Archive | junho, 2009

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Curso de Design de Embalagens Sustentáveis no IDDS

Postado em 30 junho 2009 por Elisa Quartim

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Descrição
Inovador, o curso mostra de forma imersiva (visita a cooperativa de catadores e supermercados), dinâmica (trabalhos colaborativos e interativos) e prática (hands on – oficina de criação), os princípios de concepção, projeto e especificação de embalagens sustentáveis, que geram benefícios ambientais, valores reconhecidos pelo consumidor e, consequentemente, novos valores para o negócio.

São apresentados cases da indústria e análises de consumo e descarte inteligentes, considerando os processos de todo o ciclo de vida, da concepção ao pós-uso (berço ao berço).

Ao longo do curso também são realizados estudos sobre as principais inovações na gestão de embalagem, tendências de embalagens éticas e sustentáveis, movimentos internacionais de coalizão, normas, selos e sistemas de certificação, assim como ferramentas e sistemas de avaliação de impactos e inovação.

Público-alvo
Profissionais e estudantes de design, engenharia, gestores ambientais e de produtos, comunicação, marketing e demais interessados no tema.

Tutores
Fernando Mascaro
Arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo,  é membro do quadro de conselheiros do idds e consultor em design sustentável, mantendo parcerias com o escritório “O2France” e “École Supèrieure d’Art et Design de St-Étienne”, França. Desenvolve os projetos “Design da Necessidade” e “Design Inclusivo” como pesquisador do Laboratório InterDesign e do Centro de Inovações Tecnológicas do Departamento de BioInteração do Instituto de Ciências da Saúde da UFBA. Atua como consultor em design sustentável para produção massiva na Divisão de Pesquisa e Desenvolvimento da Grendene e do Centro de Design da Facamp.

Mateus Mendonça
Cursou Farmácia-Bioquímica na Universidade de São Paulo. Atuou na área de Inovação da Natura Cosméticos, colaborando no desenvolvimento do Programa de Sustentabilidade de Embalagens com foco na homologação da cadeia de suprimentos recicláveis. Atualmente articula o diálogo intersetorial e a inovação na arquitetura de negócios sociais. Atua como consultor, participando de projetos na TAM e junto ao Comitê de Sustentabilidade da Grendene.

Período
(3 dias) 23, 24 e 25 de Julho de 2009
Carga horária: 14h

Horário das aulas:
23 e 24/07: 19.00h às 23.00h
25/07: 9h às 18h

Investimento
(promoção) Até 08/07/2009 – R$400,00
Após 08/07/2009 – R$450,00
Obtenha 7% de desconto para 2 inscrições ou mais. (não cumulativo com outras promoções)
À prazo em 2X R$225,00

INSCREVA-SE AQUI

Local a ser realizado
Rua Bela Cintra, 409 – Cerqueira Cesar – SÃO PAULO / SP

Mais informações
info [arroba] idds [ponto] com [ponto] br
t. 11 35861828

idds

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tic_tac_recycable

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Tic Tac EUA em embalagem sustentável

Postado em 30 junho 2009 por Elisa Quartim

tic_tac_recycable

Com o objetivo de proteger o meio ambiente diminuindo sua pegada de carbono, a Ferrero dos EUA anunciou a implatação de novas embalagens para toda a linha de balas Tic Tac. A embalagem mudou de poliestireno para polipropileno, um material flexível que é mais facilmente recicláveis e deixa uma pegada de carbono consideravelmente menor.
Na mudança do material da embalagem, eles tiveram a preocupação de manter o som característico do produto quando balançado. Além disso no rótulo haverão mensagens incentivando a reciclagem.

Como resultado da mudança de plásticos de poliestireno para polipropileno, a marca irá reduzir emissões de gases de estufa em 44% e uso da energia por 34%. Ao aplicar a nova embalagem em toda a linha, Tic Tac irá reduzir a utilização de plástico em 296 mil toneladas por ano.

http://popsop.com/26776

http://www.tictacusa.com/

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saco_aluminio

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Embalagem metalizada, mais uma dica

Postado em 29 junho 2009 por Elisa Quartim

saco_aluminio

Mais uma forma de reaproveitar a embalagem metalizada, que não é de difícil reciclagem. Guarde ela e use para conservar alimentos frescos. A embalagem conserva por semanas o alimento.

É muito simples, basta reutilizar os sacos com interior de alumínio que compramos no supermercado com diversos alimentos (batatas fritas, puré, etc…). Coloque frutas ou vegetais no interior desses sacos. Porém não feche o saco, deixe-o aberto.

Mais uma dica para um material que ainda não foi encontrada uma solução.

Fonte: http://vivoverde.com.br/

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windowsXP

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Redução da embalagem do Windows 7

Postado em 26 junho 2009 por Elisa Quartim

windows_embalagens

A Microsoft liberou as imagens das caixinhas do novo Windows 7, que será vendido a partir de outubro. A empresa aderiu ao ecológico e reduziu o material utilizado na embalagem. Agora, as caixinhas do Windows abrem como uma embalagem normal de DVD, ao contrário da embalagem do Windows Vista, que tinha uma aba para “puxar e abrir”. Dentro da embalagem plástica estão a mídia com o sistema operacional, um manual de instruções e a própria capa em papel com o nome da versão em uso. Tudo isso fechado por um selo no topo da caixa. A nova embalagem, segundo a Microsoft, é 37% mais leve que a do Windows Vista.

windowsXP

Agora analizando bem, será que as caixas antigas de papel não eram mais sustentáveis? Lógico que teriam que ser repensadas, pois os manuais mudaram e hoje quase tudo é on line, mas o que vejo é que eles fizeram uma embalagem tão cara que resolveram mudar apenas pelo custo e querem vender como mais sustentável. Será que eles fizeram algum estudo do ciclo de vida do produto para chega a conclusão que essa é melhor? Se alguém souber me escreva.

http://www.embalagemmarca.com.br/

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Aquafina3

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Aquafina – PET mais leve e sustentável

Postado em 24 junho 2009 por Elisa Quartim

Aquafina1

Eco-Fina é a nova garrafa de PET ultraleve e com apelo “verde” da água americana Aquafina, líder em vendas de água mineral nos Estados Unidos, da PepsiCo.

Divulgada como “a mais leve garrafa de PET de meio litro do mercado americano”, a Eco-Fina pesa 10,9 gramas. Menos que a metade do peso que as garrafas de mesmo volume da Aquafina possuíam em 2002.

O desenho estrutural com estrias que formam uma espécie de trama de rede, permiteo a sustentação adequadada do volume correspondente a 50 vezes o seu peso. Com isso, eles atingiram o objetivo do ‘tripé do design sustentável’: uma garrafa com melhor imagem, melhor funcionalidade e melhor para o meio ambiente

Aquafina3

Além disso, no multipack com 24 garrafas é um shrink de plástico termoencolhível, tirando a necessidade da chapa base de papelão ondulado, usado anteriormente. Com essa mudança, resultará na economia de 9 mil toneladas de papelão.

Fonte: http://www.embalagemmarca.com.br

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Tampa_Coca2

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Novas minitampas reduzem material

Postado em 23 junho 2009 por Elisa Quartim

Repensar as embalagens atuais reduzindo pequenos detalhes e diminuido a quantidade de material usado pode parecer pouco, mas como são produzidos em grande excala, a economia pode ser de milhões.

Tampa_Coca1

É o que tem acontecido com as tampas das garrafas de refrigerante. Primeiro foi a coca-cola que reduziu sua tampas em 1,5 gramasno final do ano passado, começando pelas fabricas de Marília (SP) e Recife (PE) onde futuramente se extenderá gradualmente para as fábricas de outras cidades

O catalisador do projeto é a Xtra-Lok mini, da CSI – Closures Systems International (antiga divisão de embalagens da Alcoa). Trata-se de uma tampa de polipropileno que, por se basear no padrão de rosca PCO 1881, mais enxuto, resulta em desenhos de bocais de garrafas com no mínimo 32% menos material empregado em comparação com o tradicional padrão PCO 1810 (veja o detalhe). Com ela, a garrafa de PET de 600 mililitros dos refrigerantes da Coca-Cola perde 4 milímetros de altura e passa a pesar 26 gramas, contra 28 gramas da garrafa anterior.

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A estimativa é de que até 2012 a redução de consumo de PET nas garrafas de 600 mililitros renda material equivalente à produção de 120 milhões de garrafas de 2 litros. Estas últimas, aliás, deverão ser as próximas a migrar para a Xtra-Lok mini.

Além de garantir economia de resina PET, a tampa – capaz de ser aplicada em garrafas de até 2,5 litros – tem também outros atrativos como design diferenciado, em forma de coroa, que facilita o manuseio, e liner para suportar altas temperaturas, evitando perda de carbonatação nas exposições ao calor, durante o transporte.

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A exemplo de fábricas da Coca-Cola no Brasil, a AmBev começou a utilizar uma tampa de tamanho reduzido para seus refrigerantes, neste caso fornecida pela Ravibrás, fábrica do grupo argentino Ravi em Manaus. Como na situação anterior, a projeção é de que a iniciativa trará expressiva economia no consumo de matéria-prima, especificamente PET das garrafas (das quais a subsidiária brasileira da cervejaria belga Ab-InBev utiliza mais de 1 bilhão de unidades por ano) e polipropileno (PP) das tampas.

A mini-tampa faz parte de um projeto global desenvolvido pela AmBev durante mais de dois anos. Diversos modelos de tampas existentes no mercado foram avaliados e testados, porém a opção foi pelo desenvolvimento de uma nova tecnologia.

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Com a nova tampa a parte superior da garrafa, responsável pela maior porção de consumo de plástico na produção do recipiente, tem seu tamanho diminuído. Com perfil mais baixo, o novo modelo tem apenas duas roscas, contra três do anterior, e possibilitou a redução de 3 milímetros em sua altura. Com isso, haverá uma economia de aproximadamente 1,5 grama de PET nas garrafas e 0,2 grama de polipropileno nas tampas. Nas previsões da empresa, em um ano, primeira fase do projeto, serão poupadas cerca de 300 toneladas, somando-se os dois materiais. Além do significado financeiro que propiciará, a iniciativa atende à política de preservação do Sistema de Gestão Ambiental da AmBev.

A fábrica de Jaguariúna (SP), responsável por cerca de 15% da produção das embalagens de PET da AmBev no País, já iniciou o processo de fabricação das novas garrafas. Inicialmente, a inovação chega aos mercados nas versões 500 e 600 mililitros, e engloba as famílias Guaraná Antarctica, Pepsi, H2OH!, Sukita e Soda Antarctica. Nos próximos meses, outras embalagens do portfólio de não-alcoólicos a adotarão.

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http://www.cocacolabrasil.com.br/

http://www.ambev.com.br/

Fonte:http://www.embalagemmarca.com.br

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pegapet

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Pega PET

Postado em 22 junho 2009 por Elisa Quartim

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A pizzaria 1900 de São Paulo, com o objetivo de diminuir o consumo de sacolas, desenvolveu uma tira de papel kraft reciclado para transportar garrafas PET de refrigerantes, sucos e águas. O Pega PET.

Ele funciona como uma alça e é extramamente fácil de usar. Basta colocar em volta da tampa da garrafa, apertar e pronto.

Ele reduz custos e tem um apelo sustentável, sendo ideal para restaurantes e redes de fast food com serviço delivery. Eles até chegaram a pensar em apenas substituir por sacolas de papel, porém, devido a humidade das garrafas, invalida essa possibilidade.

Com o uso do Pega PET ele deixaram de usar 200 mil sacolas plásticas em 2008.

Uma idéia simples e muito criativa.

Além disso, as embalagens que acomodam as pizzas são todas feitas de material reciclável.

http://www.1900.com.br/

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Cartilha Diretrizes de Sustentabilidade.

Postado em 18 junho 2009 por Elisa Quartim

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A Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), por meio de seu Comitê de Meio Ambiente e Sustentabilidade, lançou na FISPAL a Cartilha Diretrizes de Sustentabilidade para a Cadeia Produtiva de Embalagem e Bens de Consumo.

O objetivo principal da cartilha é possibilitar a cada empresa a auto-avaliação de indicadores ambientais de sustentabilidade. O desenvolvimento da cartilha envolveu dois anos de discussões e trabalho do Comitê de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Abre e reuniu profissionais de empresas da cadeia produtiva de embalagem, bem como de entidades e centros de pesquisa correlatos à área. Seu caráter é orientativo e será aprimorado a partir das experiências de aplicação dos indicadores.

O uso dessa ferramenta pelas empresas contribuirá para a melhoria do desempenho e imagem do setor, da sua interface com o consumidor e para a busca de incentivos fiscais com foco ambiental junto ao poder público. Também possibilitará que toda a cadeia produtiva trabalhe em uma mesma direção na busca da melhoria contínua do desempenho ambiental de seus produtos, processos produtivos e embalagens, ao longo de todas as etapas de produção. Sob a ótica da sustentabilidade, trará competitividade e ganhos econômicos para os setores envolvidos, qualidade de vida para a sociedade e a redução de impactos ao meio ambiente.

Os indicadores ambientais da planilha foram desenvolvidos com base no conceito de ecodesign (design for environment), essencial para que a sociedade brasileira tenha acesso a produtos sem comprometer a disponibilidade de recursos naturais para as futuras gerações.

Como sugestão, foram sinalizados os indicadores relacionados a cada etapa do ciclo de vida do produto, entretanto esses podem ser reavaliados por cada empresa. Estes indicadores são inerentes aos estágios produtivos e de consumo, abrangendo desde a produção de matérias-primas, embalagem, acondicionamento do produto, distribuição – logística e varejo, consumo e destinação adequada no descarte, trazendo sugestões de métrica de avaliação para cada indicador.

O estabelecimento pelas empresas de suas metas e o acompanhamento anual de seus indicadores trará uma visão clara e objetiva da evolução do desempenho ambiental global. Outros indicadores poderão ser determinados, conforme a dinâmica e prioridades do mercado.

Fonte: http://www.pack.com.br/

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TerraCycle_ruffles

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Terracycle no Brasil

Postado em 18 junho 2009 por Elisa Quartim

TerraCycle chega ao Brasil no início de sua expansão global. Os próximos países serão o Canadá, México e Reino Unido ainda este ano.

Eles entraram em acordo com a PepsiCo (dona das marcas Elma Chips, Ruffles e Fandangos) e com a Wal-Mart Brasil.

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Bolsas, carteiras e mochilas estarão a venda em 59 lojas Wall Mart de São Paulo, Curitiba e Recife. Vejam o filme com a fabricação desses produtos:

Mais uma forma de reaproveitar embalagens metaliadas que ainda não são recicláveis.

Fonte: http://www.treehugger.com/files/2009/06/terracycle-goes-global-rides-big-business-wave-to-brazil.php

http://www.terracycle.com.br/index.html

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cyclus-margarine

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Margarina Cyclus – biodegradável e de fonte renovável

Postado em 17 junho 2009 por Elisa Quartim

cyclus-margarine

A Bunge introduziu no mercado brasileiro a embalagem primária biodegradável, proveniente de fonte renovável, que se degrada em até 180 dias em condições adequadas de umidade, calor, microorganismos e oxigênio.

Ganhador do Prêmio Embanews na categoria Sustentabilidade.

O pote para a margarina Cyclus, da Bunge, transformado pela Poly-vac, é produzido com resina PLA, derivada do milho, fornecida pela Iraplast/Cereplast, aprovada segundo as normas ASTM D6400, EN 13432 e ABNT 15448, que atestam que sua biodegradação não afeta o crescimento de plantas, animais e micro-organismos no meio ambiente, contribuindo para a redução de resíduos sólidos.

O processo de produção do PLA se baseia na fermentação e na destilação. Uma primeira vantagem é que o processo utiliza entre 20% a 50% menos combustível que os processos de produção de polímeros convencionais. A nova resina já está testada e aprovada, inclusive pelo FDA para o contato com alimentos, para utilização nos processos de extrusão (filmes), termoformagem (potes) e sopro (garrafas).

Como propriedades, o fabricante destaca a versatilidade de processamento, a alta transparência e brilho, barreira a aroma e sabor, e resistência a óleos e gorduras. O filme de PLA já está sendo utilizado na Europa para embalar pão em substituição ao polipropileno (PP). Neste caso, o resultado é um aumento considerável da vida de prateleira do produto.

A resina também foi adotada pela Coca-Cola para produção dos copos termoformados utilizados nos Jogos Olímpicos de Inverno de Salt Lake City (EUA). A rede de supermercados IPER, da Itália, também está adotando a resina PLA nas suas embalagens para alimentos frescos e massas, aproveitando-se do apelo “produto natural em embalagem natural”. As novas embalagens substituirão as tradicionais bandejas termoformadas cobertas com filmes selados a quente.

Os especialistas vêem o PLA substituindo, com vantagens, o celofane, nas embalagens de torção, e o PET e o PP em outras aplicações. Na termoformagem, a nova resina trabalha a temperaturas mais baixas que o PET e alcança uma produtividade semelhante à do poliestireno (PS). O seu preço, contudo, ainda não é totalmente competitivo: US$ 2,42/Kg.

http://www.saudecyclus.com.br/

Fonte:http://www.embanews.com/premio/premio_2009/premio_2009/premio_sus_1.htm

http://www.abief.com.br/flex/flex_0005.asp

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