Postado em 25 fevereiro 2009 por Elisa Quartim

A Kellogg´s nos EUA está testando um novo formato das embalagens de cereais. Ele é menor e utiliza menos materiais.
Em média, as embalagens utilizam de cerca de 8 por cento menos materiais. Ao diminuir a quantidade de ar no interior do saco, conseguiram reduzir o tamanho da embalagem, sem diminuir a quantidade de alimentos.
E com essa redução, mais embalagens podem ser transportadas por caminhão, além ocupar menos espaço na gôndola e na casa do consumidor.
Realmente nunca entendi o tamanho das embalagens de cereais em relação à quantidade de produto. Tomara que o resultado dos testes seja positivo e chegue no Brasil.
Fonte: http://www.greenerdesign.com/
Postado em 09 fevereiro 2009 por Elisa Quartim

Um exemplo de como os projetos de design nunca estão finalizados, como sempre podemos melhorar, principalmente para que sejam mais sustentáveis.
Para isso sempre após, ou se possível no meio do projeto, devemos fazer a Análise do Ciclo de vida desta embalagem. Nem sempre um material diferente, ou uma tecnologia nova é mais sustentável.
Vejam o caso do Tênis New Runnig que já tinha postado aqui eles verificaram, após a embalagem já estar no mercado, que ela não era tão sustentável assim. Em um depoimento feito pelo designer Ian Anderson da Backbone Media no blog Dieline.
A embalagem anterior tinha sido criado pela a agência deles que ganhou uma concorrência com várias outros projetos. Porém depois de pronto e após várias pesquisas, descobriram que não era muito sustentável para produzir ou transportar.
A embalagem moldada é bem mais cara de ser produzida e era feita bem longe da fábrica de tênis, aumentando assim os custos de frete e armazenamento.
Por isso eles desenvolveram um novo projeto em caixa retangular, feito com papel 100% reciclado de pós consumo e impresso com tinta à base de soja.
A nova embalagem é fácil de se armazenada e transportada. É leve e fácil de ser desmontada para reciclagem.
Fonte: http://www.thedieline.com/
Postado em 05 fevereiro 2009 por Elisa Quartim

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) desenvolveu um papel sintético fabricado com plástico descartado pós-consumo.
Ele já foi testado pela Vitopel, fabricante de filmes flexíveis com fábrica em Votorantim, no interior paulista.
A produção em larga escala para comercialização não necessita de ajustes e o equipamento utilizado para a fabricação do papel tradicional pode ser empregado para o papel sintético, o que, segundo a coordenadora, viabiliza a aplicação no mercado.
Produzido em forma de filmes, o material feito a partir de garrafas de água, potes de alimentos e embalagens de material de limpeza pode ser empregado em rótulos de garrafas, outdoors, tabuleiros de jogos, etiquetas, livros escolares e cédulas de dinheiro por ser resistente.
Ele é indicado para aplicações que necessitam de propriedades com barreira à umidade e água, além de ser bastante resistente.
O projeto teve o financiamento da FAPESP para o desenvolvimento da pesquisa e depósito de patente.
O papel sintético comercializado atualmente é produzido com derivados de petróleo. E a vantagem deste é que ele é produzido com material reciclado, reduzindo o volume desse material no lixo.
Video
Postado em 05 fevereiro 2009 por Elisa Quartim

http://wwf.ca/conservation/global_warming/take_action/campaign/everystep/
Comercial da WWF, criado pela canadense DraftFCB, mostra como uma embalagem de lâmpada que apesar da inscrição “energia eficiente” não mostra a realidade do caminho feito por ela e toda sua emissão de gases até chegar nas mãos de um consumidor. O comprador mal pode imaginar o que aconteceu antes do produto ser colocado na prateleira do supermercado.
O filme nos faz pensar na nossa responsabilidade ao consumir um produto. Consumindo com responsabilidade diminuiremos a nossa pegada ambiental.
Este filme foi todo produzido em maquete, pela OPC de Toronto.
Postado em 03 fevereiro 2009 por Elisa Quartim

A Louis Vuitton ao invés do famoso plásticos bolhas, usam este papel com recortes em forma de estrela para proteger suas bolsas. Este papel pode ser reciclável ou reciclado, sendo mais sustentável que o plástico. O único problema é deixar os viciados em estourar plástico bolha na mão.
Foi projetado por Wonjae Lee, Sunkyu Kim e Sangjun Hahn.
Fonte: http://www.trendhunter.com/
Postado em 02 fevereiro 2009 por Elisa Quartim

Com o objetivo de alertar os consumidores de peixe e frutos do mar, A Surfrider Foundation e a Saatchi & Saatchi Los Angeles criaram uma campanha de guerrilha . Coletaram o lixo encontrado nas praias como camisinhas e latas, e embalaram como se fosse peixe. Estas embalagens foram expostos perto dos mercados locais, como se também fossem produtos do mar à venda.
A ideia é mostrar que a poluiçao dos oceanos afeta diretamente o consumidor através da comida que ele ingere.
Fonte: http://www.bluebus.com.br/