Archive | agosto, 2008

lush

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Campanha 'Go Naked' da Lush protesta contra as embalagens

Postado em 28 agosto 2008 por Elisa Quartim

A Lush, loja de cosméticos de luxo, realizou um “protesto” contra o uso de embalagens. Funcionárias estarão nuas, usando apenas aventais com a frase ‘Ask me why I’m naked’ (Pergunte-me porque eu estou nua). A campanha ‘Go Naked’ é uma ação global para promover os produtos da marca, que vende xampus e outros itens na forma de barras, dispensando potes de plástico ou garrafas de vidro.

Para que seus produtos não usem embalagens, eles focaram em produtos que possam ser comercializados em barras ou em formato de bolas. 58% de seus produtos são comercializados sem embalagens. Isso também só é possível porque eles tem uma rede própria ode eles tem controle da distribuição e exposição.

O caminho melhor para o meio ambiente, não é a eliminação das embalagens, pois sem elas não teríamos acesso a vários produtos, principalmente vivendo em grandes cidades. A LUSH aproveita a onda verde para chocar com o nudismo e ter uma propaganda espontânea. Apenas espero que essas vendedoras tenham ganhado um salário extra por este trabalho.

http://www.lush.com/
Fonte: http://packagingnews.co.uk
http://www.greendaily.com

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sun

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Sun Lava Louças

Postado em 27 agosto 2008 por Elisa Quartim

Em Portugal, lava louças da Unilever Sun All-in-1 Power Verde sua fórmula é biodegradável com agentes ativos que incluem menos produtos químicos e livre de fosfatos. O produto também pode ser usado a temperaturas mais baixas que economiza energia e água. Foi produzido pensando na redução da emissão de CO2, resultando em uma embalagem mais compacta. O produto é vendido em uma embalagem de 432g, feita com 20% menos embalagem contendo 24 tabletes de 18g, sendo mais compacto. Contribuído assim para que gaste menos CO2 no transporte do produto, ocupando menos espaço.

http://www.gnpd.com

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timberland

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Tênis Timberland

Postado em 26 agosto 2008 por Elisa Quartim

Feito de cartão 100% reciclado de resíduos pós consumo e impresso com tinta à base de soja.
O rotulo inclui uma tabela tipo “nutricional” informando a “pegada ambiental”, ou o impacto ambiental deixada pela empresa na criação dos sapatos.
Inclui também o impacto na comunidade e informa o local de origem da fabricação do sapato.

http://www.globalpackagegallery.com

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native

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Native – Produtos Orgânicos

Postado em 25 agosto 2008 por Elisa Quartim

O diferencial desta linha de embalagens que abrange não apenas o açúcar orgânico, mas também café e suco de laranja, provenientes de agricultura orgânica, é a combinação dos materiais utilizados. Além de se buscar a compatibilidade entre o papel cartão e a janela que permite visualizar o produto, em celofane a base de celulose pura, as tintas empregadas são atóxicas, e o verniz de proteção é à base de água. Todos esses cuidados buscam sua reciclabilidade, com o menor impacto ambiental possível.

A solução de design, na realidade, busca uma coerência na comunicação ao consumidor nacional ou estrangeiro, de uma estratégia empresarial muito mais ampla, que inclui a criação da marca Native: o projeto Cana Verde, que iniciou-se em 1986, com o objetivo principal de desenvolver um sistema auto-sustentável de produção de cana-de-açúcar. Integrando tecnologias tradicionais e avançadas, todo o sistema produtivo adotado pela empresa foi reestruturado, abrangendo desde o preparo do solo para o plantio até o processamento industrial, até que, em 1997 a empresa conquistou o certificado internacional de produtor orgânico, junto à FVO – Farm Verified Organics, uma das mais respeitadas e rigorosas agências certificadoras do mundo. E desde então, a empresa mantém esta certificação, submetendo-se a inspeções anuais sistemáticas.

Conforme mencionado no site da empresa “A certificação orgânica é concedida a produtores de alimentos que realizam processos de produção que não utilizem quaisquer defensivos químicos ou fertilizantes minerais industrializados. Além disso, são requisitos básicos para a obtenção do certificado, que tais processos não alterem o equilíbrio ecológico nos campos de cultivo e que a empresa exerça impacto social e econômico positivo sobre a comunidade em que atua. A certificação orgânica é, portanto, um prêmio aos produtores que implantam sistemas de produção auto-sustentáveis em todos os seus aspectos”.

O processamento da cana-de-açúcar orgânica acompanha a proposta, sendo realizado sem o uso de aditivos ou produtos químicos e sofrendo monitoramento constante de qualidade. Além disso, a Usina é auto-suficiente na produção de energia, obtida de forma limpa e renovável, a partir da combustão do bagaço da cana, em caldeiras. A queima do bagaço de cana evita a queima de combustiveis fósseis, minimizando emissão de poluentes gasosos. O vapor produzido é convertido em energia térmica, mecânica e elétrica, movimentando um gerador que atende às necessidades de energia elétrica da Usina, e o excedente é comercializado com a distribuidora de energia elétrica local. A queima de bagaço de cana-de-açúcar pela empresa, num processo de co-geração de energia, desloca no tempo a necessidade de acionamento de unidades termelétricas, ligadas ao parque gerador nacional, consumidoras de combustíveis fósseis, que liberam dióxido de carbono – CO2, um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa.

Design: Brandgroup
Fabricante: Usina São Francisco

Fonte: www.sebraesp.com.br/principal/sebrae%20em%20ação/eco_negocios/arquivos_eco_negocios/manual_eco_web.pdf

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amazonia-natural

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Perfume para ambientes – Amazônia Natural

Postado em 22 agosto 2008 por Elisa Quartim

Todo o visual, além do cartão 100% reciclado, enaltece e valoriza os atributos de natureza da marca.

O perfume para ambiente é baseado na capilaridade das varetas de madeira que ficam em contato com o líquido perfumado. A essência passa através da madeira e espalha-se para o ambiente, podendo durar até 5 meses.

Para destacar o produto no PDV, criou-se uma embalagem que suspende o frasco e o exibe como um display. As varetas são acomodadas na lateral da caixa, ficando bem expostas ao consumidor.

Design: Zeh Design
Convertedores: Kingraf / Plasticase / Gana / Thallis
Usuário: Nutriphitus Cosméticos

http://www.abre.org.br/premio_abre/vencedores_2007/vencedores.htm

http://www.amazonianatural.com.br/

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greenwash

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Greenwash, o que é isso?

Postado em 20 agosto 2008 por Elisa Quartim

Em inglês, o termo greenwash é uma mistura de green e whitewash, sendo que este último é uma espécie de tinta branca barata aplicada na fachada de casas. A expressão costuma ser usada para se referir ao que eles entendem como propaganda corporativa que tenta mascarar um desempenho ambiental fraco. Agora, há uma preocupação crescente. Corporações estão usando freneticamente latas de greenwash, o que traz conseqüências graves à credibilidade de todo o campo da comunicação ligada à sustentabilidade.

Segundo Rogerio Ruschel*, os seis pecados do apelo greenwashing são:

Pecado dos malefícios “esquecidos”
O principal pecado encontrado na pesquisa, estando em 56% dos produtos pesquisados, caracteriza-se pelo fato do produto destacar apenas um benefício ambiental e “esquecer” os outros. Exemplos: Meu produto é reciclável (mas é extremamente gastador de energia e água para ser produzido); meu produto é feito sem teste em animais (mas sua decomposição natural pode prejudicar a cadeia alimentar natural).

Pecado da falta de provas
Representando 26% das promessas encontradas, é utilizado por produtos que anunciam benefícios ambientais sem comprovação científica ou certificação respeitável. Nesta categoria são encontrados xampus que não são testados em animais, produtos de papel com uso de material reciclado, lâmpadas com maior eficiência energética – todos sem comprovação dos argumentos disponível ao consumidor.

Pecado da promessa vaga
Entre as promessas vagas – encontradas em 11% dos produtos pesquisados – estão produtos “não-tóxicos” (e sabemos que qualquer produto em excesso pode intoxicar uma pessoa); produtos “livre de químicos” (o que é impossível, porque todos os insumos de todos os produtos têm elementos químicos em sua composição); “100% natural” (urânio, arsênico e outros venenos também são “naturais”); “ambientalmente produzido”, “verde”, “conscientemente ecológico”, todas promessas 100% vagas. E estamos falando de embalagens – imagine aqui no Brasil as promessas vagas que vemos diariamente na propaganda…

Pecado da irrelevância

Pecado encontrado em 4% dos produtos pesquisados, caracteriza-se por destacar um benefício que pode ser verdadeiro, mas não é relevante. A mais irrelevante das promessas foi a relacionada ao CFC, banido do mercado norte-americano nos anos 70: inseticidas, lubrificantes, espumas de barba, limpadores de janelas e desinfetantes, por exemplo, todos livres de CFC. A promessa é irrelevante porque, se não fossem livres de CFC, estes produtos não teriam licença para estar à venda no mercado…

Pecado da mentira
Encontrado em 1% dos produtos, é simplesmente uma mentira deslavada.

Pecado dos dois demônios
Encontrado em 1% dos produtos, são benefícios verdadeiros, mas aplicados em produtos cuja categoria inteira tem sua existência questionada, como cigarros orgânicos, inseticidas ou herbicidas orgânicos.

Ainda não existe no Brasil um grupo que analise e aponte os produtos com “greenwashing”, mas esse movimento logo poderá chegar aqui, e é bom que as empresas realmente divulguem em suas embalagens a verdade e que antes de anunciarem façam uma boa análise de seus produtos.

*Rogerio Ruschel é diretor da Ruschel & Associados Marketing Ecológico e editor da revista eletrônica Business do Bem, onde este artigo foi publicado originalmente.
http://www.rts.org.br/artigos/os-seis-pecados-do-greenwashing

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brightwhite

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Vinho Britewhite

Postado em 19 agosto 2008 por Elisa Quartim

O vinho Britewhite é mais um produto explorando o “mantra verde”: reduzir, reutilizar e reciclar. Ele é vendido em uma garrafa de alumínio que é claramente percebida como reciclável. Contudo, para fazer esta mensagem mais clara para os consumidores a palavra “reciclável” é indicada na frente da embalagem.

A embalagem segue uma tendência de mostrar para o consumidor de uma forma mais clara a reciclabilidade do produto.

http://www.abre.org.br/noticias_news.php

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pastagnolli

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Lasanhas Pastagnolli

Postado em 18 agosto 2008 por Elisa Quartim

Embalagem premiado em vários concursos (ABRE, Embalagem Marca, Word Star e IDEA Brasil). A embalagem das lasanhas Pastagnolli mostro uma boa união de Design, sustentabilidade e economia para a empresa.

Visando o mercado de pessoas com ritmo de vida corrido que procuram comidas prontas a empresa precisava desenvolver uma embalagem para esse consumidor com pouco tempo, porém com o desejo de comprar alimentos saudáveis, tradicionais e com método de preparo que remetam as referências passadas, de comida caseira.
A embalagem anterior, de alumínio revestida por um saco plástico, tinha imagem caseira. O objetivo da empresa era criar uma embalagem moderna, que transmitisse a idéia de tradicionalismo, sem abrir mão do conceito de comida caseira.
Foi desenvolvida uma embalagem de papel-cartão que pode ir direto ao microondas. Para atender às necessidades de produção da empresa e visando a consciência ambiental, o produto não necessita de embalagem secundária e o processo de montagem é simplificado, dependendo apenas de fechamento por solda. Portanto, a nova embalagem para lasanha oferece praticidade tanto para a empresa quanto para seu consumidor.

http://www.designinverso.com.br/
http://www.ideabrasil.com.br/

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cicloconhecimento_sustentabilidade

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Seminário Estratégico de Sustentabilidade na Área de Embalagens

Postado em 15 agosto 2008 por Elisa Quartim

Dia 14/10/2008 na Amcham Brasil – São Paulo
Endereço: Rua da Paz, 1431 – Chácara Sto. Antônio

Mais detalhes no site: www.embalagemmarca.com.br/ciclo

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e-fabrics

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Certificações

Postado em 14 agosto 2008 por Elisa Quartim

Com novas tecnologias, novos materiais e novos estudos, como mostrar, para o consumidor que aquela embalagem afeta menos o meio ambiente? Como ajudar o consumidor a fazer uma escolha mais consciente?

Uma forma são os selos de certificação. Para se obter um selo com certificação em sua embalagem, o produto é avaliado de forma criteriosa, analisado vários aspectos.

A certificação de produtos ou serviços é, por definição, um conjunto de atividades realizadas por uma organização de terceira parte (organização independente) para atestar e declarar que um produto ou serviço está em conformidade com os requisitos técnicos previamente especificados.

Ainda não existe um selo que englobe a embalagem sustentável de uma forma geral, mas já existem selos para grupos específicos de empresas associadas ou de matérias prima similares.

Alguns desses selos são:

ISO 14001
Especifica os elementos de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) e oferece ajuda prática para a sua implementação ou aprimoramento.

FSC Brasil – Conselho Brasileiro de Manejo Florestal
Papéis com certificação FSC, garante que os produtos florestais são originários de florestas manejadas de uma maneira ambientalmente adequada, socialmente benéfica e economicamente viável.
www.fsc.org.br/

RES Brasil
A RES Brasil é uma empresa genuinamente brasileira e foi criada para atuar licenciando empresas brasileiras e sul americanas para o uso de materiais e tecnologias na fabricação de embalagens plásticas com características de degradabilidade total, oxi-biodegradabilidade, biodegradabilidade, compostabilidade e /ou hidrossolubilidade. Pioneira na América Latina e maior empresa da América do Sul em seu segmento, a RES Brasil trabalha para proporcionar a opção, tanto para a indústria, quanto para clientes finais e cidadãos, da escolha por embalagens plásticas de degradação mais rápida e segura.Esta rede mundial permite que embalagens com este conceito produzidas no Brasil sejam oferecidas e vendidas no mundo todo.
www.resbrasil.com.br/

IBD – Associação de Certificação Instituto Biodinâmico
Entidade brasileira sem fins lucrativos, que desenvolve atividades de inspeção e certificação agropecuária, de processamento e de produtos extrativistas, orgânicos e biodinâmicos. Atua há vinte anos na pesquisa e desenvolvimento da agricultura orgânica e biodinâmica.
www.ibd.com.br

AAO – Associação de Agricultura Orgânica
A Associação de Agricultura Orgânica é uma organização não – governamental, sem fins lucrativos, fundada em maio de 1989 por um grupo de engenheiros agrônomos, produtores, jornalistas e pesquisadores que já praticavam a agricultura orgânica e acreditavam na sua viabilidade sócio-econômica e ambiental. Mais do que difundir práticas e técnicas, a AAO defende o direito das pessoas a uma alimentação sadia e equilibrada que preserva o homem e o meio ambiente.
www.aao.org.br

ECOCERT
Certificação para produção orgânica. A ECOCERT BRASIL realiza a certificação voltada para o mercado interno, atuando também como agente de certificação da ECOCERT SA e para isso conta com uma equipe especializada de profissionais: agrônomos, engenheiros de alimentos, economistas, técnicos agrícolas e outros.

www.ecocert.com.br/

O selo e-fabrics do Instituto-e é uma associação privada sem fins lucrativos, criada com o objetivo de promover o Brasil como o “país do desenvolvimento sustentável”. Presidida por Oskar Metsavaht, a associação desenvolve trabalhos sociais, ambientais, culturais e econômicos que atuam nas esferas de educação, mobilização social e distribuição de poder.

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