bettoni
Prefácio de Adélia Borges
Editora: ROSARI
Formato: 184 páginas, 16×23 cm, brochura, ilustrado, colorido e p&b
ISBN: 9788580500035
Data de publicação: Março, 2011
Edição: 1ª
ABNT: DOUGHERTY, Brian. Design gráfico sustentável. 1ª ed. São Paulo: Rosari, 2011. 184 pgs. ISBN 9788580500035.

Compre aqui:
http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=9094&tipo=25&nitem=22484519

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Recycle, linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes

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Recycle, linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes

Postado em 13 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

Recycle é a linha de calçados sustentáveis Coca-Cola Shoes confeccionados com matéria prima sustentáveis e que podem ser recicladas. Os modelos são produzidos com materiais reciclados, em lona e couro ecológico.

O lançamento aconteceu na Francal 2011. Para o lançamento, fizeram uma embalagem com a própria garrafa PET recortada.

 

E para comunicar o conceito da coleção, todo o material de PDV (caixinhas, tags, impressos) foram confeccionados com material reciclado.

O piso do stand foi 100% produzido em plástico reciclado e as paredes foram montadas com pó de serragem compactada, que é reciclada e reciclável. Para a montagem do stand era necessário juntar pelo menos 1000 garrafas de PET da Coca-Cola para produzir a decoração do stand.

Em uma ação organizada pela Invento Propaganda, que tinha 1 semana para arrecadar as garrafas, organizaram uma campanha entre os estudantes da cidade de Picada Café – RS, aonde fica a fábrica da  Sugar Shoes. Quem levasse duas garrafas ganhava um lápis da marca feito a partir da reciclagem de potinhos de iogurte.

Vejam o video do lançamento.

A Coca-Cola Shoes é uma parceria com a empresa gaúcha Sugar Shoes.

 

Impacto ambiental do tênis

Você já parou para pensar no impacto ambiental que um simples par de tênis causa na natureza? O tênis precisa de cuidados especiais na hora do descarte e é nossa responsabilidade cuidar para que isso aconteça. O tempo de desgaste de um tênis varia de acordo com sua marca

Em geral um tênis pode demorar de seis meses a um ano para se decompor, isso varia de acordo com o tipo de tecido. Já para a borracha da sola não existe tempo determinado de decomposição, porém em algumas pesquisas já encontrei dados que colocam uma estimativa de aproximadamente 600 anos.

Para fazer a reciclagem de seu tênis velho basta separar os materiais com uma tesoura e colocá-los em suas respectivas latas de coleta seletiva.

Ou, se enjou e ele ainda está em bom estado, que tal doar. Assim levará muito mais tempo para começar o processo de decomposição.

 

Fontes:

http://sustentavel20.wordpress.com/

http://www.inventopropaganda.com.br/

http://www.cocacolashoes.com.br/

www.facebook.com/CocaColaShoes

http://www.modatenis.com.br/

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Caixa Checkout, uma alternativa às sacolas

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Caixa Checkout, uma alternativa às sacolas

Postado em 09 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A Jari Celulose, Papel e Embalagens, empresa do Grupo Orsa, coloca no mercado uma nova opção retornável para levar as compras para casa. Uma outra forma para substituir as sacolas pláticas descartáveis e criada para atender ao varejista que quer oferecer aos seus clientes opções para levar suas compras.

A Checkout é produzida em papelão micro-ondulado, matéria-prima proveniente de fontes renováveis, reciclável e biodegradável.

 As vantagens da Checkout são a facilidade na montagem, praticidade no empilhamento, resistência e forte apelo visual. Ela é fácil de estocar e suporta com segurança até 15 quilos.

Suas laterais podem ser customizadas com a impressão de logomarcas e/ou mensagens em até seis cores ou cinco cores+verniz e funciona também como um canal de mídia.

 

Sobre o Grupo Orsa

Uma das principais organizações brasileiras nos setores de madeira, celulose, papel e embalagens, com atuação também no mercado de produtos florestais não madeireiros, o Grupo Orsa traz a sustentabilidade como eixo de sua estratégia de negócios. Com capital 100% nacional, tornou-se referência mundial em manejo sustentável de floresta tropical nativa por suas operações em 545 mil hectares na região Amazônica do Vale do Jari, localizado entre os estados do Pará e do Amapá.

As empresas do Grupo – Jari Celulose, Papel e Embalagens; Orsa Florestal; Ouro Verde Amazônia e Fundação Orsa – atuam de forma integrada, em linha com o conceito internacional dos 3Ps (People – Pessoas, Profit – Lucro e Planet – Planeta), incorporando modelos de ação economicamente viáveis, socialmente justos e ambientalmente corretos.

 

Fonte:

http://www.pack.com.br/blog

http://www.portaldaembalagem.com.br/

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O blog Embalagem Sustentável está de cara nova

Postado em 08 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

O blog Embalagem Sustentável está de cara nova! Mais dinâmico, fácil de pesquisar e mais rápido para carregar.

Estamos ainda mudando alguns detalhes, que poderão observar nos próximos dias. Essa é a primeira de muitas mudanças que irão ocorrer para que o blog fique cada vez mais profissonal e interessante para os leitores.

Além dos assuntos que abordamos como design, reciclagem, logística reversa, consumo e rotulagem, vamos dar mais destaques às referências usadas no blog como os livros pesquisados. Agora terá uma aba reservada para as resenhas.

Futuros parceiros terão um espaço com mais destaque. Faça a sua proposta.

Gostaram? Estamos abertos à sugestões.

Aguardem as próximas mudanças!

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Livro – O papel social do design gráfico

Postado em 06 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

O papel social do design gráfico | História, conceitos & atuação profissional.
Organizado por Marcos da Costa Braga.

O debate que este livro suscita não é se o design afeta ou não a sociedade. Afinal, ele nasceu para criar e transmitir mensagens para as pessoas. A questão levantada é se o designer deveria se restringir aos interesses de seus contratantes ou expandir sua capacidade comunicativa à sociedade como um todo.

Qual seria o papel fundamental do designer na sociedade? Seria a comunicação visual uma ferramenta unicamente voltada para a propaganda e para o consumo excessivo? Não seria de responsabilidade do profissional provocar no público uma reflexão sobre sustentabilidade e responsabilidade social?

Essas são apenas algumas das questões levantadas e organizadas pelo designer e doutor em comunicação visual Marcos da Costa Braga no livro “O Papel Social do Design Gráfico” da editora Senac, lançado recentemente em todo o Brasil.

 

Estrutura

A obra é uma coletânea de ensaios com diferentes conceitos e abordagens de autores distintos acerca da atuação do profissional de design gráfico relacionado às questões sociais, sendo um guia elucidativo sobre esse tema ainda pouco explorado nas publicações nacionais.

O livro começa com o ótimo texto de Marcos Braga que nos situa sobre tema em questão e levanta as questões que serão refletidas pelos outros autores nos capítulos seguintes.

No capítulo 1 “A dimensão social do design gráfico no construtivismo”, escrito por Maria do Carmo Curtis, aborda o construtivismo, movimento russo ligado à ideologia socialista. Enfoca o construtivismo na perspectiva de sua dimensão social, ao tratar da conciliação entre as necessidades materiais e a expressão das aspirações de uma sociedade em fase de transição e sua produção gráfica, em uma sociedade com índice de 70% de analfabetismo.

No capítulo 2 “Contestação gráfica: engajamento político¬ social por meio do design gráfico”, escrito por Flávia de Barros Neves, apresenta modos de praticar o design fora do status quo da profissão. Esse texto pretende falar sobre o uso da comunicação visual para a divulgação de mensagens de cunho político-social, como campanhas anti-guerra e movimento feminista indo além da questão ecológica.

No capítulo 3 “Com design, além do design: os dois lados de um design gráfico com preocupações sociais”, escrito por Rafael Tadashi Miyashiro, propõe a reflexão sobre a realização entre design gráfico e a sociedade a partir de exemplos de indivíduos e grupos que praticam ou praticaram o design gráfico com preocupações sociais em meio a um cenário de ampliação do conceito design e de aumento da consciência da complexidade do mundo.

No capítulo 4 “Design: responsabilidade social no horário do expediente”, escrito por Joaquim Redig, ele parte do princípio de que não existe design que não seja social. Se não for social (para a sociedade) não é design. Considera que a função do design é intrínseca a natureza do design. Defende que a responsabilidade social seja uma noção integrada em todas as atividades das empresas. E afirma que enquanto as melhorias sociais não forem realizadas dentro do horário expediente, não haverá melhorias sociais na sociedade de um modo geral.

No capítulo 5 “Design social, o herói de mil faces, como condição para atuação contemporânea”, escrito por Edna Cunha Lima e Bianca Martins, discute e mostra exemplos de como a trajetória do social vem sendo entendida e praticada no meio do design em épocas e situações diversas, com a intenção de compreender em que consiste a prática do design social nos dias atuais. Discute, ainda, a fertilização recíproca entre conceitos de design social e design thinking e reflexos dessas abordagens no ensino do design.
No capítulo 6 “Design para educação: uma possível contribuição para o ensino fundamental brasileiro”, escrito por Solange Galvão Coutinho e Maria Teresa Lopes, aborda os aspectos que interligam o design gráfico (e da informação) e a educação, especialmente na mediação entre as áreas. De forma crítica e exploratória, apresenta a problemática do ensino frágil e muitas vezes inconsistente da linguagem gráfica nas escolas brasileiras de ensino fundamental. E apresenta algumas considerações acerca da pluralidade das linguages contemporâneas como ferramenta cognitiva para a relação ensino/aprendizagem e da importância do design para o professor.

No capítulo 7 “Aprendendo com as ruas: a tipografia e o vernacular”, escrito por Priscila Lena Farias, pretende demonstrar que a incorporação de elementos vernaculares no design de tipos possui significados sociais distintos quando realizada em países que contam com um forte legado tipográfico, e em países onde certa tradição tipográfica pode ser iniciada a partir dessa incorporação. Neste último caso, exemplifica-se um importante aspecto do papel social do projeto, que é o de configurar identidades através da expressão visual de elementos da cultura local.

Este livro é de extrema importância para os dias atuais onde se questiona o papel social de todas as profissões. O designer tem uma força para a mudança social que geralmente não é reconhecida. O livro nos lembra do papel do bom designer onde a preocupação social faz parte do desenvolvimento do projeto. Recomendo para designer de todas as áreas, não só os designers gráficos.

 

Sobre o organizador.

Marcos da Costa Braga é doutor em História Social pela Universidade federal Fluminense (UFF) e bacharel em Desenho Industrial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP. Membro do corpo editorial do periódico científico Estudos em Design e do conselho editorial da revista Arcos. Autor de vários artigos sobre História do Design no Brasil.

 

Ficha técnica

Título: O papel social do design gráfico | História, conceitos & atuação profissional
Autor: Marcos da Costa Braga
Editora: Senac São Paulo
Projeto gráfico: Ângela Cardoso Braga
Formato: 192 páginas, 16 X 23 cm
ISBN: 9788539601172
Edição: 1
ABNT: BRAGA, Marcos da Costa (org.). O papel social do design gráfico. História, conceitos & atuação profissional. Edição. 1 ed. São Paulo: Senac. ISBN 9788539601172.

Compre aqui: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=9094&tipo=25&nitem=22662328

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Lemnis Lighting – embalagem e cúpula de abajur.

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Lemnis Lighting – embalagem e cúpula de abajur.

Postado em 02 fevereiro 2012 por Elisa Quartim

A empresa holandesa Lemnis Lighting, fabricante de lâmpadas de última geração, desenvolveu junto com a Celery Design uma embalagem que comunicasse os diferenciais de sustentabilidade da lâmpada mais econômica.

As lâmpadas consomem 90% a menos de energia comparadas às lâmpadas incandescentes e quase a metade de energia, quando comparadas às lâmpadas fluorescentes (CFL). Além disso, elas duram 35 anos (8 vezes mais que a fluorescentes) e não contém mercúrio tóxico. É um produto mais caro (25 dólares), mas a longo prazo, cada lâmpada representa a economia de cerca de 250 dólares para o usuário.

O projeto foi feito com um processo de design holístico e a exploração abrangente da marca. Foi pensado na pré-produção e na pós-produção.

Um produto com esse preço não deveria ser apresentado da mesma forma que uma lâmpada de um dólar. A uma tecnologia melhor e a experiência do usuário deveria refletir isso. Portanto, em vez de cores berrantes e elementos que pertubam, a embalagem Lemnis é limpa e delicada, com bastante espaço vazio e imagens repousantes.

O formato escolhido foi uma pirâmide truncada, que se destaca nas prateleiras e acomoda firmemente a lâmpada em seu interior. O formato é uma referência ao nome da lâmpada que é Pharoz, em homenagem ao farl que foi uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.

Ela também se encaixa confortavelmente nos contêineres de embarque, o que faz dela uma solução boa de “design para a distribuição”.

O papel é 100% reciclado pós-consumo. E o formato foi estudado para caber seis caixas em uma folha de impressão.

A caixa também é dobrada e fechada sem uso de adesivo, o que facilita a reciclagem.

Foi imaginado todos os destinos possíveis para a embalagem e chegaram a conclusão de que o melhor destino possível seria manter a embalagem perto da lâmpada para qual ela foi feita. Dessa forma, foi projetada para que o consumidor pudesse desdobrá-la, virá-la ao contrário e usá-la como cúpula de abajur.

A caixa-pirâmide é mais cara que uma caixa retangular padrão usada para lâmpadas incandescentes ou as embalagens blister usadas para as fluerescentes compactas, apesar do aproveitamento de papel. Mas ela não é mais cara por ter seu preço embutido como uma porcentagem no custo da lâmpada e oferece um verdadeiro diferenciaç no mercado e um valor duradouro da marca.

O processo de design mudou a forma como a Lemnis concebia as embalagens. Em vez de ser um item de custo e uma superfície para mensagens, a embalagem se tornou uma fonte de valor e um verdadeiro diferencial da marca.

Um bom presente, uma história legal e uma experiência de marca profundamente diferente para essa nova tecnologia.

Fontes:

http://celerydesign.com/our-work/packaging/lemnis-lighting

DOUGHERTY, Brian. Design gráfico sustentável. São Paulo: Edições Rosari, 2011. pgs.151-153. ISBN 978-85-8050-003-5

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