Archive | março, 2011

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Novo selo de produtos orgânicos

Postado em 29 março 2011 por Elisa Quartim

Desde o início do ano, todos os produtos orgânicos vendidos no Brasil deverão usar o selo do SisOrg (Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica). Para obter o selo os produtos são certificados por Auditoria e Sistemas Participativos de Garantia.

Selo do SisOrg

O Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica – SisOrg é gerido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa e é integrado por órgãos e entidades da administração pública federal e pelos Organismos de Avaliação da Conformidade, entendidos por Certificação por Auditoria e Sistemas Participativos de Garantia, credenciados pelo Mapa. Os Estados e o Distrito Federal poderão integrar o SisOrg mediante convênios específicos firmados com o Mapa.

Um selo para facilitar a identificação e um consumo mais consciente

O selo de Produto Orgânico vem para ajudar o consumidor que deseja consumir um produto orgânico mas não conhece todas as entidades que credenciam esse tipo de produto. Agora basta observar um selo.

Antes várias entidades tinham o seu próprio selo. Elas continuam certificando, porém agora o selo é igual para todas.

Vejam os selos das empresas certificadoras:

Design do selo SisOrg

Apesar da vitória da união de todas as certificadoras em um único selo, infelizmente o design escolhido para uma função tão importante não ficou bem resolvido.

Problemas de design encontrados:

1- Redução limitada

  • O texto em letras pequenas abaixo do selo, impossibilita a sua redução.
  • O tamanho mínimo exigido é de 2,5 cm de largura.
  • Obrigação de informar se o selo foi obtido por Certificação por Auditoria ou Sistemas Participativos de Garantia.

2- Formato horizontal

O ideal é que o formato de um selo de certificação seja quadrado ou redonda, para aumentar as possibilidades de aplicação. É só observar como são os selos de outros países

China

Canadá

Estados Unidos

3- Obrigatoriedade de estar na face frontal da embalagem

  • Briga com a marca do produto
  • Dificulta a identificação do produto
  • Em casos em que a embalagem é pequena (temperos, geléias, etc) a marca fica enorme

Isso pode desestimular o seu uso, que além de ser caro ainda vai atrapalhar a visualização da marca do produto.

Cartilha sobre orgânicos

Veja a cartilha, ilustrada por Ziraldo, que fala sobre o selo e sobre os produtos orgânicos.

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Como foi o Encontro Internacional de Sustentabilidade da ABRE

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Como foi o Encontro Internacional de Sustentabilidade da ABRE

Postado em 25 março 2011 por Elisa Quartim

Ontem, dia 24 de março, foi realizado o Encontro Internacional de Sustentabilidade da ABRE. Foi o dia inteiro falando sobre tendências globais, a nova ordem da gestão empresarial e a integração da cadeia produtiva como fatores estratégicos.

Vou tentar resumir um pouco de tudo o que foi falado e dividir com vocês.

Programa de produção e consumo sustentável

Samyra Crespo – Ministério do Meio Ambiente

Samyra Crepo, secretária de articulação institucional de cidadania ambiental, falou sobre as ações que o Ministério do Meio Ambiente tem promovid, incentivando a abrir canais de diálogo com o setor produtivo.

Lembrou a aprovação no ano passado da Política Nacional de Resíduos Sólidos e como esses diálogo serão importantes para a sua viabilização. Porém o tema principal de seu discurso foi o Plano de Produção e Consumo.

O Plano de Produção e Consumo Sustentáveis uma agenda de ações em curso ou a serem desenvolvidas. Ele está aberto para consulta pública nos site do MMA (http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=243).

Ele basicamente tem 6 prioridades em um plano de ação para 3 anos, que são:

  1. Educação para o consumo sustentável
  2. Compras públicas sustentáveis
  3. Agenda Ambiental na Administração Pública/A3P
  4. Aumento da reciclagem de resíduos sólidos
  5. Promoção de iniciativas de PCS em construção sustentável
  6. Varejo e consumo sustentáveis.

A inclusão dos aspectos ambientais na gestão econômica dos negócios.

Eduardo Giannetti – economista

Considero que foi um dos destaques do encontro. Ele mexeu com vários conceitos da economia e da sustentabilidade que precisam ser revistos.

Iniciou discutindo o conceito da sustentabilidade, palavra da moda e que muitas vezes mal utilizada.Ele define como uma busca de trajetórias que garantam nossa permanência no tempo, devendo agir no presente tendo em vista o futuro.

São 2 problemas:
Cognitivos – não conseguimos perceber os nossos impactos
Comportamentais – não basta saber é preciso implementar e ter um compromisso de execução.

Com o foco na questão da mudança climática Giannetti colocou em questão qual seria o melhor modo para mudarmos para cultura de permanência?

Não vamos conseguir atingir as nossas metas de redução de emissão de gazes de efeito estufa, ou mesmo outras formas de impacto, se não for repensado o sistema de preços de produto do modo que é feito atualmente com um sistema de registro e incentivos de recursos naturais. Da forma que é hoje não contempla o impacto ambiental e o seu devido custo. Como essa mudança produtos que impactam mais o meio ambiente ficarão mais caros e os que impactam menos poderão ficar mais acessíveis.

Para o mundo empresarial o jogo da percepção é fundamental. A opinião pública está cada vez mais atuante (e a embalagem é uma das principais ferramentas) e deve estar integrado nas estratégias dos negócios.

“Não basta ser sustentável é preciso parecer. Não basta parecer é preciso ser.” Eduardo Giannetti

Comunidade Européia: visão holística da interface entre negócios, embalagens e meio ambiente.

Julian Carroll – Diretor geral do Europen

A Europen ( The European Organization for Packaging and the Environment) é uma organização da indústria e do comércio aberto a qualquer empresa com um interesse econômico em embalagens e produtos embalados. Ele representa a opinião da cadeia de valor de embalagem, da Europa, sobre temas relacionados com as embalagens e o meio ambiente. Basicamente a aprsentação foi falar sobre a Europen e suas ações.

Os principais assuntos abordados por eles falam sobre embalagens pré-consumo (requerimentos e definições) e pós-consumo (descarte e sistemas de coleta) e as políticas européias.

A visão da embalagem para a Europen é que ela deve:

  • ser projetada de forma holística
  • ser projetada com materiais de fontes responsáveis
  • ser projetada para ser efetiva em todo seu ciclo de vida
  • dentro dos critérios do mercado
  • realizar as expectativas do consumido

Uma apostila que orienta os empresários a tomarem decisãos melhores em relação às embalagens (Packaging in the Sustainability Agenda: A Guide for Corporate Decision Makers) está disponível para download no site da Europen.

Desenvolvimento sustentável: as interfaces internas de gestão empresarial.

Eloísa Garcia – Diretora do CETEA/ITAL

O CETEA (Centro de Tecnologia em Embalagem) tem como principal objetivo o atendimento da demanda do Setor Produtivo na área. Trabalham com Pesquisa e Desenvolvimento, Assistência Tecnológica e Prestação de Serviços. É membro da Associação Internacional dos Institutos de Pesquisa de Embalagem (IAPRI) que  proporciona um contato com as Instituições de Embalagem no mundo, criando condições para um aprimoramento contínuo, tanto na área técnica como na administrativa.

A palestra de Eloísa falou da importância de uma gestão ambiental nos processos produtivos em um ciclo de melhoria contínua.

Mostrou também a importância do Design for Enviroment (DfE) que é uma ferramenta da Ecologia Industrial e deve examinar todo o ciclo de vida do produto para propor alterações no projeto de forma a minimizar o impacto ambiental do produto desde sua fabricação até seu descarte. A incorporação do desenvolvimento do produto em seu ciclo de vida pode integrar a preocupação com o meio ambiente em cada etapa do ciclo de vida do produto, de forma a reduzir os impactos gerados durante este ciclo.

O CETEA é uma das referências de quando se fala em Análise do Ciclo de Vida no Brasil e é inquestionável a importância de se fazer uma boa análise, porém é crucial ter um “Life Cycle Thinking” que é uma visão holística da relação do produto com o meio ambiente.

É preciso analisar o produto em todas as etapas do seu ciclo de vida considerando os seus múltiplos aspectos ambientais fazendo uma análise crítica de efeitos colaterais negativos, tomando como referência a função e a eficácia do produto.

No site do CETEA é possível baixar a publicação Avaliação do Ciclo de Vida(ACV) como Instrumento de Gestão, que tem o intuito de divulgar a ACV no mercado brasileiro como tecnologia de gestão para melhoria ambiental contínua de produtos e processos.

O engajamento do consumidor

Eduardo Schubert – Diretor Executivo do Instituto Akatu

A palestra de Eduardo mostrou que um consumo consciente é um instrumento fundamental de transformação da sociedade.

Com base nas pesquisas promovidas pelo Akatu ele mostrou que o consumidor está mudando e que preocupado com o impacto dos produtos que compra e como as industrias estão produzindo esses produtos.

Falou de um consumidor 2.0, que através d internet, tem acesso à informação por fontes diversas e a formação de opinião agora se dá de forma diferente, e consertar uma má opinião está cada vez mais difícil. Um mundo em rede não hierárquico, transparente, interdependente e colaborativo.

Para maiores informações sobre o Encontro Internacional de Sustentabilidade, entre em contato com a ABRE no site

http://www.abre.org.br

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BIC ecolutions, escritório com materiais mais sustentáveis

Postado em 22 março 2011 por Elisa Quartim

A linha BIC ecolutions, constituída por produtos que colaboram para a preservação do meio ambiente e utilizam materiais reciclados ou materiais provenientes de fontes menos agressivas ao meio ambiente.

Embalagens

As embalagens dos produtos da linha BIC ecolutions são produzidas para ter o menor impacto no meio ambiente.
As embalagens são reduzidas ao máximo sem deixar de proteger o produto. Reduzindo o seu volume acabam otimizando o transporte, reduzindo a emissão de gazes e o seu impacto.
O papel cartão utilizado é 100% reciclado e não são clareados quimicamente.
A tintas utilizandas na impressão são à base de vegetais (basicamente soja), que não contém metais pesados.
Com menos química e sem metais pesados, quando descartadas impactam menos no meio ambiente.
As embalagens em blister a parte de plástico é feito em PET, mais fácil de reciclar, e não é toda plastificada, facilitando a separação dos materiais.

A linha é composta por diversos produtos como:

Caneta BIC ECOlutions Round Stic, cujo material reaproveita embalagens longa vida (pós-consumo) da Tetra Park, uma ação que auxilia também as atividades dos coletores e recicladores.

Cola bastão, única produzida com 100% de plástico reciclado, é lavável, segura, não tóxica.

Lápis BIC Evolution ECOlutions, fabricado com aparas de embalagens de iogurte (pré-consumo), evitando que o resíduo seja descartado na natureza sem tratamento.

Barbeador, feito de material natural renovável (o bioplástico) e bio-pigmentos de origem vegetal;

Corretivo à base de água que não tem solventes e portanto é inofensivo ao meio ambiente.

Fonte: http://www.bicecolutions.com/

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Seventh Generation com embalagem de papel

Postado em 17 março 2011 por Elisa Quartim

Seventh Generation é uma empresa americana que faz produtos de limpeza amigos do meio ambiente.
Recentemente eles lançaram um amaciante com uma fórmula 4X mais concentrada em uma nova embalagem feita com papel. Além da nova embalagem, o  produto também é atóxico, sem clareador óptico, com fórmula biodegradável, antialérgico e sem corantes ou fragrâncias.
A parte de papel, em formato de concha, é feito com papel 100% reciclado sendo que 70% com papel cartão e 30% com papel jornal.Pode ser favilmente reciclado ou compostado.
Dentro do frasco de papel vem uma bolsa de plástico feito em PEBD e a tampa em PP, facilmente recicláveis.
Inicalmente, apenas 1/4 das embalagens de 4x Laundry Detergent virão na nova embalagem de papel/plástico.
Ano passado, a embalagem desenvolvida pela Ecologic Brands, já havia sido testada pela Strauss Family Creamery para transportar leite.
Em uma comparação com a embalagem comum de amaciante, essa embalagem irá usar 66%  menos plástico.

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Produtos feitos com resíduos na Craft Design

Postado em 14 março 2011 por Elisa Quartim

Até o dia 15 de março acontece a 18° Craft Design em Sçao Paulo. Ela é uma feira de negócios que apresenta tendências na área de decoração, design e arte. Direcionada a lojistas, fabricantes, arquitetos, decoradores e profissionais do setor em geral, a Feira promove, semestralmente, a integração tanto de novos talentos, quanto de designers consagrados, com o setor produtivo e seus canais de distribuição.

Estive lá e encontrei vários produtos interessantes feitos com embalagens e outros resíduos. Tem vários produtos interessantes e criativos, mas aqui vou mostrar apenas uma pequena amostra do que vi e que usa o resíduo como matéria prima.

Ana Moraes

Ana Moraes é artista plástica e faz as coisas mais lindas com arames, embalagens de lata e outros materiais reciclados. As peças sempre vêm enfeitadas com botões, restos de tecido e continhas.

Tudo muito delicado e lúdico. Dá vontade de ficar olhando um tempão os detalhes.

Kazari

A KAZARI é uma empresa que elabora projetos de interiores residenciais, comerciais, e na criação de peças decorativas. Eles utilizam materiais com garrafas de PET e vidro. Com um acabamento profissional e de qualidade. Design arrojado, criatividade e sofisticação, são princípios que se encaixam na filosofia da KAZARI.

Acima garrafa de vidro reciclada, pintadas manualmente, com aplicações de contas de acrílico e laço de cetim colorido.
Usada como peça decorativa, ou vaso.
Acima flores feitas do fundo e da parte lisa da garrafa PET, em fios encerados e contas de acrílico. Corrente e argola de metal.

Reciclanto

A Reciclanto é uma empresa que tem como foco divulgar art-design baseado na renovação e no consumo consciente. Na confecção de seus produtos eles reaproveitam materiais que seriam descartados e geram renda envolvendo a comunidade de Florianópolis.

Acima sacolas feitas com embalagens de café utilizadas em cafeterias.

http://reciclanto.blogspot.com

Design Possível

O Design Possível é um projeto desenvolvimento social que conta com a participação de estudantes, profissionais, ONGs e empresas. Com estrutura orgânica se transforma e se atualiza com grande velocidade, buscando com isso adequar-se as necessidade encontradas e auxiliar no processo de construção de uma sociedade melhor… .

A missão do Design Possível é: Promover, estimular, discutir, estudar e aplicar o design transformando a sociedade em sustentável, equilibrada e justa.

É um projeto que ainda vai crescer muito e tem grande importância para o design sustentável brasileiro.

Acima sacola feita com banner utilizada para propaganda nos pontos de venda.

http://www.designpossivel.org/

Oficina de Artes Boracea

A Oficina de Artes Boracea começou a partir do programa de geração de renda da Prefeitura Municipal de São Paulo, denominada Operação Trabalho. Coordenado pela arquiteta e designer Adriana Yazbek, tinha como objetivo formar oficineiros a partir dos usuários do albergue Projeto Oficina Boracea.

O projeto teve a duração de seis meses. Eles começaram a desenvolver painéis, mandalas, cestos, jogos americanos, colares, etc. A matéria prima principal utilizada é o jornal tingido.

Eles também aceitam encomenda, dando a opção de escolher a cor ou de impermeabilizar algum produto.

Acima painel feito com jornal.

Acima cesto feito com jornal.

http://www.oficinadeartesboracea.com.br/

Lixiki

A LIXIKI une o conceito da reutilização de material de descarte e de desenvolvimento social, tendo seu processo produtivo realizado em comunidades. Ótimo acabamento com soluções bem criativas.

Acima porta lápis feito com disco de vinil termo-deformado

Acima bolsa de praia com bolso externo feita com banner.

http://www.lixiki.com.br/

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Microsoft Word – ENCONTRO INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE

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Encontro Internacional de Sustentabilidade da ABRE

Postado em 09 março 2011 por Elisa Quartim

A ABRE (Associação Brasileira de Embalagem) está promovendo o “Encontro Internacional de Sustentabilidade da ABRE” no dia  24 de março. Ele irá reunir renomados profissionais do cenário internacional e nacional, com o intuito de trazer uma visão aprofundada sobre o tema, enfatizando:

  • Como as questões ambientais impactam hoje e amanhã no setor produtivo?
  • Em que consiste o “desenvolvimento sustentável” para a indústria de embalagens e de bens de consumo?
  • Como as empresas devem se estruturar para incorporar esta nova demanda?
  • Como estabelecer parcerias de sucesso entre a cadeia produtiva?
  • Como o setor produtivo pode tornar o consumidor um aliado neste processo?

Experts em diferentes áreas buscarão traçar os cenários de curto, médio e longo prazo frente à internalização dos aspectos ambientais no ambiente da indústria de embalagens e de bens de consumo do Brasil e em sua inter-relação com o governo e a sociedade.

Acesse aqui, conheça o programa completo e inscreva-se!
Inscrições até 21/03

ENCONTRO INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE
A interdependência entre negócios e meio ambiente
Tendências globais, a nova ordem da gestão empresarial e a integração da cadeia como fatores estratégicos

Quando: 24 de março de 2011
Horário: 8h00 às 18h00
Onde: Espaço Milenium – R. Dr. Bacelar, 1043 – Vila Mariana – São Paulo – SP

Mais informações: Carla Araújo – 11 3082-9722 (r.216) | marketing [arroba] abre [ponto] org [ponto] br

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Esculturas de Carnaval com embalagens

Postado em 01 março 2011 por Elisa Quartim

Já é tradição o Condomínio Conjunto Nacional decorar o seu saguão no Natal com esculturas feitas com embalagens e outros materiais descartados dentro do condomínio. Dessa vez eles preparam um especial para o carnaval. Junto com a Cooperaacs e o cenógrafo e Diretor de Arte Silvio Galvão, eles fizeram uma homenagem ao Carnaval e criaram esculturas feitas com materiais recicláveis. Elas representam um casal de mestre-sala e porta-bandeira de uma escola de samba.

Buscando incentivar o envolvimento das pessoas que todos os dias transitam pela Avenida Paulista, durante dois meses, o edifício realizou uma campanha de arrecadação de pequenos objetos, como canetas, chaves e bijuterias, que foram utilizados para a confecção das esculturas.

As obras têm 3 metros de altura, e pesam cerca de 150 quilos. Para a realização das esculturas, foram feitos estudos e pesquisas de materiais para atingir o efeito ‘hiper-realista’ das peças. O projeto, executado em 20 dias, gerou trabalho para cerca de 50 pessoas.

As roupas, bordados e adereços, feitos com materiais reciclados e reutilizados, foram executados pela Cooperaacs (Cooperativa Social de Trabalho e Produção de Arte Alternativa e Coleta Seletiva) sob orientação do Mestre Artesão Sandro Rodrigues.

Materiais utilizados

Mãos e rosto
Acabamento em resinas diversas

Corpo
Técnica de empapelamento

Pluma preta
800 garrafas de PET

Babado da saia
1200 garrafas PET

Pena de rabo de galo
3000 garrafas PET

Adereços
Chave, faca e metais diversos

Bordados das roupas
250 CDs
600 canetas
400 fundos de latas de alumínio
2300 lacres de latas de alumínio

Fonte:

http://www.ccn.com.br/

http://www.cooperaacs.org.br

http//www.silviogalvao.com.br

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