Archive | julho, 2011

Halls-Ponta-a-Ponta-2

Tags:

Halls repensa o seu ciclo de vida

Postado em 29 julho 2011 por Elisa Quartim

Halls foi o produto escolhido pela Kraft Foods a participar do Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta do Walmart. Ao repensar o ciclo de vida do Halls, a Kraft Foods melhorou o processo de produção e reduziu materiais de embalagem e descartes industriais.

As mudanças nas embalagens alcançaram toda a linha Halls (Base e Creamy). No display, que serve para acondicionar o produto e deixá-lo exposto no balcão de vendas, houve a redução tanto na gramatura da caixa (de 1,96 Kg/ton de produto), como de 0,52 Kg/ton de produto na gramatura e na espessura do filme de BOPP que envolve e protege o display. Embora pequeno individualmente, considerando o volume de vendas, a quantidade total de materiais reduzidos na produção das caixas foi muito grande, gerando economia de matéria-prima, água e energia. Foram feitas mudanças também na embalagem de transporte: as caixas de papelão utilizadas para enviar os displays foram eliminadas e esses produtos passaram a ser transportados diretamente em paletes – o que também reduz a utilização de recursos naturais e peso no transporte.
Outra alteração importante no processo produtivo está relacionada à substituição do óleo antiaderente para o produto não “grudar” na esteira, por uma mistura de óleo de soja e cera de abelha, reduzindo o consumo de óleo de soja em 90%, mas mantendo a eficiência do antiaderente anterior. Essa iniciativa, ao lado da economia gerada em função da produção do antiaderente, contribuiu também para a redução em transporte e dos fatores a ele associados. Os gases refrigerantes, utilizados nos escritórios e no processo produtivo para refrigeração, passaram a ser recuperados e reutilizados, contribuindo para a diminuição do efeito estufa.
Outras iniciativas pontuais foram agregadas ao processo:

  • A sobra dos drops que ocorrerem durante o processo produtivo, passaram a ser matéria-prima para compor a fabricação de ração animal.
  • Com uma nova programação de troca de sabores nas linhas de processo, foi reduzido o impacto de efluentes gerados em função da limpeza de equipamentos, possibilitando assim reduzir a geração de lodo no processo de tratamento de efluentes.

Dez pessoas da Kraft Foods foram envolvidas diretamente no projeto, além de integrantes da cadeia de fornecedores de matéria-prima que tiveram participação ativa no processo.

SUSTENTABILIDADE NA MEDIDA


O produto resultante do Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta tem a mesma apresentação do produto atual, entretanto foram realizadas alterações no processo produtivo, de maneira a aperfeiçoar o uso de recursos e a reduzir as emissões para a água e o ar e a geração de resíduos sólidos, além da redução do uso de materiais de embalagem. Considerando a projeção de vendas anuais para o Walmart (em toneladas), os ganhos obtidos com as melhorias foram:

  • redução da emissão de 6643 kg de CO2eq
  • redução da geração de 11.669 kg de resíduos sólidos
  • redução de 1947 kg de material de embalagem
  • redução de 3520 kg de insumos
  • redução de 244 L de água

Fonte:

http://www.walmartsustentabilidade.com.br/sustentabilidade-pontaaponta-2011/

Comentários (0)

Neve-Ponta-a-Ponta-2

Tags: ,

Neve Naturali repensa o seu ciclo de vida

Postado em 28 julho 2011 por Elisa Quartim

Neve Naturali, foi o produto escolhido pela Kimberly-Clark para participar do Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta. Líder de mercado no segmento de papel higiênico, o Neve Naturali, que desde 2009 já é feito com 100% de fibras recicladas. Ao “repensar seu ciclo de vida”, foram feitas três melhorias no processo: diminuição nas distâncias totais percorridas pelas aparas coletadas até a fábrica do Neve Naturali, com substancial redução de tempo, custos e emissões de CO2 no transporte; o reaproveitamento energético do lodo de produção, que até então era aterrado; e a reutilização de refugos plásticos da fábrica na confecção de novos filmes envoltórios.
Os fornecedores de aparas brancas, originadas na sua maior parte de papéis de escritório, de bancos e gráficas, concentram-se, na sua maior parte, no Estado de São Paulo. Encontrar um fornecedor de aparas brancas mais próximo da fábrica na cidade de Correia Pinto (SC) foi de fundamental importância e, depois de muitas pesquisas, a Kimberly identificou um fornecedor que, auditado, preencheu seus requisitos de qualidade, volume de entrega e idoneidade.
As aparas brancas contêm grande quantidade de materiais não fibrosos, que no processo de fabricação do Neve Naturali, são segregados como lodo. Este lodo, que antes era aterrado, passou a ser utilizado como insumo energético em uma caldeira de biomassa adquirida para isso, que substituiu uma caldeira alimentada por óleo combustível. O uso do lodo na caldeira – testado com o apoio da Universidade Federal do Paraná – foi gradualmente aumentado e já atingiu 20% do volume; a previsão é que este número deve chegar à 100% até o final de 2011. Além de gerar energia, o lodo não vai mais para o aterro, o que evita as emissões de gases de efeito estufa nestes locais.
Houve também o aproveitamento do plástico, tanto do refugo industrial como dos resíduos das embalagens que chegam com as matérias-primas e insumos na empresa. Este material foi reunido e passou a ser entregue para um fornecedor, que recupera a resina e a devolve como 10% de plástico novo para os fardos de embalagens de transporte.
Com estas melhorias no processo, a Kimberly conseguiu manter o Neve Naturali como o primeiro produto da empresa que utiliza 100% de fibras recicladas em sua composição. O processo é pioneiro na empresa e venceu o desafio de inovar o produto e o processo, em termos ambientais.
O projeto envolveu investimentos em equipamentos e tecnologia e mobilizou cerca de 15 pessoas, no escritório e nas unidades produtivas.

SUSTENTABILIDADE NA MEDIDA


O projeto consistiu na melhoria do desempenho ambiental do papel higiênico Neve Naturali através de ações em sua cadeia produtiva, das quais se destacam a operacionalização de uma nova caldeira para queima de lodo gerado no processo, a redução das distâncias totais percorridas durante o transporte de aparas e a introdução de material reciclado no filme envoltório secundário do papel higiênico. Tomando como base o volume de vendas para o Walmart no ano de 2011 foi possível contabilizar as seguintes melhorias:

  • redução de 58,2 ton de CO2 equivalentes devido principalmente à queima do lodo
  • economia de 36,8 GJ de energia fóssil ou 1018 litros de diesel
  • redução de 30,2 ton de resíduo sólido destinado a aterro sanitário
  • redução de 455.063 litros no consumo de água
  • economia de 520 GJ de energia renovável com a recuperação de energia da queima do lodo

 

Fonte:

http://www.walmartsustentabilidade.com.br/sustentabilidade-pontaaponta-2011/

Comentários (0)

Danoninho-Ponta-a-Ponta2

Tags:

Danoninho repensa o seu ciclo de vida

Postado em 27 julho 2011 por Elisa Quartim

 

O grupo Danone escolheu para participar do Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta o Danoninho Morango 360g, a primeira marca da empresa que desenvolveu o conceito de sustentabilidade no Brasil. Com quase 40 anos de vida no mercado, a marca é dedicada às crianças e tem carregado a bandeira da nutrição infantil. O Danoninho tem cerca de 50% de participação no mercado de petit suisse no Brasil (share valor, Nielsen 2010).
Repensando o ciclo de vida do Danoninho, a empresa abordou vários aspectos, da produção do leite à embalagem final. Na produção do leite, que representa cerca de 98% da matéria-prima, a Danone aplicou algumas ferramentas com o objetivo de mensurar e potencializar as melhorias promovidas pelo programa Danleite: a Dan Print que analisa o ciclo de vida do produto, e a Milk Tool, com a colaboração dos produtores de leite, que identificou onde se poderia reduzir o CO2. Um dos aspectos de redução do CO2 é no mínimo inesperado: com a adoção de um novo tipo de nutrição, as vacas passaram a produzir mais leite, uma eficiência resulta na diminuição proporcional da emissão de metano – gás produzido no estômago e expelido pela boca do animal.
No contexto de repensar o ciclo de vida, o processo produtivo também se beneficiou da modificação das células de resfriamento, com a readequação do layout e dos fluxos de ar, o que tornou o processo mais eficiente, contribuindo para a redução do consumo de energia e, consequentemente, da emissão de CO2.
A Danone repensou também a embalagem do produto. Pouco antes do início do projeto, a empresa havia adotado a tecnologia FOAM – que expande a chapa plástica utilizada na embalagem, tornando-a aerada, reduzindo o peso da embalagem e a quantidade de matéria-prima plástica – nas embalagens do produto Activia. O Danoninho passou a utilizar este tipo de embalagem, o que resultou em uma diminuição de 9,4% na massa do pote, e a Danone transferiu essa tecnologia – inédita no país – para um fornecedor brasileiro.
Paralelamente ao Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta, a empresa lançou mais uma iniciativa de sustentabilidade: o “Danoninho para plantar”, uma embalagem que traz sementes para plantio, proporcionando de forma lúdica e divertida, uma experiência simples de educação ambiental para as crianças.
O projeto envolveu muitas pessoas, no campo, no desenvolvimento da embalagem e no processo industrial, com o apoio de compras, do trade e do marketing. Além dos produtores de leite, a Danone obteve a parceria do Sebrae na aplicação do programa DanLeite – parceiros altamente motivados em busca de um produto mais sustentável. Desta maneira, a Danone, por meio de Danoninho, reforça não só a importância da nutrição, como também promove a conscientização em relação ao meio ambiente.

SUSTENTABILIDADE NA MEDIDA


Este projeto teve como base melhorias no processo produtivo, com destaque para redução no consumo de energia, bem como a redução da massa da embalagem e da geração de resíduos de embalagem no pós-consumo. Os ganhos ambientais alcançados pelo projeto para a estimativa de venda anual na rede Walmart foram:

  • redução de 943 kg de embalagem primária
  • redução de 3280 kWh no consumo de energia (elétrica e térmica)
  • redução de 635,5 kg CO2 equivalente devido ao menor consumo de energia
  • redução de 184,5 L de óleo combustível

 

Fonte:

http://www.walmartsustentabilidade.com.br/sustentabilidade-pontaaponta-2011/

Comentários (0)

Guarana-Ponta-a-Ponta

Tags: ,

Guaraná, com PET reciclado, repensa o seu ciclo de vida

Postado em 26 julho 2011 por Elisa Quartim

A Ambev participou do Projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta com o Guaraná Antarctica dois litros, com o objetivo de substituir nas gôndolas o produto atual com a primeira embalagem no Brasil com resina de PET reciclado. A relevância é enorme no portfólio da empresa, já que o produto escolhido é sua principal marca de refrigerante, e a embalagem de dois litros é a principal embalagem do mercado.

O desafio foi agregar a tecnologia de incorporar resina de PET reciclado à resina virgem atendendo a normatização dos órgãos públicos (Vigilância Sanitária) referente ao uso de material reciclado em embalagens de alimentos. Neste contexto, as garrafas já serão produzidas com uma parcela de resina reciclada e o objetivo é aumentar, paulatinamente, a substituição da quantidade de resina virgem utilizada no processo de fabricação. O trabalho foi todo concentrado na fábrica do Rio de Janeiro. No rótulo da embalagem haverá informações que identificam o percentual de resina de origem de PET reciclado.

Para viabilizar o Guaraná Antarctica dois litros em embalagem com PET reciclado, a empresa vem investindo na qualificação e harmonização de uma cadeia de cooperativas de reciclagem que serão os grandes fornecedores deste insumo.

No projeto houve ainda o aumento de eficiência técnica na produção do guaraná. Na fazenda da Ambev localizada em Maués (AM), é feita toda extração do fruto. Lá foi criado um programa de excelência, já que a fazenda é um grande viveiro de mudas que são distribuídas para a comunidade local, que depois fornece os frutos. A Ambev compra 100% do guaraná produzido na região. Isso aumenta a produtividade, oferece garantias para o produtor. Além disso, a Ambev implementou um novo modelo de transporte do guaraná, que garantiu uma redução significativa na emissão de CO2.

Por ser uma marca tradicionalmente brasileira, o produto será comercializado somente no Brasil e a expectativa de resultados com o Guaraná Antarctica em nova embalagem é de um crescimento pouco maior que a média do mercado. Os recursos utilizados no projeto foram todos da unidade brasileira. Cinco funcionários das áreas de Desenvolvimento Técnico, Suprimentos, Jurídico, Relações Corporativas e Marketing participaram da gestão corporativa do projeto. Além de outros funcionários, houve o envolvimento pró-ativo de fornecedores industriais e institutos de pesquisa, mobilizando um grande número de pessoas motivadas pelo processo de repensar o ciclo de vida de uma marca campeã de vendas.

SUSTENTABILIDADE NA MEDIDA


Esse projeto teve como base a aplicação de uma tecnologia para utilização do PET 100% reciclado pós consumo com aprovação para contato com alimentos e bebidas, a implementação de melhorias no processo produtivo e no transporte e redução da massa de embalagem. Além disso, foram ampliadas as ações de fomento e assistência tecnológica para o cultivo do guaraná e para ampliação da cadeia de reciclagem da embalagem. Os ganhos ambientais alcançados pelo projeto para a estimativa de venda anual na rede Walmart foram:

  • redução de 60,7 mil kg de material de embalagem por ano
  • redução de 940 mil litros de água por ano
  • economia de 208 mil litros no consumo de óleo diesel/ou óleo combustível no transporte
  • redução da emissão de 557 mil kg CO2 equivalente por ano
  • tecnologia para utilização de embalagens de PET 100% reciclado pós consumo aprovada para contato com alimentos e bebidas
  • fomento e estruturação do cultivo do guaraná na região amazônica com assistência técnica aos agricultores para o plantio e obtenção de maior produtividade pelo mesmo espaço ocupado, garantia de ausência de trabalho infantil, garantia de preço e de compra da safra produzida
  • iniciativas para fomentar a estruturação e coleta do PET reciclado pós consumo de forma a manter a rastreabilidade da cadeia, análise de oportunidades e de melhoria e conscientização do consumidor

Fonte:

http://www.walmartsustentabilidade.com.br/sustentabilidade-pontaaponta-2011/

Comentários (3)

Pilao-Ponta-a-Ponta2

Tags: , , ,

Pilão Origem repensa o seu ciclo de vida

Postado em 25 julho 2011 por Elisa Quartim

A Sara Lee, junto com o projeto Sustentabilidade de Ponta a Ponta do Walmart, desenvolveu o Pilão Origem, um novo produto derivado da marca Pilão com diferenciais de sustentabilidade em toda a sua cadeia de fabricação. Ao repensar o ciclo de vida dos seus produtos, a empresa desenvolveu um café de alta qualidade, com sabor superior para agradar o exigente paladar do consumidor brasileiro – e como este consumidor também está mais preocupado com seus hábitos de consumo, a empresa procurou minimizar os impactos ambientais do ciclo produtivo e pós-consumo.
As principais propostas de melhoria em termos de sustentabilidade se efetivaram principalmente no uso de matérias-primas e insumos certificados.

Em relação às embalagens de transporte também foram feitas mudanças: as caixas foram confeccionadas a partir de papelão ondulado 100% reciclado com certificação FSC (Forest Stewardship Council). Reduziu-se para zero o uso de etiquetas de identificação nas caixas e o filme stretch, envoltório dos paletes, teve sua massa reduzida em 20%.

Em relação à matéria-prima, o novo produto já nasceu em berço nobre: contém em sua formulação 60% de grãos UTZ CERTIFIED Good Inside®, certificação em aspectos de sustentabilidade, o que garantiu a certificação pelo programa Cafés Sustentáveis do Brasil da ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café). Além de menor impacto ambiental, o café Pilão Origem, bebida encorpada, de aroma e sabor intensos, foi classificado na categoria de café Superior pelo Programa de Qualidade do Café da ABIC.
Na ponta do consumo, disseminando a cultura de sustentabilidade, o café Pilão Origem utiliza a embalagem para informar e educar o consumidor quanto ao uso de sobras e resíduos pós-preparo, como o aproveitamento da borra de café no combate à dengue.

Esse projeto envolveu uma equipe multidisciplinar, com representantes das áreas de desenvolvimento de produtos, marketing, suprimentos, operações, logística, compra de café verde, planejamento, finanças, vendas e trade marketing. Em paralelo, toda a equipe de Desenvolvimento de Produtos esteve direta ou indiretamente envolvida no projeto, o que foi uma forma de aprendizado que será replicada em outros produtos da empresa.

SUSTENTABILIDADE NA MEDIDA


Este projeto teve como base melhorias no processo produtivo, com destaque para certificação do café em critérios sociais, ambientais e de qualidade, bem como a redução da massa da embalagem e do consumo de tinta de impressão. Os ganhos ambientais alcançados pelo projeto para a estimativa de venda anual na rede Walmart foram:

  • redução de 87,6 kg de material de embalagem primária
  • redução de 13,4 kg no consumo de tinta de impressão
  • eliminação de 1,6 kg de etiquetas usadas nas caixas de papelão ondulado
  • redução de 2,7 kg de filme stretch
  • redução de 105,3 kg de resíduo de embalagem pós-consumo
  • economia de 2,3 litros de diesel no transporte das embalagens
  • redução de 6,1 kg CO2 equivalente no transporte da embalagem primária
  • café certificado Cafés Sustentáveis do Brasil, tipo Superior (60% UTZ Certified)

Fonte:

http://www.walmartsustentabilidade.com.br/sustentabilidade-pontaaponta-2011/

Comentários (0)

Walmart-Ponta-a-Ponta-2

Tags:

2ª edição do programa Sustentabilidade de Ponta a Ponta do Walmart

Postado em 25 julho 2011 por Elisa Quartim

No início de 2010, o Walmart lançava um projeto para contribuir com o desenvolvimento sustentável do mercado brasileiro. Em parceria com grandes empresas fornecedoras, a rede colocou produtos nas gôndolas que tiveram seu processo de fabricação repensado para serem mais amigáveis ao meio ambiente e obtiveram um crescimento de até 40% em suas vendas. Vejam o post da época.

Agora, o varejista inicia a segunda etapa da ação, com o apoio de 13 companhias, incluindo Ambev, Danone, Kimberly-Clark, Kraft Foods, L’oreal, Mars, Philips, Reckitt Benckiser, Santher, Sara Lee, SC Johnson, Whirlpool e Nat Cereais, responsável pela marca própria Sentir Bem, do Walmart.

A ideia é modificar toda a cadeia de produção e levar a sustentabilidade aos três pilares do conhecido como triple bottom line: people, planet e profit, o que significa colaborar para o desenvolvimento social e do meio ambiente, sem deixar de lado a questão econômica.

Pensando nisso, os produtos precisam maximizar os lucros das empresas, sem mexer com o bolso do consumidor, e garantir práticas que ajudem a preservar o planeta. A ideia do projeto “Sustentabilidade de Ponta a Ponta” é fazer com que as indústrias escolham os principais itens da categoria e trabalhem para melhorar os processos envolvidos.

A partir da definição, o produto passa por uma análise técnica de todo o processo de produção, com a ajuda do CETEA, para gerar as mudanças possíveis, do início ao fim da cadeia.

Este ano, o projeto já aponta resultados positivos. As transformações realizadas nos 13 produtos representam uma decréscimo do uso de água de dois milhões de litros ao ano e 19 milhões de Kwh de energia.

Com relação às emissões de gases do efeito estufa, houve queda de 3.171 tons de CO2, correspondendo à economia de 17,3 milhões de km rodados. As reduções das embalagens também possibilitaram mais espaço nos caminhões, aumentando entre 32% e 64% na capacidade das carretas.

Observando os cases com atenção, podemos perceber que em grande parte as mudanças ocorreram na redução de materiais e repensando seus processos de produção. Parece que o redesign das embalagens não foi uma prioridade, o que poderia ajudar muito o resultado desses projetos. Em nenhum dos cases foi mostrado a equipe de design. Por que será?

Os próximos posts mostrarão os 10 produtos dessa segunda edição e os ganhos obtidos dessa parceria. É um bom exemplo de como o varejo pode e deve se envolver e apoiar iniciativas de sustentabilidade de seus fornecedores. Eles fazem parte do ciclo devida do produto e são os primeiros que percebem as necessidades do consumidor cada vez mais exigente.

Fonte:

http://www.walmartsustentabilidade.com.br/sustentabilidade-pontaaponta-2011/

http://exame.abril.com.br/

Comentários (0)

vaxev-6

Tags: ,

Vax ev – aspirador feito de papelão

Postado em 11 julho 2011 por Elisa Quartim

 

O Vax ev é um aspirador de alta performance construído para a sustentabilidade ideal, utilizando materiais reciclados e recicláveis para reduzir o volume de resíduos nos aterros. O  projeto conceitual foi desenvolvido pelo inglês Jake Tyler.

O corpo aspirador de pó é feito de painéis de retardadores de chama feitos de papelão, que a princípio é parte da embalagem para a venda do produto. Os consumidores, se quiserem, podem separar as peças e guardá-las em outro lugar em torno da carcaça do motor. E remontá-las sem usar qualquer cola.


Os componentes que não podem ser feitos de papelão são recicláveis e de plástico de puro nylon. Eles usam um processo rápido de fabricação, diferente do processo de moldagem por injeção.

Isso significa que o Vax ev pode ser fabricados localmente por encomenda, diz a empresa, sem a necessidade de moldes, de ferramental caro ou de  linhas de montagem.

Os painéis de papelão que formam o corpo aspirador de pó são facilmente substituídos caso estejam danificados. Os painéis custam apenas um décimo do preço de um painel de plástico equivalente.

Além disso, ele pode ser personalizado da forma que a pessoa quiser usando apenas algumas canetas e assim transformar o seu aspirador de pó em uma única obra de arte.

Fonte:

http://www.gizmag.com/

http://www.environmentalleader.com/

Comentários (1)

sejaa-2

Tags:

Sejaa, nova linha de cosmético de Gisele Bündchen

Postado em 04 julho 2011 por Elisa Quartim


Gisele Bündchen traz para o mercado brasileiro sua marca de cosméticos Sejaa Pure Skincare. Os produtos refletem a preocupação da modelo com o meio ambiente que a tornou embaixadora da boa vontade da Organização das Nações Unidas (ONU) para a causa. Por isso, a produção da linha é feita a partir de ingredientes 100% naturais, com zero emissão de carbono.

 

As embalagens são elaboradas de acordo com as mais estritas normas de sustentabilidade e de conservação ambiental. A cartucharia é fabricada com100% de fibras recicláveis, sem emissão de carbono e com processamento livre de cloro. Tem certificação FSC e da Rainforest Aliance.

Já os potes e tampas, vêm com certificado Green-e de Energia Renovável (energia eólica), com produção atestada pela Wind Power Energia Renovável e realizada com energia hidrelétrica limpa. Os créditos de carbono foram comprados para apoiar o desenvolvimento de geração de energia eólica renovável. A energia eólica não consome combustível para operação contínua, e não tem emissões diretamente relacionadas à produção de eletricidade.

As embalagens são impressas com tintas à base de soja livre de VOC (volatile organic compounds), feitas com plásticos reciclados e 100% recicláveis.

 

Vendidas em kits, os itens chegam acondicionados em uma caixa que contém uma mensagem doce e perspicaz de Gisele, uma toalha de rosto em tecido de bambu, uma pequena espátula de madeira, o creme para o dia, para noite e o de tratamento de barro.

As embalagens são bem simples, de acordo com o apelo do produto. O logotipo com fonte gestual, transmite algo mais orgânico. A base do jota lembra uma gota de água. Curiosidade: o segundo “a” da marca Sejaa é para soar como se fosse um mantra: “aaaaa…”

Os produtos são fabricados nos Estados Unidos e levaram dois anos para serem desenvolvidos. E, segundo a própria Gisele em suas entrevistas, ela mesma acompanhou de perto cada etapa do processo de elaboração da linha, composta por três cremes para cuidados faciais e toda elaborada com ingredientes naturais, orgânicos certificados e livres de parabenos, petroquímicos, sintéticos ou geneticamente modificados.

Não há nada de origem animal. Tão pouco a empresa testa sua formulação em animais.

Os cosméticos já são vendidos nos Estados Unidos e na Europa desde março do ano passado. No Brasil, eles estarão à venda nas lojas Sacks, na rede de drogarias Raia, na importadora Classy Brands e no site da marca.

 

Vejam o video sobre o produto:

Vejam a entrevista com a Gisele sobre o produto em seu blog:

http://blog.giselebundchen.com.br/planeta/gisele-fala-sobre-o-sejaa/

Fonte:

http://www.sejaabrasil.com.br/

Revista Packing Cosmética (janeiro/fevereiro)

Comentários (0)

Advertise Here

Assine

Insira seu endereço de email nos campos abaixo:
Newsletter Embalagem Sustentável

 
Receba atualizações do site via FeedBurner

Grupo EmbalagemSustentavel
Nossa lista de discussão no Yahoo!
* Embalagem Sustentável é contra spam

Veja também